Mortas quase todas as esperanças
Já não existem jardins, só pedras frias
Roupas farrapos são suas vestes
Sofrimento, a fome sem ter o pão
A inocência ceifada pela arma
Criando assim mais um marginal
Educação ali é quase nada
Mortos espalhados pelo chão
Violência, choro e descaso da união.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
TEU ABRAÇO MEU SORRISO
Em cada abraço teu nasce um sorriso meu
Massageando os corações, nas mais lindas intenções
Abraço apertado energias trocadas.
Sorriso meu que brota no encanto do amor
Em cada abraço apertado tem meu sorriso dobrado.
Massageando os corações, nas mais lindas intenções
Abraço apertado energias trocadas.
Sorriso meu que brota no encanto do amor
Em cada abraço apertado tem meu sorriso dobrado.
domingo, 21 de novembro de 2010
VÔO SOLITÁRIO
Vôo triste por sobre os campos,
Lanço olhar viro e rodeio em sobrevôos,
onde meu olhar possa alcançar.
A Natureza pungente em meus mais sensíveis
sentidos faz rememorar dias outros de alegria.
Meu coração palpitante é pura a emoção,
Do sentir que vai ao longe... outros ares
e mares, ei de prosseguir!
No céu, no mar vôo alucinado,
Pranteio corel de lágrimas,
Notívagos nada acalma.
A saudade avassaladora,
Faz refletir em meus olhos
Os teus que já há muito não vejo.
Lanço olhar viro e rodeio em sobrevôos,
onde meu olhar possa alcançar.
A Natureza pungente em meus mais sensíveis
sentidos faz rememorar dias outros de alegria.
Meu coração palpitante é pura a emoção,
Do sentir que vai ao longe... outros ares
e mares, ei de prosseguir!
No céu, no mar vôo alucinado,
Pranteio corel de lágrimas,
Notívagos nada acalma.
A saudade avassaladora,
Faz refletir em meus olhos
Os teus que já há muito não vejo.
A MÃO DE DEUS
A mão de Deus está onde posso alcançar,
Sem ao menos poder ver, sei que Nele posso crer!
Sua mão sempre me socorre.
Nele confio, meus passos Ele guia!
Pai Maior que tudo vê,
Vem logo em nosso auxílio nos socorrer...
E nesse amor de Pai, Criador,
Sempre nos lança o bem, e nos tira da dor!
Pai amado, divindade infinda!!
Nos deu a Terra que acolhe...
Pai suplico, não esqueça dos que passam fome!
Não esqueça os leitos onde muitos passam dores!
Não esqueça Pai, dos que sentem dores na alma
Depressão que afunda, inativa fica ao mundo,
Pai, escuta sua filha que agora clama!
Amor que arde em chamas,
Espírito Santo nos conforte!
Sejamos fortes, confiantes
Justiça na Terra, Pai!
Sem ao menos poder ver, sei que Nele posso crer!
Sua mão sempre me socorre.
Nele confio, meus passos Ele guia!
Pai Maior que tudo vê,
Vem logo em nosso auxílio nos socorrer...
E nesse amor de Pai, Criador,
Sempre nos lança o bem, e nos tira da dor!
Pai amado, divindade infinda!!
Nos deu a Terra que acolhe...
Pai suplico, não esqueça dos que passam fome!
Não esqueça os leitos onde muitos passam dores!
Não esqueça Pai, dos que sentem dores na alma
Depressão que afunda, inativa fica ao mundo,
Pai, escuta sua filha que agora clama!
Amor que arde em chamas,
Espírito Santo nos conforte!
Sejamos fortes, confiantes
Justiça na Terra, Pai!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
TECENDO O AMOR
Seu amor me faz viver
Com ternura em palavras
Olhar de sonhador
Me encanta, me enlaça,
Tecendo o amor.
Vem como um menino,
Encantador sonha comigo.
Enche meus dias de esperanças,
Nossas vidas, nossos destinos.
Com ternura em palavras
Olhar de sonhador
Me encanta, me enlaça,
Tecendo o amor.
Vem como um menino,
Encantador sonha comigo.
Enche meus dias de esperanças,
Nossas vidas, nossos destinos.
domingo, 17 de outubro de 2010
MARCAS DA COVARDIA
Carne rasgada, alma tatuada pela dor
Seu grito abafado em meio a multidão
Rosto anônimo, olhar atônito sem lágrimas
Sem sorrisos, sem um grito de socorro,
abafando assim seus sonhos.
Feridas que não cicatrizam
São as marcas do desamor
A violência impera correndo
às soltas pelas sombras das cidades.
Aguarda apenas que a luz da nova aurora
Traga a tão almejada liberdade!
Seu grito abafado em meio a multidão
Rosto anônimo, olhar atônito sem lágrimas
Sem sorrisos, sem um grito de socorro,
abafando assim seus sonhos.
Feridas que não cicatrizam
São as marcas do desamor
A violência impera correndo
às soltas pelas sombras das cidades.
Aguarda apenas que a luz da nova aurora
Traga a tão almejada liberdade!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
LÁGRIMAS NA VOZ
Lágrimas na voz, dor no coração
É o choro sentido, vem com a emoção
De dias outros vividos, o tempo não traz de volta
Só resta a esperança que nasce com nova aurora
Marcas da vida, experiências vividas.
Lágrimas na voz tem saudade doída.
É o choro sentido, vem com a emoção
De dias outros vividos, o tempo não traz de volta
Só resta a esperança que nasce com nova aurora
Marcas da vida, experiências vividas.
Lágrimas na voz tem saudade doída.
Brotam-me Versos
Brotam-me versos sentidos, versos de amor
Esperançosos, outros nem tanto, puro dissabor
Na chuva que cai, banhando a terra,
Brotam-me versos, eternos encerram.
Trago na escrita o que vem da minh’alma,
Nela sentida, acalma, afaga.
Ternura envolvente como nuvens macias,
Do céu azul do teu mar nele inspira.
Esperançosos, outros nem tanto, puro dissabor
Na chuva que cai, banhando a terra,
Brotam-me versos, eternos encerram.
Trago na escrita o que vem da minh’alma,
Nela sentida, acalma, afaga.
Ternura envolvente como nuvens macias,
Do céu azul do teu mar nele inspira.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
ÚLTIMA PRESENÇA
Bateu o sino na capela, muitas lágrimas alí rolaram,
desespero ao meio do nada.
Era o ultimo adeus, a última presença,
Corpo inerte, sem alma alí esperava.
Desceu para a terra em ato solene,
Flores, pétalas cairam...
Como lágrimas fossem adornando todo o espaço.
Nada pode ser feito, apenas o profundo pensamento,
Onde viva está a todo momento.
A saudade aumenta, nada posso fazer....
Amo eternamente até e além do meu viver.
desespero ao meio do nada.
Era o ultimo adeus, a última presença,
Corpo inerte, sem alma alí esperava.
Desceu para a terra em ato solene,
Flores, pétalas cairam...
Como lágrimas fossem adornando todo o espaço.
Nada pode ser feito, apenas o profundo pensamento,
Onde viva está a todo momento.
A saudade aumenta, nada posso fazer....
Amo eternamente até e além do meu viver.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
ASSIM
Do dia a alegria
O sol irradia
Recomeço é vida.
Das águas das chuvas
No céu o arco-íris
Ao encontro do sol
Da noite a lua
O brilho de prata
ilumina a calçada
Delineando a caminhada
Assim é a vida
Sentimentos, cores
A Natureza premeia
Amor, amores....
O sol irradia
Recomeço é vida.
Das águas das chuvas
No céu o arco-íris
Ao encontro do sol
Da noite a lua
O brilho de prata
ilumina a calçada
Delineando a caminhada
Assim é a vida
Sentimentos, cores
A Natureza premeia
Amor, amores....
sábado, 2 de outubro de 2010
SONS DA NATUREZA
Fecho os olhos ouço a natureza falar,
Através dos sons em tudo que nela há.
As águas que caem das cascatas na mata,
Dos pássaros que cantam adornando seus ninhos,
Sons da fauna desbravando as matas,
Ventos cantando em silvos.
Magia e mistério no ar,
Em folhas que caem das árvores frondozas
Do riacho, ouço o mais calmo murmúrio
Do Mar, o mais alto das ondas que caem
A noite que avança com o som do silêncio
Nasce a manhã com chilrear de pássaros
Inebriam e encantam em perfeita harmonia.
É a vida com sons que acalentam a alma.
Através dos sons em tudo que nela há.
As águas que caem das cascatas na mata,
Dos pássaros que cantam adornando seus ninhos,
Sons da fauna desbravando as matas,
Ventos cantando em silvos.
Magia e mistério no ar,
Em folhas que caem das árvores frondozas
Do riacho, ouço o mais calmo murmúrio
Do Mar, o mais alto das ondas que caem
A noite que avança com o som do silêncio
Nasce a manhã com chilrear de pássaros
Inebriam e encantam em perfeita harmonia.
É a vida com sons que acalentam a alma.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
ÚLTIMA PRESENÇA
Bateu o sino na capela, muitas lágrimas alí rolaram,
desespero ao meio do nada.
Era o ultimo adeus, a última presença,
Corpo inerte, sem alma alí esperava.
Desceu para a terra em ato solene,
Flores, pétalas cairam...
Como lágrimas fossem adornando todo o espaço.
Nada pode ser feito, apenas o profundo pensamento,
Onde viva está a todo momento.
A saudade aumenta, nada posso fazer....
Amo eternamente até e além do meu viver.
desespero ao meio do nada.
Era o ultimo adeus, a última presença,
Corpo inerte, sem alma alí esperava.
Desceu para a terra em ato solene,
Flores, pétalas cairam...
Como lágrimas fossem adornando todo o espaço.
Nada pode ser feito, apenas o profundo pensamento,
Onde viva está a todo momento.
A saudade aumenta, nada posso fazer....
Amo eternamente até e além do meu viver.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A LUA BRILHA SOBRE MIM
Posso sentir a magia,
brilho encantador.
Tornando tudo prata,
Caindo sobre o caminho,
dissipando a escuridão.
Enluarado o céu na noite cálida,
Outrora azulado no dia ensolarado.
Reluz Lua, brilha sobre mim!
brilho encantador.
Tornando tudo prata,
Caindo sobre o caminho,
dissipando a escuridão.
Enluarado o céu na noite cálida,
Outrora azulado no dia ensolarado.
Reluz Lua, brilha sobre mim!
ENALTEÇO
Cantos líricos agora entoam
Pássaros bordam o céu
Trazendo o horizonte que cobre
Toda esperança nela contida
É o amor que enaltece
Traz energia é vida!
Enalteço o amor
Que nos traz a paz
Reparto com todos
Meu sentimento maior
O amor é contagiante
Cura renova as esperanças
Aumentam nossos sonhos
Para mais vida podermos ter.
Pois sem sonhos nada somos
Como é bom assim viver!
Pássaros bordam o céu
Trazendo o horizonte que cobre
Toda esperança nela contida
É o amor que enaltece
Traz energia é vida!
Enalteço o amor
Que nos traz a paz
Reparto com todos
Meu sentimento maior
O amor é contagiante
Cura renova as esperanças
Aumentam nossos sonhos
Para mais vida podermos ter.
Pois sem sonhos nada somos
Como é bom assim viver!
VÉU
A noite fria traz a solidão
Tirando o véu da cegueira
Que teima cobrir meus olhos
Ilusões já não as tenho mais
Nova aurora se inicia
Pé no chão seguir a vida
Sou minha fiel companhia.
Tirando o véu da cegueira
Que teima cobrir meus olhos
Ilusões já não as tenho mais
Nova aurora se inicia
Pé no chão seguir a vida
Sou minha fiel companhia.
MEU SILÊNCIO
Voam na brisa triste minhas palavras
Soam como um prelúdio do meu silêncio
Elas levam as lembranças saudosas
Toda esperança que existia
No refúgio agora acalento.
O amor levo comigo
Em um lugar chamado coração
Lá é a sua fiel morada
Mesmo que adormecido
É nele que embalo e cultivo
Meus sonhos de amor mais incontidos
Soam como um prelúdio do meu silêncio
Elas levam as lembranças saudosas
Toda esperança que existia
No refúgio agora acalento.
O amor levo comigo
Em um lugar chamado coração
Lá é a sua fiel morada
Mesmo que adormecido
É nele que embalo e cultivo
Meus sonhos de amor mais incontidos
quarta-feira, 9 de junho de 2010
INFÂNCIA AMIGA
Quando recordo os tempos,
Do cheiro da terra molhada
Lembro dos meus amigos queridos
Que partiram nessa longa caminhada.
Brincadeiras de crianças,
Corre corre no chão,
Sem asfaltos ou mesmo prédios
Era assim o cenário da emoção.
Desfrutamos de pura amizade,
Na infância assim marcou
O que outrora passamos juntos,
E nessa vida foi o que restou.
O futuro veio à galope
Deixando tudo para trás,
Mas o que jamais passará
É a doce e terna lembrança,
Dos risos, das falas de crianças,
Onde almas marcaram,
Resistindo ao próprio tempo
Apagada jamais será.
Do cheiro da terra molhada
Lembro dos meus amigos queridos
Que partiram nessa longa caminhada.
Brincadeiras de crianças,
Corre corre no chão,
Sem asfaltos ou mesmo prédios
Era assim o cenário da emoção.
Desfrutamos de pura amizade,
Na infância assim marcou
O que outrora passamos juntos,
E nessa vida foi o que restou.
O futuro veio à galope
Deixando tudo para trás,
Mas o que jamais passará
É a doce e terna lembrança,
Dos risos, das falas de crianças,
Onde almas marcaram,
Resistindo ao próprio tempo
Apagada jamais será.
MOTIVOS
Poesias se eternizam
em momentos de sonhos e magia.
Saudam o amor, a paixão, a saudade.
Figuram o sol no horizonte
dando boas vindas à noite.
As estrelas que salpicadas no céu
Encantam um olhar,
a Lua que imite sua luz
deixando prateados os caminhos,
A aurora de um novo dia
Trazendo esperanças,
tudo é motivo de pura poesia.
Com o vislumbre no olhar
atento a tudo que vemos
é assim na sensibilidade
que passamos o que sentimos.
Em cada olhar, cada gesto
testemunhamos a vida que vibra
e nasce em pura alegria.
Nas mazelas dos pobres
e mesmo dos injustiçados
temos a poesia que fala
em gritos e prados.
O poeta transcreve a vida,
Em papel branco surge a escrita,
Que para chegar aos corações,
Basta ser fiel às suas emoções.
em momentos de sonhos e magia.
Saudam o amor, a paixão, a saudade.
Figuram o sol no horizonte
dando boas vindas à noite.
As estrelas que salpicadas no céu
Encantam um olhar,
a Lua que imite sua luz
deixando prateados os caminhos,
A aurora de um novo dia
Trazendo esperanças,
tudo é motivo de pura poesia.
Com o vislumbre no olhar
atento a tudo que vemos
é assim na sensibilidade
que passamos o que sentimos.
Em cada olhar, cada gesto
testemunhamos a vida que vibra
e nasce em pura alegria.
Nas mazelas dos pobres
e mesmo dos injustiçados
temos a poesia que fala
em gritos e prados.
O poeta transcreve a vida,
Em papel branco surge a escrita,
Que para chegar aos corações,
Basta ser fiel às suas emoções.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
PÁSSAROS
Voam sincronizados bailando no azul,
São aves cintilantes marcando o céu.
Meu olhar passeia nesse bailar,
Momentos que marcam é a natureza a falar.
Do alto domínio seguem caminhos,
Nessa união que perdura no tempo infindo.
Em liberdade seguem nesse cenário esplendido,
A natureza nos ensina assim a lição.
Alegres cantos entoam trazendo paz ao coração.
E nesse momento mágico,
Meus olhos presenciam a mão do Criador.
São aves cintilantes marcando o céu.
Meu olhar passeia nesse bailar,
Momentos que marcam é a natureza a falar.
Do alto domínio seguem caminhos,
Nessa união que perdura no tempo infindo.
Em liberdade seguem nesse cenário esplendido,
A natureza nos ensina assim a lição.
Alegres cantos entoam trazendo paz ao coração.
E nesse momento mágico,
Meus olhos presenciam a mão do Criador.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
CASINHA BRANCA
Uma casinha branca ao pé da serra,
Alvos sonhos nela se encerram,
A natureza impera!
Da janela onde violetas adornam,
vejo o sol, dependurado em nuvens macias,
Na aurora que se inicia, cantos de pássaros,
Inundam de harmonia e paz o nosso Lar.
No forno a lenha pão fresquinho,
Café quentinho e o aroma forte
A mesa posta une nossa família,
Na jornada de mais um dia
Temos como meta nossa alegria,
Vivemos nossas vidas,
Em dias e dias de amor e paz.
E quando a noite chegar,
Na varanda, eu e tu, namoramos
No embalo da rede sobre o clarão da lua,
Tendo como testemunha...
Estrelas e lua,
Desse nosso amar.
Alvos sonhos nela se encerram,
A natureza impera!
Da janela onde violetas adornam,
vejo o sol, dependurado em nuvens macias,
Na aurora que se inicia, cantos de pássaros,
Inundam de harmonia e paz o nosso Lar.
No forno a lenha pão fresquinho,
Café quentinho e o aroma forte
A mesa posta une nossa família,
Na jornada de mais um dia
Temos como meta nossa alegria,
Vivemos nossas vidas,
Em dias e dias de amor e paz.
E quando a noite chegar,
Na varanda, eu e tu, namoramos
No embalo da rede sobre o clarão da lua,
Tendo como testemunha...
Estrelas e lua,
Desse nosso amar.
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