Ao som do aço
das cordas do coração,
entrego-me ao papel,
ao lápis, a esfera escrevente,
doando-me a emoção de versar
entre runas e cartas
onipresentes ao meu ancião!
Nos portais
abro-me em pensamentos,
como as nuvens
abrindo-se ao tom, ao momento
do beijo e o tudo do sentimento!
No encontro das águas,
lanço-me em carne, em luz,
faço-me parte da odisséia
da paixão, do amor vislumbrado
na íris, na obra de arte
do teu ser mulher!
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