Embora uma onda imensa sobre o mar se caia
e, mesmo leve,
o vento sopre a areia dessa praia...
Embora as gotas de chuva molhem meu rosto,
te vejo e sinto teu gosto...
Embora desabroche a flor por ter chegado a hora
e o crepúsculo mostre o dia se indo agora...
Embora a madrugada invada meu ninho,
te vejo e sinto ardente teu carinho...
Embora o sol brilhando me aqueça na distância
e as árvores me dêem a sombra sem fragrância...
Embora os pássaros voem nesse imenso espaço,
te vejo e sinto forte o teu abraço...
Embora a noite salpique o céu de estrelas tão
brilhantes e a lua incentive o carinho dos amantes...
Embora tão longe agora nessa guerreira terra
e os momentos felizes em saudosa quimera...
Como ? Como esquecer esse amor incontido
daqueles dias que passei contigo ?
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
domingo, 9 de novembro de 2008
CÂNTICO DOS MEUS CÂNTICOS
Esta noite, vagando em pensamento,
escuras nuvens de tanto temor,
buscando triste onde estava meu amor,
pulsando forte meu coração ao vento.
No infinito, as horas sempre em movimento,
apertando-me o peito nessa imensa dor...
Levo a saudade, por onde queira que eu for,
banhando-me a tristeza em rude desalento.
Talvez em algum lugar que eu nem conheça,
meus olhos cegos de amor sem mais estar te vendo,
que no caminho que sigo o teu querer jamais pereça.
Para tocar-te outra vez, minhas mãos estendo
pois nosso grande amor não transformas,
te quero, te amo e desejo de todas as formas
escuras nuvens de tanto temor,
buscando triste onde estava meu amor,
pulsando forte meu coração ao vento.
No infinito, as horas sempre em movimento,
apertando-me o peito nessa imensa dor...
Levo a saudade, por onde queira que eu for,
banhando-me a tristeza em rude desalento.
Talvez em algum lugar que eu nem conheça,
meus olhos cegos de amor sem mais estar te vendo,
que no caminho que sigo o teu querer jamais pereça.
Para tocar-te outra vez, minhas mãos estendo
pois nosso grande amor não transformas,
te quero, te amo e desejo de todas as formas
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
LEMBRANÇAS
Pensando em ti nesse momento,
meu coração tão sofrido de saudades,
vagando e gotejando pelo tempo,
circula o infindo amor em minhas veias,
num pulsar tão forte a divagar...
Silêncio ingrato a sorver minh'alma inteira,
meus olhos secos sem poder chorar,
a solidão agora é minha companheira,
no caminho que nem sei mais como cruzar.
A cada gota, meu coração lacrimeja
e se entristece ao não saber de ti.
Murmurando baixinho aqui verseja,
o amor tão grande que eu possuí.
Te chamo e vou soprando ao vento ,
teu nome pelos ares vou buscando...
Em gotas pingando no meu pensamento
saudades desse amor me atormentando.
Minha boca não tem mais igual sorriso,
nem meus olhos se iluminam com teu brilho...
Sinto as rimas desse verso que componho
apagando cada gota do meu sonho...
meu coração tão sofrido de saudades,
vagando e gotejando pelo tempo,
circula o infindo amor em minhas veias,
num pulsar tão forte a divagar...
Silêncio ingrato a sorver minh'alma inteira,
meus olhos secos sem poder chorar,
a solidão agora é minha companheira,
no caminho que nem sei mais como cruzar.
A cada gota, meu coração lacrimeja
e se entristece ao não saber de ti.
Murmurando baixinho aqui verseja,
o amor tão grande que eu possuí.
Te chamo e vou soprando ao vento ,
teu nome pelos ares vou buscando...
Em gotas pingando no meu pensamento
saudades desse amor me atormentando.
Minha boca não tem mais igual sorriso,
nem meus olhos se iluminam com teu brilho...
Sinto as rimas desse verso que componho
apagando cada gota do meu sonho...
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