Ei, você aí,
pra quê ficar me perseguindo
me lendo, me seguindo?
Não sou novela pra ser acompanhada,
já ensaiei ser sua e não deu em nada
e aí a vida deu uma virada.
Deixa a minha poesia em paz
porque afinal hoje ela já não o faz
sentir nenhuma emoção
e eu já recuperei a minha razão.
Catei os meus pedaços,
engatinhei e depois voltei a dar passos.
E, então, minha vida voltou ao normal,
nada mais natural.
Quando o tombo é inesperado
o susto é complicado,
mas quando ele é aguardado
fica mais fácil de ser contornado.
E foi assim que aconteceu,
eu consegui contornar
aquela história de você e eu
e pude enfim me salvar
daquela enchente, daquele alto mar.
É, eu vou bem obrigada
e sinto muito você não poder dizer nada.
Imagino que você deve viver
como um bichinho acuado
morrendo de medo de ser encontrado.
Pois fique despreocupado,
você pra mim tem um nome - passado!
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Pensamento sobre uma Oração.
Uma resposta satisfará todas as suas perguntas.
Volte-se para Deus e
impregne a sua consciência com a realização da Sua perfeição.
Deixe sua
fraqueza dissolver-se no pensamento reverente de Sua força.
Não é
necessário explicar as coisas a Deus, porque Ele sabe o que você precisa
antes mesmo que você fale, e está mais pronto para dar do que você para
pedir.
Quando você estiver meditando, isole-se de tudo, exceto do pensamento absorvedor de Sua Presença super-protetora. Deste modo você
tornar-se-á receptivo, e a cura fluirá através do seu corpo, mente e alma
Volte-se para Deus e
impregne a sua consciência com a realização da Sua perfeição.
Deixe sua
fraqueza dissolver-se no pensamento reverente de Sua força.
Não é
necessário explicar as coisas a Deus, porque Ele sabe o que você precisa
antes mesmo que você fale, e está mais pronto para dar do que você para
pedir.
Quando você estiver meditando, isole-se de tudo, exceto do pensamento absorvedor de Sua Presença super-protetora. Deste modo você
tornar-se-á receptivo, e a cura fluirá através do seu corpo, mente e alma
ORAÇÃO
Que os encantos e mistérios da natureza
Se revelem para ti como a presença do Criador;
Que o teu amanhecer seja de tranqüilidade,
Festejado pela sinfonia dos passarinhos;
Que o sol traga para ti o brilho da alegria
E o nascimento de novas esperanças;
Que as tuas manhãs sejam radiantes
E as tardes, de realização de sonhos;
Que a chuva, ao favorecer à natureza.
Derrame sobre ti as bênçãos divinas;
Que no entardecer reflitas sobre o amor
Para afastar de ti as ameaças da tristeza;
Que o carinho da brisa acaricie a tua face,
Levando-te a suavidade do perfume das flores;
Que a noite ofereça-te as suas estrelas
Para iluminarem o teu caminho.
Que tua vida seja um jardim
E consigas ser uma flor!
Se revelem para ti como a presença do Criador;
Que o teu amanhecer seja de tranqüilidade,
Festejado pela sinfonia dos passarinhos;
Que o sol traga para ti o brilho da alegria
E o nascimento de novas esperanças;
Que as tuas manhãs sejam radiantes
E as tardes, de realização de sonhos;
Que a chuva, ao favorecer à natureza.
Derrame sobre ti as bênçãos divinas;
Que no entardecer reflitas sobre o amor
Para afastar de ti as ameaças da tristeza;
Que o carinho da brisa acaricie a tua face,
Levando-te a suavidade do perfume das flores;
Que a noite ofereça-te as suas estrelas
Para iluminarem o teu caminho.
Que tua vida seja um jardim
E consigas ser uma flor!
CONFRARIA
Pensei que podia tanto
mas que espanto
fui deixando pelo caminho,
o abandonado, o vizinho...
Deixei amores e ganhei rancores,
Deixei o viço e ganhei rugas
Deixei o bom humor e ganhei o mau
Deixei a alegria e ganhei seriedade!
Fui deixando e incorporando suores
diferentes, às vezes com ranço,
troquei a boa fruta pela amargura,
abandonada num canto ficou a felicidade!
De tudo, o principal
é a aceitação dos horrores:
acordar cedo, por exemplo,
tornou-se costume! Lamento!
Foram tantas as trocas
que de meu peito brota
o que não queria:
perdi a saúde e amiúde...
peço ajuda da poesia,
da sinestesia faço meu ideal,
crio com amigos confraria
de anjos, cantando no meu coral!
mas que espanto
fui deixando pelo caminho,
o abandonado, o vizinho...
Deixei amores e ganhei rancores,
Deixei o viço e ganhei rugas
Deixei o bom humor e ganhei o mau
Deixei a alegria e ganhei seriedade!
Fui deixando e incorporando suores
diferentes, às vezes com ranço,
troquei a boa fruta pela amargura,
abandonada num canto ficou a felicidade!
De tudo, o principal
é a aceitação dos horrores:
acordar cedo, por exemplo,
tornou-se costume! Lamento!
Foram tantas as trocas
que de meu peito brota
o que não queria:
perdi a saúde e amiúde...
peço ajuda da poesia,
da sinestesia faço meu ideal,
crio com amigos confraria
de anjos, cantando no meu coral!
Caminhar
Volto a caminhar pela minha história,
alguns papéis ainda estão em branco,
outros, já amarelados pelas paixões;
deixei partes escritas nas camas,
as de amor, gravei a fogo no peito.
Nas noites... ainda te espero,
deitar tua cabeça em meu peito,
fazer sentir o abraço forte,
entregar-te cada carinho prometido,
aliar o amor ao prazer, até o fim...
Quero tua boca com meu gosto,
as mãos, os olhos, os caminhos,
seguiremos as trilhas das almas,
incumbiremos os desejos de nos completar,
enquanto os corpos não adormecerem.
Beijar-te-ei antes, depois, para sempre...
Ainda que passem os séculos,
a fome prometida, a sede jamais saciada,
a carne, o brilho da pele quando queima,
até o êxtase que nos fez amor eterno.
alguns papéis ainda estão em branco,
outros, já amarelados pelas paixões;
deixei partes escritas nas camas,
as de amor, gravei a fogo no peito.
Nas noites... ainda te espero,
deitar tua cabeça em meu peito,
fazer sentir o abraço forte,
entregar-te cada carinho prometido,
aliar o amor ao prazer, até o fim...
Quero tua boca com meu gosto,
as mãos, os olhos, os caminhos,
seguiremos as trilhas das almas,
incumbiremos os desejos de nos completar,
enquanto os corpos não adormecerem.
Beijar-te-ei antes, depois, para sempre...
Ainda que passem os séculos,
a fome prometida, a sede jamais saciada,
a carne, o brilho da pele quando queima,
até o êxtase que nos fez amor eterno.
CAMINHOS DO AMOR
O amor, em seus caminhos e descaminhos, por vezes nos mostra caminhos estranhos, diferentes, chegando mesmo a não o entender. Somos postos à prova, envolve tanto os sentidos que nos faz renascer, caso contrário perdemos o sentido da vida.
O amor nos leva à lugares distantes, faz-nos sentir em etéreas viagens, propiciando-nos situações inusitadas.
Aos poetas e escritores, leva inspirações inesperadas e maravilhosas, provocando lindos contos e poemas... E que fantásticos romances já foram escritos...
O que seria dos artistas das letras, não fosse a imprevisibilidade do amor... De onde tirar tantas idéias, se o amor seguisse regras e normas pré determinadas?
É nessa falta de sentido, que se encontra o verdadeiro sentido do amor. Parece coisa de louco, e é mesmo... Apenas os loucos tem coragem para entregar-se a um amor em sua plenitude...
Num segundo, ele nos traz o ser amado, e sua voz, seu toque, seus carinhos são sentidos. Vejo meu amor sorrir, e seu sorriso feliz me faz feliz. O amor nos provoca uma dependência de sentidos. Nosso bem estar, depende do seu bem estar...
Sorrimos, cantamos, dançamos, vibramos. Com ele viajamos para lugares distantes, mesmo sem sair do lugar. Ao lado de nosso amor, transportamo-nos para qualquer rincão do mundo.
Quando não o temos a nosso lado, procuramos de todas maneiras algo que nos faça sentir sua presença, e sentimo-lo a nosso lado. Conhecemos seu cheiro, seus gostos, suas manias, e compartilhamos disso tudo. Conseguimos até mesmo penetrar em seus pensamentos. Sabemos se está triste ou alegre, apenas olhando para sua expressão facial...
Temos as mesmas idéias, chega a existir um só pensamento, o que facilita muito a convivência. Por vezes basta um olhar para entender mil palavras...
Ao seu lado, gostamos de nos sentir crianças de novo, fazendo brincadeiras, piadinhas. É uma verdadeira delicia passear descalços na chuva, de mãos dadas com nosso amor... O amor tem dessas incoerências, pois ao mesmo tempo que requer seriedade, respeito, também exige uma boa dose de infância no relacionamento.
Um amor que não tem limites, e tampouco fronteiras. Quando está longe, sentimo-lo perto. Se está perto ficamos abraçados, mais perto ainda...
Vivemos todas as fantasias possíveis, seja em passeios habituais, seja no romance, que não pode ter monotonia... É preciso criatividade. É preciso inventar maneiras. E não pode ser planejado. Como aqueles casais que determinam que o sexo deve ser praticado aos sábados, entre l4hs e l4hs30... Pode? Não pode. O amor tem que ser deixado ao acaso... Pintou vontade...alguma coisa tem que ser feita... E deve ser feita com amor... com alegria.... com tudo que há de direito!
Tem que haver respeito. Ambos devem ter os mesmos direitos para falar e para calar.
O amor requer liberdade. Um amor obsessivo, que quer nos bitolar, quer nos proibir, é um amor coercitivo, e, um amor que não nos deixa ir, não nos deixa viver, também não nos fará sorrir.
O verdadeiro amor, sempre tem um sorriso para nós... nos deixa em liberdade para escolher se queremos sempre estar em sua companhia...
Faz-nos sentir saudade dos momentos felizes já vividos, dos carinhos que sempre e sempre desejamos. Saudade que dói , corrói e nos faz melancólicos, tirando-nos a alegria de viver...
Não sabemos por quanto tempo teremos esse amor. Nosso desejo é que seja para sempre. Se for, será.
Porém, pela inexorabilidade do destino, um dia nos perderemos. Isso acontecendo, o certo é que
noutra vida nos encontraremos, para continuar vivendo esse grande amor... Os verdadeiros amores não se perdem nos meandros do tempo. Permanecem pela eternidade.
Acredito que o maior sonho de todos, é poder olhar seu amor bem no fundo dos olhos, e fazer uma linda declaração ao amor....de hoje, de ontem.....de sempre.
E com esse pensamento voltado para o amor, espero que todos tenhamos UM LINDO DIA.
O amor... para ser amor,
Tem que ter calor...
Tem que ter... AMOR!!!
O amor nos leva à lugares distantes, faz-nos sentir em etéreas viagens, propiciando-nos situações inusitadas.
Aos poetas e escritores, leva inspirações inesperadas e maravilhosas, provocando lindos contos e poemas... E que fantásticos romances já foram escritos...
O que seria dos artistas das letras, não fosse a imprevisibilidade do amor... De onde tirar tantas idéias, se o amor seguisse regras e normas pré determinadas?
É nessa falta de sentido, que se encontra o verdadeiro sentido do amor. Parece coisa de louco, e é mesmo... Apenas os loucos tem coragem para entregar-se a um amor em sua plenitude...
Num segundo, ele nos traz o ser amado, e sua voz, seu toque, seus carinhos são sentidos. Vejo meu amor sorrir, e seu sorriso feliz me faz feliz. O amor nos provoca uma dependência de sentidos. Nosso bem estar, depende do seu bem estar...
Sorrimos, cantamos, dançamos, vibramos. Com ele viajamos para lugares distantes, mesmo sem sair do lugar. Ao lado de nosso amor, transportamo-nos para qualquer rincão do mundo.
Quando não o temos a nosso lado, procuramos de todas maneiras algo que nos faça sentir sua presença, e sentimo-lo a nosso lado. Conhecemos seu cheiro, seus gostos, suas manias, e compartilhamos disso tudo. Conseguimos até mesmo penetrar em seus pensamentos. Sabemos se está triste ou alegre, apenas olhando para sua expressão facial...
Temos as mesmas idéias, chega a existir um só pensamento, o que facilita muito a convivência. Por vezes basta um olhar para entender mil palavras...
Ao seu lado, gostamos de nos sentir crianças de novo, fazendo brincadeiras, piadinhas. É uma verdadeira delicia passear descalços na chuva, de mãos dadas com nosso amor... O amor tem dessas incoerências, pois ao mesmo tempo que requer seriedade, respeito, também exige uma boa dose de infância no relacionamento.
Um amor que não tem limites, e tampouco fronteiras. Quando está longe, sentimo-lo perto. Se está perto ficamos abraçados, mais perto ainda...
Vivemos todas as fantasias possíveis, seja em passeios habituais, seja no romance, que não pode ter monotonia... É preciso criatividade. É preciso inventar maneiras. E não pode ser planejado. Como aqueles casais que determinam que o sexo deve ser praticado aos sábados, entre l4hs e l4hs30... Pode? Não pode. O amor tem que ser deixado ao acaso... Pintou vontade...alguma coisa tem que ser feita... E deve ser feita com amor... com alegria.... com tudo que há de direito!
Tem que haver respeito. Ambos devem ter os mesmos direitos para falar e para calar.
O amor requer liberdade. Um amor obsessivo, que quer nos bitolar, quer nos proibir, é um amor coercitivo, e, um amor que não nos deixa ir, não nos deixa viver, também não nos fará sorrir.
O verdadeiro amor, sempre tem um sorriso para nós... nos deixa em liberdade para escolher se queremos sempre estar em sua companhia...
Faz-nos sentir saudade dos momentos felizes já vividos, dos carinhos que sempre e sempre desejamos. Saudade que dói , corrói e nos faz melancólicos, tirando-nos a alegria de viver...
Não sabemos por quanto tempo teremos esse amor. Nosso desejo é que seja para sempre. Se for, será.
Porém, pela inexorabilidade do destino, um dia nos perderemos. Isso acontecendo, o certo é que
noutra vida nos encontraremos, para continuar vivendo esse grande amor... Os verdadeiros amores não se perdem nos meandros do tempo. Permanecem pela eternidade.
Acredito que o maior sonho de todos, é poder olhar seu amor bem no fundo dos olhos, e fazer uma linda declaração ao amor....de hoje, de ontem.....de sempre.
E com esse pensamento voltado para o amor, espero que todos tenhamos UM LINDO DIA.
O amor... para ser amor,
Tem que ter calor...
Tem que ter... AMOR!!!
FELINO AMOR
E aquela gatinha dengosa,
chamada Mimosa,
todas as noites por seu Tigre esperava...
Quando ele chegava,
como que flutuando no ar,
ela já se assanhava,
pronta para amar...
Muito lindo esse amor felino,
que fez Mimosa perder o tino...
Tigre, por sua vez,
encontrou, talvez,
parada para suas andanças
de gato vadio...
Que agora são só lembranças,
pois Mimosa está sempre no cio...
Realmente estranho e cheio de cor,
esse lindo felino amor...
chamada Mimosa,
todas as noites por seu Tigre esperava...
Quando ele chegava,
como que flutuando no ar,
ela já se assanhava,
pronta para amar...
Muito lindo esse amor felino,
que fez Mimosa perder o tino...
Tigre, por sua vez,
encontrou, talvez,
parada para suas andanças
de gato vadio...
Que agora são só lembranças,
pois Mimosa está sempre no cio...
Realmente estranho e cheio de cor,
esse lindo felino amor...
AS PROVAS DA VERDADE
(O PASSADO)
Os tempos voaram,
viraram plumas perdidas no ar,
levaram, muitas esperanças
e tantas ilusões!
(O PRESENTE)
Chega o novo tempo
É o presente, é a ebulição,
É a alegria, a esperança,
É o vibrar da emoção!
É o agora, a plena razão
Sem promessas ou juras,
É a transformação!
(O FUTURO)
O futuro? Uma incógnita!
São dúvidas...expectativas,
É som opaco do silêncio,
É o abisal, o caos,
Lágrimas! O fim.
(A VIDA)
A vida é um desafio, deve ser
Enfrentado com destemor,
É o vestibular, o acesso
Ao "plano superior,"
Para a vítrea-luz,
Lá é amor!
Viver com intensidade
É frutificar as benesses do amor,
Assim encontramos as certezas da vida
E do vivermos o seu encanto
E a sua beleza,
É o convivermos com a felicidade,
Desde que haja simplicidade!
Mas nada disso adianta,
Há a condição "Sine Qua Non"
A humildade de saber perdoar!
Essas são as provas da verdade.
Os tempos voaram,
viraram plumas perdidas no ar,
levaram, muitas esperanças
e tantas ilusões!
(O PRESENTE)
Chega o novo tempo
É o presente, é a ebulição,
É a alegria, a esperança,
É o vibrar da emoção!
É o agora, a plena razão
Sem promessas ou juras,
É a transformação!
(O FUTURO)
O futuro? Uma incógnita!
São dúvidas...expectativas,
É som opaco do silêncio,
É o abisal, o caos,
Lágrimas! O fim.
(A VIDA)
A vida é um desafio, deve ser
Enfrentado com destemor,
É o vestibular, o acesso
Ao "plano superior,"
Para a vítrea-luz,
Lá é amor!
Viver com intensidade
É frutificar as benesses do amor,
Assim encontramos as certezas da vida
E do vivermos o seu encanto
E a sua beleza,
É o convivermos com a felicidade,
Desde que haja simplicidade!
Mas nada disso adianta,
Há a condição "Sine Qua Non"
A humildade de saber perdoar!
Essas são as provas da verdade.
APENAS
Quando penso que
a saudade foi embora,
não foi...
apenas adormeceu...
Quando na solidão,
o coração aperta,
está dizendo apenas
que nada mudou...
tuas palavras ainda
tocam fundo...
o gosto do beijo
ainda está na minha
boca...
e clama...
"Apenas queria estar
aí com você!"
a saudade foi embora,
não foi...
apenas adormeceu...
Quando na solidão,
o coração aperta,
está dizendo apenas
que nada mudou...
tuas palavras ainda
tocam fundo...
o gosto do beijo
ainda está na minha
boca...
e clama...
"Apenas queria estar
aí com você!"
Ah, o amor!...
Ah, o amor!... Mola propulsora da vida...
A verdade que aprendi ao te conhecer!
Sentimento sinônimo do poder
Que traz esperanças na exata medida.
Ah, o amor!... Tinta viva de uma aquarela!
Ou fonte de inspiração de um menestrel...
Para o pintor, faz complemento ao pincel;
Liga o poeta à sua musa nos versos pra ela.
Ah, o amor!... Comunhão de dois corações!
Corpo e alma unidos em um lugar qualquer...
Eu sou teu homem e tu minha mulher,
Felizes, experimentando emoções.
Ah, o amor!... Que entrelaçou nossos destinos!
Por completo, deu-nos a felicidade,
Sustentada por nossa cumplicidade,
Deliciosa nos afagos repentinos.
Ah, o amor!... Que me devolveu a alegria
Quando eu já sucumbira com meus fracassos.
Vieste em definitivo para meus braços...
E nos tornamos um só naquele dia!
A verdade que aprendi ao te conhecer!
Sentimento sinônimo do poder
Que traz esperanças na exata medida.
Ah, o amor!... Tinta viva de uma aquarela!
Ou fonte de inspiração de um menestrel...
Para o pintor, faz complemento ao pincel;
Liga o poeta à sua musa nos versos pra ela.
Ah, o amor!... Comunhão de dois corações!
Corpo e alma unidos em um lugar qualquer...
Eu sou teu homem e tu minha mulher,
Felizes, experimentando emoções.
Ah, o amor!... Que entrelaçou nossos destinos!
Por completo, deu-nos a felicidade,
Sustentada por nossa cumplicidade,
Deliciosa nos afagos repentinos.
Ah, o amor!... Que me devolveu a alegria
Quando eu já sucumbira com meus fracassos.
Vieste em definitivo para meus braços...
E nos tornamos um só naquele dia!
AFINIDADE
Não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no momento onde foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É a vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo sobre o objetivo, do permanente sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando ela existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Ela existe antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixam de estar juntas.
Afinidade é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem, sensibilizam.
Afinidade é receber o que vem de dentro com uma aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com... Nem sentir contra, nem sentir para...
Sentir com é não ter necessidade de explicação do que se está sentindo. É olhar e perceber.
Afinidade é um sentimento singular, discreto e independente. Pode existir a quilômetros de distância, mas é adivinhado na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Afinidade é retomar a relação no tempo em que parou, porque ele (o tempo) e ela (a separação) nunca existiram.
Foi apenas a oportunidade dada (tirada) pelo tempo, para que a maturação pudesse ocorrer.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no momento onde foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É a vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo sobre o objetivo, do permanente sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas, quando ela existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Ela existe antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixam de estar juntas.
Afinidade é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem, sensibilizam.
Afinidade é receber o que vem de dentro com uma aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com... Nem sentir contra, nem sentir para...
Sentir com é não ter necessidade de explicação do que se está sentindo. É olhar e perceber.
Afinidade é um sentimento singular, discreto e independente. Pode existir a quilômetros de distância, mas é adivinhado na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Afinidade é retomar a relação no tempo em que parou, porque ele (o tempo) e ela (a separação) nunca existiram.
Foi apenas a oportunidade dada (tirada) pelo tempo, para que a maturação pudesse ocorrer.
Meus sonhos
Meus sonhos
Tantos sonhos
Não cabem em qualquer lugar
Guardo-os no meu
Pequeno coração
Para jamais deixar de sonhar
E sempre saber
Onde os possa encontrar!
Tantos sonhos
Não cabem em qualquer lugar
Guardo-os no meu
Pequeno coração
Para jamais deixar de sonhar
E sempre saber
Onde os possa encontrar!
Teu beijo
Andando sobre as rendas do meu mar,
Que a onda tece ao se deitar na praia,
Lembro do beijo que na alma desmaia,
Grande alegria volta a me acenar!
Gaivotas nos meus passos, à gandaia,
Parece até que querem festejar,
O beijo que ganhei e que não vai dar,
Para cobrir, por muito tempo, a praia.
Repouso o olhar em tão vasto areal...
Quase tão vasto quanto o coração,
Que com teu beijo, banha-se em paixão!
Sendo maior que o mar, isso é fatal:
- Eu quero mais e se não puder ser,
Eu me embriago dele até morrer!
Que a onda tece ao se deitar na praia,
Lembro do beijo que na alma desmaia,
Grande alegria volta a me acenar!
Gaivotas nos meus passos, à gandaia,
Parece até que querem festejar,
O beijo que ganhei e que não vai dar,
Para cobrir, por muito tempo, a praia.
Repouso o olhar em tão vasto areal...
Quase tão vasto quanto o coração,
Que com teu beijo, banha-se em paixão!
Sendo maior que o mar, isso é fatal:
- Eu quero mais e se não puder ser,
Eu me embriago dele até morrer!
CANÇÃO DA TERRA
Ouça o grito
Vem das entranhas
A terra está dando,
seus últimos suspiros.
Pare para ouvir
Ela reclama, suplica.
Ate quando vamos ensurdecer
E continuar a ela maltratando.
Poluímos sua águas
Doces e salgadas.
Queimamos suas florestas
O ar, já não respira.
Que deixaremos de lembranças
A nossos descendentes
Como seremos julgados
No dia que a Terra parar.
Vem das entranhas
A terra está dando,
seus últimos suspiros.
Pare para ouvir
Ela reclama, suplica.
Ate quando vamos ensurdecer
E continuar a ela maltratando.
Poluímos sua águas
Doces e salgadas.
Queimamos suas florestas
O ar, já não respira.
Que deixaremos de lembranças
A nossos descendentes
Como seremos julgados
No dia que a Terra parar.
Mulher
Minhas primeiras células começaram suas funções dentro de você...
E durante nove meses,
só continuaram vivas,
graças a sua Vida que escorria para a minha existência...
Nove meses de transformações em seu corpo,
em seu mundo emocional,
que agiam dentro de si como
a mansidão de um lago na montanha à fúria de uma tempestade no oceano...
E nem imagino como seja uma caminhada de nove meses de uma mulher,
pois eu estava em seu útero e sou um ser masculino... Mas, senti os nove meses...
Ao sair de seu Casulo Divino,
causou em você uma dor física indescritível,
seu corpo cometeu a abertura para minha chegada ao mundo...
A abertura do Amor...
Seu colo amparador e acolhedor começou a elaborar minhas primeiras bases...
Seu seio, minha fonte de alimento e prazer que manteve-me vivo e ativo...
Suas palavras que começaram a construir os valores de como andar no mundo...
Seus cuidados que me ensinaram a caminhar nas dificuldades da Vida...
Você, Mulher, que me lançou no mundo com um gesto de Amor...
No momento que fora cortado o cordão umbilical, nasceram e solidificaram outros elos de afetos...
Cresci...
E lancei-me ao mundo...
Conheci outras mulheres...
Outra forma de relação...
Quantas conheci...
Quantas sorriram...
E choraram...
Amaram...
E sofreram com minha partida...
Quantas marquei com o Amor...
Quantas marquei com a Dor...
Quantas lágrimas e mágoas deixei em minhas pegadas...
Quantas houve trocas...
Quantas usei como meros objetos de prazer...
Quantos abandonos...
Quantos sofrimentos causados...
Quantos fracassos...
Quanta solidão nesta caminhada...
Hoje...
Não mais...
Tenho minha eterna Rainha,
leal, fiel, companheira, amante Esposa.
Que também marco com prazeres e desprazeres...
Muitas vezes não me sinto digno de tanta honradez e Amor...
Por isso,
neste Dia Internacional da Mulher,
rendo-me com minha alma de joelhos,
agradecendo sua Existência e Plenitude...
Pedindo seu Perdão...
Lutando, procurando ser um Homem melhor no mundo...
E durante nove meses,
só continuaram vivas,
graças a sua Vida que escorria para a minha existência...
Nove meses de transformações em seu corpo,
em seu mundo emocional,
que agiam dentro de si como
a mansidão de um lago na montanha à fúria de uma tempestade no oceano...
E nem imagino como seja uma caminhada de nove meses de uma mulher,
pois eu estava em seu útero e sou um ser masculino... Mas, senti os nove meses...
Ao sair de seu Casulo Divino,
causou em você uma dor física indescritível,
seu corpo cometeu a abertura para minha chegada ao mundo...
A abertura do Amor...
Seu colo amparador e acolhedor começou a elaborar minhas primeiras bases...
Seu seio, minha fonte de alimento e prazer que manteve-me vivo e ativo...
Suas palavras que começaram a construir os valores de como andar no mundo...
Seus cuidados que me ensinaram a caminhar nas dificuldades da Vida...
Você, Mulher, que me lançou no mundo com um gesto de Amor...
No momento que fora cortado o cordão umbilical, nasceram e solidificaram outros elos de afetos...
Cresci...
E lancei-me ao mundo...
Conheci outras mulheres...
Outra forma de relação...
Quantas conheci...
Quantas sorriram...
E choraram...
Amaram...
E sofreram com minha partida...
Quantas marquei com o Amor...
Quantas marquei com a Dor...
Quantas lágrimas e mágoas deixei em minhas pegadas...
Quantas houve trocas...
Quantas usei como meros objetos de prazer...
Quantos abandonos...
Quantos sofrimentos causados...
Quantos fracassos...
Quanta solidão nesta caminhada...
Hoje...
Não mais...
Tenho minha eterna Rainha,
leal, fiel, companheira, amante Esposa.
Que também marco com prazeres e desprazeres...
Muitas vezes não me sinto digno de tanta honradez e Amor...
Por isso,
neste Dia Internacional da Mulher,
rendo-me com minha alma de joelhos,
agradecendo sua Existência e Plenitude...
Pedindo seu Perdão...
Lutando, procurando ser um Homem melhor no mundo...
domingo, 1 de junho de 2008
SEXO COM TERNURA
Nesse amor
só de ternura,
entregamo-nos com doçura...
com a loucura dos apaixonados,
doidamente enamorados...
Nossos beijos despertam
o fogo de nossos sentidos...
Nossa paixão
nos deixa ensandecidos...
Em meio a loucos devaneios,
acaricio teus seios...
Beijo-os com paixão e desejo...
E nossos momentos nunca encontram fim...
renovamos energias e recomeçamos...
só de ternura,
entregamo-nos com doçura...
com a loucura dos apaixonados,
doidamente enamorados...
Nossos beijos despertam
o fogo de nossos sentidos...
Nossa paixão
nos deixa ensandecidos...
Em meio a loucos devaneios,
acaricio teus seios...
Beijo-os com paixão e desejo...
E nossos momentos nunca encontram fim...
renovamos energias e recomeçamos...
Saudades...
Na turbulência da minha emoção,
Tento escrever versos de amor
Para abrandar o meu coração...
Peço-lhe, meu amor,
Que faça de conta que meu poema
seja uma flor,
E os versos sejam pétalas escarlates
Com aroma de amor....
Será que você, como eu, está a sofrer?
Está triste o meu coração,
Sem você não posso posso viver,
É difícil encarar essa realidade,
Não sei mais o que fazer,
Com tanta saudade!
Queira Deus que essa turbulência
Tenha logo um fim,
Tenho para mim,
Que se há um culpado, é a sua ausência
Que me faz viver triste assim.
Mas, tenho esperança
De que um dia tudo se normalizará,
Disso não quero perder a confiança,
Para que se cupram as nossas
juras de amor.
Então, encontrarmos a nossa verdade.
Ao transformar-se em realidade
os nossos sonhos...
E atirgirmos, com as Bênção de Deus,
A nossa felicidade...
Tento escrever versos de amor
Para abrandar o meu coração...
Peço-lhe, meu amor,
Que faça de conta que meu poema
seja uma flor,
E os versos sejam pétalas escarlates
Com aroma de amor....
Será que você, como eu, está a sofrer?
Está triste o meu coração,
Sem você não posso posso viver,
É difícil encarar essa realidade,
Não sei mais o que fazer,
Com tanta saudade!
Queira Deus que essa turbulência
Tenha logo um fim,
Tenho para mim,
Que se há um culpado, é a sua ausência
Que me faz viver triste assim.
Mas, tenho esperança
De que um dia tudo se normalizará,
Disso não quero perder a confiança,
Para que se cupram as nossas
juras de amor.
Então, encontrarmos a nossa verdade.
Ao transformar-se em realidade
os nossos sonhos...
E atirgirmos, com as Bênção de Deus,
A nossa felicidade...
Rastros que a saudade deixa.
Sorvendo da etérea plaga da dor,
vou vivendo meus momentos tristes.
Sempre solitária,chorando minhas
amarguras e agonias como
que o desabrochar triste de uma flor.
Na sinfonia da vida
a orquestra mais uma vez,se calou.
O silêncio adentrou minha alma
perturbou meus sentimentos,
acordou mortos instintos,
confundiu meu magoado coração.
Em cada falsete
das partituras da minha vida,
os violinos choram em surdina,
porque em cada escala
tem uma nota sofrida...
que lamenta tanta agonia.
Entre tons e semitons
o universo escurece
as nuvens aparecem,
abrindo a cortina pesada
do passado.
Trazendo essa terrível
saudade de você.
Impossível de se esquecer.
vou vivendo meus momentos tristes.
Sempre solitária,chorando minhas
amarguras e agonias como
que o desabrochar triste de uma flor.
Na sinfonia da vida
a orquestra mais uma vez,se calou.
O silêncio adentrou minha alma
perturbou meus sentimentos,
acordou mortos instintos,
confundiu meu magoado coração.
Em cada falsete
das partituras da minha vida,
os violinos choram em surdina,
porque em cada escala
tem uma nota sofrida...
que lamenta tanta agonia.
Entre tons e semitons
o universo escurece
as nuvens aparecem,
abrindo a cortina pesada
do passado.
Trazendo essa terrível
saudade de você.
Impossível de se esquecer.
Porque estou feliz...
Não me surpreende o sorriso matreiro
que ora pinta no meu rosto.
Ele é a bandeira desfraldada,
o outdoor escancarado
da minha alma em festa.
Agradam-me as asas dos pés
e o brilho de asas de borboletas
no olhar.
Encantam-me as risadas cristalinas
dizendo versos
em dourados de outono.
Divirto-me com as bolhas da água da chuva na calçada a salpicar
meus sapatos.
Saboreio o vento revirando
as toalhas no varal.
Colho raios de sol
em cada folha do jasmim,
bebo cristais das folhas luzidias pela manhã...
Danço serelepe em nuvens
grávidas de chuva.
Encontro adjetivos em verbos prontos.
Sou palavra pronta para ser lida,
começo e final,
a mão que cabe em tua luva,
o despertar dentro do sono...
Tenho a sede e a água,
a frase e o último ponto,
a caneca e o café.
De todos os bens que tenho a declarar
eu digo sem pestanejar:
Estou aqui à tua espera,
tenho asas prontas para voar.
que ora pinta no meu rosto.
Ele é a bandeira desfraldada,
o outdoor escancarado
da minha alma em festa.
Agradam-me as asas dos pés
e o brilho de asas de borboletas
no olhar.
Encantam-me as risadas cristalinas
dizendo versos
em dourados de outono.
Divirto-me com as bolhas da água da chuva na calçada a salpicar
meus sapatos.
Saboreio o vento revirando
as toalhas no varal.
Colho raios de sol
em cada folha do jasmim,
bebo cristais das folhas luzidias pela manhã...
Danço serelepe em nuvens
grávidas de chuva.
Encontro adjetivos em verbos prontos.
Sou palavra pronta para ser lida,
começo e final,
a mão que cabe em tua luva,
o despertar dentro do sono...
Tenho a sede e a água,
a frase e o último ponto,
a caneca e o café.
De todos os bens que tenho a declarar
eu digo sem pestanejar:
Estou aqui à tua espera,
tenho asas prontas para voar.
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