terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ROMANTISMO E AMOR

Não são raros os momentos em que eu me pego em devaneio.

Certamente são aqueles momentos de recordação, são vagas em que a emoção parece construir lembranças de um passado inesquecível.

Eu sinto falta daquelas pessoas românticas, daquele tempo em que se dançava de rosto colado, mãos entrelaçadas, e no compasso da melodia se perdia a noção do tempo. Palavras ao pé do ouvido pareciam flores despetalando poesia, e a alegria se fazia brilhante de felicidade.

Eu sinto saudades dos anos sessenta e setenta, não porque eu fosse mais jovem, mas porque eram os anos do amor, os anos do romantismo, como se amor e romantismo tivesse época para acontecer, como se a idade para o amor fosse apenas uma, aquela idade que passou.

Eu confesso que hoje eu sou tão romântico quanto fui naqueles anos, ou quem sabe, até mais.

O amor que eu sentia na juventude, é o mesmo amor de hoje, com uma diferença, o amor daqueles anos era um amor aventureiro, entusiasta e passageiro, já nascia com o tempo cronometrado, ainda que deixasse uma marquinha de batom pelos anos afora.

Mas o amor de hoje, este amor de agora, que acontece a toda hora, é o amor do romantismo presente, onde a gente sente a emoção gotejar a felicidade.

Este é o amor e o romantismo de ontem e de sempre, que eu guardo até hoje, e assim será para toda a eternidade.

1 comentário:

nishu disse...

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http://pandabeardesigns.blogspot.com/2011/01/hello-everyone.html