Foste esculpida na minha imaginação!
Das estrelas, trouxe brilho do teu olhar
De um sorriso, a paz, para amenizar
As dores da alma e do coração...
De uma flor, o perfume que enternece
De abençoadas mãos, carinho, calor
Acolhimento, sustentação, amor
Dos amantes, o beijo que enlouquece...
E assim me apaixonei por ti, a criatura!
Diante daquele belíssimo visual
Olhos e sorriso a verter ternura
O coração reagiu: Que loucura, parece real!
Foi assim que te amei
Foi assim que te desejei
É assim que te aceito e não reclamo
Ainda que fora de moda, dizendo: Te amo!
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Existo
Uma paz
Tua paz
Invadiu o meu ser
Me fez sorrir
Lembrar de ti
Perder o sono...
Assim, acordado e ao abandono
Olhos lacrimejantes
Saudade torturante
Fiquei a devanear
Pensando tomar-te em meus braços
Dar-te um abraço, contigo dançar
Único jeito
De ver colada ao meu peito
A tua figura esguia
Inspiradora de fantasias
De sonhos eróticos, de orgias...
Nas minhas noites insones
Quando envolvido pela solidão
Grito insistentemente o teu nome
Ensaio gestos, palavras de sedução...
Ah, como eu gostaria de estar perto de ti
Sentir o teu cheiro, me abrasar no teu calor
Embriagar-me com o teu amor!
Desejos, apenas desejos
Nada mais do que isto
E se os revelo é para que saibas
Que te quero
Tenho ainda um coração a pulsar
Um forte desejo de amar
Existo!
Tua paz
Invadiu o meu ser
Me fez sorrir
Lembrar de ti
Perder o sono...
Assim, acordado e ao abandono
Olhos lacrimejantes
Saudade torturante
Fiquei a devanear
Pensando tomar-te em meus braços
Dar-te um abraço, contigo dançar
Único jeito
De ver colada ao meu peito
A tua figura esguia
Inspiradora de fantasias
De sonhos eróticos, de orgias...
Nas minhas noites insones
Quando envolvido pela solidão
Grito insistentemente o teu nome
Ensaio gestos, palavras de sedução...
Ah, como eu gostaria de estar perto de ti
Sentir o teu cheiro, me abrasar no teu calor
Embriagar-me com o teu amor!
Desejos, apenas desejos
Nada mais do que isto
E se os revelo é para que saibas
Que te quero
Tenho ainda um coração a pulsar
Um forte desejo de amar
Existo!
A preferida
Emoção e surpresa
No primeiro momento
Turvaram o pensamento
Com tal ímpeto e sutileza
Que algemaram os sentidos
Comprometendo visão
Olfato, audição...
Coisa de cupido?
Não! Paixão repentina
Qual teimosa chuva fina...
Sonhos e desejos a molhar!
Surgiste assim na minha vida
Desde então fiz de ti a preferida
Alguém com quem sonhar e amar!
No primeiro momento
Turvaram o pensamento
Com tal ímpeto e sutileza
Que algemaram os sentidos
Comprometendo visão
Olfato, audição...
Coisa de cupido?
Não! Paixão repentina
Qual teimosa chuva fina...
Sonhos e desejos a molhar!
Surgiste assim na minha vida
Desde então fiz de ti a preferida
Alguém com quem sonhar e amar!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Castelo de Sonhos
Uma idéia fixa: Te amar!
Tentei, enquanto pude, tentei
Sem conseguir, de ti me afastei
Contigo, só me foi permitido sonhar!
Onde fracassei? Perguntava, até que percebi
Que edificado sobre a fragilidade da areia
Não poderia resistir ao ímpeto da maré cheia
Aquele castelo de sonhos que construí!
O tempo passou, com perseverança
Cada pedra, cada tijolo, tudo juntei
O castelo então reedifiquei
Com a argamassa da esperança
Obra concluída, lixos era preciso descartar:
A poeira do ódio, para bem longe, varrer
Mágoas e ressentimentos, esquecer...
Tudo fazer para mudar e te conquistar!
Foi assim, num dia de céu azul, dos mais belos
Que o amor, nova réstia de luz, se fez presente
Através do som da vida que ecoou novamente
Entre os muros daquele castelo!
Tentei, enquanto pude, tentei
Sem conseguir, de ti me afastei
Contigo, só me foi permitido sonhar!
Onde fracassei? Perguntava, até que percebi
Que edificado sobre a fragilidade da areia
Não poderia resistir ao ímpeto da maré cheia
Aquele castelo de sonhos que construí!
O tempo passou, com perseverança
Cada pedra, cada tijolo, tudo juntei
O castelo então reedifiquei
Com a argamassa da esperança
Obra concluída, lixos era preciso descartar:
A poeira do ódio, para bem longe, varrer
Mágoas e ressentimentos, esquecer...
Tudo fazer para mudar e te conquistar!
Foi assim, num dia de céu azul, dos mais belos
Que o amor, nova réstia de luz, se fez presente
Através do som da vida que ecoou novamente
Entre os muros daquele castelo!
A saudade
Quando começa a doer
Dos olhos vem logo a reação:
A lágrima!
Manifestação silenciosa de dor
Desprende-se e pela
Face começa a escorrer
Molhando alma e coração
Inundando todo o meu ser
Gritos então são sufocados
O olhar pára
O coração dispara
Quer voltar ao passado
Onde já não existe esperança
Apenas lembranças...
Um misto de desejo e vontade
Assim é a saudade!
Dos olhos vem logo a reação:
A lágrima!
Manifestação silenciosa de dor
Desprende-se e pela
Face começa a escorrer
Molhando alma e coração
Inundando todo o meu ser
Gritos então são sufocados
O olhar pára
O coração dispara
Quer voltar ao passado
Onde já não existe esperança
Apenas lembranças...
Um misto de desejo e vontade
Assim é a saudade!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Fica comigo!
Quando o coração percebe
Que trilhamos o mesmo caminho
Tomado por uma onda de carinho
Que a tudo e a todos excede
Se agita e descompassa
Acelera os batimentos
Um turbilhão de sentimentos
Qual teimoso fogo, então grassa
Pelo corpo inteiro
Suaves fragrâncias de amor
Intenso e inconfundível calor
Os mais inebriantes cheiros...
Parecem confundir tudo o que te digo
Como prece então repito: Fica comigo!
Que trilhamos o mesmo caminho
Tomado por uma onda de carinho
Que a tudo e a todos excede
Se agita e descompassa
Acelera os batimentos
Um turbilhão de sentimentos
Qual teimoso fogo, então grassa
Pelo corpo inteiro
Suaves fragrâncias de amor
Intenso e inconfundível calor
Os mais inebriantes cheiros...
Parecem confundir tudo o que te digo
Como prece então repito: Fica comigo!
Olhos solitários
Os meus olhos dormem em ti
Num retrato que trago comigo
O que vêem e sentem, não digo
Obsessivos, pra sempre hão de te seguir
Para fermentar e alimentar
Um sonho, ainda que factível
Distante e impossível!
Assim vejo o tempo passar
A esperança empalidecer
O sorriso amarelar...
O que desejam afinal
Está acima do bem e do mal
Olha pra mim e vê:
Os meus olhos querem te amar!
Num retrato que trago comigo
O que vêem e sentem, não digo
Obsessivos, pra sempre hão de te seguir
Para fermentar e alimentar
Um sonho, ainda que factível
Distante e impossível!
Assim vejo o tempo passar
A esperança empalidecer
O sorriso amarelar...
O que desejam afinal
Está acima do bem e do mal
Olha pra mim e vê:
Os meus olhos querem te amar!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
É o amor
Quando o olhar se detém
Freqüente e demoradamente
Em alguém...
Quando gestos e pensamentos
Tornam-se indecisos e dementes
Deixando-se levar por uma torrente
De paixão e de loucuras
Ignorando razão e pudor
Confundindo falso e verdadeiro
Real e irreal
Perto e distante
Mentira e verdade...
Pára por um instante
Cai na realidade
É o amor!
Freqüente e demoradamente
Em alguém...
Quando gestos e pensamentos
Tornam-se indecisos e dementes
Deixando-se levar por uma torrente
De paixão e de loucuras
Ignorando razão e pudor
Confundindo falso e verdadeiro
Real e irreal
Perto e distante
Mentira e verdade...
Pára por um instante
Cai na realidade
É o amor!
Fragrâncias
Eu te amo tanto
Com tanta certeza e ardor
Que não vejo em outros olhos
Igual atração, igual fulgor
Em outras bocas, igual sensualidade
Em outros braços, igual calor...
Excito-me ao ver
Através da tua roupa molhada
Curvas e contornos de ti
Formas exuberantes e provocantes
Saliências e reentrâncias...
Enfim, o teu corpo a exalar fragrâncias
Ante o meu olhar lascivo
E o meu ar de espanto
Ah, eu te amo tanto!
Com tanta certeza e ardor
Que não vejo em outros olhos
Igual atração, igual fulgor
Em outras bocas, igual sensualidade
Em outros braços, igual calor...
Excito-me ao ver
Através da tua roupa molhada
Curvas e contornos de ti
Formas exuberantes e provocantes
Saliências e reentrâncias...
Enfim, o teu corpo a exalar fragrâncias
Ante o meu olhar lascivo
E o meu ar de espanto
Ah, eu te amo tanto!
Fera
Esse teu jeito de falar macio
Esse teu ar misterioso e sedutor...
Levam-me a delirar, banhar-me em suor
Aos meus olhos pareces uma fera no cio!
Tua impetuosidade, não consigo explicar
Abraços e beijos, se desejas, não imploras
Insinuas, colocando tuas garras de fora
Como fera, jeito de loba, olhar
Paralisante de feroz predadora
Forte, atraente, dominadora...
Tu me devoras, abrasam-me tuas chamas!
Gosto dessa tua braveza
Nela vejo simplicidade e pureza
Próprias de uma fera que não se doma, ama-se!
Esse teu ar misterioso e sedutor...
Levam-me a delirar, banhar-me em suor
Aos meus olhos pareces uma fera no cio!
Tua impetuosidade, não consigo explicar
Abraços e beijos, se desejas, não imploras
Insinuas, colocando tuas garras de fora
Como fera, jeito de loba, olhar
Paralisante de feroz predadora
Forte, atraente, dominadora...
Tu me devoras, abrasam-me tuas chamas!
Gosto dessa tua braveza
Nela vejo simplicidade e pureza
Próprias de uma fera que não se doma, ama-se!
A princesa e o plebeu
Tu e eu, qual princesa e plebeu
Tu, ostentando a coroa de alteza
Vindo da plebe, distante da realeza
Mais um na multidão, assim sou eu!
A vida, seus contrastes e diferenças!
O pobre e o abastado
O indiferente e o apaixonado..
Nem tudo é como se deseja ou pensa!
Se no teu castelo não posso entrar
Resta-me o consolo de à distância
Por uma fresta da vida, te contemplar
Sentir e me inebriar com tua fragrância
Sonhar pra quê? Nada tenho, sou o que sou
Um humilde e apaixonado ser
Que de valioso pra te oferecer
Tem apenas o amor!
Tu, ostentando a coroa de alteza
Vindo da plebe, distante da realeza
Mais um na multidão, assim sou eu!
A vida, seus contrastes e diferenças!
O pobre e o abastado
O indiferente e o apaixonado..
Nem tudo é como se deseja ou pensa!
Se no teu castelo não posso entrar
Resta-me o consolo de à distância
Por uma fresta da vida, te contemplar
Sentir e me inebriar com tua fragrância
Sonhar pra quê? Nada tenho, sou o que sou
Um humilde e apaixonado ser
Que de valioso pra te oferecer
Tem apenas o amor!
Uma lágrima
Como é difícil entender ou imaginar
Que por trás de uma lágrima caindo
Possa existir alguém sorrindo
Feliz, por viver e por sonhar!
Quisera houvessem por mim
Lágrimas assim:
“Que purificam
Que santificam”
Manifestam-se na saudade
E na felicidade
Na alegria e na tristeza
No encanto e na beleza
No agradecimento e no louvor
Como líquidas respostas, de dor e de amor!
Que por trás de uma lágrima caindo
Possa existir alguém sorrindo
Feliz, por viver e por sonhar!
Quisera houvessem por mim
Lágrimas assim:
“Que purificam
Que santificam”
Manifestam-se na saudade
E na felicidade
Na alegria e na tristeza
No encanto e na beleza
No agradecimento e no louvor
Como líquidas respostas, de dor e de amor!
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Vinho não provado
Dizem que envelhecido sou mais apreciado
Melhoro em tudo: aparência, qualidade...
Para muitos, sou alegria, trago até felicidade
Mas pra ti, sou o que sou, vinho não provado!
As mais ousadas degustam-me com tal avidez
Que até ignoram safra, embalagem, casta...
Exageram na dose, uma taça não basta
Especialmente na volúpia da primeira vez
Há gosto para todos os vinhos
E "mulheres para todos os gostos
Mas uma só para o meu gosto”
Aquela que em sonho sempre chamo
A quem, se pudesse, cobriria de carinhos
Proclamando todos os dias: te quero, te amo!
Melhoro em tudo: aparência, qualidade...
Para muitos, sou alegria, trago até felicidade
Mas pra ti, sou o que sou, vinho não provado!
As mais ousadas degustam-me com tal avidez
Que até ignoram safra, embalagem, casta...
Exageram na dose, uma taça não basta
Especialmente na volúpia da primeira vez
Há gosto para todos os vinhos
E "mulheres para todos os gostos
Mas uma só para o meu gosto”
Aquela que em sonho sempre chamo
A quem, se pudesse, cobriria de carinhos
Proclamando todos os dias: te quero, te amo!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Insano querer
Por que te amo tanto?
Não queiras entender
Tão ousado e insano querer
Mimetizado em desejos tantos
Ainda assim, portador de encantos
De fantasia, de virtude, de pecado
Divisor do profano e do sagrado
Origem de alegrias e de prantos!
Sabes que te quero, quanto?
Só o coração pode avaliar
A intensidade desse “gostar”
Tão consciente, tão puro
Tão determinado, tão seguro...
Ó Deus! Por que te amo tanto?
Não queiras entender
Tão ousado e insano querer
Mimetizado em desejos tantos
Ainda assim, portador de encantos
De fantasia, de virtude, de pecado
Divisor do profano e do sagrado
Origem de alegrias e de prantos!
Sabes que te quero, quanto?
Só o coração pode avaliar
A intensidade desse “gostar”
Tão consciente, tão puro
Tão determinado, tão seguro...
Ó Deus! Por que te amo tanto?
terça-feira, 25 de maio de 2010
VOCAÇÃO
Desistir, nem pensar
Devo continuar, diz o coração
Já que minha vocação
É amar, sempre amar
Incendiar, todos os dias, a vida a dois
Com as chamas de ousadas novidades
Onde carinho e desejo, em intensidade
Sejam iguais, antes, durante e depois
Entrega, cumplicidade e ardor
Marquem cada minuto, cada segundo
De nossas loucuras no mundo...
Assim quero viver contigo o amor
Até que a morte, "essa trágica realidade"
Nos separe e Deus nos una, na eternidade!
Devo continuar, diz o coração
Já que minha vocação
É amar, sempre amar
Incendiar, todos os dias, a vida a dois
Com as chamas de ousadas novidades
Onde carinho e desejo, em intensidade
Sejam iguais, antes, durante e depois
Entrega, cumplicidade e ardor
Marquem cada minuto, cada segundo
De nossas loucuras no mundo...
Assim quero viver contigo o amor
Até que a morte, "essa trágica realidade"
Nos separe e Deus nos una, na eternidade!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Fruto proibido
Ah, não sabes quanto te amo, quanto!
Se, apesar disso, ainda faço segredo
Não é por insegurança nem medo
Talvez prudência...Por enquanto
Melhor será que continue assim
Não posso nem devo fantasiar
Para não enlouquecer ao sonhar
Com um fruto proibido pra mim
Cujo perfume, quando me invade
Exacerba desejos, cria ansiedade
Age, ignorando pudor e impudor
Entretanto, ao tocar o coração
Toma nuances de bênção
Torna-se graça, é amor!
Se, apesar disso, ainda faço segredo
Não é por insegurança nem medo
Talvez prudência...Por enquanto
Melhor será que continue assim
Não posso nem devo fantasiar
Para não enlouquecer ao sonhar
Com um fruto proibido pra mim
Cujo perfume, quando me invade
Exacerba desejos, cria ansiedade
Age, ignorando pudor e impudor
Entretanto, ao tocar o coração
Toma nuances de bênção
Torna-se graça, é amor!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Monólogo da Solidão
Não! Não sai de cena
Continuo ainda no palco
Onde desiludido, vejo-me
Só, a sufocar palavras e desejos
Posto que comigo não contracenas
De repente, sem quê nem porquê
Tornamo-nos apenas personagens
Nas entrelinhas de um texto e frio
Que me faz perder entonação e brio
Ao ouvir uma voz interior questionar:
Afinal, mudaste tu ou mudou o texto?
Embora faças parte, assim como eu
De um mesmo e teimoso contexto
Sinto que improvisas, que inventas
Representar é o que te contenta!
Sem os aplausos da platéia, como na estréia
Num palco, a que fui conduzido por tuas mãos
O espetáculo termina, cerram-se as cortinas
Sob as luzes da ribalta, chorando a tua falta
Coração vazio, saio de cena, volto à rotina
Nas ruas, sem palco, ribalta ou coxia
Num ambiente tosco, em plena escuridão
Aclamado por uma multidão louca e vadia
É onde me encontrarás, sempre a recitar
O monólogo da solidão!
Continuo ainda no palco
Onde desiludido, vejo-me
Só, a sufocar palavras e desejos
Posto que comigo não contracenas
De repente, sem quê nem porquê
Tornamo-nos apenas personagens
Nas entrelinhas de um texto e frio
Que me faz perder entonação e brio
Ao ouvir uma voz interior questionar:
Afinal, mudaste tu ou mudou o texto?
Embora faças parte, assim como eu
De um mesmo e teimoso contexto
Sinto que improvisas, que inventas
Representar é o que te contenta!
Sem os aplausos da platéia, como na estréia
Num palco, a que fui conduzido por tuas mãos
O espetáculo termina, cerram-se as cortinas
Sob as luzes da ribalta, chorando a tua falta
Coração vazio, saio de cena, volto à rotina
Nas ruas, sem palco, ribalta ou coxia
Num ambiente tosco, em plena escuridão
Aclamado por uma multidão louca e vadia
É onde me encontrarás, sempre a recitar
O monólogo da solidão!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Espelho meu
Não sou quem o espelho
Teima em dizer que sou
Um rosto triste
Que não reflete
Nem traduz
Nada do que em mim hoje existe
Já fui assim
É verdade
Mas esse tempo passou
Só o espelho não se atualizou
Continua a refletir
Imagens de um tempo que virou saudade
Foi preciso olhar pra ti
Ver-me refletido no espelho do teu olhar
Para sentir que tudo em mim se modificou:
Sufoquei a tristeza que me asfixiava
Bani a solidão que me atormentava
Redescobri em ti o amor!
Diante do mesmo espelho
Que ainda é meu
Eis-me a revelar uma verdade:
Tendo quem tenho agora ao meu lado
Reencontrei a vida e a felicidade
“Não existe ninguém mais feliz do que eu!”
Teima em dizer que sou
Um rosto triste
Que não reflete
Nem traduz
Nada do que em mim hoje existe
Já fui assim
É verdade
Mas esse tempo passou
Só o espelho não se atualizou
Continua a refletir
Imagens de um tempo que virou saudade
Foi preciso olhar pra ti
Ver-me refletido no espelho do teu olhar
Para sentir que tudo em mim se modificou:
Sufoquei a tristeza que me asfixiava
Bani a solidão que me atormentava
Redescobri em ti o amor!
Diante do mesmo espelho
Que ainda é meu
Eis-me a revelar uma verdade:
Tendo quem tenho agora ao meu lado
Reencontrei a vida e a felicidade
“Não existe ninguém mais feliz do que eu!”
terça-feira, 6 de abril de 2010
Recordar
O amor de tempos idos
Hoje,sonho amarelado
Sempre lembrado
Jamais esquecido
Recordado
Mas não revivido
Posto que cingido
Ao passado
"Passando, passou"
Muito levando
muito deixando:
Montanhas de saudade
Rios de carinho, céus de felicidade...
Divino e saudoso tempo de amor!
Hoje,sonho amarelado
Sempre lembrado
Jamais esquecido
Recordado
Mas não revivido
Posto que cingido
Ao passado
"Passando, passou"
Muito levando
muito deixando:
Montanhas de saudade
Rios de carinho, céus de felicidade...
Divino e saudoso tempo de amor!
domingo, 28 de março de 2010
Nascemos para amar
Bendita experiência
Esta que me leva a afirmar:
O melhor da vida é amar
Tudo mais é conseqüência!
Mesmo como tênue chama
Que no corpo ainda grassa
Como fogo ou como graça
Inerentes a quem ama
Os sonhos de tempos idos
Remendados ou cerzidos
Sobrevivem pra testemunhar
Que o amor só faz sentido
Quando intensamente vivido
Afinal, nascemos para amar!
Esta que me leva a afirmar:
O melhor da vida é amar
Tudo mais é conseqüência!
Mesmo como tênue chama
Que no corpo ainda grassa
Como fogo ou como graça
Inerentes a quem ama
Os sonhos de tempos idos
Remendados ou cerzidos
Sobrevivem pra testemunhar
Que o amor só faz sentido
Quando intensamente vivido
Afinal, nascemos para amar!
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