Por entre a paz
com a tranquilidade
de uma humanidade
por vezes estranha
Qando as letras dançam
no Universo dos poetas
surge a inspiração
com o sorriso
sincero e humano
sinto as pétalas
de uma flor
sorridente
que me dá força
oferece-me uma caneta
e no bailar da palavras
surge um poema
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domingo, 15 de novembro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Questões
Iluminando o espaço
a candeia da paz da irmandade
precisa da compreensão humana
por caminhos pedregosos
A ganância e o ódio
alimentam a podridão
desvirtuam a humildade
a serenidade torna-se selvagem
A guerra entre religiões
destrói e aniquila
civilizações milenares
por entre o santuário divino
Sejamos compreensivos
o ódio entre religiões
autêntica estupidez
maior é quando o Deus é o mesmo.
a candeia da paz da irmandade
precisa da compreensão humana
por caminhos pedregosos
A ganância e o ódio
alimentam a podridão
desvirtuam a humildade
a serenidade torna-se selvagem
A guerra entre religiões
destrói e aniquila
civilizações milenares
por entre o santuário divino
Sejamos compreensivos
o ódio entre religiões
autêntica estupidez
maior é quando o Deus é o mesmo.
A Amizade
A amizade
deve ser como um rio
que se renova
se expande
A verdadeira amizade
continua
mesmo em alturas
de tempestade
As horas sentem-se
nos corações dos amigos
na cavalgada longínqua
na serenidade dos tempos
Por tempos difíceis
ela é perene
como uma rosa que chora
como um dilúvio.
deve ser como um rio
que se renova
se expande
A verdadeira amizade
continua
mesmo em alturas
de tempestade
As horas sentem-se
nos corações dos amigos
na cavalgada longínqua
na serenidade dos tempos
Por tempos difíceis
ela é perene
como uma rosa que chora
como um dilúvio.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A Paz
Na paz
sente-se a serenidade
a tranquilidade
de uma alma consciente
no passeio de Deus
Como uma flor
abre suas pétalas
expande o aroma
de uma paisagem longínqua
Atravessa os mares caudalosos
no silêncio das ondas
enquanto as crianças brincam
no jardim da paz.
sente-se a serenidade
a tranquilidade
de uma alma consciente
no passeio de Deus
Como uma flor
abre suas pétalas
expande o aroma
de uma paisagem longínqua
Atravessa os mares caudalosos
no silêncio das ondas
enquanto as crianças brincam
no jardim da paz.
domingo, 27 de julho de 2008
O Solitário
Sinto-me encarcerado
na solidão do meu ser
por nuvens cobertas de sons
na amplidão do Universo
É a razão de uma grandiosidade
pelo infinito da minha alma
que transpõe barreiras
no suavizar de um violino
É a sonoridade de um Beethoven
na alegoria da nona sinfonia
são os cânticos celestiais
que transpõem o meu ouvido
São bocejos alegres da orquestra
através do meu jardim
onde me encontro perdido
no soar das pétalas de uma rosa.
na solidão do meu ser
por nuvens cobertas de sons
na amplidão do Universo
É a razão de uma grandiosidade
pelo infinito da minha alma
que transpõe barreiras
no suavizar de um violino
É a sonoridade de um Beethoven
na alegoria da nona sinfonia
são os cânticos celestiais
que transpõem o meu ouvido
São bocejos alegres da orquestra
através do meu jardim
onde me encontro perdido
no soar das pétalas de uma rosa.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Quando o Luar
Quando o Luar se abre
sinto o teu aroma delicioso
que me enternece
na fragilidade do tempo.
sinto o teu aroma delicioso
que me enternece
na fragilidade do tempo.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Talvez seja doido
Hoje e só hoje
não sou poeta
sou a maldição
coberto de nuvens
Tenho fome de sangue
o sangue dos malditos
que merece ir para a cadeia
apoderar-me da maldição
da ganância podre
destruir com o Mal
todos os corruptos
roubar todas as riquezas
e distribui-las pelos pobres
Depois por entre as grades
de uma prisão imunda
voltarei a ser de novo
um poeta vagabundo
com a vergonha de tal ato
mas a sorrir para um mundo
menos pobre
sentir a alegria das crianças
Mas se a vergonha for muita
a dor de tal ato
só tenho uma solução
o suicídio.
não sou poeta
sou a maldição
coberto de nuvens
Tenho fome de sangue
o sangue dos malditos
que merece ir para a cadeia
apoderar-me da maldição
da ganância podre
destruir com o Mal
todos os corruptos
roubar todas as riquezas
e distribui-las pelos pobres
Depois por entre as grades
de uma prisão imunda
voltarei a ser de novo
um poeta vagabundo
com a vergonha de tal ato
mas a sorrir para um mundo
menos pobre
sentir a alegria das crianças
Mas se a vergonha for muita
a dor de tal ato
só tenho uma solução
o suicídio.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
É Mentira
É mentira que tenho 70 anos e me lembro perfeitamente de quando tinha 6 anos ouvir meus pais falarem na segunda guerra mundial.
De a Europa estar a ter grandes dificuldades devido à Guerra.
É mentira de termos racionamento de alimentos devido à guerra e minha mãe ter senhas e ir para a bicha para conseguir arranjar comida.
É mentira de eu em Lisboa até ver no Oceano depois do rio Tejo, luzes de explosões da Guerra.
É mentira que tínhamos que pôr tiras de papel nas janelas para evitar que se partissem com os estrondos da guerra.
É mentira que ouvia o meu pai a falar que estavam a matar judeus em massa na Alemanha e os punham vivos em fornos bastante grandes.
Também é mentira que existiu um embaixador português chamado Aristides Sousa Mendes que passsou milhares de passaportes falsos a judeus para se salvarem do holocausto.
É mentira que estive em Haifa em serviço com os meus 30 anos e alguém me contou que Israel era território inglês e que foi cedido a todos os judeus para evitar mais chacinas de judeus.
É mentira que Hitler quando viu a guerra perdida se suicidou
Quero que alguém sério se atreva a dizer-me que o holocausto nunca existiu.
Cambada de aldrabões é o que são todos aqueles que se atreverem a desmentir-me e dizer que o holocausto nunca existiu.
Se o holocausto nunca existiu, também a Inglaterra ou qualquer país também nunca existiu
Desculpem-me mas todos aqueles que desconfiarem das palavras de um velho são uma cambada de imbecis. Tenham vergonha e respeitem o passado por muito triste que foi.
De a Europa estar a ter grandes dificuldades devido à Guerra.
É mentira de termos racionamento de alimentos devido à guerra e minha mãe ter senhas e ir para a bicha para conseguir arranjar comida.
É mentira de eu em Lisboa até ver no Oceano depois do rio Tejo, luzes de explosões da Guerra.
É mentira que tínhamos que pôr tiras de papel nas janelas para evitar que se partissem com os estrondos da guerra.
É mentira que ouvia o meu pai a falar que estavam a matar judeus em massa na Alemanha e os punham vivos em fornos bastante grandes.
Também é mentira que existiu um embaixador português chamado Aristides Sousa Mendes que passsou milhares de passaportes falsos a judeus para se salvarem do holocausto.
É mentira que estive em Haifa em serviço com os meus 30 anos e alguém me contou que Israel era território inglês e que foi cedido a todos os judeus para evitar mais chacinas de judeus.
É mentira que Hitler quando viu a guerra perdida se suicidou
Quero que alguém sério se atreva a dizer-me que o holocausto nunca existiu.
Cambada de aldrabões é o que são todos aqueles que se atreverem a desmentir-me e dizer que o holocausto nunca existiu.
Se o holocausto nunca existiu, também a Inglaterra ou qualquer país também nunca existiu
Desculpem-me mas todos aqueles que desconfiarem das palavras de um velho são uma cambada de imbecis. Tenham vergonha e respeitem o passado por muito triste que foi.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Alma livre
Quem me dera estar entre as estrelas
através da transição
passeando por entre mares
sentindo-me despido na fragilidade de um corpo
Quem me dera em liberdade
longe de maus pensamentos
na ruína da maldade
na ingenuidade de uma criança
Rever outros espíritos
falar com os génios da música
no encanto do silêncio
por entre as árvores espaciais
Sentir o palpitar da natureza
na magia de uma rosa
sorridente e feliz
no hiper espaço
Tornar-me-ei livre
de um corpo
que se transforma em pó
na fogueira da libertação
No encontro
de novos seres
que aguardam
seu regresso.
E o processo renova-se
na continuidade
como um enviado por Deus
e o milagre da natureza acontece
através da transição
passeando por entre mares
sentindo-me despido na fragilidade de um corpo
Quem me dera em liberdade
longe de maus pensamentos
na ruína da maldade
na ingenuidade de uma criança
Rever outros espíritos
falar com os génios da música
no encanto do silêncio
por entre as árvores espaciais
Sentir o palpitar da natureza
na magia de uma rosa
sorridente e feliz
no hiper espaço
Tornar-me-ei livre
de um corpo
que se transforma em pó
na fogueira da libertação
No encontro
de novos seres
que aguardam
seu regresso.
E o processo renova-se
na continuidade
como um enviado por Deus
e o milagre da natureza acontece
O Ódio e o Crime em Massa
Os monstros
a desumanidade
a violência
penetrou na minha mente
Era miúdo
mas minha alma já sangrava
ao saber do horror
do holocausto
A realidade
perdia-se em minha mente
lágrimas sangravam
de medo do horror
Cheguei a duvidar
mas meu pai
contou-me a realidade
da morte de quem não merecia
Hoje e sempre
que me falarem em holocausto
a tristeza invade-me
e recordo o passado.
a desumanidade
a violência
penetrou na minha mente
Era miúdo
mas minha alma já sangrava
ao saber do horror
do holocausto
A realidade
perdia-se em minha mente
lágrimas sangravam
de medo do horror
Cheguei a duvidar
mas meu pai
contou-me a realidade
da morte de quem não merecia
Hoje e sempre
que me falarem em holocausto
a tristeza invade-me
e recordo o passado.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Alma livre
Quem me dera estar entre as estrelas
através da transição
passeando por entre mares
sentindo-me despido na fragilidade de um corpo
Quem me dera em liberdade
longe de maus pensamentos
na ruína da maldade
na ingenuidade de uma criança
Rever outros espíritos
falar com os génios da música
no encanto do silêncio
por entre as árvores espaciais
Sentir o palpitar da natureza
na magia de uma rosa
sorridente e feliz
no hiper espaço
Tornar-me-ei livre
de um corpo
que se transforma em pó
na fogueira da libertação
No encontro
de novos seres
que aguardam
seu regresso.
E o processo renova-se
na continuidade
como um enviado por Deus
e o milagre da natureza acontece.
através da transição
passeando por entre mares
sentindo-me despido na fragilidade de um corpo
Quem me dera em liberdade
longe de maus pensamentos
na ruína da maldade
na ingenuidade de uma criança
Rever outros espíritos
falar com os génios da música
no encanto do silêncio
por entre as árvores espaciais
Sentir o palpitar da natureza
na magia de uma rosa
sorridente e feliz
no hiper espaço
Tornar-me-ei livre
de um corpo
que se transforma em pó
na fogueira da libertação
No encontro
de novos seres
que aguardam
seu regresso.
E o processo renova-se
na continuidade
como um enviado por Deus
e o milagre da natureza acontece.
sábado, 26 de janeiro de 2008
Passeei
Uma gota de água
veio buscar meu pensamento
passeei no horizonte dos génios
por entre as flores da fantasia
Senti minha alma
fresca e feliz
andei por entre as nuvens
falei com os génios do passado
Ouvi suas obras geniais
aquela música suave
a formosura de seus quadros
atravessaram meu ser
Falei com Miguel Ângelo
com Beethoven e com Mozart
Ouvi a nona sinfonia
a Flauta Mágica
E perdi-me por entre os quadros
de grandes pintores
que deram vida e alegria
a um pobre poeta que sou.
veio buscar meu pensamento
passeei no horizonte dos génios
por entre as flores da fantasia
Senti minha alma
fresca e feliz
andei por entre as nuvens
falei com os génios do passado
Ouvi suas obras geniais
aquela música suave
a formosura de seus quadros
atravessaram meu ser
Falei com Miguel Ângelo
com Beethoven e com Mozart
Ouvi a nona sinfonia
a Flauta Mágica
E perdi-me por entre os quadros
de grandes pintores
que deram vida e alegria
a um pobre poeta que sou.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Em Frente Portugueses
Serenamente
caminho no silêncio
perturbado
incomodado pela malvadez
de certos políticos
A corrupção
magoa meu ser
quando ouço os gritos
do choro dos pobres
que nem têm direito a comer
Minhas lágrimas
de raiva e desespero
podem-me tornar um criminoso
se puder acabar com a maldita
política suja e podre
Precisamos
de um novo 25 de Abril
para acabar com esses energúmenos
prenhes de demagogia
que se contradizem
e vomitam incompetência
Povo Português
despertemos deste maldito pesadelo
que corrói nossa alma
renovemos nossa pátria
amada e querida
Então as crianças
voltarão a ser felizes
os homens trabalharão
com mais vontade
e a produtividade aumentará
Uma nova Pátria
se levantará
despertará para uma nova vida
ergamos a bandeira da esperança
e os gritos de vitória ressoarão!!!
caminho no silêncio
perturbado
incomodado pela malvadez
de certos políticos
A corrupção
magoa meu ser
quando ouço os gritos
do choro dos pobres
que nem têm direito a comer
Minhas lágrimas
de raiva e desespero
podem-me tornar um criminoso
se puder acabar com a maldita
política suja e podre
Precisamos
de um novo 25 de Abril
para acabar com esses energúmenos
prenhes de demagogia
que se contradizem
e vomitam incompetência
Povo Português
despertemos deste maldito pesadelo
que corrói nossa alma
renovemos nossa pátria
amada e querida
Então as crianças
voltarão a ser felizes
os homens trabalharão
com mais vontade
e a produtividade aumentará
Uma nova Pátria
se levantará
despertará para uma nova vida
ergamos a bandeira da esperança
e os gritos de vitória ressoarão!!!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Perdido Ando
Sou poeta vadio
passeio nas estradas da solidão
nas calçadas nuas de rosas
por entre as escarpas do medo
Sou vagabundo perdido
por entre a relva infantil
na magia do jardim das flores
na indecisão de um passado
Sinto-me leve como uma ave
nas nuvens de um futuro
por vezes perdido
e bastante incógnito
Com o meu fim
meus poemas
transformam-se em pó
e rapidamente sou esquecido.
passeio nas estradas da solidão
nas calçadas nuas de rosas
por entre as escarpas do medo
Sou vagabundo perdido
por entre a relva infantil
na magia do jardim das flores
na indecisão de um passado
Sinto-me leve como uma ave
nas nuvens de um futuro
por vezes perdido
e bastante incógnito
Com o meu fim
meus poemas
transformam-se em pó
e rapidamente sou esquecido.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Suavemente
Seus pés de lã
sua dança milagrosa
com tanta suavidade
engalanava o palco
com beleza e flores
que engrandecia a melodia
O silêncio e a maravilha
misturavam-se no palco
com tanto fascínio
com tanto encanto
entre o "Quebra Nozes"
na beleza do bailado
Grandioso
fascinante
preenchia o silêncio da sala
engalanada
recheada de milagres singulares
na magia dos sons.
sua dança milagrosa
com tanta suavidade
engalanava o palco
com beleza e flores
que engrandecia a melodia
O silêncio e a maravilha
misturavam-se no palco
com tanto fascínio
com tanto encanto
entre o "Quebra Nozes"
na beleza do bailado
Grandioso
fascinante
preenchia o silêncio da sala
engalanada
recheada de milagres singulares
na magia dos sons.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Poema perdido
Paseando en el desierto
en el encanto de la bondad
encontré mi hermana
triste y revuelta
Comprendí su amargura
y lágrimas se deslizaron
en el suelo cubierto de odio
por una persecución injusta
Mi rabia fue grande
pues su pueblo
siempre fue martirizado
por el odio de unos monstruos
Rivkah Cohen
Mi corazón
no soporta
esos malhechores
Si somos todos hijos de Dios
para qué tantas muertes
en la inutilidad de un Universo
en la indiferencia injusta.
No mi hermana
estaré siempre a tu lado
hasta en la hora de la muerte
inútil e injusta
en el encanto de la bondad
encontré mi hermana
triste y revuelta
Comprendí su amargura
y lágrimas se deslizaron
en el suelo cubierto de odio
por una persecución injusta
Mi rabia fue grande
pues su pueblo
siempre fue martirizado
por el odio de unos monstruos
Rivkah Cohen
Mi corazón
no soporta
esos malhechores
Si somos todos hijos de Dios
para qué tantas muertes
en la inutilidad de un Universo
en la indiferencia injusta.
No mi hermana
estaré siempre a tu lado
hasta en la hora de la muerte
inútil e injusta
terça-feira, 27 de novembro de 2007
O Vagabundo das Trevas
Voam meus pensamentos
cobertos de beijos teus
que se perdem
no firmamento
São alegres
cobertos de magia
com os sons de Mozart
que se abrem no horizonte
Mas continuas fugidia
e eu um triste vagabundo
que te adora
na fronteira de um amor ousado
Enlouqueço
se continuas ausente
neste sonho de vaidades
com o coração despedaçado.
cobertos de beijos teus
que se perdem
no firmamento
São alegres
cobertos de magia
com os sons de Mozart
que se abrem no horizonte
Mas continuas fugidia
e eu um triste vagabundo
que te adora
na fronteira de um amor ousado
Enlouqueço
se continuas ausente
neste sonho de vaidades
com o coração despedaçado.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
sábado, 3 de novembro de 2007
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