Se você não estiver em minha vida
Para quem eu acordaria a cada manhã
Para quem ofereceria o meu despertar
Para quem entregaria a minha imperfeita perfeição
Que sentido teria minha vida
Sem a dor da saudade
Para quem entregaria a culpa
das promessas não cumpridas
Se você não está aqui
Onde colocaria minha arrogância
disfarçada de remorso
Como brigaria com Deus sem minha rebeldia
O que faria com um céu silencioso
Com gramados, flores, campos e mares
Se você não está aqui
Sangraria em soluço o meu lamento
O sol derreteria em orvalho com minhas lágrimas
A lua ofuscaria e não nasceria atrás da minha solidão
Nenhuma história de amor teria raízes
Se você não está aqui
Os meus fragmentos derramados no solo da Terra
Mergulhariam no murmúrio do amanhecer noturno
Não deixaria herança nem esperança
Apenas lembrança sem memória
Se você não está aqui
Nem Deus entenderia o meu viver...
Mostrar mensagens com a etiqueta Sandra Lúcia Ceccon Perazzo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sandra Lúcia Ceccon Perazzo. Mostrar todas as mensagens
sábado, 25 de julho de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
Amor Abstrato
Quando se extrai do Universo,
o sentido do amor em sua plenitude,
descobre-se a vida na totalidade.
Cessa a fuga, cessa a procura.
Simples espera, acompanhada
de sorrisos de serenidade.
Caminha-se como as nuvens,
desenhando pensamentos,
da linguagem humana.
Respira-se o ar puro renovado,
pela força da virgindade.
As idéias soltas pelo céu,
em músicas, tocam as palavras,
que são anjos.
Na Terra, a faculdade de criar.
No chão, a semente da beleza,
invisível, liga-se no Bem,
pelo próprio Bem.
Reina no Universo,
a compreensão da eternidade,
a consciência acordada,
a certeza que o futuro pertence
ao presente e ao passado.
E é assim, que o tempo se espiritualiza,
trazendo para o homem,
o respeito às intuições e às inspirações,
do amor abstrato das almas,
sejam elas, vivas ou mortas...
o sentido do amor em sua plenitude,
descobre-se a vida na totalidade.
Cessa a fuga, cessa a procura.
Simples espera, acompanhada
de sorrisos de serenidade.
Caminha-se como as nuvens,
desenhando pensamentos,
da linguagem humana.
Respira-se o ar puro renovado,
pela força da virgindade.
As idéias soltas pelo céu,
em músicas, tocam as palavras,
que são anjos.
Na Terra, a faculdade de criar.
No chão, a semente da beleza,
invisível, liga-se no Bem,
pelo próprio Bem.
Reina no Universo,
a compreensão da eternidade,
a consciência acordada,
a certeza que o futuro pertence
ao presente e ao passado.
E é assim, que o tempo se espiritualiza,
trazendo para o homem,
o respeito às intuições e às inspirações,
do amor abstrato das almas,
sejam elas, vivas ou mortas...
quarta-feira, 25 de março de 2009
A VIDA QUE PLANTEI
Sento-me a beira do dia,
Vejo passar a vida que plantei...
Foi tudo tão mecanicamente rápido,
Que não dei conta:
Da noite que circulava,
Do vento em minha pele,
Do sol batendo continência para o dia,
Da lua desfilando em retirada,
Do sorriso singelo que não foi retido,
Dos convidados que da festa partiam,
Da ausência da serenata...
Ah... nem mesmo dei conta:
Do próximo cada vez mais distante,
Da bondade adiada,
Da voz em abandono,
Do progresso alucinante,
Do silêncio não ouvido,
Do carinho adormecido,
Da corrida do homem arrogante,
Dos olhos cansados dos que têm esperança,
Da melodia não cantada,
Da flor não brotada,
Da ternura em abismo,
Da vergonha que se escondeu,
De tudo que não nasceu...
Dei conta somente:
Da verdade que morre em meu silêncio,
Dos horizontes que imagino,
Da beleza muda do filantropismo,
Do instante que passa,
Da omissão da ajuda,
Da ignorância do conformismo,
Das buscas que não busquei,
Dos sonhos que não sonhei,
Dos amores que abandonei,
Dos objetivos que não realizei,
Da música que renunciei,
Da dança que não dancei,
Da ilusão do reconhecimento,
De todas as despedidas,
Dos regressos que em vão esperei,
Das idéias escondidas,
Da tristeza do dia que não verei nascer,
Do som de uma nova vida, que não verei crescer...
Hoje...
Ah... hoje... apenas dou conta:
De tudo que fui,
De tudo que nesta vida não serei,
Da capacidade da imortalidade,
Da fidelidade do ponteiro da vida,
Caminhando para a eternidade...
Vejo passar a vida que plantei...
Foi tudo tão mecanicamente rápido,
Que não dei conta:
Da noite que circulava,
Do vento em minha pele,
Do sol batendo continência para o dia,
Da lua desfilando em retirada,
Do sorriso singelo que não foi retido,
Dos convidados que da festa partiam,
Da ausência da serenata...
Ah... nem mesmo dei conta:
Do próximo cada vez mais distante,
Da bondade adiada,
Da voz em abandono,
Do progresso alucinante,
Do silêncio não ouvido,
Do carinho adormecido,
Da corrida do homem arrogante,
Dos olhos cansados dos que têm esperança,
Da melodia não cantada,
Da flor não brotada,
Da ternura em abismo,
Da vergonha que se escondeu,
De tudo que não nasceu...
Dei conta somente:
Da verdade que morre em meu silêncio,
Dos horizontes que imagino,
Da beleza muda do filantropismo,
Do instante que passa,
Da omissão da ajuda,
Da ignorância do conformismo,
Das buscas que não busquei,
Dos sonhos que não sonhei,
Dos amores que abandonei,
Dos objetivos que não realizei,
Da música que renunciei,
Da dança que não dancei,
Da ilusão do reconhecimento,
De todas as despedidas,
Dos regressos que em vão esperei,
Das idéias escondidas,
Da tristeza do dia que não verei nascer,
Do som de uma nova vida, que não verei crescer...
Hoje...
Ah... hoje... apenas dou conta:
De tudo que fui,
De tudo que nesta vida não serei,
Da capacidade da imortalidade,
Da fidelidade do ponteiro da vida,
Caminhando para a eternidade...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
GALOPE DO AMOR
Não existe distância
Que o amor não alcança
O amor enfrenta mares,
Morros, rios, continentes
Quebra caminhos
Ousa sempre, galopa destemido
O amor, quando forte e decidido
Corre léguas selando emoções
Vai saltando milhas, roçando ventos
Audacioso queima o sol em sintonia com a brisa
O amor cavalga com asas de anjo
Voa como um cavalo alado
Semeia fé e esperança
Se faz presente nas almas dos amantes
Faz sonhar os corações
que se encontram distantes
O amor vai às alturas
Desce montanhas
Contrata ternura
Troca idéias com a doçura
Dispensa certezas
Fala cumplicidade
Escuta silêncio
Ah o amor...
Vício da lua
Brilho do sol
Furacão que devora
Brasa que sopra
Voz do trovador
Ah o amor...
Doce mistério!
Que o amor não alcança
O amor enfrenta mares,
Morros, rios, continentes
Quebra caminhos
Ousa sempre, galopa destemido
O amor, quando forte e decidido
Corre léguas selando emoções
Vai saltando milhas, roçando ventos
Audacioso queima o sol em sintonia com a brisa
O amor cavalga com asas de anjo
Voa como um cavalo alado
Semeia fé e esperança
Se faz presente nas almas dos amantes
Faz sonhar os corações
que se encontram distantes
O amor vai às alturas
Desce montanhas
Contrata ternura
Troca idéias com a doçura
Dispensa certezas
Fala cumplicidade
Escuta silêncio
Ah o amor...
Vício da lua
Brilho do sol
Furacão que devora
Brasa que sopra
Voz do trovador
Ah o amor...
Doce mistério!
sábado, 30 de agosto de 2008
QUERO FALAR...
Quero falar, desses sentimentos
que fazem sonhar o coração...
Quero deixar a doçura fazer
festa em minha alma.
Quero saudar a brisa numa tarde quente
e oferecer a primeira noite fria que encontrar.
Quero fazer da palavra, esperança.
Quero fazer da frase, ternura.
Quero fazer do amor, realidade.
Quero guardar a beleza dos sentimentos.
Quero ter a cada dia, momentos maravilhosos.
Quero encontrar tudo que desejo e sonho.
Quero que os dias passados,
a cada minuto, em todos os instantes,
retirem os motivos de nostalgia, de saudade,
de angútia, de dor, de culpa e remorso.
Quero sentir alegria pelas vitórias, pelos ganhos.
Quero crescimento nos encontros.
Quero garantir a eternidade do que sinto,
para alimentar os famintos de amor,
com minhas palavras perfumadas,
pelo aroma da beleza que é, você.
que fazem sonhar o coração...
Quero deixar a doçura fazer
festa em minha alma.
Quero saudar a brisa numa tarde quente
e oferecer a primeira noite fria que encontrar.
Quero fazer da palavra, esperança.
Quero fazer da frase, ternura.
Quero fazer do amor, realidade.
Quero guardar a beleza dos sentimentos.
Quero ter a cada dia, momentos maravilhosos.
Quero encontrar tudo que desejo e sonho.
Quero que os dias passados,
a cada minuto, em todos os instantes,
retirem os motivos de nostalgia, de saudade,
de angútia, de dor, de culpa e remorso.
Quero sentir alegria pelas vitórias, pelos ganhos.
Quero crescimento nos encontros.
Quero garantir a eternidade do que sinto,
para alimentar os famintos de amor,
com minhas palavras perfumadas,
pelo aroma da beleza que é, você.
domingo, 27 de julho de 2008
SE NÃO ESTÁ AQUI...
Se você não estiver em minha vida
Para quem eu acordaria a cada manhã
Para quem ofereceria o meu despertar
Para quem entregaria a minha imperfeita perfeição
Que sentido teria minha vida
Sem a dor da saudade
Para quem entregaria a culpa
das promessas não cumpridas
Se você não está aqui
Onde colocaria minha arrogância
disfarçada de remorso
Como brigaria com Deus sem minha rebeldia
O que faria com um céu silencioso
Com gramados, flores, campos e mares
Se você não está aqui
Sangraria em soluço o meu lamento
O sol derreteria em orvalho com minhas lágrimas
A lua ofuscaria e não nasceria atrás da minha solidão
Nenhuma história de amor teria raízes
Se você não está aqui
Os meus fragmentos derramados no solo da Terra
Mergulhariam no murmúrio do amanhecer noturno
Não deixaria herança nem esperança
Apenas lembrança sem memória
Se você não está aqui
Nem Deus entenderia o meu viver...
Para quem eu acordaria a cada manhã
Para quem ofereceria o meu despertar
Para quem entregaria a minha imperfeita perfeição
Que sentido teria minha vida
Sem a dor da saudade
Para quem entregaria a culpa
das promessas não cumpridas
Se você não está aqui
Onde colocaria minha arrogância
disfarçada de remorso
Como brigaria com Deus sem minha rebeldia
O que faria com um céu silencioso
Com gramados, flores, campos e mares
Se você não está aqui
Sangraria em soluço o meu lamento
O sol derreteria em orvalho com minhas lágrimas
A lua ofuscaria e não nasceria atrás da minha solidão
Nenhuma história de amor teria raízes
Se você não está aqui
Os meus fragmentos derramados no solo da Terra
Mergulhariam no murmúrio do amanhecer noturno
Não deixaria herança nem esperança
Apenas lembrança sem memória
Se você não está aqui
Nem Deus entenderia o meu viver...
sexta-feira, 23 de maio de 2008
No Encanto da Madrugada
No encanto da madrugada,
mergulhamos na intimidade do nosso segredo...
Entre tantas sensações e em intensa sintonia,
nossos corpos alcançam a paixão com soberania,
serenando a noite... que já se faz cedo...
mergulhamos na intimidade do nosso segredo...
Entre tantas sensações e em intensa sintonia,
nossos corpos alcançam a paixão com soberania,
serenando a noite... que já se faz cedo...
terça-feira, 20 de maio de 2008
Pudera
Pudera neste teu dia sem dilemas
Eu estivesse ainda ao teu lado,
Para ofertar-te os meus braços,
Os meus lábios, os meus poemas...
Pudera entregar-te, se pudesse,
Todos os meus sonhos e momentos,
Redescobrindo em novo alicerce,
Gosto de vida em pensamentos...
Pudera agasalhar a tua alma ardente,
Reentoar a bela canção esquecida,
Tocar teu coração enamorado, aliciente,
Cobrindo de esquecimento a despedida...
Pudera a meiga inspiração perdida,
Reaparecesse forte, soberana, valente,
Cantando em versos a ternura acariciada,
Deste amor que morreu puro e adolescente...
Eu estivesse ainda ao teu lado,
Para ofertar-te os meus braços,
Os meus lábios, os meus poemas...
Pudera entregar-te, se pudesse,
Todos os meus sonhos e momentos,
Redescobrindo em novo alicerce,
Gosto de vida em pensamentos...
Pudera agasalhar a tua alma ardente,
Reentoar a bela canção esquecida,
Tocar teu coração enamorado, aliciente,
Cobrindo de esquecimento a despedida...
Pudera a meiga inspiração perdida,
Reaparecesse forte, soberana, valente,
Cantando em versos a ternura acariciada,
Deste amor que morreu puro e adolescente...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Oferenda
Ofereço a você o aroma
a cor, o som, a vida
de todo o meu universo
nesta minha ternura que florece
Ofereço a você a graça triste
da minha saudade anônima
neste silêncio de onde escrevo
sem qualquer métrica, sem nenhuma rima
Ofereço a você os minutos coloridos
de todos os meus dias
para enfeitar suas lembranças
com as gotas dos meus sorrisos mansos
Ofereço a você a inocência
da minha esperança
que passou desapercebida
por este quase amor que não anoiteceu
Ofereço a você toda a beleza deste beijo
que retiro dos arquivos de minhas emoções
depositando serenata em sua boca de canções
Ofereço ainda o doce caminhar de minh'alma
que pisa nas nuvens de um céu adolescente
escondendo o meu coração maduro de você.
a cor, o som, a vida
de todo o meu universo
nesta minha ternura que florece
Ofereço a você a graça triste
da minha saudade anônima
neste silêncio de onde escrevo
sem qualquer métrica, sem nenhuma rima
Ofereço a você os minutos coloridos
de todos os meus dias
para enfeitar suas lembranças
com as gotas dos meus sorrisos mansos
Ofereço a você a inocência
da minha esperança
que passou desapercebida
por este quase amor que não anoiteceu
Ofereço a você toda a beleza deste beijo
que retiro dos arquivos de minhas emoções
depositando serenata em sua boca de canções
Ofereço ainda o doce caminhar de minh'alma
que pisa nas nuvens de um céu adolescente
escondendo o meu coração maduro de você.
domingo, 26 de agosto de 2007
TALVEZ...
Não sei se evocando
as pegadas de outros caminhos
ou se invocando um perdido porte
caminho me procurando a toda sorte
Talvez ainda querendo
o chão guerreiro
para achar o sentido verdadeiro
Não sei se fraqueza do momento
ou querendo ainda subir do despenhadeiro
Ando cancelando encontros
que marquei comigo mesma
E sem me achar
retorno e retomo
o efeito da nova causa
clamando por uma nobre pausa...
as pegadas de outros caminhos
ou se invocando um perdido porte
caminho me procurando a toda sorte
Talvez ainda querendo
o chão guerreiro
para achar o sentido verdadeiro
Não sei se fraqueza do momento
ou querendo ainda subir do despenhadeiro
Ando cancelando encontros
que marquei comigo mesma
E sem me achar
retorno e retomo
o efeito da nova causa
clamando por uma nobre pausa...
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
ESPERO POR TI
Minha vida toda espera por ti...
Trago na consciência esta verdade.
No coração, carrego todo o teu universo.
Nos olhos, o espelho do teu regresso...
Sou apenas guardadora de memórias...
Nas estradas que ando, músicas perdidas...
Retratos sem molduras me habitam...
Lembranças persistentes me despertam...
O reencontro está presente... indecifrável...
numa busca romântica... incansável...
Em algum lugar pousarei meus passos,
para voar ao encontro dos teus braços...
Tudo passado e nós reconstruindo
no vazio que ficou... o nosso amor!
Num momento imenso e esperado,
formam-se escudos à dor.
Cessam-se as lágrimas, braços estendidos...
Despedidas... nunca mais!...
Atos em poesia... música no ar...
Nuvens tecendo o nosso leito de paz...
Trago na consciência esta verdade.
No coração, carrego todo o teu universo.
Nos olhos, o espelho do teu regresso...
Sou apenas guardadora de memórias...
Nas estradas que ando, músicas perdidas...
Retratos sem molduras me habitam...
Lembranças persistentes me despertam...
O reencontro está presente... indecifrável...
numa busca romântica... incansável...
Em algum lugar pousarei meus passos,
para voar ao encontro dos teus braços...
Tudo passado e nós reconstruindo
no vazio que ficou... o nosso amor!
Num momento imenso e esperado,
formam-se escudos à dor.
Cessam-se as lágrimas, braços estendidos...
Despedidas... nunca mais!...
Atos em poesia... música no ar...
Nuvens tecendo o nosso leito de paz...
sexta-feira, 27 de julho de 2007
AMOR ABSTRATO
Quando se extrai do Universo,
o sentido do amor em sua plenitude,
descobre-se a vida na totalidade.
Cessa a fuga, cessa a procura.
Simples espera, acompanhada
de sorrisos de serenidade.
Caminha-se como as nuvens,
desenhando pensamentos,
da linguagem humana.
Respira-se o ar puro renovado,
pela força da virgindade.
As idéias soltas pelo céu,
em músicas, tocam as palavras,
que são anjos.
Na Terra, a faculdade de criar.
No chão, a semente da beleza,
invisível, liga-se no Bem,
pelo próprio Bem.
Reina no Universo,
a compreensão da eternidade,
a consciência acordada,
a certeza que o futuro pertence
ao presente e ao passado.
E é assim, que o tempo se espiritualiza,
trazendo para o homem,
o respeito às intuições e às inspirações,
do amor abstrato das almas,
sejam elas, vivas ou mortas...
o sentido do amor em sua plenitude,
descobre-se a vida na totalidade.
Cessa a fuga, cessa a procura.
Simples espera, acompanhada
de sorrisos de serenidade.
Caminha-se como as nuvens,
desenhando pensamentos,
da linguagem humana.
Respira-se o ar puro renovado,
pela força da virgindade.
As idéias soltas pelo céu,
em músicas, tocam as palavras,
que são anjos.
Na Terra, a faculdade de criar.
No chão, a semente da beleza,
invisível, liga-se no Bem,
pelo próprio Bem.
Reina no Universo,
a compreensão da eternidade,
a consciência acordada,
a certeza que o futuro pertence
ao presente e ao passado.
E é assim, que o tempo se espiritualiza,
trazendo para o homem,
o respeito às intuições e às inspirações,
do amor abstrato das almas,
sejam elas, vivas ou mortas...
quinta-feira, 19 de julho de 2007
OFERENDA
Ofereço a você o aroma
a cor, o som, a vida
de todo o meu universo
nesta minha ternura que florece
Ofereço a você a graça triste
da minha saudade anônima
neste silêncio de onde escrevo
sem qualquer métrica, sem nenhuma rima
Ofereço a você os minutos coloridos
de todos os meus dias
para enfeitar suas lembranças
com as gotas dos meus sorrisos mansos
Ofereço a você a inocência
da minha esperança
que passou desapercebida
por este quase amor que não anoiteceu
Ofereço a você toda a beleza deste beijo
que retiro dos arquivos de minhas emoções
depositando serenata em sua boca de canções
Ofereço ainda o doce caminhar de minh'alma
que pisa nas nuvens de um céu adolescente
escondendo o meu coração maduro de você.
a cor, o som, a vida
de todo o meu universo
nesta minha ternura que florece
Ofereço a você a graça triste
da minha saudade anônima
neste silêncio de onde escrevo
sem qualquer métrica, sem nenhuma rima
Ofereço a você os minutos coloridos
de todos os meus dias
para enfeitar suas lembranças
com as gotas dos meus sorrisos mansos
Ofereço a você a inocência
da minha esperança
que passou desapercebida
por este quase amor que não anoiteceu
Ofereço a você toda a beleza deste beijo
que retiro dos arquivos de minhas emoções
depositando serenata em sua boca de canções
Ofereço ainda o doce caminhar de minh'alma
que pisa nas nuvens de um céu adolescente
escondendo o meu coração maduro de você.
sábado, 12 de maio de 2007
GUARDA-ME EM TI
Guarda-me em ti, amor
quando a angústia do medo
tomar conta dos meus sentidos
Faça com que eu me perca
em teus braços, em teus beijos
sem culpa, sem remorso
leva-me a loucura desse desejo
que me condena
Guarda-me em ti
no instante que eu deitar no teu leito
roçando meus seios ávidos de teus lábios
sem lamentos
sussurra em meus ouvidos
a força do teu poder
sobre o meu corpo inteiro
Guarda-me em ti
quando tocar na minha carne
em febre que ilumina
a perdição da luz do desejo
dominando-me em teu peito ardente
Guarda-me em ti
quando dançarmos
nos lençóis sem limites
bebendo o adocicado veneno
transbordando
o cálice do nosso amor por inteiro.
quando a angústia do medo
tomar conta dos meus sentidos
Faça com que eu me perca
em teus braços, em teus beijos
sem culpa, sem remorso
leva-me a loucura desse desejo
que me condena
Guarda-me em ti
no instante que eu deitar no teu leito
roçando meus seios ávidos de teus lábios
sem lamentos
sussurra em meus ouvidos
a força do teu poder
sobre o meu corpo inteiro
Guarda-me em ti
quando tocar na minha carne
em febre que ilumina
a perdição da luz do desejo
dominando-me em teu peito ardente
Guarda-me em ti
quando dançarmos
nos lençóis sem limites
bebendo o adocicado veneno
transbordando
o cálice do nosso amor por inteiro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)