Mostrar mensagens com a etiqueta Waldo Luís Viana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Waldo Luís Viana. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Alarmismo ou uma Verdade Inquietante!?
egundo nota da revista Época de 07 de Janeiro corrente, página 17 o pesquisador canadense Louis Fortier faz um inquietante alerta: A extinção do Ártico pode estar mais perto do que se imagina...2010! Isto mesmo! Daqui a 2 anos!O texto(curto até pelo teor bombástico) revela que os pesquisadores começaram a rever suas estimativas para o degelo total do Ártico.Primeiro falavam em 2080(A 2 anos atrás).No começo de 2007 chegaram a conclusão que seria em 2030.Em Dezembro a NASA divulgou um estudo que prevê o derretimento em até 5 anos.Agora em nv levantamento a coisa ficou ainda mais drástica com Fortier acenando com algo em torno de 2010 ou 2015( o que estaria dentro tb dos prognósticos de 5 anos).Fortier disse:'OS MODELOS MAIS APAVORANTES,QUE NEM TINHAMOS CORAGEM DE MENCIONAR ESTÃO SE MOSTRANDO OS MAIS REALISTAS'.Só agora, segundo a nota, os pesquisadores estão entendendo melhor o mecanismo do aquecimento dos polos porisso estão revendo seus cálculos.Conforme o Ártico perde gelo, a superfície do mar absorve mais calor que o gelo.Com a agua mais quente, o gelo restante derrete mais rápido ainda.Bem, se resta algum consolo(!?) como o Ártico é uma camada flutuante, porém, seu derretimento não elevará o nível do mar, finaliza o articulista.Bom, diante de tudo isto só nos resta perguntar: Estaremos próximos de vermos a extinção de um dos lugares mais inacessíveis da Terra?Ursos Polares e toda a fauna ártica estará condenada a extinção? Toda a cultura esquimó esta fadada a deixar de ser?E pior! Será que realmente nda mudará no nível do mar? Ou será que isto não será o prenuncio de coisas piores ainda?Nunca me esqueço do filme O dia depois de amanhã;a mudança rápida e brusca predita no filme e contestada à época por pesquisadores parece estar se tornando uma triste verdade ou pelo menos é o que diz alguns setores do meio.O que fazermos? Bem, esta ai uma boa pergunta!Vc tem alguma idéia?Eu de minha parte vou fazer o meu melhor para ser digno do epíteto de...Ser Pensante e Consciente!Abs e Luz p/ todos!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
ALGUÉM CHAMA POR MINHA FILHA
Eu passava, carregado de embrulhos,
E percebi, num repente, a geração dos ciclos
Da vida, que explode sem parar um minuto,
Num solfejo de sonhos de uma tarde fria.
Caía o sol e eu estava sóbrio e triste,
Vergado pelo peso de um mau supermercado,
Que um homem faz, quando separado,
Esquecendo as melhores e mais puras mercadorias.
Estava só. Não havia sombras de albergue,
Somente nuvens cinzas do tanto-faz-da-vida,
Caminhava rápido para minha casa de aluguel,
Quando ouvi um grito limpo, dirigido ao alto.
Era um garoto sarado chamando por minha filha,
Bradando para sua janela, insatisfeito e forte.
Era um homem procurando pela menina
E um sentimento cortante invadiu meu peito.
Já gritei antanho, chamando pela amada,
Numa esperança amena que substituísse o pranto,
De não tê-la sempre ao lado, inteira,
E eis que se repete o doce panorama:
Eu era ele, com o passar dos anos,
E cruzei com meu vulto, sem que ele o soubesse,
De ciúme e orgulho perpassado ao cenho
De um pai oculto, que assistia a si mesmo,
Cumprindo em silêncio o próprio destino...
E percebi, num repente, a geração dos ciclos
Da vida, que explode sem parar um minuto,
Num solfejo de sonhos de uma tarde fria.
Caía o sol e eu estava sóbrio e triste,
Vergado pelo peso de um mau supermercado,
Que um homem faz, quando separado,
Esquecendo as melhores e mais puras mercadorias.
Estava só. Não havia sombras de albergue,
Somente nuvens cinzas do tanto-faz-da-vida,
Caminhava rápido para minha casa de aluguel,
Quando ouvi um grito limpo, dirigido ao alto.
Era um garoto sarado chamando por minha filha,
Bradando para sua janela, insatisfeito e forte.
Era um homem procurando pela menina
E um sentimento cortante invadiu meu peito.
Já gritei antanho, chamando pela amada,
Numa esperança amena que substituísse o pranto,
De não tê-la sempre ao lado, inteira,
E eis que se repete o doce panorama:
Eu era ele, com o passar dos anos,
E cruzei com meu vulto, sem que ele o soubesse,
De ciúme e orgulho perpassado ao cenho
De um pai oculto, que assistia a si mesmo,
Cumprindo em silêncio o próprio destino...
Subscrever:
Mensagens (Atom)