Quando percebi
estava solta, absolutamente sozinhae no peito um grito que não consegui soltar..
A partir dali
não dei ao mundo o direito
de me segurar e ao crescer,já descrevendo minha vidade forma bonita, quem lêjamais pode imaginar..
Solta
pertenço ao infinito,
deslizo
entre os meus conflitos
e continuo a voar.
Não suporto redes,
paredes,
dedos
que venham a me apontar.
Mesmo que tombe
e zangada reclame,
sou eu a me recriminar
e não alguém que me abata e
conseqüentemente me lanhe
para me reter em algum lugar.
Tal qual o vento,
não me encaixo,
não me prendo
e gosto de me direcionar.
Sou igual ao mercúrio,
mantendo a mão aberta,
não tenho vontade de escorregar,
mas se por descuido
a mão se fecha,
me divido num segundo
só para escapar.
Gosto
e sei que posso
pensar que o céu é o limite.
porque é lá que eu quero chegar..
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