Despida da razão,
me vesti de paixão,
pra te esperar nessa noite.
Luar sem pressa, sorrateiro,
que num apelo da noite,
o sol nos aguarda para surgir.
Hoje, só eu e você, em total frenesi,
como feras enjauladas, sem liberdade.
Amor devasso, sem laço, sem rastro.
Em tua boca, meu beijo guloso,
em teu corpo, meu desejo louco.
No teu toque, um forte enrosco.
Palmo a palmo no seu corpo nu,
inicio meu percurso.
Descubro doces segredos,
paixões incontroláveis, mas finitas.
Amor devasso, sabor de pecado,
em cada ato, a luxúria nossa de cada dia.
Mostrar mensagens com a etiqueta Mônica Neves. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mônica Neves. Mostrar todas as mensagens
domingo, 8 de novembro de 2009
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Acordei...
Hoje eu acordei para sonhar...
Sonhar você, calada
em sonhos que me pertencem,
que me fazem perdida em ti,
em beijos possíveis.
Hoje eu acordei para sentir...
Teu corpo despertando desejos,
ainda que não confessáveis
mas que com a carícia
das tuas mãos
se revelam, se mostram.
Hoje eu acordei para amar...
Como bicho preso, no cio,
corpos arrebatados,
no eterno balançar
na surpresa do dar-se,
afoitos... a gemer ao contato.
Ah, meu amor
eu simplesmente acordei
com vontade de estar com você...
Sonhar você, calada
em sonhos que me pertencem,
que me fazem perdida em ti,
em beijos possíveis.
Hoje eu acordei para sentir...
Teu corpo despertando desejos,
ainda que não confessáveis
mas que com a carícia
das tuas mãos
se revelam, se mostram.
Hoje eu acordei para amar...
Como bicho preso, no cio,
corpos arrebatados,
no eterno balançar
na surpresa do dar-se,
afoitos... a gemer ao contato.
Ah, meu amor
eu simplesmente acordei
com vontade de estar com você...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Metades
Metade de mim te procura, te quer...
Mas se perde com a lentidão
das horas passadas.
Metade de mim que te expulsa, que te odeia...
Mas se perde em ecos sem emoção.
Metades que se mesclam, que brigam,
que riem das dores e choram amores.
Metades... um tanto insanas...
Metades de mim.
Mas se perde com a lentidão
das horas passadas.
Metade de mim que te expulsa, que te odeia...
Mas se perde em ecos sem emoção.
Metades que se mesclam, que brigam,
que riem das dores e choram amores.
Metades... um tanto insanas...
Metades de mim.
sábado, 24 de maio de 2008
NÃO VISTE O MEU AMOR
Ó lua não viste o meu amor?
Ele saiu por aí, no mundo...
E desde então
viajo nos braços da noite,
perambulando por labirintos secretos
numa busca incessante por ele.
Em tudo está tua lembrança,
na chuva, no sol, nas flores...
e em mim mesma,
pois quando me olho no espelho,
é ele que eu vejo...
Insaciável esse amor,
que abrasa em meu peito,
saudade que fica, infinda.
Nessa querência de afago,
a resposta é um imenso vazio,
minha razão desgoverna,
e ecoa em meu peito
um grito de dor...
Não viste o meu amor?
Ele saiu por aí, no mundo...
E desde então
viajo nos braços da noite,
perambulando por labirintos secretos
numa busca incessante por ele.
Em tudo está tua lembrança,
na chuva, no sol, nas flores...
e em mim mesma,
pois quando me olho no espelho,
é ele que eu vejo...
Insaciável esse amor,
que abrasa em meu peito,
saudade que fica, infinda.
Nessa querência de afago,
a resposta é um imenso vazio,
minha razão desgoverna,
e ecoa em meu peito
um grito de dor...
Não viste o meu amor?
sábado, 19 de abril de 2008
Despida de Ti...
Da janela do meu quarto
te vejo saindo da minha vida...
Imagem de um sonho que morre...
Sentimentos confusos me invadem,
verdades de nós dois
que agora soam como um bolero...
É um não querer querendo demais...
Podes ir...
Mas vá logo... por favor!
Antes que vejas minha alma chorando.
Leve contigo a lembrança
das tardes que te dei,
das noites que te amei...
Contigo vai nossos momentos
guardados em retratos,
escritos em versos,
agora desbotados e sem sentido,
tragados pelo tempo.
Aproveite e leve a saudade
que já teima em chegar...
De nós dois... só eu fiquei
E eu quero me sentir livre!
Despida de ti...
te vejo saindo da minha vida...
Imagem de um sonho que morre...
Sentimentos confusos me invadem,
verdades de nós dois
que agora soam como um bolero...
É um não querer querendo demais...
Podes ir...
Mas vá logo... por favor!
Antes que vejas minha alma chorando.
Leve contigo a lembrança
das tardes que te dei,
das noites que te amei...
Contigo vai nossos momentos
guardados em retratos,
escritos em versos,
agora desbotados e sem sentido,
tragados pelo tempo.
Aproveite e leve a saudade
que já teima em chegar...
De nós dois... só eu fiquei
E eu quero me sentir livre!
Despida de ti...
NÃO VISTE O MEU AMOR?
Ó lua não viste o meu amor?
Ele saiu por aí, no mundo...
E desde então
viajo nos braços da noite,
perambulando por labirintos secretos
numa busca incessante por ele.
Em tudo está tua lembrança,
na chuva, no sol, nas flores...
e em mim mesma,
pois quando me olho no espelho,
é ele que eu vejo...
Insaciável esse amor,
que abrasa em meu peito,
saudade que fica, infinda.
Nessa querência de afago,
a resposta é um imenso vazio,
minha razão desgoverna,
e ecoa em meu peito
um grito de dor...
Não viste o meu amor?
Ele saiu por aí, no mundo...
E desde então
viajo nos braços da noite,
perambulando por labirintos secretos
numa busca incessante por ele.
Em tudo está tua lembrança,
na chuva, no sol, nas flores...
e em mim mesma,
pois quando me olho no espelho,
é ele que eu vejo...
Insaciável esse amor,
que abrasa em meu peito,
saudade que fica, infinda.
Nessa querência de afago,
a resposta é um imenso vazio,
minha razão desgoverna,
e ecoa em meu peito
um grito de dor...
Não viste o meu amor?
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Ah! Se Eu Pudesse...
Ah! Se eu pudesse...
Ter-te aqui, preenchendo esse vazio.
Perdida estou, no seu abandono,
espaço sem limite, sensações sem eco.
Ah! Se eu pudesse...
Abraçar-te e envolver-te ternamente.
Sentir teu corpo, cada poro, teu suor...
Libido reclama, sufocante.
Ah! Se eu pudesse...
Descobrir em teu olhar,
imagens, retidas em sua retina,
do meu corpo descoberto.
Ah! Se eu pudesse...
Apreender-te em meus dedos,
quando, lentos, percorriam teu corpo oferto,
liberto no momomento do prazer.
Ah! Se eu pudesse...
No calor da noite, quando fantasias
e desejos explodem em surdina,
deixar-me amanhecer em ti...
Ah! se eu pudesse...
Na minha insana memória, esquecer-te.
Desatar as cordas que me amarram a ti,
e meu coração voar a procura de novo ninho.
Ter-te aqui, preenchendo esse vazio.
Perdida estou, no seu abandono,
espaço sem limite, sensações sem eco.
Ah! Se eu pudesse...
Abraçar-te e envolver-te ternamente.
Sentir teu corpo, cada poro, teu suor...
Libido reclama, sufocante.
Ah! Se eu pudesse...
Descobrir em teu olhar,
imagens, retidas em sua retina,
do meu corpo descoberto.
Ah! Se eu pudesse...
Apreender-te em meus dedos,
quando, lentos, percorriam teu corpo oferto,
liberto no momomento do prazer.
Ah! Se eu pudesse...
No calor da noite, quando fantasias
e desejos explodem em surdina,
deixar-me amanhecer em ti...
Ah! se eu pudesse...
Na minha insana memória, esquecer-te.
Desatar as cordas que me amarram a ti,
e meu coração voar a procura de novo ninho.
sábado, 15 de setembro de 2007
Esperando...
Estou aqui... lhe esperando...
Viajando em fantasias,
fogo que arde nos meus mais secretos anseios...
Estou aqui... lhe esperando...
Viajando em desejos,
meu corpo vibrando a cada pensar em você
Sentindo o beijo que não vem...
Estou aqui... lhe esperando...
Viajando em sonhos,
nossos corpos desnudos,
amando sem pudor,
mas com ternura de criança...
Estou aqui ... lhe esperando...
Viajando em loucuras,
deste lindo e doce amor
que invade minhas entranhas
Estou aqui... lhe esperando...
Pronta... mulher...
amante no antes e depois,
no turbilhão dos gozos...
Estou aqui... só...
E você não vem?
Viajando em fantasias,
fogo que arde nos meus mais secretos anseios...
Estou aqui... lhe esperando...
Viajando em desejos,
meu corpo vibrando a cada pensar em você
Sentindo o beijo que não vem...
Estou aqui... lhe esperando...
Viajando em sonhos,
nossos corpos desnudos,
amando sem pudor,
mas com ternura de criança...
Estou aqui ... lhe esperando...
Viajando em loucuras,
deste lindo e doce amor
que invade minhas entranhas
Estou aqui... lhe esperando...
Pronta... mulher...
amante no antes e depois,
no turbilhão dos gozos...
Estou aqui... só...
E você não vem?
Vontades...
Sinto tua vontade sim...
Desejos loucos, roucos
da ardência da minha pele
em teus sentidos,
no entrelace dos nossos corpos.
Vontade insana do querer
em ti ficar escondida,
entre bocas... suores...
descobertas de coisas
que somente nós fazemos...
Vontade do sentir
o doce arrepio do prazer
quando nossas mãos voam
sobre os nossos corpos desnudos,
estremecendo a cada toque.
Sinto tua vontade sim...
quando juntos adormecemos
ao alvorecer do dia
que chega prematuramente,
embalando o nosso cansaço.
Sonhos de eternidade
do momento tão fulgaz
Desejos loucos, roucos
da ardência da minha pele
em teus sentidos,
no entrelace dos nossos corpos.
Vontade insana do querer
em ti ficar escondida,
entre bocas... suores...
descobertas de coisas
que somente nós fazemos...
Vontade do sentir
o doce arrepio do prazer
quando nossas mãos voam
sobre os nossos corpos desnudos,
estremecendo a cada toque.
Sinto tua vontade sim...
quando juntos adormecemos
ao alvorecer do dia
que chega prematuramente,
embalando o nosso cansaço.
Sonhos de eternidade
do momento tão fulgaz
Subscrever:
Mensagens (Atom)