Amor! Quem poderia sublimar o amor, senão o próprio amor no coração de quem ama?
Foi através do amor que eu te conheci e te encontrei, e através do amor e com amor eu te toquei. Busquei encontrar-me também, e me encontrei no teu coração e ali conheci o amor, que dormia em berço de paz ataviado às brumas alegres do sonho de nós dois.
Adoro amar você! E por mais que tentemos nos esquecer, a claridade de cada manhã nos traz a lembrança do que fomos e do que somos. Assim, vejo-me no teu caminho, por que é o caminho do amor, por que é o caminho que escolheste para nós dois.
Nas paisagens dos teus sonhos, entre pinceis adornados de alegrias, desenhei meus ideais e busquei na clausura da esperança, voltar a ti. As lágrimas que verti, não foram só minhas, por que eram tu também deslizando suave sem saber, a procura do amor que estava em mim.
Com este amor, desenhei no teu coração o que eu sempre quis de ti, e ainda que não saibas continuarás sem saber, que um dia eu bebi na tua fonte e me saciei no teu amor.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
DECIFRA-ME
Decifra-me e encontrarás minha essência que sempre esteve contigo. Só assim saberás quem eu sou em ti e quem tu és em mim;
Busca-me e acharás o caminho arborizado, cultivado no amor. Então encontrarás a felicidade que sempre quisestes e conhecerás as glorificadas bem aventuranças que te pertencem por herança de amor;
Segue-me e todas as tuas dúvidas serão fertilizadas de certezas. E quando me encontrares saberás onde estais, então teus pensamentos serão clareados pela alegria e a satisfação será uma contigo.
Decifra-me! Então tu serás um comigo e eu estarei sempre em ti e continuarei minha caminhada peregrina, plantando felicidade e alegria nas encostas floridas da poesia, e assim, fertilizarei sempre almas e corações sofridos pela dor. Busca-me, só então acharás em ti, o amor que sempre esteve em nós.
Busca-me e acharás o caminho arborizado, cultivado no amor. Então encontrarás a felicidade que sempre quisestes e conhecerás as glorificadas bem aventuranças que te pertencem por herança de amor;
Segue-me e todas as tuas dúvidas serão fertilizadas de certezas. E quando me encontrares saberás onde estais, então teus pensamentos serão clareados pela alegria e a satisfação será uma contigo.
Decifra-me! Então tu serás um comigo e eu estarei sempre em ti e continuarei minha caminhada peregrina, plantando felicidade e alegria nas encostas floridas da poesia, e assim, fertilizarei sempre almas e corações sofridos pela dor. Busca-me, só então acharás em ti, o amor que sempre esteve em nós.
COMO É BOM AMAR
Existem pequenos detalhes na vida, que muitas vezes passam despercebidos, porque deixamos de ver, observar e sentir. Assim soubéssemos observar nossos passos quando caminhamos calmos, sem pressa de chegar.
Como é bom observar as flores do jardim que encontramos nesse lento caminhar, absorver seu perfume e guardar na lembrança, para ofertar em oração ao coração. Como é bom, calmo regressar, tomar um banho quentinho, enxugar-se com a toalha cheirando amor. Como é bom sentir e ver a cor rubra da paixão e depois aconchegar-se ao travesseiro e agradecer, para no outro dia despertar com um lindo amanhecer.
Existem detalhes que são mais do que detalhes, são verdadeiros entalhes feitos na alma em sofreguidão, são poemas líricos acalentando o coração, quando se põe a recordar o tempo que muito amou a mulher que desejou amar.
Ah! Como é bom sentir e ver esses detalhes, fazer recordação, induzir o coração na emoção, viajar e ir até onde o amor está. Ah! Como é bom amar!
Como é bom observar as flores do jardim que encontramos nesse lento caminhar, absorver seu perfume e guardar na lembrança, para ofertar em oração ao coração. Como é bom, calmo regressar, tomar um banho quentinho, enxugar-se com a toalha cheirando amor. Como é bom sentir e ver a cor rubra da paixão e depois aconchegar-se ao travesseiro e agradecer, para no outro dia despertar com um lindo amanhecer.
Existem detalhes que são mais do que detalhes, são verdadeiros entalhes feitos na alma em sofreguidão, são poemas líricos acalentando o coração, quando se põe a recordar o tempo que muito amou a mulher que desejou amar.
Ah! Como é bom sentir e ver esses detalhes, fazer recordação, induzir o coração na emoção, viajar e ir até onde o amor está. Ah! Como é bom amar!
CONHECENDO OS CONTRÁRIOS
Nem todos os momentos de nossa vida são como gostaríamos que fossem. Existem aquelas fases de tristeza, que muitas vezes experimentamos em um momento que, talvez, nem fosse o tempo certo de acontecer. Nosso coração naquele instante passa a absorver um sentimento desagradável, nostálgico, que nossa vontade primeira seria que ficássemos sozinhos, isolados do mundo e de todos. Daí bate aquela tristeza na gente, que só nós mesmos e nosso coração sabemos e sentimos. Se alguém naquele momento nos perguntasse o que acontece conosco, certamente não saberíamos responder, ficando o silêncio como resposta derradeira.
Mas, como recompensa oferecida pelo amor, existe aqueles momentos de plena alegria, fase de intensa felicidade conduzida até nós pelo destino ou pelo próprio amor. Às vezes nem temos também um motivo para experimentarmos esse estado de felicidade, mas esse sentimento de alegria também não é para sempre, embora o quiséssemos que assim o fosse. Mas é a vida, que, pelo próprio milagre da vida, conduzida pelo mistério santo do Criador, nos proporciona esses momentos de alegria e amor. É nesse estado de felicidade que descobrimos na simplicidade de cada ato, a subjetividade, ou o oculto de cada sentimento. Também descobrimos porque sentimos na beleza existente em cada flor, o milagre do amor. Então passamos a dar mais valor à vida, e acreditar mais na sabedoria divina, sem se aventurar no descobrimento do seu divino mistério que está constantemente a nos rodear.
Para cada sentimento existe o seu contrário. Assim como existe o amor, existe o ódio. Como existe a alegria, existe a tristeza. E assim é dada a continuidade do equilíbrio.
A mulher veio para completar o homem, e este sem a mulher não é um ser completo.
O homem quando ama verdadeiramente uma mulher, e por esta também é amado na mesma proporção, ele conhece o poder. E pelo amor torna-se um com Deus, sem saber a intensidade do seu poder. Os homens que mais fizeram pelo bem da humanidade, o fizeram por que se completaram no amor de uma mulher e esta sem saber, lhe emprestou a sabedoria e o homem por amor concluiu sua obra.
Assim, o homem desenvolve a inteligência, mas a mulher lhe empresta a sabedoria;
O Homem se engrandece na razão, mas a mulher o santifica no coração;
O Homem é o causador da dor, mas a mulher é o bálsamo que alivia com amor. E assim, ambos se completam para ser um no próprio amor, materializado na força dos contrários.Créditos
Mas, como recompensa oferecida pelo amor, existe aqueles momentos de plena alegria, fase de intensa felicidade conduzida até nós pelo destino ou pelo próprio amor. Às vezes nem temos também um motivo para experimentarmos esse estado de felicidade, mas esse sentimento de alegria também não é para sempre, embora o quiséssemos que assim o fosse. Mas é a vida, que, pelo próprio milagre da vida, conduzida pelo mistério santo do Criador, nos proporciona esses momentos de alegria e amor. É nesse estado de felicidade que descobrimos na simplicidade de cada ato, a subjetividade, ou o oculto de cada sentimento. Também descobrimos porque sentimos na beleza existente em cada flor, o milagre do amor. Então passamos a dar mais valor à vida, e acreditar mais na sabedoria divina, sem se aventurar no descobrimento do seu divino mistério que está constantemente a nos rodear.
Para cada sentimento existe o seu contrário. Assim como existe o amor, existe o ódio. Como existe a alegria, existe a tristeza. E assim é dada a continuidade do equilíbrio.
A mulher veio para completar o homem, e este sem a mulher não é um ser completo.
O homem quando ama verdadeiramente uma mulher, e por esta também é amado na mesma proporção, ele conhece o poder. E pelo amor torna-se um com Deus, sem saber a intensidade do seu poder. Os homens que mais fizeram pelo bem da humanidade, o fizeram por que se completaram no amor de uma mulher e esta sem saber, lhe emprestou a sabedoria e o homem por amor concluiu sua obra.
Assim, o homem desenvolve a inteligência, mas a mulher lhe empresta a sabedoria;
O Homem se engrandece na razão, mas a mulher o santifica no coração;
O Homem é o causador da dor, mas a mulher é o bálsamo que alivia com amor. E assim, ambos se completam para ser um no próprio amor, materializado na força dos contrários.Créditos
AMOR E SEGREDO
Naquele dia quase escuro, acinzentado pelas nuvens densas posicionadas no céu, a dúvida entremeada como ouro na pedra virgem, escorria em meu espírito dúvidas e certezas das minhas vontades. Eu não sabia mais se o que me aproximou de ti foi o amor ou a amizade. Essa dúvida ficou estacionada em mim até o momento em que pronunciastes em letras, não em palavras, pois o escrito que me deixaste ao partir, aclarava bem tua intenção, "parto, mas levo em meu coração o amor que um dia me denunciaria a ti".
Ah, amor! Se soubesses o quanto te amo também em segredo, e se eu soubesse do amor que também nutres por mim em teu coração, eu jamais teria a timidez de dizê-lo a ti, por que eu sempre te amei e sempre hei de te amar, com este amor que vai além do céu, além da terra e muito além do mar. Hoje eu sei que o que me aproximou de ti foi o amor, mas a amizade que sempre tive por ti em meu coração, também se eternizou.
Ah, amor! Se soubesses o quanto te amo também em segredo, e se eu soubesse do amor que também nutres por mim em teu coração, eu jamais teria a timidez de dizê-lo a ti, por que eu sempre te amei e sempre hei de te amar, com este amor que vai além do céu, além da terra e muito além do mar. Hoje eu sei que o que me aproximou de ti foi o amor, mas a amizade que sempre tive por ti em meu coração, também se eternizou.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
BAIXA DA ÉGUA
(História semelhante é mera coincidência)
A internet é uma moeda de dois lados, ou seja, tem verso e anverso.
Não faz muito tempo uma amiga me confidenciou que tinha conhecido um cara na internet. Pelo seu entusiasmo notei que estava a fim de conhecer o seu novo contato e foi o que aconteceu. Conversaram e ficou acertado que ele viajaria para a cidade dela no próximo fim de semana.
Ela já tem seus 55 anos de idade, certamente ainda na idade da loba, onde o tesão se mistura com a vaidade tendo a ajudinha do libido. Ele, segundo o que ela me disse tem 62 anos, um verdadeiro galã pelas fotos que ele lhe mostrava no MSN.
Na semana seguinte, após o encontro, ela me liga e para não ser indelicado nem demonstrar curiosidade sobre o encontro, nada lhe perguntei, mas ela me disse: Sabe menino, aquele cara que eu te falei veio me conhecer, saímos e para minha infelicidade ele queria conhecer o shopping, exatamente aonde eu tinha ido no dia anterior comprar sapatos, roupas, principalmente íntimas e um perfume importado. Fui à cabeleireira, a manicura e também sofri aquelas dores na depilação, afinal eu queria aparecer bonita pro cara e com o tesão que eu estava por ele eu achava até que fosse recíproco e quem sabe ele me levaria a um motel e minha noite seria maravilhosa. Chegando ao shopping pensei até num cinema e quem sabe uns beijos e uns amasso preliminares antecipando o motel. Mas que nada, o cara logo me perguntou onde era a praça da alimentação e fomos pra lá, quem sabe uns chopinhos uns whiskys etc. seriam o caminho inicial do motel. O cara muito educado me pediu licença pois iria buscar uma bebida e pedir um prato pra acompanhar. Não demorou nem cinco minutos ele já estava de volta com duas latinhas de coca-cola e duas coxinhas fritas. Ai menino, que decepção! Desculpei-me e disse-lhe que não comia frituras e só beberiquei um pouco da coca-cola. A minha vontade era voltar logo pra casa e foi o que aconteceu. Quando chegamos em casa ele disse que foi ótimo o passeio e que eu era muito gentil e muito bonita, pegou minha mão e deu um leve beijinho, como aqueles que a gente só vê em filmes antigos.
Ele me disse que viria no próximo fim de semana novamente. Pensei quem sabe no próximo encontro!
Logo chegou o outro fim de semana e novo ritual feminino, novos gastos só para sair com o cara da internet.
O telefone toca, era minha amiga novamente. Dessa vez fui eu quem indagou: E daí como foi seu fim de semana? Ela começou a rir e chorar ao mesmo tempo. Olha nem te conto! O cara chegou e eu o convidei logo pra entrar em casa. Na verdade eu tinha más intenções, pois a minha vontade era agarrar o cara e deixá-lo em ponto de bala. Realmente eu o agarrei quis beijá-lo e ele me empurrava como se tivesse nojo de mim. Ele tinha trazido uma pasta e disse só um momento e abriu a pasta, tirou uma bíblia e começou a ler um trecho. De vez em quando ele parava e dizia: Sai desse corpo satanás, eu te repreendo e te ordeno, sai desse corpo!
Ai menino que decepção! O cara disse ainda que viria no outro fim de semana pra terminar a seção de exorcismo. Como pode! Eu disse a ele que eu ia viajar e não estaria em casa. O cara me procurou na internet muitas vezes, me ligou várias vezes e eu não atendi.
Em tom brincalhão eu lhe perguntei: E o seu tesão pelo carinha como anda? Você ainda me goza né amigo! Mas pra te responder, meu tesão e meus novecentos reais gastos para embelezar-me foram pra baixa da égua.
A internet é uma moeda de dois lados, ou seja, tem verso e anverso.
Não faz muito tempo uma amiga me confidenciou que tinha conhecido um cara na internet. Pelo seu entusiasmo notei que estava a fim de conhecer o seu novo contato e foi o que aconteceu. Conversaram e ficou acertado que ele viajaria para a cidade dela no próximo fim de semana.
Ela já tem seus 55 anos de idade, certamente ainda na idade da loba, onde o tesão se mistura com a vaidade tendo a ajudinha do libido. Ele, segundo o que ela me disse tem 62 anos, um verdadeiro galã pelas fotos que ele lhe mostrava no MSN.
Na semana seguinte, após o encontro, ela me liga e para não ser indelicado nem demonstrar curiosidade sobre o encontro, nada lhe perguntei, mas ela me disse: Sabe menino, aquele cara que eu te falei veio me conhecer, saímos e para minha infelicidade ele queria conhecer o shopping, exatamente aonde eu tinha ido no dia anterior comprar sapatos, roupas, principalmente íntimas e um perfume importado. Fui à cabeleireira, a manicura e também sofri aquelas dores na depilação, afinal eu queria aparecer bonita pro cara e com o tesão que eu estava por ele eu achava até que fosse recíproco e quem sabe ele me levaria a um motel e minha noite seria maravilhosa. Chegando ao shopping pensei até num cinema e quem sabe uns beijos e uns amasso preliminares antecipando o motel. Mas que nada, o cara logo me perguntou onde era a praça da alimentação e fomos pra lá, quem sabe uns chopinhos uns whiskys etc. seriam o caminho inicial do motel. O cara muito educado me pediu licença pois iria buscar uma bebida e pedir um prato pra acompanhar. Não demorou nem cinco minutos ele já estava de volta com duas latinhas de coca-cola e duas coxinhas fritas. Ai menino, que decepção! Desculpei-me e disse-lhe que não comia frituras e só beberiquei um pouco da coca-cola. A minha vontade era voltar logo pra casa e foi o que aconteceu. Quando chegamos em casa ele disse que foi ótimo o passeio e que eu era muito gentil e muito bonita, pegou minha mão e deu um leve beijinho, como aqueles que a gente só vê em filmes antigos.
Ele me disse que viria no próximo fim de semana novamente. Pensei quem sabe no próximo encontro!
Logo chegou o outro fim de semana e novo ritual feminino, novos gastos só para sair com o cara da internet.
O telefone toca, era minha amiga novamente. Dessa vez fui eu quem indagou: E daí como foi seu fim de semana? Ela começou a rir e chorar ao mesmo tempo. Olha nem te conto! O cara chegou e eu o convidei logo pra entrar em casa. Na verdade eu tinha más intenções, pois a minha vontade era agarrar o cara e deixá-lo em ponto de bala. Realmente eu o agarrei quis beijá-lo e ele me empurrava como se tivesse nojo de mim. Ele tinha trazido uma pasta e disse só um momento e abriu a pasta, tirou uma bíblia e começou a ler um trecho. De vez em quando ele parava e dizia: Sai desse corpo satanás, eu te repreendo e te ordeno, sai desse corpo!
Ai menino que decepção! O cara disse ainda que viria no outro fim de semana pra terminar a seção de exorcismo. Como pode! Eu disse a ele que eu ia viajar e não estaria em casa. O cara me procurou na internet muitas vezes, me ligou várias vezes e eu não atendi.
Em tom brincalhão eu lhe perguntei: E o seu tesão pelo carinha como anda? Você ainda me goza né amigo! Mas pra te responder, meu tesão e meus novecentos reais gastos para embelezar-me foram pra baixa da égua.
OS VALORES DE CADA UM
A gente culpa tudo e a todos pelos nossos momentos infelizes, a única coisa que não fazemos, e talvez seja a mais verdadeira, é culpar a nós mesmos pelos momentos de dissabores que criamos e passamos.
Às vezes discutimos com a pessoa que está ao nosso lado por motivos tão banais que, certamente, uma boa dose de reflexão poderia nos conduzir a razão e ver a verdade pelo outro lado do prisma.
Para a gente dar valor a alguém talvez seja necessário que percamos esse alguém, então, é quando passamos a perceber sua ausência, e só assim percebemos o quanto esse alguém era ou foi importante para nós.
Por outro lado, damos mais importância a outro alguém, cuja importância talvez não fosse tão importante, talvez fosse sim, mais exagero do que merecimento.
De outra forma, nos colocamos num patamar inferior em relação à outra pessoa, ao ponto de considerarmos uma obrigação ao invés de um préstimo de favorecimento. Passamos então a ter uma falsa dívida, se não financeira, pelo menos de gratidão, nesse caso ficamos receosos de uma cobrança, em outras palavras ficamos atados a favores que jamais existiram e certamente vítima de uma chantagem sentimental barata.
A partir do momento que soubermos dar o devido valor a nós mesmos, com toda certeza aprenderemos também a dar o merecido valor a quem o desmerecemos em detrimento de outros que, certamente não teria tanto valor para nós, como pensávamos que tivesse.
Às vezes discutimos com a pessoa que está ao nosso lado por motivos tão banais que, certamente, uma boa dose de reflexão poderia nos conduzir a razão e ver a verdade pelo outro lado do prisma.
Para a gente dar valor a alguém talvez seja necessário que percamos esse alguém, então, é quando passamos a perceber sua ausência, e só assim percebemos o quanto esse alguém era ou foi importante para nós.
Por outro lado, damos mais importância a outro alguém, cuja importância talvez não fosse tão importante, talvez fosse sim, mais exagero do que merecimento.
De outra forma, nos colocamos num patamar inferior em relação à outra pessoa, ao ponto de considerarmos uma obrigação ao invés de um préstimo de favorecimento. Passamos então a ter uma falsa dívida, se não financeira, pelo menos de gratidão, nesse caso ficamos receosos de uma cobrança, em outras palavras ficamos atados a favores que jamais existiram e certamente vítima de uma chantagem sentimental barata.
A partir do momento que soubermos dar o devido valor a nós mesmos, com toda certeza aprenderemos também a dar o merecido valor a quem o desmerecemos em detrimento de outros que, certamente não teria tanto valor para nós, como pensávamos que tivesse.
A INTRÉPIDA NOVA ERA
Certa vez eu vi uma frase interrogativa, aonde se lia o seguinte:
“É possível alcançarmos a felicidade num mundo tão competitivo como este em que vivemos?”
Depois de meditar e analisar a frase cheguei a seguinte conclusão: O mundo em que vivemos é uma intrépida nova era. Em tudo existe competição e isso é bom. A competição nos leva ao aprimoramento numa amplitude ímpar seja ela no campo profissional, educativo, esportivo, comercial prático e até amoroso. A competição nos leva a querer aprimorar o conhecimento, um zelo quase de primor com o que se conseguiu ou o que se quer conseguir, tornando-se até segredo do objetivo a ser alcançado, para que, certamente, o adversário não saiba como se chegou ao aprimoramento daquele conhecimento.
No campo profissional tem maior êxito quem sabe mais, quem se aperfeiçoou melhor, quem apresenta o melhor trabalho e tem o maior conhecimento. Isso vale para todas as áreas, quer seja profissional, educativa, cultural, esportiva, comercial ou amorosa. Com certeza haverá alguém para indagar: Existe competição amorosa? Sim, eu diria que sim. Eu diria que existe competição amorosa quando o amor é verdadeiro na porfia de uma falsa amizade, ou de um amor sem objetivo, sem qualidade. Nesse caso o verdadeiro amor, apoiado na sinceridade, na verdade, na harmonia de pensamentos e nos desejos mais puros, com certeza será o vencedor, ao passo que o amor sem objetivo ou qualidade, com interesses outros, escorados no desejo impuro e no falso pudor, tende certamente a fracassar.
Não é fácil alguém polir o caráter quando ele já foi moldado no berço, assim como será impossível alguém manchar ou tentar se desviar da imposição bela que lhe foi feita no berçário do amor.
Querer melhorar na vida, ensejar hábitos sadios para garantir a saúde, zelar pelas boas amizades conquistadas, buscar acumular fortuna material ou ainda riqueza espiritual, não é errado e não mancha o caráter de ninguém, mas invejar a saúde de alguém, o rol de boas amizades adquiridas e a riqueza do rico, isso sim, enodoa e empobrece a alma e o coração, por que esse é o caráter que foi depurado e forjado no cadinho da inveja, nos rincões da pobreza espiritual.
Vivemos numa intrépida nova era, estamos diariamente num campo de competições onde o mundo é o palco colorido de batalhas, ensejando sucessos e fracassos.
É necessário que nos acostumemos e aceitemos as competições em qualquer área, ainda que não sejamos os vitoriosos, mas o importante é que reconhecemos e entramos também nessa não menos bela porfia, desta intrépida nova era.
“É possível alcançarmos a felicidade num mundo tão competitivo como este em que vivemos?”
Depois de meditar e analisar a frase cheguei a seguinte conclusão: O mundo em que vivemos é uma intrépida nova era. Em tudo existe competição e isso é bom. A competição nos leva ao aprimoramento numa amplitude ímpar seja ela no campo profissional, educativo, esportivo, comercial prático e até amoroso. A competição nos leva a querer aprimorar o conhecimento, um zelo quase de primor com o que se conseguiu ou o que se quer conseguir, tornando-se até segredo do objetivo a ser alcançado, para que, certamente, o adversário não saiba como se chegou ao aprimoramento daquele conhecimento.
No campo profissional tem maior êxito quem sabe mais, quem se aperfeiçoou melhor, quem apresenta o melhor trabalho e tem o maior conhecimento. Isso vale para todas as áreas, quer seja profissional, educativa, cultural, esportiva, comercial ou amorosa. Com certeza haverá alguém para indagar: Existe competição amorosa? Sim, eu diria que sim. Eu diria que existe competição amorosa quando o amor é verdadeiro na porfia de uma falsa amizade, ou de um amor sem objetivo, sem qualidade. Nesse caso o verdadeiro amor, apoiado na sinceridade, na verdade, na harmonia de pensamentos e nos desejos mais puros, com certeza será o vencedor, ao passo que o amor sem objetivo ou qualidade, com interesses outros, escorados no desejo impuro e no falso pudor, tende certamente a fracassar.
Não é fácil alguém polir o caráter quando ele já foi moldado no berço, assim como será impossível alguém manchar ou tentar se desviar da imposição bela que lhe foi feita no berçário do amor.
Querer melhorar na vida, ensejar hábitos sadios para garantir a saúde, zelar pelas boas amizades conquistadas, buscar acumular fortuna material ou ainda riqueza espiritual, não é errado e não mancha o caráter de ninguém, mas invejar a saúde de alguém, o rol de boas amizades adquiridas e a riqueza do rico, isso sim, enodoa e empobrece a alma e o coração, por que esse é o caráter que foi depurado e forjado no cadinho da inveja, nos rincões da pobreza espiritual.
Vivemos numa intrépida nova era, estamos diariamente num campo de competições onde o mundo é o palco colorido de batalhas, ensejando sucessos e fracassos.
É necessário que nos acostumemos e aceitemos as competições em qualquer área, ainda que não sejamos os vitoriosos, mas o importante é que reconhecemos e entramos também nessa não menos bela porfia, desta intrépida nova era.
DESCULPAS INFORMAIS
Desculpe-me se no nosso primeiro encontro não dei a atenção que você queria e por falta
dessa atenção muito eu lhe aborrecia;
Desculpe-me se na minha observação de momento só dei atenção a sua arrogância,
quase não observando seu lindo vestido de noite, que lhe deixava certamente com extrema elegância;
Desculpe-me se na minha simplicidade lhe mostrei mais do que devia, deixando transparecer
minha humildade, que por certo você observou, mas ao seu rude coração não levou, por que não era isso que você queria;
Deixe-me lhe dizer o que nesta vida eu aprendi e por certo muito tenho ainda que aprender:
Eu aprendi que, para dar valor a alguém, primeiro tenho que a mim valorizar;
Aprendi que, após o adormecer, em seguida vem o despertar e que a todas as pessoas eu
devo amar. Então não fique triste, pois, certamente, dentre essas pessoas você também deve estar;
Aprendi que o amor não deve ser imposto, por que, dentro do seu composto, existe a suavidade
tão terna, tanto quanto de um meigo coração, o qual é inteira emoção.
E hoje, aprendi que você, infelizmente, não é a pessoa pra mim, por isso, se não houve um início, também não haverá um fim.
dessa atenção muito eu lhe aborrecia;
Desculpe-me se na minha observação de momento só dei atenção a sua arrogância,
quase não observando seu lindo vestido de noite, que lhe deixava certamente com extrema elegância;
Desculpe-me se na minha simplicidade lhe mostrei mais do que devia, deixando transparecer
minha humildade, que por certo você observou, mas ao seu rude coração não levou, por que não era isso que você queria;
Deixe-me lhe dizer o que nesta vida eu aprendi e por certo muito tenho ainda que aprender:
Eu aprendi que, para dar valor a alguém, primeiro tenho que a mim valorizar;
Aprendi que, após o adormecer, em seguida vem o despertar e que a todas as pessoas eu
devo amar. Então não fique triste, pois, certamente, dentre essas pessoas você também deve estar;
Aprendi que o amor não deve ser imposto, por que, dentro do seu composto, existe a suavidade
tão terna, tanto quanto de um meigo coração, o qual é inteira emoção.
E hoje, aprendi que você, infelizmente, não é a pessoa pra mim, por isso, se não houve um início, também não haverá um fim.
BAILE DE ANJOS
Dá-me sua mão, não tema!
Permita-me leva-la a um
baile naquele salão universal,
entre miríades de estrelas,
perto do amor, longe do mal.
Naquele salão acontecerá um baile de valsas,
aonde os anjos irão se apresentar,
e em alegres sons líricos, irão bailar.
Se você nunca viu, nunca assistiu,
vem comigo então!
Segura na minha mão que eu vou lhe levar.
Certamente você irá se deslumbrar,
irá ver anjos bailando num verdadeiro valsar.
Entre estrelas luzentes,
verá as almas mais contentes
assistindo anjos a bailar,
num verdadeiro adejar.
Verá suas plumagens coloridas
em lento esvoaçar.
Não, não tema, vem comigo,
eu sou seu amigo.
Se quiser podemos bailar também.
Esse baile pra sua alma fará tanto bem!
Posso até mudar minha roupagem,
você pode até pensar que é uma miragem,
mas não tema,
pois eu sou um anjo também.
Permita-me leva-la a um
baile naquele salão universal,
entre miríades de estrelas,
perto do amor, longe do mal.
Naquele salão acontecerá um baile de valsas,
aonde os anjos irão se apresentar,
e em alegres sons líricos, irão bailar.
Se você nunca viu, nunca assistiu,
vem comigo então!
Segura na minha mão que eu vou lhe levar.
Certamente você irá se deslumbrar,
irá ver anjos bailando num verdadeiro valsar.
Entre estrelas luzentes,
verá as almas mais contentes
assistindo anjos a bailar,
num verdadeiro adejar.
Verá suas plumagens coloridas
em lento esvoaçar.
Não, não tema, vem comigo,
eu sou seu amigo.
Se quiser podemos bailar também.
Esse baile pra sua alma fará tanto bem!
Posso até mudar minha roupagem,
você pode até pensar que é uma miragem,
mas não tema,
pois eu sou um anjo também.
TEMPO DE UM TEMPO
Houve um tempo em que eu cantei minhas alegrias, afastei minha dor, não havia lugar para a solidão e meu coração não abrigava nostalgia, havia lugar só para o amor;
Houve o tempo que existiu um lugar que foi só meu, onde eu abriguei um coração, que outro coração pelo próprio tempo o esqueceu;
Mas houve o tempo de risos, contentamentos e pensamentos glorificados no amor, e hoje, de tudo o que restou foram as sobras delineadas de um coração que abriga uma grande dor;
Houve o tempo de um rosto sublimado, que no picadeiro era mostrado nas cores da felicidade, e hoje, para além do tempo, aquele tempo tão amado, que não é mais lembrado, só existe as cores de uma grande saudade.
Houve o tempo que existiu um lugar que foi só meu, onde eu abriguei um coração, que outro coração pelo próprio tempo o esqueceu;
Mas houve o tempo de risos, contentamentos e pensamentos glorificados no amor, e hoje, de tudo o que restou foram as sobras delineadas de um coração que abriga uma grande dor;
Houve o tempo de um rosto sublimado, que no picadeiro era mostrado nas cores da felicidade, e hoje, para além do tempo, aquele tempo tão amado, que não é mais lembrado, só existe as cores de uma grande saudade.
SAUDADE, AMOR E AMIZADE
Quem, entre tantos, nunca recordou?
Quem, em meditação seu coração não reavivou o passado?
Quem jamais deixou de sonhar com o amor,
ou nunca foi amado?...
Como são incertos os caminhos que nos leva ao amor, mas, como são belas as fases que o amor nos faz passar. É como se atravessássemos rios e lagos de águas cristalinas, levado pelo barco do próprio amor.
Recordo-me que trazias no olhar, a luz do amor e delicadamente, querendo ocultar-se na felicidade, que me deixavas ver...
Em vão ocultavas o teu prazer.
Amiga, não tenhas ciúmes da minha voz, nem indague do amor visível no meu olhar,
porque é apenas um recordar. É o lembrar que faço sem me aperceber, quando penso em você.
Vejo teus dias, que também foram meus,
mas nem me lembro mais do teu nascimento,
porque foi tão próximo do meu, talvez tenhas nascido no mês de Maria,
por que a paz que me deixaste é tão branca! É uma paz alva como a nuvem do céu, com a diferença de que a nuvem passa no seu breve existir, mas a tua paz em mim,
ficou eternizada no coração.
Lembro-me, ao recordar, que eu fugia do amor, mas tu, suavemente me aproximavas do teu coração, quando me oferecias o colo, ao descanso da caminhada percorrida.
Hoje, sou pérola santa, oculta na concha que fizeste amor, amizade e saudade por toda vida.
Quem, em meditação seu coração não reavivou o passado?
Quem jamais deixou de sonhar com o amor,
ou nunca foi amado?...
Como são incertos os caminhos que nos leva ao amor, mas, como são belas as fases que o amor nos faz passar. É como se atravessássemos rios e lagos de águas cristalinas, levado pelo barco do próprio amor.
Recordo-me que trazias no olhar, a luz do amor e delicadamente, querendo ocultar-se na felicidade, que me deixavas ver...
Em vão ocultavas o teu prazer.
Amiga, não tenhas ciúmes da minha voz, nem indague do amor visível no meu olhar,
porque é apenas um recordar. É o lembrar que faço sem me aperceber, quando penso em você.
Vejo teus dias, que também foram meus,
mas nem me lembro mais do teu nascimento,
porque foi tão próximo do meu, talvez tenhas nascido no mês de Maria,
por que a paz que me deixaste é tão branca! É uma paz alva como a nuvem do céu, com a diferença de que a nuvem passa no seu breve existir, mas a tua paz em mim,
ficou eternizada no coração.
Lembro-me, ao recordar, que eu fugia do amor, mas tu, suavemente me aproximavas do teu coração, quando me oferecias o colo, ao descanso da caminhada percorrida.
Hoje, sou pérola santa, oculta na concha que fizeste amor, amizade e saudade por toda vida.
OLHO POR OLHO
Por quê?
Porque o que tanto quero não faço
e o que não quero realizo?
Porque, se quero tanto a paz
não a bendigo?
Mas a guerra que tanto temo,
a faço sem aviso e não a maldigo?
Por quê?
Porque o bem que é santo,
a mim mesmo não imponho,
e o mal que é tão somente mau,
o faço como a realização de
um belo sonho?
Por quê?
Porque o caminho tortuoso
é o que escolho?
Porque o talião no coração?
Porque não o perdão?
Dizes-me tu, que és tão consciente!
Porque olho por olho?
Porque dente por dente?
Porque, alma desvalida!
Porque procuras nas guerras
a dor tão sentida?
Porque és do amor,
tão desprovida?
Porque não queres a paz,
que à alma é tão sublime?
Porque não te redimes?
Por quê?
Por que a vida subtrai sem dó?
Vê e observa, um dia andarás perdida
e só.
Porque o que tanto quero não faço
e o que não quero realizo?
Porque, se quero tanto a paz
não a bendigo?
Mas a guerra que tanto temo,
a faço sem aviso e não a maldigo?
Por quê?
Porque o bem que é santo,
a mim mesmo não imponho,
e o mal que é tão somente mau,
o faço como a realização de
um belo sonho?
Por quê?
Porque o caminho tortuoso
é o que escolho?
Porque o talião no coração?
Porque não o perdão?
Dizes-me tu, que és tão consciente!
Porque olho por olho?
Porque dente por dente?
Porque, alma desvalida!
Porque procuras nas guerras
a dor tão sentida?
Porque és do amor,
tão desprovida?
Porque não queres a paz,
que à alma é tão sublime?
Porque não te redimes?
Por quê?
Por que a vida subtrai sem dó?
Vê e observa, um dia andarás perdida
e só.
PRECE DO AMOR MAIOR
Hoje nada tenho a pedir, mas muito tenho a agradecer.
Por isso venho novamente a Ti, para dizer:
Obrigado Senhor, por conduzir-me ao centro daquele bendito lugar;
Obrigado por mostrar-me o caminho do amor maior, onde aprendi que todos são meus irmãos,
e a todos devemos amar;
Obrigado por retirar a venda de meus olhos, permitindo-me ver a sagrada luz;
Obrigado por segurar minhas mãos,
levando-me a altura do terceiro degrau,
mostrando-me a luz sagrada do Teu filho Jesus.
Agradeço-te também Senhor, por mostrar-me a luz todos os dias, por elevar-me a mansão sagrada da poesia, e por sentir o roçar suave do Teu amor, trazendo-me essa brisa constante de alegria em raro esplendor.
Obrigado pelo sagrado óleo ungido em minha cabeça,
pelo escudo de Salomão
protegendo meu coração,
para que nenhum mal a mim aconteça.
Obrigado pelo caminho mostrado
àqueles que partiram do convívio carnal,
iluminando aquela estrada florida,
com Tua luz divinal.
Por isso venho novamente a Ti, para dizer:
Obrigado Senhor, por conduzir-me ao centro daquele bendito lugar;
Obrigado por mostrar-me o caminho do amor maior, onde aprendi que todos são meus irmãos,
e a todos devemos amar;
Obrigado por retirar a venda de meus olhos, permitindo-me ver a sagrada luz;
Obrigado por segurar minhas mãos,
levando-me a altura do terceiro degrau,
mostrando-me a luz sagrada do Teu filho Jesus.
Agradeço-te também Senhor, por mostrar-me a luz todos os dias, por elevar-me a mansão sagrada da poesia, e por sentir o roçar suave do Teu amor, trazendo-me essa brisa constante de alegria em raro esplendor.
Obrigado pelo sagrado óleo ungido em minha cabeça,
pelo escudo de Salomão
protegendo meu coração,
para que nenhum mal a mim aconteça.
Obrigado pelo caminho mostrado
àqueles que partiram do convívio carnal,
iluminando aquela estrada florida,
com Tua luz divinal.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
MEUS MOMENTOS
Existem momentos em nossa vida que são, deveras, muito especiais. São momentos de elevação de nossa alma até os recantos mais sublimes que só nós podemos conhecer sentir e absorver no coração. São momentos assim que sentimos e conhecemos a quietude da paz repleta de harmonia, como névoa resplandecente chegar-se até nós.
Eu tenho um lugar muito especial, para onde eu me retiro, quando necessário, aonde eu reencontro minha paz interior. É nesse lugar que eu construí o meu jardim e nele meu pedestal de glórias, e certamente, ali, ainda depositarei muito mais edificações de minha alma.
Os amigos que passaram por mim e que por clausura do destino não existem mais, esses também fazem parte dos arquivos de minha alma, depositados no meu pedestal de glórias e cujas lembranças serão sempre rodeadas das mais lindas flores do meu jardim.
Os dissabores que a vida me fez provar, nem me lembro mais, mas, os sabores adocicados, cujo gosto me faz lembrar o néctar do amor purificado no coração, estes sim, permeiam e permearão sempre meus momentos e no meu retiro interior, degustarei o seu sabor sempre, misturado à essência do meu amor.
Eu tenho um lugar muito especial, para onde eu me retiro, quando necessário, aonde eu reencontro minha paz interior. É nesse lugar que eu construí o meu jardim e nele meu pedestal de glórias, e certamente, ali, ainda depositarei muito mais edificações de minha alma.
Os amigos que passaram por mim e que por clausura do destino não existem mais, esses também fazem parte dos arquivos de minha alma, depositados no meu pedestal de glórias e cujas lembranças serão sempre rodeadas das mais lindas flores do meu jardim.
Os dissabores que a vida me fez provar, nem me lembro mais, mas, os sabores adocicados, cujo gosto me faz lembrar o néctar do amor purificado no coração, estes sim, permeiam e permearão sempre meus momentos e no meu retiro interior, degustarei o seu sabor sempre, misturado à essência do meu amor.
A DIFERENÇA DAS MEDIDAS
O homem grande se mede pela altura, um grande homem se mede pelo caráter, pela ilibação, pela inteligência, pela cultura e sobre tudo pelo amor que possui em seu coração.
Eu creio porque sinto assim, que os grandes homens se tornaram grandes, porque absorveram mais satisfação no servir do que em serem servidos. Talvez esses grandes homens ainda existam porque olham mais para os seus defeitos, para poder consertá-los, do que para os defeitos dos seus semelhantes, para julgá-los.
O homem grande pensa que ama, mas só pensa, porque o amor não está no pensar, nem no tamanho do coração, mas na sensibilidade da emoção sentida, absorvida e transmitida pela alma.
O grande homem ama não pela simples forma de amar, porque amar é mais do que amar, é mais do que sentir. Amar é absorver o amor que chega de uma forma simples ao coração, lapidar e polir até luzir a luz edificante da paz e transferi-la para outros corações, dilatando assim a fraternidade coletiva pelo próprio amor. Politicamente falando, essa é a diferença em ser um homem grande e um grande homem.
O homem grande se deixa levar pelas suposições e pelas informações, sem saber de onde vem, qual a verdade e sua real fonte. O grande homem pondera, reflete e analisa para depois chegar à conclusão e se esta não lhe satisfaz não alardeia, faz da sua dúvida um ponto final. Se no mundo em que vivemos existisse mais quantidade de grandes homens do que homens grandes, certamente as sociedades seriam mais felizes, mais livres, mais justas, mais perfeitas e mais fraternas. O direito e a razão não seriam subjugados pela força monetária, a fé não daria lugar à superstição, as mentes infantis não se perderiam nos labirintos das dúvidas, porque a certeza seria sua única indicação apontada pela razão e pela luz resplandecente do amor. Então elas saberiam distinguir a verdade da mentira, o bem do mal, a justiça do falso jugo. O discernimento seria sua arma poderosa e a razão o seu escudo polido a defender os fracos dos opressores e detentores da escravidão social. Eis a diferença do homem grande e do grande homem. Eis a diferença das medidas.
Eu creio porque sinto assim, que os grandes homens se tornaram grandes, porque absorveram mais satisfação no servir do que em serem servidos. Talvez esses grandes homens ainda existam porque olham mais para os seus defeitos, para poder consertá-los, do que para os defeitos dos seus semelhantes, para julgá-los.
O homem grande pensa que ama, mas só pensa, porque o amor não está no pensar, nem no tamanho do coração, mas na sensibilidade da emoção sentida, absorvida e transmitida pela alma.
O grande homem ama não pela simples forma de amar, porque amar é mais do que amar, é mais do que sentir. Amar é absorver o amor que chega de uma forma simples ao coração, lapidar e polir até luzir a luz edificante da paz e transferi-la para outros corações, dilatando assim a fraternidade coletiva pelo próprio amor. Politicamente falando, essa é a diferença em ser um homem grande e um grande homem.
O homem grande se deixa levar pelas suposições e pelas informações, sem saber de onde vem, qual a verdade e sua real fonte. O grande homem pondera, reflete e analisa para depois chegar à conclusão e se esta não lhe satisfaz não alardeia, faz da sua dúvida um ponto final. Se no mundo em que vivemos existisse mais quantidade de grandes homens do que homens grandes, certamente as sociedades seriam mais felizes, mais livres, mais justas, mais perfeitas e mais fraternas. O direito e a razão não seriam subjugados pela força monetária, a fé não daria lugar à superstição, as mentes infantis não se perderiam nos labirintos das dúvidas, porque a certeza seria sua única indicação apontada pela razão e pela luz resplandecente do amor. Então elas saberiam distinguir a verdade da mentira, o bem do mal, a justiça do falso jugo. O discernimento seria sua arma poderosa e a razão o seu escudo polido a defender os fracos dos opressores e detentores da escravidão social. Eis a diferença do homem grande e do grande homem. Eis a diferença das medidas.
OS ILUMINADOS
Muito temos lido ou ouvido falar sobre os iluminados, ou os auto-iluminados.
Não podemos provar, mas podemos afirmar que realmente existe a raça dos auto-iluminados. Estes, embora poucos foram tocados pelo dedo de Deus, tornando-se discípulos Dele.
Os iluminados, ou auto-iluminados, estão disseminados em partes do globo terrestre. Esta raça nunca é ensinada, pois ela já é o próprio ensinamento, vivendo exclusivamente do amor e para o amor, adubando mente, alma e coração do ser humano, para o entendimento do próprio amor, para que plante em si mesmo e viva com este e deste para uma felicidade plena.
Os iluminados nunca se identificam como tal, sua maneira de ser e de viver já é sua própria identificação.
Estes seres não se envolvem em contendas, em porfias e nem vivem em desarmonia com a natureza, pois esta é sua escola primária escrita e desenhada por Deus.
Estes seres obedecem a uma hierarquia superior e quando são envolvidos por algum motivo, em contendas, que geram desarmonia, calam-se. O silêncio é sempre sua resposta e o tempo sua razão, que mostrará a verdade como ela é.
Os Auto-iluminados têm recebido vários nomes. Eles são citados como os "nascidos na mente", ou "nascidos da Vontade", ou ainda, os que "nasceram de novo". Para o místico, entretanto, isto não significa que eles nasçam de outrem, e sim que regeneram a si mesmos, são seres altamente espiritualizados e vivendo única e exclusivamente para disseminar a felicidade através do amor. Estes seres não têm religião e nem discutem sobre estas, porque sua religião é o próprio amor. Não se apresentam em público nem fazem conferências, são discretos em suas ações. Não se envolvem em política nem pertencem a algum partido político, embora alguns políticos recebam deles orientações gratuitas, eis que, toda sociedade necessita da política e esta deve ter um único objetivo, o de fazer toda sociedade sempre feliz,
porque felicidade é o objetivo primeiro e todo ser humano da felicidade tem o sagrado direito. Assim são os iluminados, ou os auto-iluminados e assim sempre existirão e haverão de ser, enquanto este planeta existir.
Não podemos provar, mas podemos afirmar que realmente existe a raça dos auto-iluminados. Estes, embora poucos foram tocados pelo dedo de Deus, tornando-se discípulos Dele.
Os iluminados, ou auto-iluminados, estão disseminados em partes do globo terrestre. Esta raça nunca é ensinada, pois ela já é o próprio ensinamento, vivendo exclusivamente do amor e para o amor, adubando mente, alma e coração do ser humano, para o entendimento do próprio amor, para que plante em si mesmo e viva com este e deste para uma felicidade plena.
Os iluminados nunca se identificam como tal, sua maneira de ser e de viver já é sua própria identificação.
Estes seres não se envolvem em contendas, em porfias e nem vivem em desarmonia com a natureza, pois esta é sua escola primária escrita e desenhada por Deus.
Estes seres obedecem a uma hierarquia superior e quando são envolvidos por algum motivo, em contendas, que geram desarmonia, calam-se. O silêncio é sempre sua resposta e o tempo sua razão, que mostrará a verdade como ela é.
Os Auto-iluminados têm recebido vários nomes. Eles são citados como os "nascidos na mente", ou "nascidos da Vontade", ou ainda, os que "nasceram de novo". Para o místico, entretanto, isto não significa que eles nasçam de outrem, e sim que regeneram a si mesmos, são seres altamente espiritualizados e vivendo única e exclusivamente para disseminar a felicidade através do amor. Estes seres não têm religião e nem discutem sobre estas, porque sua religião é o próprio amor. Não se apresentam em público nem fazem conferências, são discretos em suas ações. Não se envolvem em política nem pertencem a algum partido político, embora alguns políticos recebam deles orientações gratuitas, eis que, toda sociedade necessita da política e esta deve ter um único objetivo, o de fazer toda sociedade sempre feliz,
porque felicidade é o objetivo primeiro e todo ser humano da felicidade tem o sagrado direito. Assim são os iluminados, ou os auto-iluminados e assim sempre existirão e haverão de ser, enquanto este planeta existir.
QUÃO GRANDE ÉS TU, SENHOR
Diante da pequenez, da arrogância e da fluidez do desamor do homem, quão grande é Tu Senhor!
Quão grande é o teu poder de amor, quando envias sem cessar, Tuas sagradas bênçãos a este planeta que um dia foi Teu lar.
Quão grande é Tua benevolência, Senhor! Quando envias sem distinção, a todos, o Teu perdão.
Quão grande é Tua misericórdia, Senhor! Quando, vendo entre os homens a discórdia, envias Tua benção.
Senhor, na humildade do que sou Te agradeço por toda essa Sagrada Luz de Amor, que envias a mim, na fragrância de uma simples flor.
Obrigado Senhor, pela Tua sagrada Luz a mim enviada,
nesse dulcíssimo esplendor, de Tuas mãos abençoadas.
Senhor meu e nosso, Te peço, envia sobre nós, Tua paz, Tua seiva de perdão e Teu amor, em forma de emoção, saídos da fonte pura do Teu Sagrado Coração.
Com a sinceridade do ósculo santo de quem Te beija,
Rogo-te, Senhor!...
Que assim seja.
Quão grande é o teu poder de amor, quando envias sem cessar, Tuas sagradas bênçãos a este planeta que um dia foi Teu lar.
Quão grande é Tua benevolência, Senhor! Quando envias sem distinção, a todos, o Teu perdão.
Quão grande é Tua misericórdia, Senhor! Quando, vendo entre os homens a discórdia, envias Tua benção.
Senhor, na humildade do que sou Te agradeço por toda essa Sagrada Luz de Amor, que envias a mim, na fragrância de uma simples flor.
Obrigado Senhor, pela Tua sagrada Luz a mim enviada,
nesse dulcíssimo esplendor, de Tuas mãos abençoadas.
Senhor meu e nosso, Te peço, envia sobre nós, Tua paz, Tua seiva de perdão e Teu amor, em forma de emoção, saídos da fonte pura do Teu Sagrado Coração.
Com a sinceridade do ósculo santo de quem Te beija,
Rogo-te, Senhor!...
Que assim seja.
APENAS SOU
Eu apenas escrevo... Eu apenas interpreto os ditames de minha alma, eu apenas digo o que o coração determina que minhas mãos o façam, apenas sou o casulo de suas vontades, apenas sou...
Que diz hoje minha alma? Se não que interprete o amor, se não que absorva e dissolva a fragrância da mais bela flor... Que determina meu coração? Se não que eu ame sem reclamar e que apenas sinta a vontade e o aroma de amar...
Que faz meu devaneio? Se não querer-te ainda mais, sem reservas nem obsessão... Essa é a realidade da vontade deste coração... Apenas escrevo, sim... Apenas escrevo nas linhas da emoção.
Que diz hoje minha alma? Se não que interprete o amor, se não que absorva e dissolva a fragrância da mais bela flor... Que determina meu coração? Se não que eu ame sem reclamar e que apenas sinta a vontade e o aroma de amar...
Que faz meu devaneio? Se não querer-te ainda mais, sem reservas nem obsessão... Essa é a realidade da vontade deste coração... Apenas escrevo, sim... Apenas escrevo nas linhas da emoção.
BATISMO DE FOGO, A PROVA FINAL
Entre sonhos de amor uma criança foi conduzida ao mundo, nos braços ternos da alegria debatia-se em meigos sorrisos acolhedor. Mal sabia as dores que o mundo iria impor-lhe à alma e ao coração. Crescia alegre e sorridente, levada nas asas invisíveis do amor. A felicidade infantil, era-lhe aconchegante. Seus sonhos, seus ideais belos e dignificantes, pareciam trazer-lhe felicidades constantes. Ledo engano adolescente, mal sabia que ocultavam-lhe dores cruciantes. Quatro provas deveria ela sofrer. Provas terríveis impostas na sagrada iniciação. Provas do fogo, da água, da terra e do ar.
Em idade diferente, cada uma deveria passar.
A primeira foi a prova do ar, aprisionada no negro túnel sem saber a quem recorrer, pensou que era seu fim, certamente ali findaria os seus dias, iria morrer. Pensou em seus pais, em seus amigos e em seus irmãos, os abençoou elevando aos céus fervorosas orações. Pediu perdão pelas suas faltas no mundo cometidas. Solta no ar, quando tudo parecia sucumbir, eis que uma mão amiga o segurou, dizendo-lhe, ali está a porta, entrego-te filho amado, a chave daquele que neste mundo muito te amou!
Olhei para aquele rosto angelical, de onde resplandecia uma sagrada luz, disse-me aquela oculta voz, depois daquela porta encontrarás aquele que por ti sofreu tantas dores na cruz.
Mas saiba querido filho, outras três provas ainda terás que passar, adianto-te que terás êxito, somente se em teu coração abrigares muito amor, e mesmo sofrendo dor, souberes muito perdoar.
Por mais duas provas já passei.
Hoje começa talvez a última, a prova do batismo de fogo, mas se nesta prova eu sucumbir e não conseguir passar, saiba Senhor, neste mundo ainda vive aquela que tanto amo e sempre irei amar.
Em idade diferente, cada uma deveria passar.
A primeira foi a prova do ar, aprisionada no negro túnel sem saber a quem recorrer, pensou que era seu fim, certamente ali findaria os seus dias, iria morrer. Pensou em seus pais, em seus amigos e em seus irmãos, os abençoou elevando aos céus fervorosas orações. Pediu perdão pelas suas faltas no mundo cometidas. Solta no ar, quando tudo parecia sucumbir, eis que uma mão amiga o segurou, dizendo-lhe, ali está a porta, entrego-te filho amado, a chave daquele que neste mundo muito te amou!
Olhei para aquele rosto angelical, de onde resplandecia uma sagrada luz, disse-me aquela oculta voz, depois daquela porta encontrarás aquele que por ti sofreu tantas dores na cruz.
Mas saiba querido filho, outras três provas ainda terás que passar, adianto-te que terás êxito, somente se em teu coração abrigares muito amor, e mesmo sofrendo dor, souberes muito perdoar.
Por mais duas provas já passei.
Hoje começa talvez a última, a prova do batismo de fogo, mas se nesta prova eu sucumbir e não conseguir passar, saiba Senhor, neste mundo ainda vive aquela que tanto amo e sempre irei amar.
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