Ínfimo... Nunca último,
mas sempre fenícula...
Abstergida película.
Algo redundante que colorirá minha vida
fazendo com que a redundância de minhas visagens,
possam realmente encorpar
o que de mim possa vir
um dia a fugir...
Um grão...
Pode até estar solto, desprotegido no chão,
mas em essência um grão.
Uma minúscula partícula
que fecunda,
passeará em futuro
pelos meneares nada escuros,
que as estradas da vida
nos oferece, de forma solta, colorida...
Durante o crescimento de minha consistência
que não se arvore a descontinuidade...
Não posso parar mente e corpo.
Tenho que ver-me, sentir-me solto,
reverberando sons e dons...
E após vínculo já enraizado,que eu possa oasiano,
fazer-me referência de uma eterna estratégia, um plano.
Que eu possa desvincular-me do que não cresce.
Do que toma corpo, mas não se faz vida e desfalece.
Que eu possa já no espargir de vários outros grãos,
ter o que a vida me oferece
não como forma de paga,
mas simplesmente como resposta que ecoa,
agora de fora, para dentro de mim...
Mas que eu comece do nada, que eu forme opinião,
que eu cresça, padeça, sofra mutação.
Que eu venha aparentemente do nada.
Pequeno, átimo, qual grão...
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