Todo ano a mesma ladainha:
o que preparar pra ceia de natal?
e pra ceia do grupinho?
pois também temos que preparar a ceia virtual...
A ceia de casa, já estou terminando,
melhor a virtual já ir iniciando...
e quem desejar, minha receita pode ir anotando.
"Salve" diversos amigos virtuais,
pode reuni-los em diversos locais.
de preferência ao "yahoogroups"
que é mais camarada pra gente usar.
configure o "outlook", pra poder começar,
"baixe" mids e waves natalinas,
use um "plano de fundo" bem bonito,
assim, da sua ceia, todos vão gostar
se você entender de "HTML"
a "função keypresed"
pode adicionar e atrapalhar
quem quiser sua ceia de natal roubar.
faça seu "loguin" pra ir recebendo os amigos
que logo vão chegando
e com "gifs ou emoticons"
a árvore já podem ir montando!
fale com sua "tagmaster" para os mimos
ela já ir confeccionando.
mas que ela fique atenda aos "KB"
pra as "caixas" não ir estourando.
Enquanto os amigos, o salão da festa,
vão decorando,
no psp abra um "tube" natalino
duplique três "layers" e depois vá "animando"
Hora da ceia iniciar.
Os "emails" com os mimos já podem enviar,
solte os bailinhos e se deixe contagiar,
mas nada de usar coisas que a "owner"
possa reclamar, afinal, hoje é festa,
no "moderado" você não vai querer ficar.
E em meio a tantas brincadeiras, euforia e alegria,
o "email" mais esperado chegou pra avisar
JESUS CRISTO VEIO PRA NOS SALVAR,
simbora todos parabéns cantar,
ao filho da Virgem Maria
comemorar!!!!
Iupi, iupi!
Pra Jesus Cristo, nosso salvador!
Iupi, iupi!
Com muito orgulho e amor!!!!
Feliz Natallllllllll!!!!
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domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 2 de junho de 2009
Alucinação...
Em silencio, apenas me olhando...
leve sorriso, esboçando...
o vento em você festejando...
meus pensamentos tento desviar
e a este devaneio não me entregar
teu cheiro invade o ar
tua gargalhada, domina o lugar
ao toque das tuas mãos,
vou ao chão!
o arrepio percorre meu corpo,
minha voz faz silenciar
pânico, a me dominar!
deixo-me guiar,
a água em meu corpo,
não faz tua imagem dissipar...
e, sem nada entender,
entrego-me a essa alucinação
embrenho-me pelo colchão
perco-me nas asas da imaginação...
em mim, dedilhas uma canção.
meu ventre em saliva e mel
encontro o céu!!!
entre minhas coxas deslizas
e os gritos de ontem,
já não podem mais me ferir...
nossas lágrimas se misturam,
como num pacto...
um juramento...
tatuando esse momento
você me diz que não pode ficar,
me pede pra te acompanhar,
tento me esquivar,
você diz que eu devo confiar
basta eu te estender a mão
e todas as verdades surgirão...
tudo deixará de ser alucinação...
e me é real...
como vou poder te acompanhar?
quem é que vai acreditar...
em soluços,
te vejo partindo
e na cama ainda quente,
vestígios teus, tento encontrar...
me entrego ao sono,
quem sabe possa, novamente,
contigo sonhar...
prometo não me assustar...
vem...
me faz alucinar!
leve sorriso, esboçando...
o vento em você festejando...
meus pensamentos tento desviar
e a este devaneio não me entregar
teu cheiro invade o ar
tua gargalhada, domina o lugar
ao toque das tuas mãos,
vou ao chão!
o arrepio percorre meu corpo,
minha voz faz silenciar
pânico, a me dominar!
deixo-me guiar,
a água em meu corpo,
não faz tua imagem dissipar...
e, sem nada entender,
entrego-me a essa alucinação
embrenho-me pelo colchão
perco-me nas asas da imaginação...
em mim, dedilhas uma canção.
meu ventre em saliva e mel
encontro o céu!!!
entre minhas coxas deslizas
e os gritos de ontem,
já não podem mais me ferir...
nossas lágrimas se misturam,
como num pacto...
um juramento...
tatuando esse momento
você me diz que não pode ficar,
me pede pra te acompanhar,
tento me esquivar,
você diz que eu devo confiar
basta eu te estender a mão
e todas as verdades surgirão...
tudo deixará de ser alucinação...
e me é real...
como vou poder te acompanhar?
quem é que vai acreditar...
em soluços,
te vejo partindo
e na cama ainda quente,
vestígios teus, tento encontrar...
me entrego ao sono,
quem sabe possa, novamente,
contigo sonhar...
prometo não me assustar...
vem...
me faz alucinar!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Vem brincar
você chegou,
com sua lingua atrevida
me percorrendo...
se aconchegou
e em meus ouvidos,
besteirinhas foi dizendo
meu corpo arrepiando...
hummmmmmmm
você se empolgando!
eu... disfarçando
mas suas mãos desobedientes
insistiam em me invadir
e coceguinhas comecei a sentir
mesmo você dizendo que não se sente cocegas ali...
e entre suores deslizantes
nos amamos como antes...
como se um fardo tivesse sido arrancado
e nos entregamos como no passado
muito mais tarde,
entre seus braços adormeci...
esquecendo o inferno astral
que nos últimos tempos vivi
e pela manhã...
entre café e pãezinhos...
travesseiros novamente ao chão...
chocolate adocicando o colchão...
mais a tardinha
brincamos de médico e também de casinha
trocamos sorvetes e balinhas...
e hoje, você vai demorar pra chegar?
é que já tô com aquela coceguinha...
vem logo, vem me examinar...
com a minha bonequinha brincar
vem em mim mergulhar...
com sua lingua atrevida
me percorrendo...
se aconchegou
e em meus ouvidos,
besteirinhas foi dizendo
meu corpo arrepiando...
hummmmmmmm
você se empolgando!
eu... disfarçando
mas suas mãos desobedientes
insistiam em me invadir
e coceguinhas comecei a sentir
mesmo você dizendo que não se sente cocegas ali...
e entre suores deslizantes
nos amamos como antes...
como se um fardo tivesse sido arrancado
e nos entregamos como no passado
muito mais tarde,
entre seus braços adormeci...
esquecendo o inferno astral
que nos últimos tempos vivi
e pela manhã...
entre café e pãezinhos...
travesseiros novamente ao chão...
chocolate adocicando o colchão...
mais a tardinha
brincamos de médico e também de casinha
trocamos sorvetes e balinhas...
e hoje, você vai demorar pra chegar?
é que já tô com aquela coceguinha...
vem logo, vem me examinar...
com a minha bonequinha brincar
vem em mim mergulhar...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Desanuviar...
De banalidades, te alimentas
onde a honestidade não pede lugar...
e o ímã da solidão
não consegues abandonar...
mentiras ditas por rostos bonitos,
fazem teu ego inflar...
irrelevante se lágrimas encharcam asas
impedindo de o vôo alçar...
e se as cicatrizes aumentam
você ainda consegue me culpar...
falsidades são mais fáceis de você lidar...
consegues melhor se identificar...
ainda posso ver aquela sua luz
que me cativou
mas não brilha mais o suficiente
pra apagar tudo que você me privou...
confusa...
talvez incompleta...
você perdeu.
Ninguem te venceu
foste derrotado pelo teu maior inimigo
esse teu desmedido "eu"
e aquela névoa que impedia
do amanhã eu enxergar
hoje, encobrirá o teu olhar...
com licença
preciso ir, já atrasada,
minha vida recomeçar...
onde a honestidade não pede lugar...
e o ímã da solidão
não consegues abandonar...
mentiras ditas por rostos bonitos,
fazem teu ego inflar...
irrelevante se lágrimas encharcam asas
impedindo de o vôo alçar...
e se as cicatrizes aumentam
você ainda consegue me culpar...
falsidades são mais fáceis de você lidar...
consegues melhor se identificar...
ainda posso ver aquela sua luz
que me cativou
mas não brilha mais o suficiente
pra apagar tudo que você me privou...
confusa...
talvez incompleta...
você perdeu.
Ninguem te venceu
foste derrotado pelo teu maior inimigo
esse teu desmedido "eu"
e aquela névoa que impedia
do amanhã eu enxergar
hoje, encobrirá o teu olhar...
com licença
preciso ir, já atrasada,
minha vida recomeçar...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Deixa rolar...
Deixa a lágrima rolar...
pra com o brilho da tua falsa vitória,
combinar...
Ah! Peso da tua mão!
Asas "cortadas",
eterna submissão?
acho que não...
o nó tá desatando,
quase já posso atirá-las ao chão...
Mesmo que eu sangre até o fim
será melhor do que tuas constantes ameaças
pesando sobre mim...
E que fiquem pelo caminho
meus pedaços...
e que o temporal me abata assim...
se é pra ser...
que seja esse então o meu fim...
mas do trovão de tua voz
quero me libertar
não mais me curvar...
não ter que perdoar...
vou naufragar?
ando querendo arriscar...
será que com os lírios, que eu cultivo,
você vai me enfeitar?
vou gostar...
que me banhe o vermelho,
venha-me essa dor.
mas que eu saia desse negrume
desse conto de terror!
que seja solto o meu riso
e não querendo...
a isso não seja forçada
escondendo o que se passou...
atrás de uma fachada...
era pra mais uma vez me calar?
em meio as lágrimas e medo,
esta parte do recado
não deu pra assimilar...
eu não consigo meus pulsos soltar...
mas minha voz ainda pode ecoar
agora sou eu quem diz...
deixa rolar...
Quem sabe pessoas menos covardes do que eu,
criem coragem de voar...
pra com o brilho da tua falsa vitória,
combinar...
Ah! Peso da tua mão!
Asas "cortadas",
eterna submissão?
acho que não...
o nó tá desatando,
quase já posso atirá-las ao chão...
Mesmo que eu sangre até o fim
será melhor do que tuas constantes ameaças
pesando sobre mim...
E que fiquem pelo caminho
meus pedaços...
e que o temporal me abata assim...
se é pra ser...
que seja esse então o meu fim...
mas do trovão de tua voz
quero me libertar
não mais me curvar...
não ter que perdoar...
vou naufragar?
ando querendo arriscar...
será que com os lírios, que eu cultivo,
você vai me enfeitar?
vou gostar...
que me banhe o vermelho,
venha-me essa dor.
mas que eu saia desse negrume
desse conto de terror!
que seja solto o meu riso
e não querendo...
a isso não seja forçada
escondendo o que se passou...
atrás de uma fachada...
era pra mais uma vez me calar?
em meio as lágrimas e medo,
esta parte do recado
não deu pra assimilar...
eu não consigo meus pulsos soltar...
mas minha voz ainda pode ecoar
agora sou eu quem diz...
deixa rolar...
Quem sabe pessoas menos covardes do que eu,
criem coragem de voar...
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Só por hoje...
hoje eu só queria acordar sem você!
me sentir limpa...
não precisar te observar
ver teus erros, engolir, perdoar
hoje eu queria voltar a sorrir,
sem este emprego de vinte e quatro horas
a me sucumbir...
não lembrar que existem telefone... pc...
você dizendo deles dispor...
e pra que precisas deles?
grande ouvinte...
...grande amor?
hoje eu queria não ter nojo de mim,
nem repulsa de você...
hoje eu só precisava de um pouco de coragem
pra voltar a viver...
pra não desviar meus olhos do espelho
me reconhecer...
só por hoje...
pra aliviar um pouco
pra sobreviver....
não precisa ser pra sempre...
só por hoje...
me sentir limpa...
não precisar te observar
ver teus erros, engolir, perdoar
hoje eu queria voltar a sorrir,
sem este emprego de vinte e quatro horas
a me sucumbir...
não lembrar que existem telefone... pc...
você dizendo deles dispor...
e pra que precisas deles?
grande ouvinte...
...grande amor?
hoje eu queria não ter nojo de mim,
nem repulsa de você...
hoje eu só precisava de um pouco de coragem
pra voltar a viver...
pra não desviar meus olhos do espelho
me reconhecer...
só por hoje...
pra aliviar um pouco
pra sobreviver....
não precisa ser pra sempre...
só por hoje...
quinta-feira, 6 de março de 2008
POR NÓS
Afaste-se de mim
feito anjo piedoso
abandone meu coração errante
já conhecemos o fim doloroso
Não me estendas as mãos
não me ofertes teu calor
negue-me teus carinhos
não me olhe com amor
Não atices meu corpo
nem alimentes meu sonhar
esta estória já nasceu com um final
impossível de mudar
se a insensatez me domina
e o juízo me abandonou
sejas lúcido o bastante
repudie esse amor que brotou
Apague em mim tua voz
o teu suspirar
impeça-me de te amar
E quando me vir pelas ruas
finja não me conhecer
ignore minha pulsação descontrolada
faça isso pra nos proteger
a vida brincou com a gente
e esse trote aplicou
despertando este sentimento lindo
que na escuridão desabrochou...
afaste de mim este cálice
Seja homem, seja forte
poupe-me da
já anunciada desordem
feito anjo piedoso
abandone meu coração errante
já conhecemos o fim doloroso
Não me estendas as mãos
não me ofertes teu calor
negue-me teus carinhos
não me olhe com amor
Não atices meu corpo
nem alimentes meu sonhar
esta estória já nasceu com um final
impossível de mudar
se a insensatez me domina
e o juízo me abandonou
sejas lúcido o bastante
repudie esse amor que brotou
Apague em mim tua voz
o teu suspirar
impeça-me de te amar
E quando me vir pelas ruas
finja não me conhecer
ignore minha pulsação descontrolada
faça isso pra nos proteger
a vida brincou com a gente
e esse trote aplicou
despertando este sentimento lindo
que na escuridão desabrochou...
afaste de mim este cálice
Seja homem, seja forte
poupe-me da
já anunciada desordem
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Vem cá, eu te conheço?
Meus olhos estão vermelhos e
não param de arder
mas, ao levantar, olhei-me no espelho
sem precisar me esconder...
Pra variar entrei numa furada!
Sou quarentona, mas continuo tapada...
brigo, choro feito bobona...
oro por falsos estado de coma
ontem fui te visitar
Mas você nem passou por "lá"
as recepcionistas, de "todos"
podem testemunhar
nem casos parecidos
conseguiram encontrar
você só queria a atenção chamar...
Pena que com isso fez muita gente chorar...
Esqueceu de pedir pro tapeceiro
sua estória confirmar?
Não devia a fisioterapia, hoje cancelar...
Eita que a semana promete turbilhão
É máscara pra todo lado
e, mais uma vez, você na confusão
Eu sou eu mesma, nada tenho pra ocultar
Moro onde digo que moro...
Tenho as dores que digo ter...
Exponho minhas rugas, nada pra esconder...
e você?
Vem cá, eu te conheço?
Você é só mais uma personagem
que cruzou meu caminho...
a quem eu dei amor e carinho...
E nem me venha com ameaças
e pare de meus amigos chantagear
ou tudo isso
em B.O vai acabar...
Coisa feia inocentes envolver...
E vê se toma vergonha na cara
e trata de amadurecer
Mas uma coisinha,
essa tua falsa aureola
tá precisando remendar
pois a ponta do chifre
já tá dando pra enxergar...
tá certo que é carnaval
mas se é pra se fantasiar...
melhor caprichar...
É...
hoje eu te conheço
e odiei ver quem você
realmente é...
não param de arder
mas, ao levantar, olhei-me no espelho
sem precisar me esconder...
Pra variar entrei numa furada!
Sou quarentona, mas continuo tapada...
brigo, choro feito bobona...
oro por falsos estado de coma
ontem fui te visitar
Mas você nem passou por "lá"
as recepcionistas, de "todos"
podem testemunhar
nem casos parecidos
conseguiram encontrar
você só queria a atenção chamar...
Pena que com isso fez muita gente chorar...
Esqueceu de pedir pro tapeceiro
sua estória confirmar?
Não devia a fisioterapia, hoje cancelar...
Eita que a semana promete turbilhão
É máscara pra todo lado
e, mais uma vez, você na confusão
Eu sou eu mesma, nada tenho pra ocultar
Moro onde digo que moro...
Tenho as dores que digo ter...
Exponho minhas rugas, nada pra esconder...
e você?
Vem cá, eu te conheço?
Você é só mais uma personagem
que cruzou meu caminho...
a quem eu dei amor e carinho...
E nem me venha com ameaças
e pare de meus amigos chantagear
ou tudo isso
em B.O vai acabar...
Coisa feia inocentes envolver...
E vê se toma vergonha na cara
e trata de amadurecer
Mas uma coisinha,
essa tua falsa aureola
tá precisando remendar
pois a ponta do chifre
já tá dando pra enxergar...
tá certo que é carnaval
mas se é pra se fantasiar...
melhor caprichar...
É...
hoje eu te conheço
e odiei ver quem você
realmente é...
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Página Virada
Estranho...
Um arrepio meu corpo percorreu
Uma canção
Um olhar a se cruzar
aquele teu doce beijo,
nos lábios a me convidar...
A jovialidade estava no ar...
Como nos tempos em que saiamos patinar...
comer pizza...
namorar...
Risadas ecoando
o passado voltando...
você, novamente se declarando...
Eu tão só...
te escutando...
recordações na mente bailando...
eu arrepiando...
Não!
Não há como te perdoar
O tempo não vai voltar
nada vai se apagar
Estranho te ouvir dizer ainda me amar...
a risada não pude evitar...
fui sua, você não soube valorizar...
Não existe mais "nós"!
Vinte anos idos...
pensei haver deletado todos os momentos vividos
me enganei...
os ruins eu guardei...
estão no livro da minha vida
cujas páginas eu virei...
esse teu amor novamente declarado...
trazendo o arrepio inesperado...
sim... arrepiei
mas foi de pavor, ao lembrar
tudo que do seu lado passei...
e pensar que um dia te amei!!!!
Um arrepio meu corpo percorreu
Uma canção
Um olhar a se cruzar
aquele teu doce beijo,
nos lábios a me convidar...
A jovialidade estava no ar...
Como nos tempos em que saiamos patinar...
comer pizza...
namorar...
Risadas ecoando
o passado voltando...
você, novamente se declarando...
Eu tão só...
te escutando...
recordações na mente bailando...
eu arrepiando...
Não!
Não há como te perdoar
O tempo não vai voltar
nada vai se apagar
Estranho te ouvir dizer ainda me amar...
a risada não pude evitar...
fui sua, você não soube valorizar...
Não existe mais "nós"!
Vinte anos idos...
pensei haver deletado todos os momentos vividos
me enganei...
os ruins eu guardei...
estão no livro da minha vida
cujas páginas eu virei...
esse teu amor novamente declarado...
trazendo o arrepio inesperado...
sim... arrepiei
mas foi de pavor, ao lembrar
tudo que do seu lado passei...
e pensar que um dia te amei!!!!
sábado, 6 de outubro de 2007
SÓ PRA VOCÊ
Você, que não era pra entrar em minha vida.
Você que eu evitava
de quem eu fugia, me resguardava.
Você, com esse meigo olhar
do qual tentei me esquivar...
e a doçura ao falar...
Você que eu não quis aceitar
e no meu coração deixar entrar...
Você que por medo, recusei-me a encontrar
a quem as portas tranquei...
Você que me faz arrepiar,
perto de quem vejo o controle se esvair...
Você, tatuando em mim
um amor limpo e delicado...
Você diz ler nos meus olhos,
o quanto és por mim amado
Você, que a minha vida deu nova razão...
só à você vou confessar
o quão enamorada estou
com você, quero tentar...
arriscar...
Você que eu evitava
de quem eu fugia, me resguardava.
Você, com esse meigo olhar
do qual tentei me esquivar...
e a doçura ao falar...
Você que eu não quis aceitar
e no meu coração deixar entrar...
Você que por medo, recusei-me a encontrar
a quem as portas tranquei...
Você que me faz arrepiar,
perto de quem vejo o controle se esvair...
Você, tatuando em mim
um amor limpo e delicado...
Você diz ler nos meus olhos,
o quanto és por mim amado
Você, que a minha vida deu nova razão...
só à você vou confessar
o quão enamorada estou
com você, quero tentar...
arriscar...
sábado, 30 de junho de 2007
Me Sinto Triste
Olho pras tuas mãos erguidas
São as mesmas que até instantes atrás
Estavam em meus seios.
A dor chegou antes de dissipar-se o teu calor
Reconheço, eu não te conheço!
Percebo, nada sabes sobre mim...
Meu baton ainda enfeita a borda do copo
O guardanapo já se tinge de vermelho..
Num outro tom...
Desconfiança incabível
Trazida por um pombo-correio
Que veio se rastejando
cujo guiso ainda posso ouvir...
São as mesmas que até instantes atrás
Estavam em meus seios.
A dor chegou antes de dissipar-se o teu calor
Reconheço, eu não te conheço!
Percebo, nada sabes sobre mim...
Meu baton ainda enfeita a borda do copo
O guardanapo já se tinge de vermelho..
Num outro tom...
Desconfiança incabível
Trazida por um pombo-correio
Que veio se rastejando
cujo guiso ainda posso ouvir...
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Aqui...
Estou aqui, mas você nem notou...
Sempre achando que eu posso esperar,
que a solidão não vai matar...
Que outro alguem não chegará...
que estarei a disposição
pra quando você estender as mãos...
Não percebeu que a alegria sumiu...
que meu olhar não mais sorriu...
que meu coração se partiu...
meu castelo ruiu...
Sempre ocupado.
Não podes me escutar.
Mas tens tempo pra cobrar...
Julgar.
Acusas-me de omissão
sem perceber que tua opressão
há muito me calou
fico só observando...
esperando...
Sinto que amanhã te direi não!
Tens a chance de me enlaçar
e esta estória reescrever.
Ainda estou aqui.
Ainda quero você...
Mas se você não despertar...
Ainda assim estarei aqui,
não mais porque você assim determinou.
Estarei aqui pra recomeçar
exatamente de onde cai...
Sempre achando que eu posso esperar,
que a solidão não vai matar...
Que outro alguem não chegará...
que estarei a disposição
pra quando você estender as mãos...
Não percebeu que a alegria sumiu...
que meu olhar não mais sorriu...
que meu coração se partiu...
meu castelo ruiu...
Sempre ocupado.
Não podes me escutar.
Mas tens tempo pra cobrar...
Julgar.
Acusas-me de omissão
sem perceber que tua opressão
há muito me calou
fico só observando...
esperando...
Sinto que amanhã te direi não!
Tens a chance de me enlaçar
e esta estória reescrever.
Ainda estou aqui.
Ainda quero você...
Mas se você não despertar...
Ainda assim estarei aqui,
não mais porque você assim determinou.
Estarei aqui pra recomeçar
exatamente de onde cai...
terça-feira, 26 de junho de 2007
Me Sinto Triste
Olho pras tuas mãos erguidas
São as mesmas que até instantes atrás
Estavam em meus seios.
A dor chegou antes de dissipar-se o teu calor
Reconheço, eu não te conheço!
Percebo, nada sabes sobre mim...
Meu baton ainda enfeita a borda do copo
O guardanapo já se tinge de vermelho..
Num outro tom...
Desconfiança incabível
Trazida por um pombo-correio
Que veio se rastejando
cujo guiso ainda posso ouvir...
São as mesmas que até instantes atrás
Estavam em meus seios.
A dor chegou antes de dissipar-se o teu calor
Reconheço, eu não te conheço!
Percebo, nada sabes sobre mim...
Meu baton ainda enfeita a borda do copo
O guardanapo já se tinge de vermelho..
Num outro tom...
Desconfiança incabível
Trazida por um pombo-correio
Que veio se rastejando
cujo guiso ainda posso ouvir...
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Parabéns Meu Amor
Queria, hoje, te dizer o quanto te amo,
ao menos mais uma vez...
te olhar, te dizer: te amo !!!
tocar teus lábios, tua cicatriz...
ser, por um momento, mesmo que breve,
novamente, feliz...
Deslizar as mãos em teus cabelos,
tão poucos, mas tão meus...
me aninhar em teu peito...
desfrutar de teu calor...
sentir teu suor...
teu cheiro, teu amor...
mergulhar nesse teu doce olhar,
que parece ter sido feito pra em encantar
cheio de esperanças e confianças,
que tanto já me fizeram sonhar...
te contar como foi meu dia...
saber de você...
Rir com você,
de você...
dividirmos o chocolate, pedaço maior é meu...
ouvir teu assovio...
sentir aquele velho arrepio...
me comportar como no cio...
Correr pros teus braços,
mergulhar neste abraço...
esquecer tanta dor...
queria te contar as travessuaras das crianças...
apesar de saber que você as aprovaria...
queria poder te falar desta saudade sem fim...
desta dor que não se aparta de mim...
queria que a morte não tivesse te arrancado assim...
queria poder te dizer, hoje, parabéns meu amor...
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Aceito-te
Despida de medos
me entrego a ti
coração antes temeroso
hoje bate confiante
no compasso do teu
Habite -me
invada meus póros
penetre minha carne
Unifique nossos corpos
perpetue esta emoção
Recebo-te emocionada
pois a decisão foi bem pensada
faz de mim tua morada
estou pronta pra ser por ti amada
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Sem Intenção
Entre traições, mágoas, dores imensas...
Onde o choro se fez parceiro e o desespero, irmão....
Tatuagens na mente
Impedem o perdão
Mesmo que a compreensão tarde a chegar
Que o primeiro ímpeto seja odiar...
As pessoas entram em nossas vidas,
Tirando tudo do lugar...
As vezes premeditadamente,
Outras... ingenuamente...
É o que vão falar...
E a desgraça que esse alguem traz
Pode ser o resgate da leveza,
da qual nem se lembrava mais...
E se alguem aos sonhos põe fim
Não adianta o rancor direcionar...
Pois este algoz
Pode ter vindo pra libertar
Ninguem passa sem algo deixar,
Ninguem parte sem nada levar...
Se a balança se equilibrou...
então compensou...
Sonho irônico de conhecer o outro e o seu interior
Não conhecemos nem a nós mesmos
Reféns do dissabor...
Surpresa que magoa e faz retroceder...
Expõe a velha ferida...
Mostra o fungo, que ainda com vida
não permite esquecer...
Por armas de falsa pureza
Trago o peito estuprado
Se meu olhar enxerga maldade
O culpado, é o passado...
E ao maldito reflexo do antes,
Tristes ais... vão se achegando...
Lições árduas e desgastantes,
aprendidas, me mutilando...
Nossos sentidos não mentem,
a simpatia espontânea não fluiu...
coração pressente
o meu se iludiu...
Antes de algo dizer
Deves as conseqüências medir
Pois podes destruir sonhos
E inocentes ferir
Não se atrevas ao ponto
de fazer o que lhe convém
Pois o fardo do teu ato
Não poderás jogar sobre ninguem
Quem dera esse amor
Valesse tanta dor...
E quando lhe recair
O peso da desordem que desencadeou...
Chorarás lágrimas de sangue...
Pelas que de meus olhos rolou...
Verás que todo anjo tem um lago negro,
que você nunca imaginou...
Onde o choro se fez parceiro e o desespero, irmão....
Tatuagens na mente
Impedem o perdão
Mesmo que a compreensão tarde a chegar
Que o primeiro ímpeto seja odiar...
As pessoas entram em nossas vidas,
Tirando tudo do lugar...
As vezes premeditadamente,
Outras... ingenuamente...
É o que vão falar...
E a desgraça que esse alguem traz
Pode ser o resgate da leveza,
da qual nem se lembrava mais...
E se alguem aos sonhos põe fim
Não adianta o rancor direcionar...
Pois este algoz
Pode ter vindo pra libertar
Ninguem passa sem algo deixar,
Ninguem parte sem nada levar...
Se a balança se equilibrou...
então compensou...
Sonho irônico de conhecer o outro e o seu interior
Não conhecemos nem a nós mesmos
Reféns do dissabor...
Surpresa que magoa e faz retroceder...
Expõe a velha ferida...
Mostra o fungo, que ainda com vida
não permite esquecer...
Por armas de falsa pureza
Trago o peito estuprado
Se meu olhar enxerga maldade
O culpado, é o passado...
E ao maldito reflexo do antes,
Tristes ais... vão se achegando...
Lições árduas e desgastantes,
aprendidas, me mutilando...
Nossos sentidos não mentem,
a simpatia espontânea não fluiu...
coração pressente
o meu se iludiu...
Antes de algo dizer
Deves as conseqüências medir
Pois podes destruir sonhos
E inocentes ferir
Não se atrevas ao ponto
de fazer o que lhe convém
Pois o fardo do teu ato
Não poderás jogar sobre ninguem
Quem dera esse amor
Valesse tanta dor...
E quando lhe recair
O peso da desordem que desencadeou...
Chorarás lágrimas de sangue...
Pelas que de meus olhos rolou...
Verás que todo anjo tem um lago negro,
que você nunca imaginou...
sábado, 14 de abril de 2007
Tantos Anos Idos
Recordações despertaram...
A copinha de aço, pintadinha de azul
dois tijolinhos e uns gravetos,
fogão perfeito pro arrozinho com tomate
que você, pacientemente, se dispunha a provar...
Então... de repente tudo mudou,
com minha Suzi Ciclista, entre as mãos,
pro teu casamento me convidou...
Naquela noite, nem minhas bonecas cobri...
O frio da noite, mais cedo chegou...
O escuro meu choro escondeu.
Tantos anos idos...
Você surge.
Parece que o tempo nunca passou...
Não te achei tão alto como antigamente!!!
Continuas lindo!!!!
Mas conte pra mim,
onde foi parar aquele sorriso espontâneo
e o brilho que moravam em teu olhar?
Não os vejo agora...
Sem eles...
difícil te reconhecer...
A copinha de aço, pintadinha de azul
dois tijolinhos e uns gravetos,
fogão perfeito pro arrozinho com tomate
que você, pacientemente, se dispunha a provar...
Então... de repente tudo mudou,
com minha Suzi Ciclista, entre as mãos,
pro teu casamento me convidou...
Naquela noite, nem minhas bonecas cobri...
O frio da noite, mais cedo chegou...
O escuro meu choro escondeu.
Tantos anos idos...
Você surge.
Parece que o tempo nunca passou...
Não te achei tão alto como antigamente!!!
Continuas lindo!!!!
Mas conte pra mim,
onde foi parar aquele sorriso espontâneo
e o brilho que moravam em teu olhar?
Não os vejo agora...
Sem eles...
difícil te reconhecer...
sábado, 17 de março de 2007
Ainda te amo !
Ainda posso sentí-lo chegando bem cedinho,assobiando baixinho, pra me acordar...Então, deitavas em meu leito,me aconchegas em teu peito,e começas a me embalar...falando baixinho, da gente se casar...
E se eu duvidava,Me davas um sorriso maroto,te tornavas meu garoto, me fazendo acreditarPor fim a união surgiu...Tornei-me dona de teu corpo viril,dos teus beijos macios,de teu jeito carinhoso, que me provocava arrepios...Entre juras e promessasNossa família surgiu.
Dizia que pra sempre ao meu lado ficariaEntão... com a morte você partiu...
Deixando a agoniadesse amor que não te seguiu...e vive forte em meu peito,Da mesma forma que surgiu...
E se eu duvidava,Me davas um sorriso maroto,te tornavas meu garoto, me fazendo acreditarPor fim a união surgiu...Tornei-me dona de teu corpo viril,dos teus beijos macios,de teu jeito carinhoso, que me provocava arrepios...Entre juras e promessasNossa família surgiu.
Dizia que pra sempre ao meu lado ficariaEntão... com a morte você partiu...
Deixando a agoniadesse amor que não te seguiu...e vive forte em meu peito,Da mesma forma que surgiu...
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