Luzes escuras arrebatam a noite
E choram perdões impossíveis
Folhas levadas pelo vento
Caminham em direção ao nada
Encontro do desencontro
Lágrimas secas
Mágico é o teu aconchego
Paira sobre mim com sinergia
Sou de tudo, de todos!
Só não sou de ti
Fuga de um espaço infinito
Terra sem sentidos - inóspita
Caminho de outra noite
Histórias em segredos que agonizam
Cerceiam até mesmo meus pecados
Mas insinuo que terei outra noite
Levo marcas do teu desejo
E assim perpetuo minhas vontades
Dói... Mas te amo mesmo assim
Nada mais me interessa
Decolo e aterrisso em um mesmo tempo
Faço da minha viagem uma vida
Vida que leva... Vida que se faz morte
De um amor que todos os dias renasce
Um olhar que levarei por onde for
Um sorriso que esconde qualquer dor
Um abraço que gera calor
E no frio aquece o meu amor
Sinto não poder sorrir... Quero chorar
Sinto não poder ficar... Digo adeus
Senti a fala do amor...
É muito doce...
Deixe-me efervescer tua alma
Ser vital para você ...
E se amar é ter tudo,
Para mim, basta ter você.
Mostrar mensagens com a etiqueta Reny Carvalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Reny Carvalho. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Visão Noturna
Cultiva a severidade no fundo da alma
Pessimista, idealista sem entusiasmo
Rompe o quartzo no machado vil
Em diamantadas noites, quarto sombrio
Finda-se a era em lápide opaca
Adormece no breu o menino triste
Ambição perseverante, rígida e egoísta.
E cai em desgraça a mulher que passa
É como uma estrela cadente
Que se faz astro e cai na vertente
Dormita serena a paz tão perene
Um canto, um choro e um grito solene.
E conta o ouro o pai do tesouro
Centrado em si – um corvo!
Expressão emocional dúbia
Na excentricidade do pessimismo profético
Rebeldia imprevisível na impetuosidade
Intelecto disperso, instinto possessivo.
Impulsividade insolúvel do orgulho inconsistente
Desperta o terror!... Que fazer da vida?
Pessimista, idealista sem entusiasmo
Rompe o quartzo no machado vil
Em diamantadas noites, quarto sombrio
Finda-se a era em lápide opaca
Adormece no breu o menino triste
Ambição perseverante, rígida e egoísta.
E cai em desgraça a mulher que passa
É como uma estrela cadente
Que se faz astro e cai na vertente
Dormita serena a paz tão perene
Um canto, um choro e um grito solene.
E conta o ouro o pai do tesouro
Centrado em si – um corvo!
Expressão emocional dúbia
Na excentricidade do pessimismo profético
Rebeldia imprevisível na impetuosidade
Intelecto disperso, instinto possessivo.
Impulsividade insolúvel do orgulho inconsistente
Desperta o terror!... Que fazer da vida?
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Você é a inspiração
Nos olhos um sorriso
Na boca um motivo
Na face um enfeite
No beijo, um desejo
Um marco, um caminho
Um sol, mas nada vejo
Um vale, uma trilha
Um destino – o teu beijo
Talvez uma cor, um cheiro
Quem sabe uma voz
no escuro relampeje...
Um alvo – anoiteço!
Uma alvorada - um canto
Uma madrugada – um pranto
Uma montanha, uma grandeza.
Em teus braços... a certeza.
Na boca um motivo
Na face um enfeite
No beijo, um desejo
Um marco, um caminho
Um sol, mas nada vejo
Um vale, uma trilha
Um destino – o teu beijo
Talvez uma cor, um cheiro
Quem sabe uma voz
no escuro relampeje...
Um alvo – anoiteço!
Uma alvorada - um canto
Uma madrugada – um pranto
Uma montanha, uma grandeza.
Em teus braços... a certeza.
Subscrever:
Mensagens (Atom)