Mostrar mensagens com a etiqueta Sérgio Diniz Barros Guedes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sérgio Diniz Barros Guedes. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

INTERIORIDADE

No respirar da canção da terra,

vejo o olhar pequeno

do nosso mundo

ternamente seduzido

pelas tendências do exterior,

onde todos vêem,

mas poucos enxergam

o que existe de mais bonito,

o transparente interior

cantando a bela canção de amor,

fonte do sorriso

renovando-se a cada emoção,

na intensidade do servir

e do renovar,

criando asas para voar

junto com a felicidade.

VENHA

O mundo

é a oficina

do saber,

na ação do realizar,

todos têm

sua chance

de chegar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

OBJETIVO DELINEADO

Pegue a progressiva

e insista,

trabalhe com vontade

e afinco,

que encontrarás

a grandeza,

não desista,

o retorno está em suas mãos,

seja paciente,

assim terás um bom

cliente,

o sucesso está no trabalho

em equipe,

fortaleça o outro,

não esqueça que o trabalho

é participativo,

cada indivíduo reage

de um modo diferente,

não tenha limite,

avance,

atinja a meta prevista

e tenha orgasmo

com a conquista.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

LOUCO DESEJO DE SE AVENTURAR

Pedaços de mim
que pousam cansados
as sombras do que pedi,
convertes em meus aliados, tira-me daqui.

Nos caminhos sem fim
do longínquo horizonte,
habita a esperança,
habita a alma que se esconde.

No escuro da claridade,
que tece toda esta passividade,
faz eu ficar cego,
pelo sentido que não enxergo.

Quero seguir sozinho,
pedindo para minha estrela guia,
que em nome da ternura,
guia-me e livra-me de toda esta loucura.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

PARADOR

A margem do rio sob intenso frio
que sopram pelas ventas
joguei a esperançade uma liberdade.
Amarrado a âncorado pequeno barco
faço minha leipelo reverso da vida
e sobrevivo.
Meu riso,não sorri.
Minha fala,se cala.
Meus dias se foram,
na esperança joguei
sábados, domingos não sei,
todos são iguais
estão no fundo do rio.
Sobrevivo dele
que é meu rei
minha vida
minha solidão.
Imagem refletida na água
azul de minha história.
Silenciei,o soluço.
Só ouço,o sopro do vento.
Só sinto,
o balanço da rede
onde reparto a memóriado
que me sobra
destas minhas raízes.
Absorto na imensidão,
no marasmo do tempo
passo dia após dia.
A vida me detém
nessas viagens
de margem a margem.
O amargor da minha jornada
por toda essa longa estrada
que movem todas as velas
do meu barco
acesas, pedindo
uma condição digna
no fundo de minha alma.