´´O mal que me fazem não me faz mal.
O mal que me faz mal ...é o mal que eu faço ...porque me torna mau.´´
Mostrar mensagens com a etiqueta Divaldo Pereira Franco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Divaldo Pereira Franco. Mostrar todas as mensagens
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Rogativa a Jesus
Normalmente nós pedimos pelos que sofrem,
pelos que choram,
pelos que passam fome,
oramos pelos doentes
e rogamos pelos infelizes.
Hoje vamos inverter a ordem e vamos dizer:
Senhor,
não te suplicamos pelos desesperados,
nós te pedimos por aqueles que promovem o desespero.
Não te rogamos pelos que choram,
mas pelos infelizes que são responsáveis pelas lágrimas.
Não te rogamos pelos que choram,
mas pelos infelizes que são responsáveis pelas lágrimas.
Não pedimos em favor dos enfermos,
mas nós intercedemos pelos que jogam fora a saúde
e os que são impiedosos para com os doentes.
Não estamos aqui pedindo pelos perseguidos,
pelos caluniados,
mas estamos interferindo pelos perseguidores,
pelos caluniadores, pelos impiedosos.
Eles sim são verdadeiramente os infelizes
por que perderam o endereço de Deus
e o contato com a consciência!
Apieda-te Senhor,
dos fomentadores da discórdia
e consola os que estão chorando no teu regaço,
procurando a Tua paz.
E em Teu próprio nome de Amor,
abençoa esta casa e os que aqui habitam,
os que aqui precisam de auxílio
os que pretendem ir adiante, com resignação,
os que se entregam, em regime de silêncio e abnegação,
para que nas suas vozes caladas,
possamos todos nós ouvir a Tua voz,
ao invés dos que fazem tumulto
para apagar
a mensagem consoladora da Tua palavra.
Senhor fica conosco
e dá-nos aTua paz!
pelos que choram,
pelos que passam fome,
oramos pelos doentes
e rogamos pelos infelizes.
Hoje vamos inverter a ordem e vamos dizer:
Senhor,
não te suplicamos pelos desesperados,
nós te pedimos por aqueles que promovem o desespero.
Não te rogamos pelos que choram,
mas pelos infelizes que são responsáveis pelas lágrimas.
Não te rogamos pelos que choram,
mas pelos infelizes que são responsáveis pelas lágrimas.
Não pedimos em favor dos enfermos,
mas nós intercedemos pelos que jogam fora a saúde
e os que são impiedosos para com os doentes.
Não estamos aqui pedindo pelos perseguidos,
pelos caluniados,
mas estamos interferindo pelos perseguidores,
pelos caluniadores, pelos impiedosos.
Eles sim são verdadeiramente os infelizes
por que perderam o endereço de Deus
e o contato com a consciência!
Apieda-te Senhor,
dos fomentadores da discórdia
e consola os que estão chorando no teu regaço,
procurando a Tua paz.
E em Teu próprio nome de Amor,
abençoa esta casa e os que aqui habitam,
os que aqui precisam de auxílio
os que pretendem ir adiante, com resignação,
os que se entregam, em regime de silêncio e abnegação,
para que nas suas vozes caladas,
possamos todos nós ouvir a Tua voz,
ao invés dos que fazem tumulto
para apagar
a mensagem consoladora da Tua palavra.
Senhor fica conosco
e dá-nos aTua paz!
domingo, 26 de abril de 2009
FRASE DO DIA
"Nossos enganos poderemos resgatá-los hoje, amanhã ou mais tarde, sempre é tempo de fazê-lo."
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Cáritas
Eu sou o sol que aquece a vida,
em nome da vida que criou o sol.
Sou eu quem reverdece o campo em beijos
cálidos após a demorada invernia.
Eu sou a força que sustenta as criaturas
tombadas, a fim de que se ergam,
e as desiludidas, para que recomecem
o trabalho do próprio crescimento.
Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas,
impedindo-os de experimentar deperecimento.
Sou eu a música que enternece o revoltado,
e sou o poema de esperança que
canta alegria onde houve devastação.
Por onde eu passo, um rastro luminoso fica
vencendo a sombra que cede lugar
à claridade libertadora.
Eu sou o medicamento que restaura as
energias abaladas, e sou o bálsamo que
suaviza o ardor das chagas
purulentas que levam à agonia
e à alucinação.
Sou a gentileza que ouve
pacientemente a narrativa
do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária,
conquanto a aflição se espraie entre as criaturas.
Eu sou o fermento que leveda a massa
e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
Sou eu a paz que visita o terreno árido,
adornando-lhe a paisagem fúnebre.
Eu sou o perfume carreado pela brisa
mansa para aromatizar os seres e os jardins.
Sou eu a consolação que sussurra palavras de
fé aos ouvidos da amargura e soergue
aqueles que já não
confiam em ninguém, aturdidos pelas
frustrações e feridos
pelas dores pungentes.
Eu sou a madrugada que ressuscita
todos aqueles que são
tidos como mortos ou que estão
adormecidos, a fim de
que possam voltar ao convívio dos
familiares saudosos
e em angústias devastadoras.
Sou eu a água refrescante
que sacia a sede de todas
as necessidades e limpa os detritos
da alma degenerada,
preparando-a para os
renascimentos felizes.
Eu sou o hálito divino sustentando
a criação e penetrando
por todas as partículas de que se constitui.
Convido minha irmã, a fé, para que
ofereça resistência
ao viajor cansado e o alente em cada passo,
concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
Eu me apoio na irmã esperança que possui
o encanto de reerguer e amenizar
a aspereza das provações.
Quando elas chegam, o prado queimado
se renova, porque se
me associam, fazendo que
arrebentem flores e frutos
onde a morte parecia dominar...
As duas, a fé e a esperança,
constituem os elementos vitais
da minha alma, a fim de que permaneça
conduzindo todos os seres.
O Senhor enviou-me em Seu nome, com
a missão de lembrar
a Sua presença no Mundo, desde quando me
usou para que as criaturas que Lhe
desafiaram a justiça
e a misericórdia, pudessem recomeçar
o processo de evolução.
Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação
contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
Eu sou a caridade!
* * *
A caridade para ser legítima não dispensa
a fé que lhe oferece
vitalidade; e esta para ser nobre deve
firmar-se no discernimento
da razão como normativa salutar.
em nome da vida que criou o sol.
Sou eu quem reverdece o campo em beijos
cálidos após a demorada invernia.
Eu sou a força que sustenta as criaturas
tombadas, a fim de que se ergam,
e as desiludidas, para que recomecem
o trabalho do próprio crescimento.
Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas,
impedindo-os de experimentar deperecimento.
Sou eu a música que enternece o revoltado,
e sou o poema de esperança que
canta alegria onde houve devastação.
Por onde eu passo, um rastro luminoso fica
vencendo a sombra que cede lugar
à claridade libertadora.
Eu sou o medicamento que restaura as
energias abaladas, e sou o bálsamo que
suaviza o ardor das chagas
purulentas que levam à agonia
e à alucinação.
Sou a gentileza que ouve
pacientemente a narrativa
do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária,
conquanto a aflição se espraie entre as criaturas.
Eu sou o fermento que leveda a massa
e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
Sou eu a paz que visita o terreno árido,
adornando-lhe a paisagem fúnebre.
Eu sou o perfume carreado pela brisa
mansa para aromatizar os seres e os jardins.
Sou eu a consolação que sussurra palavras de
fé aos ouvidos da amargura e soergue
aqueles que já não
confiam em ninguém, aturdidos pelas
frustrações e feridos
pelas dores pungentes.
Eu sou a madrugada que ressuscita
todos aqueles que são
tidos como mortos ou que estão
adormecidos, a fim de
que possam voltar ao convívio dos
familiares saudosos
e em angústias devastadoras.
Sou eu a água refrescante
que sacia a sede de todas
as necessidades e limpa os detritos
da alma degenerada,
preparando-a para os
renascimentos felizes.
Eu sou o hálito divino sustentando
a criação e penetrando
por todas as partículas de que se constitui.
Convido minha irmã, a fé, para que
ofereça resistência
ao viajor cansado e o alente em cada passo,
concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
Eu me apoio na irmã esperança que possui
o encanto de reerguer e amenizar
a aspereza das provações.
Quando elas chegam, o prado queimado
se renova, porque se
me associam, fazendo que
arrebentem flores e frutos
onde a morte parecia dominar...
As duas, a fé e a esperança,
constituem os elementos vitais
da minha alma, a fim de que permaneça
conduzindo todos os seres.
O Senhor enviou-me em Seu nome, com
a missão de lembrar
a Sua presença no Mundo, desde quando me
usou para que as criaturas que Lhe
desafiaram a justiça
e a misericórdia, pudessem recomeçar
o processo de evolução.
Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação
contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
Eu sou a caridade!
* * *
A caridade para ser legítima não dispensa
a fé que lhe oferece
vitalidade; e esta para ser nobre deve
firmar-se no discernimento
da razão como normativa salutar.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Recorde o Mestre e examine-se.
Sua ascensão apóia-se na ascensão dos companheiros.
A queda de alguém é embaraço em seu caminho.
Auxilie sem exigência e indistintamente.
Permita ao grande tempo a tarefa de corrigir e educar.
Confira a você mesmo o impositivo somente de ajudar.
A queda de alguém é embaraço em seu caminho.
Auxilie sem exigência e indistintamente.
Permita ao grande tempo a tarefa de corrigir e educar.
Confira a você mesmo o impositivo somente de ajudar.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Poema da Gratidão
Senhor Jesus, muito obrigada!
Pelo ar que nos dás,
pelo pão que nos deste,
pela roupa que nos veste,
pela alegria que possuímos,
por tudo de que nos nutrimos
Muito obrigada, pela beleza da paisagem,
pelas aves que voam no céu de anil,
pelas Tuas dádivas mil!
Muito obrigada, Senhor!
Pelos olhos que temos...
Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,
que contemplam toda beleza!
Olhos que iluminam de amor
ante o majestoso festival de cor
da generosa Natureza!
E os que perderam a visão?
Deixa-me rogar por eles
Ao Teu nobre coração!
Eu sei que depois desta vida,
Além da morte,
voltarão a ver com alegria incontida...
Muito obrigada pelos ouvidos meus,
pelos ouvidos que me foram dados por Deus.
Obrigada, Senhor, porque posso escutar
O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.
Obrigada pelos ouvidos que registram:
a sinfonia da vida,
no trabalho, na dor, na lida...
O gemido e o canto do vento nos galhos do
olmeiro,
as lágrimas doridas do mundo inteiro
e a voz longínqua do cancioneiro...
E os que perderam a faculdade de escutar?
Deixa-me por eles rogar...
Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.
Obrigada, Senhor, pela minha voz.
Mas também pela voz que ama,
pela voz que canta,
pela voz que ajuda,
pela voz que socorre,
pela voz que ensina,
pela voz que ilumina...
E pela voz que fala de amor,
obrigada, Senhor!
Recordo-me, sofrendo, daqueles
que perderam o dom de falar
E o Teu nome não podem pronunciar!...
Os que vivem atormentados na afasia
e não podem cantar nem à noite, nem ao dia...
Eu suplico por eles
sabendo, porém, que mais tarde,
No Teu Reino voltarão a falar.
Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são
minhas
alavancas da ação, do progresso, da redenção.
Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,
pelas mãos que fazem ternura,
e que socorrem na amargura;
pelas mãos que acarinham,
pelas mãos que elaboram as leis
pelas mãos que cicatrizam feridas
retificando as carnes sofridas
balsamizando as dores de muitas vidas!
Pelas mãos que trabalham o solo,
que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,
pelas mãos que ajudam os que sofrem,
os que padecem...
Pelas mãos que brilham nestes traços,
como estrelas sublimes fulgindo em meus
braços!
...E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços
afagar...
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!
Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu...
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu...
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida...
Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
...E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!
Pelo ar que nos dás,
pelo pão que nos deste,
pela roupa que nos veste,
pela alegria que possuímos,
por tudo de que nos nutrimos
Muito obrigada, pela beleza da paisagem,
pelas aves que voam no céu de anil,
pelas Tuas dádivas mil!
Muito obrigada, Senhor!
Pelos olhos que temos...
Olhos que vêem o céu, que vêem a terra e o mar,
que contemplam toda beleza!
Olhos que iluminam de amor
ante o majestoso festival de cor
da generosa Natureza!
E os que perderam a visão?
Deixa-me rogar por eles
Ao Teu nobre coração!
Eu sei que depois desta vida,
Além da morte,
voltarão a ver com alegria incontida...
Muito obrigada pelos ouvidos meus,
pelos ouvidos que me foram dados por Deus.
Obrigada, Senhor, porque posso escutar
O Teu nome sublime, e, assim, posso amar.
Obrigada pelos ouvidos que registram:
a sinfonia da vida,
no trabalho, na dor, na lida...
O gemido e o canto do vento nos galhos do
olmeiro,
as lágrimas doridas do mundo inteiro
e a voz longínqua do cancioneiro...
E os que perderam a faculdade de escutar?
Deixa-me por eles rogar...
Sei que em Teu Reino voltarão a sonhar.
Obrigada, Senhor, pela minha voz.
Mas também pela voz que ama,
pela voz que canta,
pela voz que ajuda,
pela voz que socorre,
pela voz que ensina,
pela voz que ilumina...
E pela voz que fala de amor,
obrigada, Senhor!
Recordo-me, sofrendo, daqueles
que perderam o dom de falar
E o Teu nome não podem pronunciar!...
Os que vivem atormentados na afasia
e não podem cantar nem à noite, nem ao dia...
Eu suplico por eles
sabendo, porém, que mais tarde,
No Teu Reino voltarão a falar.
Obrigada, Senhor, por estas mãos, que são
minhas
alavancas da ação, do progresso, da redenção.
Agradeço pelas mãos que acenam adeuses,
pelas mãos que fazem ternura,
e que socorrem na amargura;
pelas mãos que acarinham,
pelas mãos que elaboram as leis
pelas mãos que cicatrizam feridas
retificando as carnes sofridas
balsamizando as dores de muitas vidas!
Pelas mãos que trabalham o solo,
que amparam o sofrimento e estacam lágrimas,
pelas mãos que ajudam os que sofrem,
os que padecem...
Pelas mãos que brilham nestes traços,
como estrelas sublimes fulgindo em meus
braços!
...E pelos pés que me levam a marchar,
ereta, firme a caminhar;
pés da renúncia que seguem
humildes e nobres sem reclamar.
E os que estão amputados, os aleijados,
os feridos e os deformados,
os que estão retidos na expiação
por ilusões doutra encarnação,
eu rogo por eles e posso afirmar
que no Teu Reino, após a lida
dolorosa da vida,
hão de poder bailar
e em transportes sublimes outros braços
afagar...
Sei que a Ti tudo é possível
Mesmo o que ao mundo parece impossível!
Obrigada, Senhor, pelo meu lar,
o recanto de paz ou escola de amor,
a mansão de glória.
Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho
e pelo lar que é meu...
Mas, se eu sequer
nem o lar tiver
ou teto amigo para me aconchegar
nem outro abrigo para me confortar,
se eu não possuir nada,
senão as estradas e as estrelas do céu,
como leito de repouso e o suave lençol,
e ao meu lado ninguém existir, vivendo e
chorando sozinha, ao léu...
Sem alguém para me consolar
Direi, cantarei, ainda:
Obrigada, Senhor,
porque Te amo e sei que me amas,
porque me deste a vida
jovial, alegre, por Teu amor favorecida...
Obrigada, Senhor, porque nasci,
Obrigada, porque creio em Ti.
...E porque me socorres com amor,
Hoje e sempre,
Obrigada, Senhor!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Além da Morte
Cumprida mais uma jornada na terra, seguem os espíritos para a pátria espiritual, conduzindo a bagagem dos feitos acumulados em suas
existências físicas.
Aportam no plano espiritual, nem anjos, nem demônios.
São homens, almas em aprendizagem despojadas da carne.
São os mesmos homens que eram antes da morte.
A desencarnação não lhes modifica hábitos, nem costumes.
Não lhes outorga títulos, nem conquistas. Não lhes retira méritos,
nem realizações.
Cada um se apresenta após a morte como sempre viveu.
Não ocorre nenhum milagre de transformação para aqueles que atingem o grande porto. Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia.
A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria,
demora-se, infeliz, ignorando a nova realidade.
Muitos agem como turistas confusos em visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não conseguem localizar.
Sentem a alma visitada por aflições e remorsos, receios e ansiedades.
Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações.
Os escravos do prazer prosseguem inquietos.
Os servos do ódio demoram-se em aflição.
Os companheiros da ilusão permanecem enganados.
Os aficionados da mentira dementam-se sob imagens desordenadas.
Os amigos da ignorância continuam perturbados.
Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio
dispensado pelos espíritos superiores. Sim, porque mesmo os seres mais
infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo
auxílio divino.
Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus
irmãos, refletindo a paternal providência divina.
Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é, pura e simplesmente, recomeçar a viver.
A morte a todos aguarda.
Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável.
Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade.
A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução.
A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal.
Cada dia de que dispomos na carne é nova chance de recomeço.
Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte. Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos.
Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à humanidade,
é degrau de ascensão.
********
Quando o véu da morte fechar os nossos olhos nesta existência,
continuaremos vivendo, em outro plano e em condições diversas.
Estaremos, no entanto, imbuídos dos mesmos defeitos e das mesmas
qualidades que nos movimentavam antes do transe da morte.
A adaptação a essa nova realidade dependerá da forma como nos tivermos preparado para ela. Semeamos a partir de hoje a colheita de venturas, ou de desdita, do amanhã.
Pense nisso.
existências físicas.
Aportam no plano espiritual, nem anjos, nem demônios.
São homens, almas em aprendizagem despojadas da carne.
São os mesmos homens que eram antes da morte.
A desencarnação não lhes modifica hábitos, nem costumes.
Não lhes outorga títulos, nem conquistas. Não lhes retira méritos,
nem realizações.
Cada um se apresenta após a morte como sempre viveu.
Não ocorre nenhum milagre de transformação para aqueles que atingem o grande porto. Raros são aqueles que despertam com a consciência livre, após a inevitável travessia.
A grande maioria, vinculada de forma intensa às sensações da matéria,
demora-se, infeliz, ignorando a nova realidade.
Muitos agem como turistas confusos em visita à grande cidade, buscando incessantemente endereços que não conseguem localizar.
Sentem a alma visitada por aflições e remorsos, receios e ansiedades.
Se refletissem um pouco perceberiam que a vida prossegue sem grandes modificações.
Os escravos do prazer prosseguem inquietos.
Os servos do ódio demoram-se em aflição.
Os companheiros da ilusão permanecem enganados.
Os aficionados da mentira dementam-se sob imagens desordenadas.
Os amigos da ignorância continuam perturbados.
Além disso, a maior parte dos seres não é capaz de perceber o apoio
dispensado pelos espíritos superiores. Sim, porque mesmo os seres mais
infelizes e voltados ao mal não são esquecidos ou abandonados pelo
auxílio divino.
Em toda parte e sem cessar, amigos espirituais amparam todos os seus
irmãos, refletindo a paternal providência divina.
Morrer, longe de ser o descansar nas mansões celestes ou o expurgar sem remissão nas zonas infelizes, é, pura e simplesmente, recomeçar a viver.
A morte a todos aguarda.
Preparar-se para tal acontecimento é tarefa inadiável.
Apenas as almas esclarecidas e experimentadas na batalha redentora serão capazes de transpor a barreira do túmulo e caminhar em liberdade.
A reencarnação é uma bendita oportunidade de evolução.
A matéria em que nos encontramos imersos, por ora, é abençoado campo de luta e de aprimoramento pessoal.
Cada dia de que dispomos na carne é nova chance de recomeço.
Tal benefício deve ser aproveitado para aquisição dos verdadeiros valores que resistem à própria morte. Na contabilidade divina a soma de ações nobres anula a coletânea equivalente de atos indignos.
Todo amor dedicado ao próximo, em serviço educativo à humanidade,
é degrau de ascensão.
********
Quando o véu da morte fechar os nossos olhos nesta existência,
continuaremos vivendo, em outro plano e em condições diversas.
Estaremos, no entanto, imbuídos dos mesmos defeitos e das mesmas
qualidades que nos movimentavam antes do transe da morte.
A adaptação a essa nova realidade dependerá da forma como nos tivermos preparado para ela. Semeamos a partir de hoje a colheita de venturas, ou de desdita, do amanhã.
Pense nisso.
Subscrever:
Mensagens (Atom)