domingo, 5 de agosto de 2007

ENTRE A PENUMBRA E A LUZ

Caminha, ó alma, segue já adiante
não te deixes curvar pelo vento
agarra agora o teu sentimento
deixa crescer o amor triunfante.

Caminha, ó alma, que já é tempo
de dentre os ventos murmurantes
ouvires os cantos d'amor, sonantes
e mudares os teus pensamentos.

Já é tempo, ó alma, então caminha
vê-de a luz , ali, pouco mais além
oferecendo-te a doce partilha

do maior bem que tem alguém
Pois quem nos braços do amor se aninha
não pode ser nunca, do medo, refém

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