São fortes as cruzes, parecem inquebrantáveis,
São, mesmo, insuportáveis...
A opacidade, sem luzes,
Dificulta o meu caminhar,
Fico sem enxergar meu interior...
Cadê a força do amor,
Ou tudo é indecisão?
As dificuldades,
Os desvios das verdades,
Levam-me ao degredo...
Perco-me entre sofismas,
Como se tudo fosse segredo.
É pequena a minha fé,
Faltam-me carismas,
Mas, há em mim uma certa coerência,
E a presença de inteligência,
Que são atributos que me dão poder
Para ultrapassar, romper,
As cruzes da estrada
E, assim, encontrar a paz...
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