domingo, 12 de agosto de 2007

SOMENTE POR TEU AMOR

Desde o alvor ver a cristaleira e seguir
contornos e riscos qual brumas azuis
entrelaçadas ao teu olhar que possui
a magia e o encanto nos meus a sorrir.


Indefinidos se convergem à imensidão
olhos felinos que cruzam dois oceanos
ao encontro do castelo no meridiano
onde tu és o ar, minh'água, meu chão.


Renascem as flores e por aquela janela
entra a brisa e qual beijo em suave fado
resvala e traz teu aroma à esta capela,


que descreve num só traço ao painel
todo o amor eternizado e juramentado
na minh'alma com meu sangue e teu mel.

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