Ah, este doce amar que me leva a
Ser quem és,
Marca-me, tangendo branduras,
Na plenitude de todo meu ser.
Ah, esta controversa loucura,
Que insiste e me leva a ti
Na agida vacuidade de um querer
Abstrato por conta de si,
Até mesmo antes de ser,
Todo o poder do amor
Que sempre te devotarei
Antes que te esqueças de mim
E logo mais, se evapore meu ser....
Mostrar mensagens com a etiqueta José Roberto Abib. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Roberto Abib. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Luzes se fazem.....
Luzes eram lampejos
Esvaiam-se na horizontal amplidão
De um universo ressurgido de si
A que viera para existir.
Ser paz de quietude,
Às almas em que se saúde
A profícua alegria de se pensar
Que em verdade sempre vale
Todo intento de se amar
E não há luz que não se ame
Ou nos deixe sem vibrar
Mesmo em parcos espaços
Ou rarefeitas esperanças
Há mesmo que se pensar
Que os céus nunca nos esquecem,
Estão prontos para receber,
Todo o humano labutar
Na difusão dos sentimentos
Em que se irá encontrar
A vida que se inicia
Sob o mais singelo rebrilhar....
Esvaiam-se na horizontal amplidão
De um universo ressurgido de si
A que viera para existir.
Ser paz de quietude,
Às almas em que se saúde
A profícua alegria de se pensar
Que em verdade sempre vale
Todo intento de se amar
E não há luz que não se ame
Ou nos deixe sem vibrar
Mesmo em parcos espaços
Ou rarefeitas esperanças
Há mesmo que se pensar
Que os céus nunca nos esquecem,
Estão prontos para receber,
Todo o humano labutar
Na difusão dos sentimentos
Em que se irá encontrar
A vida que se inicia
Sob o mais singelo rebrilhar....
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Primaveril
E a primavera se fez luz em meu ser
Tanto quisera, tanto pudera,
Este brilho ela fez despontar.
Também renasci à luz
Que me provém dos olhos teus,
Sem flores dispersas no chão,
Somente pétalas no enredo
Deste céu que me acolhe
E em amor se traduz,
Agora a pergunta:
Por que então quisera
O próprio amor me ver feliz,
Ainda é primavera nos campos sem fim...?
Tanto quisera, tanto pudera,
Este brilho ela fez despontar.
Também renasci à luz
Que me provém dos olhos teus,
Sem flores dispersas no chão,
Somente pétalas no enredo
Deste céu que me acolhe
E em amor se traduz,
Agora a pergunta:
Por que então quisera
O próprio amor me ver feliz,
Ainda é primavera nos campos sem fim...?
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Luz das manhãs
Oh calma luz das minhas apequenadas manhãs
Poupa-me de vosso parco fulgor
Torna-me a alma por si mesma, sobrelevada,
Dá-me ainda, ouvidos para a melodia,
Que, tal qual a doce brisa do entardecer,
Soa com angelical leveza nos recantos de mim
Para que seja lépido o levitar
Pelas estradas que demarcam a saudade
Que sinto e me invade, quando penso ternura,
A respeito de ti, vereda-mor a caminho
Do amor que me unirá à excelsa paz
De ser feliz...
Poupa-me de vosso parco fulgor
Torna-me a alma por si mesma, sobrelevada,
Dá-me ainda, ouvidos para a melodia,
Que, tal qual a doce brisa do entardecer,
Soa com angelical leveza nos recantos de mim
Para que seja lépido o levitar
Pelas estradas que demarcam a saudade
Que sinto e me invade, quando penso ternura,
A respeito de ti, vereda-mor a caminho
Do amor que me unirá à excelsa paz
De ser feliz...
Condicional
Fiz-me réu da própria insensatez
Alquebrou-se parte d'alma
Atreveu-se, assaltou-me a mudez,
Sonhei tão meiga ternura,
Apesar de recluso nas dimensões do nada
Deste tempo que desejo esquecer
Fiz-me amor, a rogo da candura,
Busquei-te como luz aos ensejos
E ao evocar toda magia dos beijos
Reencontrei-te transida de esperanças,
Pois confessar foi preciso
Que apesar disso tudo
O amor jamais estará mudo,
Ele somente te encerra em mim
No infindo albor de nossa cumplicidade
Uma vez que o céu é o limite
E o horizonte, o caminho da paz de nós dois.......
Alquebrou-se parte d'alma
Atreveu-se, assaltou-me a mudez,
Sonhei tão meiga ternura,
Apesar de recluso nas dimensões do nada
Deste tempo que desejo esquecer
Fiz-me amor, a rogo da candura,
Busquei-te como luz aos ensejos
E ao evocar toda magia dos beijos
Reencontrei-te transida de esperanças,
Pois confessar foi preciso
Que apesar disso tudo
O amor jamais estará mudo,
Ele somente te encerra em mim
No infindo albor de nossa cumplicidade
Uma vez que o céu é o limite
E o horizonte, o caminho da paz de nós dois.......
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Querer
Te quero tanto
E tanto te quero antes
Que o agora é depois
Te vejo no pretérito
Mas, de qualquer forma te quero
Mesmo que a esvoaçar levemente
Nas nívias nuvens do meu sonhar
Ah, sim, te amo
Buscar-te-ia na antecedência
De mim mesmo
Recorreria aos limites
Ainda assim, te amaria,
Mais que às fronteiras de meu ser,
Pois afeito ao ego
Tornei-me cego à luz do teu amor,
Mas em verdade te quero
Até mesmo, mais que a mim!
E tanto te quero antes
Que o agora é depois
Te vejo no pretérito
Mas, de qualquer forma te quero
Mesmo que a esvoaçar levemente
Nas nívias nuvens do meu sonhar
Ah, sim, te amo
Buscar-te-ia na antecedência
De mim mesmo
Recorreria aos limites
Ainda assim, te amaria,
Mais que às fronteiras de meu ser,
Pois afeito ao ego
Tornei-me cego à luz do teu amor,
Mas em verdade te quero
Até mesmo, mais que a mim!
Subscrever:
Mensagens (Atom)