A vida é passageira,
vamos então bem viver
sem fazer muita besteira,
para não se arrepender...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
UM AMOR INCONDICIONAL
Quando amantes se encontram,
naquele êxtase divino,
naquele desejo supremo,
só se espera aquela explosão
sem qualquer explicação,
que só o amor provoca...
Aquela união de bocas,
os corpos colados,
completamente apaixonados...
Esses momentos de amor,
essa cumplicidade,
que só os amantes
que sentem esse amor total,
esse amor incondicional,
que todas as barreiras superam,
porque sem restrições se amam,
e que tão bem se conhecem podem dispor...
Momentos de ternura,
momentos de loucura,
tendo do amor, aquela doçura,
e que fazem da distancia uma tortura...
É muito doce tê-los,
uma delicia vivê-los...
por que perdê-los?
São esses momentos,
que fazem o amor incondicional...
naquele êxtase divino,
naquele desejo supremo,
só se espera aquela explosão
sem qualquer explicação,
que só o amor provoca...
Aquela união de bocas,
os corpos colados,
completamente apaixonados...
Esses momentos de amor,
essa cumplicidade,
que só os amantes
que sentem esse amor total,
esse amor incondicional,
que todas as barreiras superam,
porque sem restrições se amam,
e que tão bem se conhecem podem dispor...
Momentos de ternura,
momentos de loucura,
tendo do amor, aquela doçura,
e que fazem da distancia uma tortura...
É muito doce tê-los,
uma delicia vivê-los...
por que perdê-los?
São esses momentos,
que fazem o amor incondicional...
Poesia
Poesia que nasce rasgando-me as entranhas,
Entre as lágrimas das minhas verdades...
Pisando a terra bruta, desconexa, tão incerta,
Derrubando muros de inverdades e vaidades...
Poesia que grita nos recônditos da minha alma,
Que reclama a falta de afeto, de um mundo louco,
De homens sem fé, sem caráter, sem rumo...
Que em seus versos nasce e morre um pouco...
Poesia que quer sonhar ainda quer vibrar em suas
Rimas... Em sua melodia de amor pulsante...
Mostrando a cara da vida, o outro lado da morte...
Ainda cobra sonhos, esperança a cada instante...
Poesia que me faz visionária, missionária do afeto,
Caminhando pelos orbes escuros, empedernidos,
Pedindo união, paz... Levando claridade... Luz...
Fazendo-me gritar... Em nome dos desvalidos...
Vamos então poesia... Vamos falar aos corações
Descrentes... Onde o amor não mais arde...
E tudo o que lhes resta é a tenebrosa noite...
Vamos poesia, antes que seja muito tarde!
Entre as lágrimas das minhas verdades...
Pisando a terra bruta, desconexa, tão incerta,
Derrubando muros de inverdades e vaidades...
Poesia que grita nos recônditos da minha alma,
Que reclama a falta de afeto, de um mundo louco,
De homens sem fé, sem caráter, sem rumo...
Que em seus versos nasce e morre um pouco...
Poesia que quer sonhar ainda quer vibrar em suas
Rimas... Em sua melodia de amor pulsante...
Mostrando a cara da vida, o outro lado da morte...
Ainda cobra sonhos, esperança a cada instante...
Poesia que me faz visionária, missionária do afeto,
Caminhando pelos orbes escuros, empedernidos,
Pedindo união, paz... Levando claridade... Luz...
Fazendo-me gritar... Em nome dos desvalidos...
Vamos então poesia... Vamos falar aos corações
Descrentes... Onde o amor não mais arde...
E tudo o que lhes resta é a tenebrosa noite...
Vamos poesia, antes que seja muito tarde!
Remorso
Preocupo-me...
Plantaram o remorso em mim...
Virá para que eu morra em vida?
Reaprenderei com ele
o riso que esqueci?
Preocupo-me...
Plantaram o remorso em mim...
Isso é irrevogável!
Outorgaram-me o mistério
do amor que é sempre eterno!
Preocupo-me...
Plantaram o remorso em mim...
E isso é irreversível,
como irreversível é
desde agora
tornar-me perpétua
na mágica roda da dor
abrindo mão
do meu grande e primeiro amor!
Plantaram o remorso em mim...
Virá para que eu morra em vida?
Reaprenderei com ele
o riso que esqueci?
Preocupo-me...
Plantaram o remorso em mim...
Isso é irrevogável!
Outorgaram-me o mistério
do amor que é sempre eterno!
Preocupo-me...
Plantaram o remorso em mim...
E isso é irreversível,
como irreversível é
desde agora
tornar-me perpétua
na mágica roda da dor
abrindo mão
do meu grande e primeiro amor!
Reencontro feliz...
Estou feliz!
E por que não?
Sempre detestei a simulação.
Se você avaliasse o quanto eu sofri...
a ausência, as saudades que sentì,
que morreram sonolentas,
nas palavras que chegaram...
Não se magoe pelos meus rompantes,
esqueça tudo que eu lhe disse...
sei que não és tão livre quanto eu,
e voar não depende só de nós!
Mas o silêncio é tão torturante!
Se pudesses ver o que acontece,
quando minha alma, calada, emudece,
sequiosa de uma palavra sua,
uma única que fosse,
e que não chega...
E por que não?
Sempre detestei a simulação.
Se você avaliasse o quanto eu sofri...
a ausência, as saudades que sentì,
que morreram sonolentas,
nas palavras que chegaram...
Não se magoe pelos meus rompantes,
esqueça tudo que eu lhe disse...
sei que não és tão livre quanto eu,
e voar não depende só de nós!
Mas o silêncio é tão torturante!
Se pudesses ver o que acontece,
quando minha alma, calada, emudece,
sequiosa de uma palavra sua,
uma única que fosse,
e que não chega...
CANTO POÉTICO
Um momento poético
é o cantar do poeta...
um canto que vem da alma.
Pode ser um lamento,
como um tormento
de uma doce saudade...
Pode ser
como a alegria de um
encontro de amor...
Pode ser
como a tristeza da perda
de um grande amor...
Assim, o poeta
vai cantando sentimentos...
é o cantar do poeta...
um canto que vem da alma.
Pode ser um lamento,
como um tormento
de uma doce saudade...
Pode ser
como a alegria de um
encontro de amor...
Pode ser
como a tristeza da perda
de um grande amor...
Assim, o poeta
vai cantando sentimentos...
Banho de Champanhe
É noite.
Você chega com olhos de surpresa e excitação,
nas mãos um embrulho enfeitado.
Jantamos na intimidade de nosso mundo de afeto,
luz de velas, perfume no ar.
Tão lindo seu jeito de seduzir: flores, chocolates, sorriso malicioso, fala meiga, silêncios penetrantes.
A luz das velas faz de seu rosto travessura e mistério.
Sob a mesa seus pés deslizam em minhas pernas,
me arrepiam de ardor.
Findo o jantar, sentamo-nos no sofá embevecidos de amor.
Seu abraço me faz estremecer.
Seu beijo deliciosamente safado, tem cheiro de cama,
exala amor.
No embrulho a promessa de uma linda noite ... festa a dois.
Lentamente você abre o embrulho , desnuda seu desejo,
me enche de vontade.
Champanhe sem taças... delírio acenando... me leva para o quarto, cenário perfeito para fantasias a dois.
Despe meu corpo com delicadeza e malícia.
Tira a roupa se exibindo com sensualidade.
Meu coração ensaia um bolero sedento, quente, ritmado, querendo a dança do sexo, o par enlaçado,
esfregando os corpos , prevendo chuva de gozo, encontro de amantes, momentos secretos.
Seu olhar me invade... tremo de curiosidade... me entrego à surpresa... você me comanda... me perco em seu sonho...
O líquido borbulhante começa a molhar meu colo,
desce por meus seios..
Você bebe vagarosamente o champanhe
que me faz taça de amor.
Ah! Querido!
Amo seu lábios, enlouqueço com sua língua
que em mim passeia fazendo fogueira...
meu corpo incendiado com seu calor.
Gemo mansinho, sou toda carinho, sou sua mulher,
fêmea... amor.
Prendo a respiração ao vê-lo pegar o Champanhe para novo banho, borbulhas de amor.
Meu ventre se encolhe, chove em minha vagina, mistura afrodisíaca de Champanhe e torpor.
Você lambe a lateral do meu dorso,
desliza sua língua gostosa por minhas pernas, virilhas...
grito seu nome, me entrego a embriaguez tonta de vontade,
sede de orgasmo, fome de seu pênis, fêmea em cio,
sussurro pedidos.
Mais uma vez sinto o champanhe me envolvendo.
Minha fenda úmida é banhada de Champanhe,
nela sua fonte, você me bebendo
eu desfalecendo em orgasmo, suplico que me penetre.
Ah! Querido amor!!!!!
Penetra bem fundo, faz de mim seu mundo,
estou bêbada de amor.
Agora encaixados, somos um só corpo,
bebo seu orgasmo pois este sim é bebida preciosa,
fonte de vida, meu vício de amor.
Você chega com olhos de surpresa e excitação,
nas mãos um embrulho enfeitado.
Jantamos na intimidade de nosso mundo de afeto,
luz de velas, perfume no ar.
Tão lindo seu jeito de seduzir: flores, chocolates, sorriso malicioso, fala meiga, silêncios penetrantes.
A luz das velas faz de seu rosto travessura e mistério.
Sob a mesa seus pés deslizam em minhas pernas,
me arrepiam de ardor.
Findo o jantar, sentamo-nos no sofá embevecidos de amor.
Seu abraço me faz estremecer.
Seu beijo deliciosamente safado, tem cheiro de cama,
exala amor.
No embrulho a promessa de uma linda noite ... festa a dois.
Lentamente você abre o embrulho , desnuda seu desejo,
me enche de vontade.
Champanhe sem taças... delírio acenando... me leva para o quarto, cenário perfeito para fantasias a dois.
Despe meu corpo com delicadeza e malícia.
Tira a roupa se exibindo com sensualidade.
Meu coração ensaia um bolero sedento, quente, ritmado, querendo a dança do sexo, o par enlaçado,
esfregando os corpos , prevendo chuva de gozo, encontro de amantes, momentos secretos.
Seu olhar me invade... tremo de curiosidade... me entrego à surpresa... você me comanda... me perco em seu sonho...
O líquido borbulhante começa a molhar meu colo,
desce por meus seios..
Você bebe vagarosamente o champanhe
que me faz taça de amor.
Ah! Querido!
Amo seu lábios, enlouqueço com sua língua
que em mim passeia fazendo fogueira...
meu corpo incendiado com seu calor.
Gemo mansinho, sou toda carinho, sou sua mulher,
fêmea... amor.
Prendo a respiração ao vê-lo pegar o Champanhe para novo banho, borbulhas de amor.
Meu ventre se encolhe, chove em minha vagina, mistura afrodisíaca de Champanhe e torpor.
Você lambe a lateral do meu dorso,
desliza sua língua gostosa por minhas pernas, virilhas...
grito seu nome, me entrego a embriaguez tonta de vontade,
sede de orgasmo, fome de seu pênis, fêmea em cio,
sussurro pedidos.
Mais uma vez sinto o champanhe me envolvendo.
Minha fenda úmida é banhada de Champanhe,
nela sua fonte, você me bebendo
eu desfalecendo em orgasmo, suplico que me penetre.
Ah! Querido amor!!!!!
Penetra bem fundo, faz de mim seu mundo,
estou bêbada de amor.
Agora encaixados, somos um só corpo,
bebo seu orgasmo pois este sim é bebida preciosa,
fonte de vida, meu vício de amor.
O POETA
A mente do poeta parece conturbada
Por dúvidas trazidas do passado,
Sempre fala de um coração sofredor,
Ninguém jamais pôde avaliar
Do poeta, a sua realidade.
Dia fala das estrelas, dia fala de amor,
Reclama constantemente da saudade.
É um ser que mostra o seu interior,
É grande a sua sensibilidade.
O amor é a sua verdade,
Ele fita o horizonte como se lá estivesse
O motivo da sua saudade.
Na poesia, os seus verso
Procuram a felicidade...
Parece conversar com as estrelas
As flores são suas sompanheiras,
Visita-as, sempre que sente saudade,
Para relembrar o seu amor.
Ser poeta é complicado,
Ele mistura tudo, ora fala de amor,
Ora se perde no mundo da desilusão.
Quando a saudade lhe aperta o coração,
Lágrimas cristalinas rolam frias
Pela sua face de dor.
Por dúvidas trazidas do passado,
Sempre fala de um coração sofredor,
Ninguém jamais pôde avaliar
Do poeta, a sua realidade.
Dia fala das estrelas, dia fala de amor,
Reclama constantemente da saudade.
É um ser que mostra o seu interior,
É grande a sua sensibilidade.
O amor é a sua verdade,
Ele fita o horizonte como se lá estivesse
O motivo da sua saudade.
Na poesia, os seus verso
Procuram a felicidade...
Parece conversar com as estrelas
As flores são suas sompanheiras,
Visita-as, sempre que sente saudade,
Para relembrar o seu amor.
Ser poeta é complicado,
Ele mistura tudo, ora fala de amor,
Ora se perde no mundo da desilusão.
Quando a saudade lhe aperta o coração,
Lágrimas cristalinas rolam frias
Pela sua face de dor.
O POETA É, TAMBÉM ASSIM
Violinos ecoam no seus sonhos
Melodias, ouvidas, sonhadas em outros sonhos...
Momentos vividos, que não mais existem, perdidos
Numa seara de um tempo de saudades,
Nascidas das suas recordações,
Depois se tornaram ilusões,
Tudo porque teve um passado vivido
Nos encantos do amor.
Esse amar, agora sem cor,
Sumiu-se nas senda do passado,
Que deixou o seu presente ultrajado...
Numa vida cheia de contradições.
Por que sofre o poeta assim?,
Por que ele não se liberta do passado?
Por que ele colore tanto os seus sonhos?
Por que ele não se liberta da ilusão?
Por que ele tem tanta ansiedade?
É porque ele tem um coração,
Que vive cheio de saudade.
Melodias, ouvidas, sonhadas em outros sonhos...
Momentos vividos, que não mais existem, perdidos
Numa seara de um tempo de saudades,
Nascidas das suas recordações,
Depois se tornaram ilusões,
Tudo porque teve um passado vivido
Nos encantos do amor.
Esse amar, agora sem cor,
Sumiu-se nas senda do passado,
Que deixou o seu presente ultrajado...
Numa vida cheia de contradições.
Por que sofre o poeta assim?,
Por que ele não se liberta do passado?
Por que ele colore tanto os seus sonhos?
Por que ele não se liberta da ilusão?
Por que ele tem tanta ansiedade?
É porque ele tem um coração,
Que vive cheio de saudade.
A POESIA DO GRANDE POETA
Como qualquer poeta, fico perplexo com a poesia dos grandes poetas,
Eles nos trazem os seus sentimentos e o seu pensar,
com influência no nosso comportamento...
Ninguém consegue esquecer a sua poesia,
Ela permanece na nossa lembrança, por toda a vida,
Se ela fala de amor, sentimo-nos figura central do poema, ressuscitam-se as paixões...
Se ela fala de amizade, o faz de modo comovente, fica provada que a saudade é a dor do prazer.
A saudade é, realmente, uma dor que só é sentida por quem ama.
Os grandes poetas quando, na sua poesia, mostram desilusão, deixam-nos caídos, até com medo.
O grande poeta cria na sua imaginação, aquilo que sentem os corações, o cerne de suas palavras nos atingem.
Assim é a poesia do grande poeta...
Eles nos trazem os seus sentimentos e o seu pensar,
com influência no nosso comportamento...
Ninguém consegue esquecer a sua poesia,
Ela permanece na nossa lembrança, por toda a vida,
Se ela fala de amor, sentimo-nos figura central do poema, ressuscitam-se as paixões...
Se ela fala de amizade, o faz de modo comovente, fica provada que a saudade é a dor do prazer.
A saudade é, realmente, uma dor que só é sentida por quem ama.
Os grandes poetas quando, na sua poesia, mostram desilusão, deixam-nos caídos, até com medo.
O grande poeta cria na sua imaginação, aquilo que sentem os corações, o cerne de suas palavras nos atingem.
Assim é a poesia do grande poeta...
Plenitude do Amor
O tempo ao amor tudo descubra,
O sonho apela em minha sina
E o ardor num vislumbre se rubra,
Viagem na tela não se ensina
A mulher da sua dor lhe dê a voz,
Um canto de luz e serenidade
Somando o sentir na paixão veloz,
Possa viver ao sonho realidade
E dele floresça ao lhe ser doce
Em seus braços leves como lírios,
Exalta perfume cantando prece
Os versos sejam como a saudade
Para viverem o olhar de brilhos,
Plenitude do amor e verdade
O sonho apela em minha sina
E o ardor num vislumbre se rubra,
Viagem na tela não se ensina
A mulher da sua dor lhe dê a voz,
Um canto de luz e serenidade
Somando o sentir na paixão veloz,
Possa viver ao sonho realidade
E dele floresça ao lhe ser doce
Em seus braços leves como lírios,
Exalta perfume cantando prece
Os versos sejam como a saudade
Para viverem o olhar de brilhos,
Plenitude do amor e verdade
Ah!... Poeta... Anjo do Amor
Na ânsia de procurar-te, poeta!
A dizer-me teu cantar apaixonado
Aliviando-me das sombras da incerteza
Quedo-me a ti pela inspiração de anjo.
Sonho teus versos de encantamento
De tão puros, sinto-os nas entranhas!
Vejo-me voando sempre bem alto
Sinto-os reais, acariciada nas manhãs.
Vejo-te envolto em aura dourada
Roubo tua luz e me sinto amada
Ler-te encontrando-o em minh’alma
Surge a magia e me tens acariciada.
Anjo de rara sensibilidade. Oh!...Poeta...
Vislumbro teus versos meu beija-flor
Trago-o como filho amado em meus braços
Beijo-o amante, amigo a levar-me onde for.
A dizer-me teu cantar apaixonado
Aliviando-me das sombras da incerteza
Quedo-me a ti pela inspiração de anjo.
Sonho teus versos de encantamento
De tão puros, sinto-os nas entranhas!
Vejo-me voando sempre bem alto
Sinto-os reais, acariciada nas manhãs.
Vejo-te envolto em aura dourada
Roubo tua luz e me sinto amada
Ler-te encontrando-o em minh’alma
Surge a magia e me tens acariciada.
Anjo de rara sensibilidade. Oh!...Poeta...
Vislumbro teus versos meu beija-flor
Trago-o como filho amado em meus braços
Beijo-o amante, amigo a levar-me onde for.
Alma poeta
Qual a noite nas falas do universo,
Degrada-se no dia e se alheia
Do infortúnio mesquinho em reverso,
E aprisiona a poeta em sua teia?
Nas fronteiras, as básculas do mundo,
Curioso, a embalar-se em finas cordas,
Há dança de um fetiche vagabundo,
Caído da palavra e suas bordas.
Ó Vida que me assombra em seus beirais.
Inscrito livro, alma de uma história,
Contada por poetas que, jamais!...
Enfermos, ilegíveis e em desgraças
Ou mais nobreza que os incite à glória,
Deixar-te-ão nas noites onde passas!
Degrada-se no dia e se alheia
Do infortúnio mesquinho em reverso,
E aprisiona a poeta em sua teia?
Nas fronteiras, as básculas do mundo,
Curioso, a embalar-se em finas cordas,
Há dança de um fetiche vagabundo,
Caído da palavra e suas bordas.
Ó Vida que me assombra em seus beirais.
Inscrito livro, alma de uma história,
Contada por poetas que, jamais!...
Enfermos, ilegíveis e em desgraças
Ou mais nobreza que os incite à glória,
Deixar-te-ão nas noites onde passas!
Poeta?
Eu não sou poeta
Não nasci poeta
As dores do mundo e seus obtusos caminhos,
fizeram-me bater na porta da poesia
Escrevo para desobstruir as artérias e limpar a alma,
para deixar o coração livre para voar....voar....voar,
quem sabe em um sonho ficar.
Escrevo quando o espinho fere a pele
Quando o grito machuca o silêncio
Quando o choro agride a lágrima
Quando o tédio esmaga o ser
Quando o sol perde o brilho
Quando o vento leva as fantasias
Quando o dia é pura agonia
Quando a noite beija a solidão
Quando a faca corta as asas da ilusão
Quando o mar agita a dor
Quando a esperança perde a cor
Quando a vida fica sem rumo
Quando o rumo sai das trilhas
Quando as trilhas não encontram o caminho
Quando os caminhos se perdem nas curvas
Resta-me, derramar a dor no papel
Contar estrelas no céu e esperar um
novo alvorecer,talvez mais feliz.
Não nasci poeta
As dores do mundo e seus obtusos caminhos,
fizeram-me bater na porta da poesia
Escrevo para desobstruir as artérias e limpar a alma,
para deixar o coração livre para voar....voar....voar,
quem sabe em um sonho ficar.
Escrevo quando o espinho fere a pele
Quando o grito machuca o silêncio
Quando o choro agride a lágrima
Quando o tédio esmaga o ser
Quando o sol perde o brilho
Quando o vento leva as fantasias
Quando o dia é pura agonia
Quando a noite beija a solidão
Quando a faca corta as asas da ilusão
Quando o mar agita a dor
Quando a esperança perde a cor
Quando a vida fica sem rumo
Quando o rumo sai das trilhas
Quando as trilhas não encontram o caminho
Quando os caminhos se perdem nas curvas
Resta-me, derramar a dor no papel
Contar estrelas no céu e esperar um
novo alvorecer,talvez mais feliz.
Ama-me que te amo
Ama-me como se nada houvesse,
somos partes de uma nova aventura,
põe surpresas, delírio,
mistura sua inquietude, o desejo
e ama-me como se fosse só minha.
Ama-me com ternura, com sabor,
com a euforia que jamais conseguiu,
fazendo um eterno breve,
com paz e calma junto dos corpos,
sarando tempestades, ama-me com amor.
Amo-te na quietude do meu querer,
fazendo fogo na sua paixão,
domando-a como uma felina,
fêmea esfomeada do prazer da carne,
contorcendo-a, excitando-a sexo adentro.
Amo-te não com um amor passageiro,
mas do meu jeito de ser para sempre,
um dia de cada vez, um beijo de cada boca,
minha e sua, como se dividíssemos a vida,
no sonho, no apego, na vontade, te amo.
somos partes de uma nova aventura,
põe surpresas, delírio,
mistura sua inquietude, o desejo
e ama-me como se fosse só minha.
Ama-me com ternura, com sabor,
com a euforia que jamais conseguiu,
fazendo um eterno breve,
com paz e calma junto dos corpos,
sarando tempestades, ama-me com amor.
Amo-te na quietude do meu querer,
fazendo fogo na sua paixão,
domando-a como uma felina,
fêmea esfomeada do prazer da carne,
contorcendo-a, excitando-a sexo adentro.
Amo-te não com um amor passageiro,
mas do meu jeito de ser para sempre,
um dia de cada vez, um beijo de cada boca,
minha e sua, como se dividíssemos a vida,
no sonho, no apego, na vontade, te amo.
Viajante
Viajo um pedaço de mar outro de terra,
contei grãos de areia em uma noite deserta,
busquei fragmentos de outras vidas,
não consegui nada além de insonia,
meus caminhos se confudem nas esquinas.
O sonho passou pelo meu prazer,
nada deixo além de um desejo imenso,
dividiu minhas orações em partes pequenas,
como as dores que espalham pela solidão,
escapa uma e outra lágrima, não de choro.
Não tenho partes iguais de amor e sonho,
quero a mulher que amo, não igual estrela,
preciso tocá-la em cada parte do corpo,
desenhar alguma paixão, não só um querer,
fazer amor além da carne, além do sexo.
Se um dia seu amor passar do meu,
voltarei as estrelas, ao meu céu solitário,
diminuirei as alturas dos desejos,
apagarei as sombras e meus rastros,
de qualquer corpo, de qualquer lembrança.
Volto a caminhar como sempre fui,
tenho amor suficiente para dois,
mistérios inventamos, prazeres buscamos,
como a terra encosta no seu pedaço de céu,
seremos astros do nosso próprio destino.
contei grãos de areia em uma noite deserta,
busquei fragmentos de outras vidas,
não consegui nada além de insonia,
meus caminhos se confudem nas esquinas.
O sonho passou pelo meu prazer,
nada deixo além de um desejo imenso,
dividiu minhas orações em partes pequenas,
como as dores que espalham pela solidão,
escapa uma e outra lágrima, não de choro.
Não tenho partes iguais de amor e sonho,
quero a mulher que amo, não igual estrela,
preciso tocá-la em cada parte do corpo,
desenhar alguma paixão, não só um querer,
fazer amor além da carne, além do sexo.
Se um dia seu amor passar do meu,
voltarei as estrelas, ao meu céu solitário,
diminuirei as alturas dos desejos,
apagarei as sombras e meus rastros,
de qualquer corpo, de qualquer lembrança.
Volto a caminhar como sempre fui,
tenho amor suficiente para dois,
mistérios inventamos, prazeres buscamos,
como a terra encosta no seu pedaço de céu,
seremos astros do nosso próprio destino.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
FRASE DO DIA
"Sentimos saudade de certos momentos da nossa vida e de certos momentos de pessoas que passaram por ela."
A CONSTANTE BUSCA
Corre o homem diariamente de um lado para outro.
Desde a aurora até bem depois do pôr do sol.
Passos apressados nas calçadas, cruzando ruas, olhando sempre o relógio.
Parece sempre atrasado, à procura de algo muito importante.
Nunca tem tempo para nada.
Está sempre em alerta, como se um único descuido seu fosse suficiente para arruinar para sempre a consecução de seus objetivos.
Mas, afinal, o que busca o homem na luta cotidiana da vida?
Para onde dirige seus passos?
O que espera ele encontrar?
Sabe, realmente, o que quer?
Seria por demais simplista dizer que a resposta para tais questionamentos seja: “a busca da felicidade”.
Pois, momentos de felicidade permeiam sua existência, mas são como sopros suaves de brisa que cessam sem aviso prévio e que passam rapidamente.
Fala-se tanto em felicidade, mas se sabe tão pouco a seu respeito.
Diz-se “estar feliz” quando tudo o que se deseja acontece.
Quando o amor é correspondido.
Quando o dinheiro é suficiente para garantir as compras tão sonhadas.
Quando o emprego almejado é obtido.
Quando um título é alcançado.
Quando tudo parece conspirar para satisfazer os mais íntimos desejos.
Nessas ocasiões, uma euforia ímpar toma conta do ser que sai pelas ruas estampando um sorriso largo na face.
Canta e sente uma vontade de erguer os braços aos céus gritando:
“Consegui! Venci!”.
Como se o mundo inteiro tivesse se curvado às suas necessidades e reconhecido seu valor como pessoa, a partir daquela oportunidade.
Mas isso é apenas uma ilusão.
A fragilidade daquela sensação fará com que sua duração seja efêmera e, por isso mesmo, por vezes, quase frustrante.
Por pouco, pouco mesmo, sorrisos abandonam rostos até então eufóricos.
O retorno à realidade pode decorrer da sensação de que a vida continua, não obstante aquela parcial vitória.
A luta continua.
Não pode o homem abandonar o combate porque novas provas vão se apresentar, novos obstáculos vão surgir.
Outra vez será necessário empenhar esforços para prosseguir na jornada.
Nessas horas, quando o homem percebe que suas conquistas não lhe garantem um bem-estar eterno, muitas vezes ele se entrega ao desânimo.
Tem a sensação de que caminha sempre em direção ao horizonte e que este, por mais que ande, distancia-se inelutavelmente dele.
Sempre há algo por fazer, por aprender, por conquistar.
Sempre.
Percebe-se o quão verdadeiro é o ensinamento de que “a felicidade não é deste mundo.”
* * *
O que busca você?
O que seria capaz de fazer estampar em seu rosto um sorriso sincero?
O que você acredita ser suficiente para fazê-lo feliz?
Não se iluda, no entanto, com as promessas enganosas do mundo.
Satisfações materiais não saciam por muito tempo o corpo, tão pouco a mente que deseja a paz.
Por outro lado, as virtudes adquiridas ao longo do tempo podem auxiliar concedendo equilíbrio e lucidez.
A consciência tranqüila e a franca sensação de dever cumprido permitem que se repouse a cabeça no travesseiro todas as noites.
São situações em que se pode desfrutar de felicidade, quando, então, ela pode ser efetivamente alcançável e duradoura, até mesmo neste mundo.
Desde a aurora até bem depois do pôr do sol.
Passos apressados nas calçadas, cruzando ruas, olhando sempre o relógio.
Parece sempre atrasado, à procura de algo muito importante.
Nunca tem tempo para nada.
Está sempre em alerta, como se um único descuido seu fosse suficiente para arruinar para sempre a consecução de seus objetivos.
Mas, afinal, o que busca o homem na luta cotidiana da vida?
Para onde dirige seus passos?
O que espera ele encontrar?
Sabe, realmente, o que quer?
Seria por demais simplista dizer que a resposta para tais questionamentos seja: “a busca da felicidade”.
Pois, momentos de felicidade permeiam sua existência, mas são como sopros suaves de brisa que cessam sem aviso prévio e que passam rapidamente.
Fala-se tanto em felicidade, mas se sabe tão pouco a seu respeito.
Diz-se “estar feliz” quando tudo o que se deseja acontece.
Quando o amor é correspondido.
Quando o dinheiro é suficiente para garantir as compras tão sonhadas.
Quando o emprego almejado é obtido.
Quando um título é alcançado.
Quando tudo parece conspirar para satisfazer os mais íntimos desejos.
Nessas ocasiões, uma euforia ímpar toma conta do ser que sai pelas ruas estampando um sorriso largo na face.
Canta e sente uma vontade de erguer os braços aos céus gritando:
“Consegui! Venci!”.
Como se o mundo inteiro tivesse se curvado às suas necessidades e reconhecido seu valor como pessoa, a partir daquela oportunidade.
Mas isso é apenas uma ilusão.
A fragilidade daquela sensação fará com que sua duração seja efêmera e, por isso mesmo, por vezes, quase frustrante.
Por pouco, pouco mesmo, sorrisos abandonam rostos até então eufóricos.
O retorno à realidade pode decorrer da sensação de que a vida continua, não obstante aquela parcial vitória.
A luta continua.
Não pode o homem abandonar o combate porque novas provas vão se apresentar, novos obstáculos vão surgir.
Outra vez será necessário empenhar esforços para prosseguir na jornada.
Nessas horas, quando o homem percebe que suas conquistas não lhe garantem um bem-estar eterno, muitas vezes ele se entrega ao desânimo.
Tem a sensação de que caminha sempre em direção ao horizonte e que este, por mais que ande, distancia-se inelutavelmente dele.
Sempre há algo por fazer, por aprender, por conquistar.
Sempre.
Percebe-se o quão verdadeiro é o ensinamento de que “a felicidade não é deste mundo.”
* * *
O que busca você?
O que seria capaz de fazer estampar em seu rosto um sorriso sincero?
O que você acredita ser suficiente para fazê-lo feliz?
Não se iluda, no entanto, com as promessas enganosas do mundo.
Satisfações materiais não saciam por muito tempo o corpo, tão pouco a mente que deseja a paz.
Por outro lado, as virtudes adquiridas ao longo do tempo podem auxiliar concedendo equilíbrio e lucidez.
A consciência tranqüila e a franca sensação de dever cumprido permitem que se repouse a cabeça no travesseiro todas as noites.
São situações em que se pode desfrutar de felicidade, quando, então, ela pode ser efetivamente alcançável e duradoura, até mesmo neste mundo.
Glória
Glória, flor bela
Da minha infância
Que o tempo tirou de mim,
Fiquei, assim,
Sem ela...
Glória!
Infância de sonhos
Despertar de desejos,
Paixão das ingenuidades,
Eu não tive os seus beijos...
Tudo foi ilusão...
Da minha infância
Que o tempo tirou de mim,
Fiquei, assim,
Sem ela...
Glória!
Infância de sonhos
Despertar de desejos,
Paixão das ingenuidades,
Eu não tive os seus beijos...
Tudo foi ilusão...
Mulheres
Mulheres encantos
Nos quatro cantos,
Flores que se espraiam
Para dar vida...
Mulher mãe,
Ventre sagrado condutor
Abençoado do amor,
Santa...
Mulher criança,
Pureza, inocência,
Santa angelical
Candura,
vida...
Mulher adolescente,
Ardente, sonhadora,
Encantadora, terna,
Santa das dúvidas...
Mulher "perdida",
Enlouquecida de paixão,
Em busca de sonhos,
É a santa do amor...
Em quaisquer situações ou circunstâncias,
Para quem a ama ela é sempre uma santa.
Toda mulher tem a presença de Deus
Pelo seu ventre reprodutor
E pelo seu coração
De amor.
Nos quatro cantos,
Flores que se espraiam
Para dar vida...
Mulher mãe,
Ventre sagrado condutor
Abençoado do amor,
Santa...
Mulher criança,
Pureza, inocência,
Santa angelical
Candura,
vida...
Mulher adolescente,
Ardente, sonhadora,
Encantadora, terna,
Santa das dúvidas...
Mulher "perdida",
Enlouquecida de paixão,
Em busca de sonhos,
É a santa do amor...
Em quaisquer situações ou circunstâncias,
Para quem a ama ela é sempre uma santa.
Toda mulher tem a presença de Deus
Pelo seu ventre reprodutor
E pelo seu coração
De amor.
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