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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Nas ondas da ternura

Nunca deixe escapar de suas mãos, pelos vãos dos dedos, as oportunidades de ser um instrumento de
paz e ternura!
um instrumento do AMOR!
CONFIANTE na força do acolhimento, esteja sempre pronto para acolher e servir a quem quer que
seja, sob o signo do perdão e da misericórdia.
Não julgue a ninguém. Não lhe compete julgar.
Não condene. Não lhe cabe condenar.
Evite palavras e atitudes que certamente irão prejudicar e ferir pessoas.
Mergulhe fundo nas ondas da ternura e da hospitalidade.
Você só tem a ganhar!
Toda vez que você ferir alguém, você também se machuca. Por outro lado, quando ajuda alguém a
pregue-se, a reencontra-se na vida, a sentir-se gente de novo,você cresce junto, pois DEUS lhe estende
a mão, num gesto de agradecimento...

sábado, 3 de maio de 2008

Superando o mau humor

Se hoje você acordou de mau humor, brigado com a vida, por causa de tantas preocupações e situações incômodas a serem resolvidas... Se você nem está começando o dia, mas apenas dando seqüência às horas intermináveis de uma noite, em que você não conseguiu dormir direito, seja por esse ou aquele motivo... Acalme-se!
Será que existe solução para tudo?
Não queira abraçar suas preocupações e problemas, todos de uma vez só. Seus braços são pequenos demais; você não vai conseguir! Tente resolver uma coisa por vez. Todos os labirintos têm suas saidas.
Paciência é o que não pode faltar!
Deus vai estar perto de você o dia todo! Não vai se ausentar! Basta você confiar na presença dele. Venham a mim todos vocês que estão cansados sob o peso de suas cruzes, e eu lhes darei descanso
(cf. Mt II,28).

segunda-feira, 28 de abril de 2008

A Flor e a Fonte

"Deixa-me, fonte!" Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Cantava, levando a flor.

"Deixa-me, deixa-me, fonte!"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.

"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!...

Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror,
E a fonte, sonora e fria
Rolava levando a flor.

"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do pôr do sol;
"Carícia das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Fonte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!..."

As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...