Tão distante e tão constante
Tão ausente e tão presente
Eis a realidade
Do meu amor por ti!
Confinado no peito, sem direito
A se manifestar
Em silêncio, a sufocar
Ousados desejos de amantes
Mas, ainda assim resiste
Sem se abater tenta sobreviver
Do pouco que lhe resta
festa...
Não fazes idéia de quanto te amo!
Melhor que seja assim
Pois amarei por dois
Por ti e por mim!
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