Inspiro, expiro e relaxo.
Respiro fundo e bocejo...
Tentando ouvir o ruído da grama crescer eu vejo, ouço, sinto minha mente em sinergia com meu coração.
Vejo flores e ouço anjos.
Reverberam em minhas energias o mantra cósmico OM, pano de fundo do universo.
Ouço as folhas batendo com o vento,
Enquanto sinto as águas correntes das cachoeiras virgens.
Sinto a brisa acariciando meu rosto,
Enquanto os pássaros pousam a minha volta seguros.
Sinto a vastidão sideral e mergulho...
Mergulho no infinitamente grande do macro,
Enquanto mergulho no infinitamente pequeno do micro.
Assim como é acima, também é abaixo.
Assim como é fora, também é dentro.
O simétrico se confronta na contradição.
Enquanto o complementar converge no paradoxo.
O abstrato expande ao maior e o concreto se "expande" ao menor.
Assim vou flutuando nas ondas da evolução
Despreocupado escrevo fluente, sendo apenas eu mesmo, seja ego ou consciência.
Apenas flutuo deixando correr.
Estamos dentro de um oceano de vida e vivemos numa pequena bolha de ar pequenina em seu seio.
Bolhas dentro de bolhas e planos que sobrepõem planos.
Acima de cada camada sutil, existe outra ainda mais sutil.
Abaixo de cada camada densa, existe outra ainda mais densa.
O passado passou, o futuro ninguém sabe, portanto o momento é agora.
Viva a vida presente e deixe fluir.
O melhor momento para ser feliz é AGORA!
Deixe sua vida fluir no agora.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Ciência sem consciência
A ciência está calibrada para os parâmetros materiais e deve ser recalibrada por novos parâmetros com objetivos de estudos espirituais (conscienciais) .
O que desacreditamos não deve ser ingenuamente negado.
Se tiver alguma perspectiva de ser útil e agregar valor, deve ser pesquisado.
O que domina, controla e rege a realidade não são nossos dogmas e achismos leigos, mas as leis específicas que circunscrevem estes fenômenos.
Se existem fenômenos não materiais ainda
incompreensíveis a ciência convencional, o leque de abrangência da realidade desta deve ser reformulado.
A verdadeira ciência é o saber.
Saber é aprender e aprender é ser modesto sadio e humilde, inteligente e lúcido.
Ciência é consciência com sapiência do pesquisador curioso de mente e coração abertos.
Ciência é universalismo lúcido contra o misticismo incauto.
Ciência é filosofia prática e aplicada, que define, conceitua, age, pondera e conclui.
Ciência não é ser o indeciso "buscador borboleta" ou o intransigente radicalizado em linha de pensamento única.
Ciência é desconstruir os próprios dogmas conscientes e os subconscientes, os dogmas claros ou subliminares, desta vida (encarnação) e de outras vidas (paragenética) .
Ciência é pensar com lógica e coerência de forma imparcial e isenta.
É não ser faccioso, proselitista e necessitar de defender posição.
A ciência debate a idéia sem negar, acreditar ou desacretitar, mas pondera e reflete num nível maior (nível das idéias).
O que desacreditamos não deve ser ingenuamente negado.
Se tiver alguma perspectiva de ser útil e agregar valor, deve ser pesquisado.
O que domina, controla e rege a realidade não são nossos dogmas e achismos leigos, mas as leis específicas que circunscrevem estes fenômenos.
Se existem fenômenos não materiais ainda
incompreensíveis a ciência convencional, o leque de abrangência da realidade desta deve ser reformulado.
A verdadeira ciência é o saber.
Saber é aprender e aprender é ser modesto sadio e humilde, inteligente e lúcido.
Ciência é consciência com sapiência do pesquisador curioso de mente e coração abertos.
Ciência é universalismo lúcido contra o misticismo incauto.
Ciência é filosofia prática e aplicada, que define, conceitua, age, pondera e conclui.
Ciência não é ser o indeciso "buscador borboleta" ou o intransigente radicalizado em linha de pensamento única.
Ciência é desconstruir os próprios dogmas conscientes e os subconscientes, os dogmas claros ou subliminares, desta vida (encarnação) e de outras vidas (paragenética) .
Ciência é pensar com lógica e coerência de forma imparcial e isenta.
É não ser faccioso, proselitista e necessitar de defender posição.
A ciência debate a idéia sem negar, acreditar ou desacretitar, mas pondera e reflete num nível maior (nível das idéias).
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Hiperacuidade Poética / Recado
Vivo no templo da eternidade
Vivendo o presente de cada momento
Sinto a vida pulsar amorosa dentro e fora de mim
Sinto o permear suave do perfume das flores
Vejo o prana explodindo no ar e percolando em meu corpo
Percebo o duplo das coisas
Observo as bênçãos do amor e as setas de ódio
Percebo dentro de mim um discernimento amigo e sereno que me
tranqüiliza
Recebo flocos e pétalas energéticas que eu mesmo crio
E são endossadas pelos amigos espirituais
É apenas mais um caminho...
É o olfato da espiritualidade
É o tato da essência da alma
É a visão do infinito mirando o Eterno
É a audição dos mantras cósmicos
É o paladar consciencial que busca a vida
É a poesia que acalenta meus karmas ruins
É a suavidade que me faz enamorar o espiritual
É o canto dos pássaros, brilho do verde e reluzir das águas,
que me faz reverenciar ao Todo
É o Amor que ama sem nome
São as percepções das coisas que amplia a percepção do Universo
no Tudo é Um em mim mesmo.
É o olhar, o sorriso e o silêncio que falam
É a expressão que se expande em vida pululante sentindo um amor
que ainda não compreende.
Paz e Luz,
Vivendo o presente de cada momento
Sinto a vida pulsar amorosa dentro e fora de mim
Sinto o permear suave do perfume das flores
Vejo o prana explodindo no ar e percolando em meu corpo
Percebo o duplo das coisas
Observo as bênçãos do amor e as setas de ódio
Percebo dentro de mim um discernimento amigo e sereno que me
tranqüiliza
Recebo flocos e pétalas energéticas que eu mesmo crio
E são endossadas pelos amigos espirituais
É apenas mais um caminho...
É o olfato da espiritualidade
É o tato da essência da alma
É a visão do infinito mirando o Eterno
É a audição dos mantras cósmicos
É o paladar consciencial que busca a vida
É a poesia que acalenta meus karmas ruins
É a suavidade que me faz enamorar o espiritual
É o canto dos pássaros, brilho do verde e reluzir das águas,
que me faz reverenciar ao Todo
É o Amor que ama sem nome
São as percepções das coisas que amplia a percepção do Universo
no Tudo é Um em mim mesmo.
É o olhar, o sorriso e o silêncio que falam
É a expressão que se expande em vida pululante sentindo um amor
que ainda não compreende.
Paz e Luz,
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Aos bons entendedores
Einstein era odiado por colegas e professores e foi até expulso da escola. Após ser exposta, a Teoria da Relatividade só foi entendida 20 anos depois.
Guilhermo Marconi, o italiano que descobriu as ondas de rádio (ondas eletromagnéticas) antes de consumar sua descoberta comentou com uma roda de amigos íntimos: “Desconfio que é possível enviar informações pelo ar...” Estes bons amigos o internaram, mas depois ele criou o primeiro aparelho de rádio do nosso planeta.
Cristóvão Colombo pediu à alguns amigos que tentassem colocar um ovo em pé em cima de uma mesa. Todos tentaram, mas ninguém conseguiu. Após as fracassadas tentativas ele quebrou o ovo e o colocou em pé. Os frustrados amigos o criticaram: Assim eu também conseguiria. ..
Homens visionários. Sempre à frente, sempre criticados, sempre incompreendidos. Ah! Estes loucos!!!
As quebras de paradigmas são necessárias à nossa evolução. A única coisa que limita nossos paradigmas é nossa ignorância e nosso medo covarde diante do novo. Os piores são aqueles que criticam sem sequer entender do assunto e aqueles outros que não atuam, mas dizem que fariam melhor.
Para quem sabe ler um pingo é letra e para bom entendedor meia palavra basta.
Guilhermo Marconi, o italiano que descobriu as ondas de rádio (ondas eletromagnéticas) antes de consumar sua descoberta comentou com uma roda de amigos íntimos: “Desconfio que é possível enviar informações pelo ar...” Estes bons amigos o internaram, mas depois ele criou o primeiro aparelho de rádio do nosso planeta.
Cristóvão Colombo pediu à alguns amigos que tentassem colocar um ovo em pé em cima de uma mesa. Todos tentaram, mas ninguém conseguiu. Após as fracassadas tentativas ele quebrou o ovo e o colocou em pé. Os frustrados amigos o criticaram: Assim eu também conseguiria. ..
Homens visionários. Sempre à frente, sempre criticados, sempre incompreendidos. Ah! Estes loucos!!!
As quebras de paradigmas são necessárias à nossa evolução. A única coisa que limita nossos paradigmas é nossa ignorância e nosso medo covarde diante do novo. Os piores são aqueles que criticam sem sequer entender do assunto e aqueles outros que não atuam, mas dizem que fariam melhor.
Para quem sabe ler um pingo é letra e para bom entendedor meia palavra basta.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Dragão de sete cabeças
O karma negativo é um dragão quase invencível que está de frente para você, para mim, para todos.
Tentando fugir ele cresce e fica mais forte, mas enfrentando- o com resignação, com paciência e
compreensão ele se derrete e quando você ama o mundo ele se desfaz.
Imagine um Dragão como sendo o karma negativo de uma pessoa.
A pessoa o observa com medo e tenta correr. Quando inicia a corrida o Dragão vai crescendo, ficando mais forte, rápido e feroz até que o
abocanha.
Numa segunda situação a pessoa observa e sabe que não adianta fugir e resolve enfrentar o Dragão de frente e vai se aproximando devagar.
No meio do caminho o Dragão se transforma em um cachorro e quando se chega mais perto se transforma num gatinho.
Fuja dele e ele se tornará forte, enfrente-o e ele ficará mansinho.
Tentando fugir ele cresce e fica mais forte, mas enfrentando- o com resignação, com paciência e
compreensão ele se derrete e quando você ama o mundo ele se desfaz.
Imagine um Dragão como sendo o karma negativo de uma pessoa.
A pessoa o observa com medo e tenta correr. Quando inicia a corrida o Dragão vai crescendo, ficando mais forte, rápido e feroz até que o
abocanha.
Numa segunda situação a pessoa observa e sabe que não adianta fugir e resolve enfrentar o Dragão de frente e vai se aproximando devagar.
No meio do caminho o Dragão se transforma em um cachorro e quando se chega mais perto se transforma num gatinho.
Fuja dele e ele se tornará forte, enfrente-o e ele ficará mansinho.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
O Soldado do Bem
Sinto-me um soldado do bem.
Sou forte, energético, autoconfiante e positivo.
Na mão direita, porto a espada da verdade no nível em que a reconheço e, na mão esquerda, o estandarte da compaixão .
Sei dar um passo à frente e dois atrás, se necessário.
Sei sorrir em silêncio e chorar em público.
Sei impor meus pensamentos positivos nas bordas do mal e os defender em nome de Deus.
Sei amar a todos incondicionalmente, sem esperar gratidão.
Sei magoar, se preciso, e pedir perdão, se necessário.
Às vezes, é preciso ter coragem para falar duras palavras, duras para quem ironiza, quem deturpa e escarnece o bem e a verdade.
Defendo meus pontos de vista francamente, não me envergonho de errar, mas sei os reconhecer.
Sei ser discreto e silencioso ou extrovertido e ruidoso.
Sei que não sou perfeito, nem dono da verdade. Posso errar em qualquer coisa, a qualquer momento, mas sempre estou disponível a humildemente reconhecer que o bem e a verdade se manifestam de diversas formas, em lugares, tempos, ambientes e consciências diferentes.
Estou sempre disponível a servir, seja à noite, seja de dia, no corpo físico ou fora dele, em projeção astral, seja pelo esclarecimento, seja pela consolação, seja a apenas uma consciência, seja a várias delas.
Como filho de Deus, consciente e lúcido dos propósitos de meu Pai para comigo, sempre levo minha simpatia e meu sorriso para O representar da melhor forma que posso, independente de minha roupa ou do lugar em que me encontro.
Sou um soldado do bem, um sargento da paz e um general do amor.
Sei que a grandeza de um ser consiste em perceber a sua magnitude, perante a imensidão dos cosmos, de que nada somos, nada fazemos, criamos ou sentimos, se não for por origem de Deus.
Sou forte, energético, autoconfiante e positivo.
Na mão direita, porto a espada da verdade no nível em que a reconheço e, na mão esquerda, o estandarte da compaixão .
Sei dar um passo à frente e dois atrás, se necessário.
Sei sorrir em silêncio e chorar em público.
Sei impor meus pensamentos positivos nas bordas do mal e os defender em nome de Deus.
Sei amar a todos incondicionalmente, sem esperar gratidão.
Sei magoar, se preciso, e pedir perdão, se necessário.
Às vezes, é preciso ter coragem para falar duras palavras, duras para quem ironiza, quem deturpa e escarnece o bem e a verdade.
Defendo meus pontos de vista francamente, não me envergonho de errar, mas sei os reconhecer.
Sei ser discreto e silencioso ou extrovertido e ruidoso.
Sei que não sou perfeito, nem dono da verdade. Posso errar em qualquer coisa, a qualquer momento, mas sempre estou disponível a humildemente reconhecer que o bem e a verdade se manifestam de diversas formas, em lugares, tempos, ambientes e consciências diferentes.
Estou sempre disponível a servir, seja à noite, seja de dia, no corpo físico ou fora dele, em projeção astral, seja pelo esclarecimento, seja pela consolação, seja a apenas uma consciência, seja a várias delas.
Como filho de Deus, consciente e lúcido dos propósitos de meu Pai para comigo, sempre levo minha simpatia e meu sorriso para O representar da melhor forma que posso, independente de minha roupa ou do lugar em que me encontro.
Sou um soldado do bem, um sargento da paz e um general do amor.
Sei que a grandeza de um ser consiste em perceber a sua magnitude, perante a imensidão dos cosmos, de que nada somos, nada fazemos, criamos ou sentimos, se não for por origem de Deus.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Ilusão caminho de dor
Sonhos que se desfazem, são almas que se constroem.
Castelos de areia que desmoronam, são despertares que se decantam.
Projetos que se esvaem, são provações que se estabelecem.
Perdas que nos mutilam, são burilações de nossa sensibilidade.
Traições que se instalam, são reparações que nos são devidas.
Amores que nos rejeitam, são decepações1 de paixões insanas.
Lágrimas que derramamos, são o fel que de nós se purga.
Ilusões que experimentamos, são o sofrimento que escolhemos.
A dor é o caminho do bruto e do rude que desconhece e ignora o divino
dentro de si.
Precisa ser sensibilizado através dos objetos de suas paixões
escravizantes.
A Consciência Cósmica através das pressões kármicas inexoráveis
decepa sonhos e detona castelos de areia através dos "tsunamis"
retificadores pelos caminhos da dor.
Punhado de vidas são ceifadas num segundo.
Punhado maior de sonhos e ilusões são ceifadas também a reboque da
didática evolutiva do Criador.
Há homens discretos e reverentes orando com a alma (minoria),
enquanto há outros que ajoelham com bombas na cintura,
E a maioria vive para comer, beber, dormir, comprar e procriar qual
gado planetário detendo sonhos materialistas comuns.
A Terra gira no espaço e o tempo flui sereno no cosmos.
As leis da ação e reação são inexoráveis e muitas lágrimas se
derramarão.
Não há vingança, ameaça ou moralismo nisto.
É o simples e evidente, enquanto o abstrato e o concreto se
interpolam fazendo o meio caminho entre cada "eu" e o Todo onipotente.
É a intercessão entre o "nada" e o "Tudo" perfazendo o natural
caminho da evolução onde todos nós nos encontramos sem exceção.
Castelos de areia que desmoronam, são despertares que se decantam.
Projetos que se esvaem, são provações que se estabelecem.
Perdas que nos mutilam, são burilações de nossa sensibilidade.
Traições que se instalam, são reparações que nos são devidas.
Amores que nos rejeitam, são decepações1 de paixões insanas.
Lágrimas que derramamos, são o fel que de nós se purga.
Ilusões que experimentamos, são o sofrimento que escolhemos.
A dor é o caminho do bruto e do rude que desconhece e ignora o divino
dentro de si.
Precisa ser sensibilizado através dos objetos de suas paixões
escravizantes.
A Consciência Cósmica através das pressões kármicas inexoráveis
decepa sonhos e detona castelos de areia através dos "tsunamis"
retificadores pelos caminhos da dor.
Punhado de vidas são ceifadas num segundo.
Punhado maior de sonhos e ilusões são ceifadas também a reboque da
didática evolutiva do Criador.
Há homens discretos e reverentes orando com a alma (minoria),
enquanto há outros que ajoelham com bombas na cintura,
E a maioria vive para comer, beber, dormir, comprar e procriar qual
gado planetário detendo sonhos materialistas comuns.
A Terra gira no espaço e o tempo flui sereno no cosmos.
As leis da ação e reação são inexoráveis e muitas lágrimas se
derramarão.
Não há vingança, ameaça ou moralismo nisto.
É o simples e evidente, enquanto o abstrato e o concreto se
interpolam fazendo o meio caminho entre cada "eu" e o Todo onipotente.
É a intercessão entre o "nada" e o "Tudo" perfazendo o natural
caminho da evolução onde todos nós nos encontramos sem exceção.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
O MESTRE
O Mestre não deseja reverência,
Deseja trabalho.
O Mestre não deseja ritual,
Deseja humildade.
O Mestre não deseja dedicação a Ele,
Deseja dedicação ao mundo.
O Mestre não deseja parapsiquismo,
Deseja amor.
O Mestre não deseja teoria,
Deseja a prática.
O Mestre não deseja a técnica,
Deseja aplicação.
O Mestre não deseja rótulo ou pacote,
Deseja espiritualidade.
O Mestre não deseja alguma linha,
Deseja evolução.
O Mestre não deseja competição,
Deseja respeito.
O Mestre não deseja discípulos avançados,
Deseja avanços no coração.
O Mestre não deseja a pose honrosa,
Deseja a honra de servir sem preconceito.
O Mestre não deseja grupos de iniciados,
Deseja os que iniciaram o trabalho fraterno.
O Mestre não deseja cheiro de incenso,
Deseja o odor reverberante da paz.
O Mestre não deseja o brilho do cristal,
Deseja a cristalinidade do coração.
Espiritualidade não é religião e humildade não é servilismo.
Devemos ser simples sem sermos simplórios.
A fraternidade exige iniciativa, o bem exige coragem
e todos têm possibilidade de assim conviverem.
Seu Mestre não se encontra nas montanhas do Himalaia,
se encontra nas aberturas de Luz que vêm de dentro de seu coração.
Façam por merecer, pois quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece!
[]
Paz, Amor e Luz!
Deseja trabalho.
O Mestre não deseja ritual,
Deseja humildade.
O Mestre não deseja dedicação a Ele,
Deseja dedicação ao mundo.
O Mestre não deseja parapsiquismo,
Deseja amor.
O Mestre não deseja teoria,
Deseja a prática.
O Mestre não deseja a técnica,
Deseja aplicação.
O Mestre não deseja rótulo ou pacote,
Deseja espiritualidade.
O Mestre não deseja alguma linha,
Deseja evolução.
O Mestre não deseja competição,
Deseja respeito.
O Mestre não deseja discípulos avançados,
Deseja avanços no coração.
O Mestre não deseja a pose honrosa,
Deseja a honra de servir sem preconceito.
O Mestre não deseja grupos de iniciados,
Deseja os que iniciaram o trabalho fraterno.
O Mestre não deseja cheiro de incenso,
Deseja o odor reverberante da paz.
O Mestre não deseja o brilho do cristal,
Deseja a cristalinidade do coração.
Espiritualidade não é religião e humildade não é servilismo.
Devemos ser simples sem sermos simplórios.
A fraternidade exige iniciativa, o bem exige coragem
e todos têm possibilidade de assim conviverem.
Seu Mestre não se encontra nas montanhas do Himalaia,
se encontra nas aberturas de Luz que vêm de dentro de seu coração.
Façam por merecer, pois quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece!
[]
Paz, Amor e Luz!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Ego Espiritualista
Só o ego reconhece o ego.
Só o ego critica o ego.
Só o ego julga o ego.
Só o ego incomoda o ego.
O ego se constrange, se sente mal;
Condena como se estivesse sempre certo.
O ego olha somente para fora.
O ego não tem o espelho da autocrítica.
É curioso o ego espiritualista. ..
É o ego que critica a espiritualidade do irmão;
É o ego que ouve, que lê, raciocina e não sente.
Talvez os bons espíritos e a respectiva espiritualidade prefiram os egos mais simples e puros, mais ingênuos de coração.
Há verdadeiros heroísmos silenciosos.
São tantas experiências!
Ainda falta muito para caminhar.
Ainda estamos “engatinhando” , mas criticamos o “nenê” ao lado.
Um pouco mais, um pouco menos, somos todos “farinha do mesmo saco”, mas existem “farinhas” que criticam as outras, se achando “mais brancas”.
Um ego se projeta mais, outro escreve mais, aquele “ouve” mais e este “enxerga” mais.
São vidas atrás de vidas, cada consciência “um livro”, um “winchester consciencial” de vivências pessoais diferentes.
Enquanto estivermos nesta etapa evolutiva primitiva, jamais saberemos uns dos outros, jamais entenderemos o que sente, pensa ou que vivenciou cada consciência. Ainda assim, nosso ego espiritualista permanecerá criticando os demais.
Se temos ego? Sim, temos!
Então, que tenhamos a vaidade de servir e sermos assistenciais, que tenhamos o orgulho de receber os bons espíritos e auxiliar na produção de suas obras;
Que tenhamos o ego de dizer: “Sim, eu fiz, eu ajudei, eu realizei, eu construí e, de alguma forma, eu amei mesmo com ego e apesar dele.”
Tudo é ego!
Ego por ego, que a dissolução do mesmo comece por aí.
É muito mais sadio, salutar e positivo, enquanto ainda não dá para superá-lo totalmente e de uma vez.
Olhe para fora, mas olhe muito mais para dentro de si; esqueça o ego dos outros para produzir.
Só o ego critica o ego.
Só o ego julga o ego.
Só o ego incomoda o ego.
O ego se constrange, se sente mal;
Condena como se estivesse sempre certo.
O ego olha somente para fora.
O ego não tem o espelho da autocrítica.
É curioso o ego espiritualista. ..
É o ego que critica a espiritualidade do irmão;
É o ego que ouve, que lê, raciocina e não sente.
Talvez os bons espíritos e a respectiva espiritualidade prefiram os egos mais simples e puros, mais ingênuos de coração.
Há verdadeiros heroísmos silenciosos.
São tantas experiências!
Ainda falta muito para caminhar.
Ainda estamos “engatinhando” , mas criticamos o “nenê” ao lado.
Um pouco mais, um pouco menos, somos todos “farinha do mesmo saco”, mas existem “farinhas” que criticam as outras, se achando “mais brancas”.
Um ego se projeta mais, outro escreve mais, aquele “ouve” mais e este “enxerga” mais.
São vidas atrás de vidas, cada consciência “um livro”, um “winchester consciencial” de vivências pessoais diferentes.
Enquanto estivermos nesta etapa evolutiva primitiva, jamais saberemos uns dos outros, jamais entenderemos o que sente, pensa ou que vivenciou cada consciência. Ainda assim, nosso ego espiritualista permanecerá criticando os demais.
Se temos ego? Sim, temos!
Então, que tenhamos a vaidade de servir e sermos assistenciais, que tenhamos o orgulho de receber os bons espíritos e auxiliar na produção de suas obras;
Que tenhamos o ego de dizer: “Sim, eu fiz, eu ajudei, eu realizei, eu construí e, de alguma forma, eu amei mesmo com ego e apesar dele.”
Tudo é ego!
Ego por ego, que a dissolução do mesmo comece por aí.
É muito mais sadio, salutar e positivo, enquanto ainda não dá para superá-lo totalmente e de uma vez.
Olhe para fora, mas olhe muito mais para dentro de si; esqueça o ego dos outros para produzir.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Os Defeitos de um Homem
Oh, meu Deus!
Eis-me aqui de novo!
Nova vida, novo corpo físico, nova oportunidade. ..
Eu roguei tanto, tanto implorei...
Tu me tiraste da perdição dos umbrais errantes,
Eis-me aqui de novo!
Eu prometi, senti força e verdade;
Estava confiante de que nada aconteceria;
Mas eis-me aqui de novo!
Velhos defeitos, novas provas.
Tu confiaste e confias em mim mais que eu mesmo;
Tu me amaste e me amas mais que eu mesmo.
Tu sabias que eu ia errar, mas me deu outra chance de novo, assim mesmo.
Eis-me aqui de novo!
Já errei antes e eis que erro de novo.
Que ego terrível e recalcitrante!
Por que erras? Por que fazes de novo?
Oh, ego que me corrói!
Olho para dentro de mim e procuro onde encontrar forças e motivação;
Olho para o fundo de minha alma, a fim de encontrar algo para, de novo, acreditar em mim.
Sim, sou fraco!
Curvo-me meio que humilde e meio desalentado;
Mas como ego orgulhoso e forte eu me desafio.
De saudade, choro das bênçãos da espiritualidade.
Eis-me aqui de novo!
Com as mãos no rosto, meio choroso, meio raivoso, grito em meus pensamentos:
“Seja forte e não entregue os pontos!
Confie em seu valor e seu amor!”
Sorrio meio amarelo, meio singelo, levanto a cabeça, mas com meus olhos ainda no chão, me questiono:
“Por que vim? O que faço aqui?”
Procuro, procuro e procuro, mas acho.
Eis que achei algo dentro de mim!
Estava embaixo das cinzas de meu coração, meio tosca e empoeirada, mas achei!
É a esperança que vem da alma!
É a esperança doce que vem do amor!
Ajoelho e choro! Obrigado, Deus!
Renasci novamente diante de mim.
Só desejo recomeçar!
Vida...
Eis-me aqui de novo!
Eis-me aqui de novo!
Nova vida, novo corpo físico, nova oportunidade. ..
Eu roguei tanto, tanto implorei...
Tu me tiraste da perdição dos umbrais errantes,
Eis-me aqui de novo!
Eu prometi, senti força e verdade;
Estava confiante de que nada aconteceria;
Mas eis-me aqui de novo!
Velhos defeitos, novas provas.
Tu confiaste e confias em mim mais que eu mesmo;
Tu me amaste e me amas mais que eu mesmo.
Tu sabias que eu ia errar, mas me deu outra chance de novo, assim mesmo.
Eis-me aqui de novo!
Já errei antes e eis que erro de novo.
Que ego terrível e recalcitrante!
Por que erras? Por que fazes de novo?
Oh, ego que me corrói!
Olho para dentro de mim e procuro onde encontrar forças e motivação;
Olho para o fundo de minha alma, a fim de encontrar algo para, de novo, acreditar em mim.
Sim, sou fraco!
Curvo-me meio que humilde e meio desalentado;
Mas como ego orgulhoso e forte eu me desafio.
De saudade, choro das bênçãos da espiritualidade.
Eis-me aqui de novo!
Com as mãos no rosto, meio choroso, meio raivoso, grito em meus pensamentos:
“Seja forte e não entregue os pontos!
Confie em seu valor e seu amor!”
Sorrio meio amarelo, meio singelo, levanto a cabeça, mas com meus olhos ainda no chão, me questiono:
“Por que vim? O que faço aqui?”
Procuro, procuro e procuro, mas acho.
Eis que achei algo dentro de mim!
Estava embaixo das cinzas de meu coração, meio tosca e empoeirada, mas achei!
É a esperança que vem da alma!
É a esperança doce que vem do amor!
Ajoelho e choro! Obrigado, Deus!
Renasci novamente diante de mim.
Só desejo recomeçar!
Vida...
Eis-me aqui de novo!
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Viver e sentir
Viver é a arte de amar.
Sentir é a arte de viver.
Servir é a arte de sentir.
Amar é a sabedoria divina
Servir é renunciar ao ego.
Para renunciar ao ego é necessário sentir e para sentir é necessário
servir.
Dádiva dos homens e mulheres de silêncio que muito agem e pouco falam.
Afinal, o que mais fala é o silêncio na ação das boas obras –
práticas do exemplo.
Que assim seja em nossas almas!
Sentir é a arte de viver.
Servir é a arte de sentir.
Amar é a sabedoria divina
Servir é renunciar ao ego.
Para renunciar ao ego é necessário sentir e para sentir é necessário
servir.
Dádiva dos homens e mulheres de silêncio que muito agem e pouco falam.
Afinal, o que mais fala é o silêncio na ação das boas obras –
práticas do exemplo.
Que assim seja em nossas almas!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Críticas
Existem aqueles que criticam.
Criticam sem fazer melhor.
Citam casos, vivem do passado, justificam seus defeitos no presente.
Tudo é motivo para vaidade.
Quando não há argumentos para auto-exaltação ao ego, procuram depreciar o amigo, na intenção de se sentirem maiores diante de si mesmos e de sua vaidade desmedida.
Dizem que seu grupo é o melhor e quem sair dele perderá um certo tipo de salvação ou a “melhor oportunidade que existe”.
Por que somos tão burros e cegos?
Por que temos de passar por experiências tão constrangedoras para ver dobrado nosso orgulho e vaidade?
Por que não conseguimos enxergar com os olhos do coração, para perdoar de fato e confiarmos em nós mesmos?
Ainda bem que existe o karma, o melhor professor de todos, que garante que sempre estaremos no caminho por ou sem querer.
Não reclamemos de nada, somos culpados por tudo o que se passou conosco.
O que não veio pelo amor, veio pela dor. E, assim, de qualquer forma aprendemos.
Procuremos abrir os olhos do coração para poder receber as dádivas de Deus!
Precisamos, primeiro, nos perdoar para, em seguida, perdoar aos que nos ofenderam.
A leveza de uma alma de consciência tranqüila é a maior bênção que se pode obter.
Não critique, apenas se corrija.
Busque isenção nos sentidos, retidão na alma e justiça no coração.
Erra menos quem erra contra si próprio.
Criticam sem fazer melhor.
Citam casos, vivem do passado, justificam seus defeitos no presente.
Tudo é motivo para vaidade.
Quando não há argumentos para auto-exaltação ao ego, procuram depreciar o amigo, na intenção de se sentirem maiores diante de si mesmos e de sua vaidade desmedida.
Dizem que seu grupo é o melhor e quem sair dele perderá um certo tipo de salvação ou a “melhor oportunidade que existe”.
Por que somos tão burros e cegos?
Por que temos de passar por experiências tão constrangedoras para ver dobrado nosso orgulho e vaidade?
Por que não conseguimos enxergar com os olhos do coração, para perdoar de fato e confiarmos em nós mesmos?
Ainda bem que existe o karma, o melhor professor de todos, que garante que sempre estaremos no caminho por ou sem querer.
Não reclamemos de nada, somos culpados por tudo o que se passou conosco.
O que não veio pelo amor, veio pela dor. E, assim, de qualquer forma aprendemos.
Procuremos abrir os olhos do coração para poder receber as dádivas de Deus!
Precisamos, primeiro, nos perdoar para, em seguida, perdoar aos que nos ofenderam.
A leveza de uma alma de consciência tranqüila é a maior bênção que se pode obter.
Não critique, apenas se corrija.
Busque isenção nos sentidos, retidão na alma e justiça no coração.
Erra menos quem erra contra si próprio.
sábado, 24 de novembro de 2007
Inimigo Meu
Às vezes estou tranqüilo, andando por aí, estou despretensioso e ele
me espreita.
Quando estou em casa, mesmo quando penso estar só, mesmo que eu olhe
para trás e não o veja, ele me espreita.
Acordo cedo e vou trabalhar tão feliz, mesmo cantando no caminho,
acreditando estar só. Não é verdade, ele está lá.
Chego nos trabalhos espirituais radiante e encontro meus amigos mais
íntimos, companheiros por afinidade, parceiros de evolução.
Ingenuamente acredito que todos são amigos, mas me engano. Menos um!
Ele me espreita,
Observa e vigia,
Não perde uma oportunidade,
Basta uma invigilância;
E olha quem se manifesta;
O meu pior inimigo:
Meu ego!
me espreita.
Quando estou em casa, mesmo quando penso estar só, mesmo que eu olhe
para trás e não o veja, ele me espreita.
Acordo cedo e vou trabalhar tão feliz, mesmo cantando no caminho,
acreditando estar só. Não é verdade, ele está lá.
Chego nos trabalhos espirituais radiante e encontro meus amigos mais
íntimos, companheiros por afinidade, parceiros de evolução.
Ingenuamente acredito que todos são amigos, mas me engano. Menos um!
Ele me espreita,
Observa e vigia,
Não perde uma oportunidade,
Basta uma invigilância;
E olha quem se manifesta;
O meu pior inimigo:
Meu ego!
domingo, 11 de novembro de 2007
Fraternidade Universal
A arrogância se perde no vazio do coração.
O orgulho embota as intuições elevadas.
É mais fácil agir que servir.
É mais fácil pensar que se doar.
É mais fácil “tecnizar” que amar.
Informação não é conhecimento e conhecimento não é sabedoria.
Atualmente estamos na era da velocidade, dos satélites, celulares e bancos de dados.
Seria bom se preparar para a era da consciência.
As informações serão trocadas pelas vias consciênciais navegando em nossos chacras, nádis e paranádis.
As tecnologias materialistas serão trocadas pelo amor que dinamiza os chacras e parachacras.
As células foto-elétricas, lanternas e holofotes serão trocados pelos brilhos luminosos de nossas auras.
Os karmas pesados e dolorosos serão trocados por dharmas sorridentes e agradáveis.
O preconceito religioso, filosófico e doutrinário, serão trocados pela fraternidade universal.
O universalismo e o amor são incipientes no planeta Terra,
Mas o amor é real,
O bem está presente,
Há muitas vibrações elevadas e
Há muitas consciências evoluídas trabalhando no anonimato.
Os bastidores extrafísicos vivem procurando sintonias sadias que são raras brechas nos grupos espiritualistas humanos.
Pessoas e grupos que por mais defeituosas e limitadas que sejam, mas que saibam desarmar seus espíritos e abrir o coração aos amigos espirituais pacientes e operosos.
Então que fique claro: o amor é um só, a verdade é uma só.
Não existem tipos de amor ou tipos de verdade diferentes.
Embora a manifestação do amor e da verdade possam eclodir de formas variadas, sua qualidade sempre tem que ser a mesma: humildade, perdão, paciência, comunhão, trabalho, bem e paz.
Portanto, já passou da hora, procure o amor em seu coração.
Pare de esperar fenômenos grandiosos, aparições espirituais, espetáculos no céu, reencarnações de velhos Avatares, agradecimentos e elogios por seu trabalho.
Ame em silêncio, sirva, ajude o próximo da maneira que puder estará trilhando o verdadeiro caminho da Fraternidade Universal.
O orgulho embota as intuições elevadas.
É mais fácil agir que servir.
É mais fácil pensar que se doar.
É mais fácil “tecnizar” que amar.
Informação não é conhecimento e conhecimento não é sabedoria.
Atualmente estamos na era da velocidade, dos satélites, celulares e bancos de dados.
Seria bom se preparar para a era da consciência.
As informações serão trocadas pelas vias consciênciais navegando em nossos chacras, nádis e paranádis.
As tecnologias materialistas serão trocadas pelo amor que dinamiza os chacras e parachacras.
As células foto-elétricas, lanternas e holofotes serão trocados pelos brilhos luminosos de nossas auras.
Os karmas pesados e dolorosos serão trocados por dharmas sorridentes e agradáveis.
O preconceito religioso, filosófico e doutrinário, serão trocados pela fraternidade universal.
O universalismo e o amor são incipientes no planeta Terra,
Mas o amor é real,
O bem está presente,
Há muitas vibrações elevadas e
Há muitas consciências evoluídas trabalhando no anonimato.
Os bastidores extrafísicos vivem procurando sintonias sadias que são raras brechas nos grupos espiritualistas humanos.
Pessoas e grupos que por mais defeituosas e limitadas que sejam, mas que saibam desarmar seus espíritos e abrir o coração aos amigos espirituais pacientes e operosos.
Então que fique claro: o amor é um só, a verdade é uma só.
Não existem tipos de amor ou tipos de verdade diferentes.
Embora a manifestação do amor e da verdade possam eclodir de formas variadas, sua qualidade sempre tem que ser a mesma: humildade, perdão, paciência, comunhão, trabalho, bem e paz.
Portanto, já passou da hora, procure o amor em seu coração.
Pare de esperar fenômenos grandiosos, aparições espirituais, espetáculos no céu, reencarnações de velhos Avatares, agradecimentos e elogios por seu trabalho.
Ame em silêncio, sirva, ajude o próximo da maneira que puder estará trilhando o verdadeiro caminho da Fraternidade Universal.
sábado, 3 de novembro de 2007
Santa Maria Mãe Divina
Seu coração me tocou, seu coração eu senti, vi ao fim de um longo
túnel negro um universo branco de paz eterna.
Seus olhos eu mirei, vi o Universo inteiro dentro deles.
Suas mãos eu beijei, senti uma humildade infinita e fluente, que não
parecia eu.
Sua face alva eu admirei, senti o sorriso de seu amor despertando um
amor dentro de mim que eu não conhecia e nem acreditava.
Sua pureza espiritual me invadiu e me permeou, com suavidade materna,
por alguns momentos diluiu todo meu mal.
Seu véu branco se movimentava com a brisa e eu me aproximei de olhos
baixos e nele enxuguei minhas lágrimas.
Sua voz me abençoou e com vergonha de ser o que sou, me sentindo
impuro eu não quis te abraçar. Mas nem toda minha impureza resistiu a
sua voz inigualável e te abracei.
Já em prantos emocionados só me acalmei com suas mãos celestiais em
minha cabeça e minha nuca.
Abraçado por suas mãos e por sua aura eu me sentia um anjo feliz no
colo de Deus.
Acolhido em Seu seio eu ouvia violinos que embalam a criação do universo.
Pétalas de rosas de todas as cores caiam em cima de nós brilhando e
emanando luzes etéreas.
Até a grama sorria e agradecia abaixo e em volta de nós naquela relva.
O tempo parou na eternidade de um momento e meu egoísmo nunca mais
quis sair dali.
Eu não precisava e não queria mais nada, pois estava acolhido no colo
eterno e querido de minha mãe.
Até o sol sorria em seu brilho suave e não ofuscante, enquanto as
nuvens claras eram levadas pelas brisas de Deus e dos Anjos.
Fadas, Anjos e Elementais flutuavam e brincavam de roda em volta de
nós, com maior carinho e respeito.
Eu me sentia enlevado e inebriado como um anjo-bebê.
Quase pus o dedo na boca enquanto recordava de uma pureza espiritual
que há muito não sentia.
Mas a Mãe Divina não estava apenas me consolando, me acolhendo e me
amando.
Estávamos abraçados como mãe e filho queridos que se amam eternamente,
quase sem nos movimentarmos.
Os Anjos cantavam ao som de violinos de Deus e sem nos movermos um
centímetros a Mãe me levou para um passeio dentro de seu coração.
Mergulhamos juntos e de mãos dadas com um vôo volitivo não material,
não espacial, mas consciencial.
Então ela começou a falar mentalmente com sua "voz" angélica e Divina:
Eu Sou o feminino.
Eu Sou todas as mulheres do mundo.
Eu Sou a virgem, a devassa, a casta, a beata e a comum.
Eu Sou a rica e a pobre, a intelectual e a rude.
Eu Sou a mãe negra que sofre abandonada nas favelas e guetos.
Eu Sou a mulher índia explorada por todas as sociedades e eras.
Eu Sou a madame rica e fútil que vive nas compras e fofocas.
Eu Sou a mulher valorosa e voluntária que serve abnegada e anônima no
mundo.
Eu Sou a mulher ofendida, humilhada e estuprada, muitas vezes por seu
próprio marido.
Eu Sou também a mulher feliz e equilibrada no seio do lar.
Eu Sou a mulher sadia e a mulher doente e renegada.
Eu Sou a menina e a velha.
Eu Sou a feia e a bela.
Eu Sou a mandona e a servil.
Eu Sou a Mãe do mundo e Mãe da humanidade.
Eu Sou sutil, yin, suave e maternal.
Eu Sou Mãe e te amo!
Eu amo toda humanidade!
Eu Sou Deus na manifestação do feminino.
Vá, volte para o mundo e diga que me viu e que te abracei.
Diga ao mundo para quando olharem para qualquer mulher sintam
primeiramente o respeito e depois a compaixão.
É a mulher que gera vida, que organiza e estrutura o lar e a família.
A mulher é o esteio e o ponto de equilíbrio.
Não importa quão "machos" e provedores sejam os homens.
Sem equilíbrio e sem respeito não há vida e nem felicidade.
Não se sintam sós, não se sintam abandonadas, vocês mulheres do mundo.
As que me procuram dentro de seus corações irão me encontrar.
Eu as consolarei.
Eu darei a força que precisarem.
Orem e meditem com fervor e concentração e Eu me manifestarei de forma
sutil, invisível, mas contundente.
Seja você, seja digna, seja mulher!
E vá com Deus cumprir os seus desígnios.
Obrigada Mãe! É amor demais para mim!
túnel negro um universo branco de paz eterna.
Seus olhos eu mirei, vi o Universo inteiro dentro deles.
Suas mãos eu beijei, senti uma humildade infinita e fluente, que não
parecia eu.
Sua face alva eu admirei, senti o sorriso de seu amor despertando um
amor dentro de mim que eu não conhecia e nem acreditava.
Sua pureza espiritual me invadiu e me permeou, com suavidade materna,
por alguns momentos diluiu todo meu mal.
Seu véu branco se movimentava com a brisa e eu me aproximei de olhos
baixos e nele enxuguei minhas lágrimas.
Sua voz me abençoou e com vergonha de ser o que sou, me sentindo
impuro eu não quis te abraçar. Mas nem toda minha impureza resistiu a
sua voz inigualável e te abracei.
Já em prantos emocionados só me acalmei com suas mãos celestiais em
minha cabeça e minha nuca.
Abraçado por suas mãos e por sua aura eu me sentia um anjo feliz no
colo de Deus.
Acolhido em Seu seio eu ouvia violinos que embalam a criação do universo.
Pétalas de rosas de todas as cores caiam em cima de nós brilhando e
emanando luzes etéreas.
Até a grama sorria e agradecia abaixo e em volta de nós naquela relva.
O tempo parou na eternidade de um momento e meu egoísmo nunca mais
quis sair dali.
Eu não precisava e não queria mais nada, pois estava acolhido no colo
eterno e querido de minha mãe.
Até o sol sorria em seu brilho suave e não ofuscante, enquanto as
nuvens claras eram levadas pelas brisas de Deus e dos Anjos.
Fadas, Anjos e Elementais flutuavam e brincavam de roda em volta de
nós, com maior carinho e respeito.
Eu me sentia enlevado e inebriado como um anjo-bebê.
Quase pus o dedo na boca enquanto recordava de uma pureza espiritual
que há muito não sentia.
Mas a Mãe Divina não estava apenas me consolando, me acolhendo e me
amando.
Estávamos abraçados como mãe e filho queridos que se amam eternamente,
quase sem nos movimentarmos.
Os Anjos cantavam ao som de violinos de Deus e sem nos movermos um
centímetros a Mãe me levou para um passeio dentro de seu coração.
Mergulhamos juntos e de mãos dadas com um vôo volitivo não material,
não espacial, mas consciencial.
Então ela começou a falar mentalmente com sua "voz" angélica e Divina:
Eu Sou o feminino.
Eu Sou todas as mulheres do mundo.
Eu Sou a virgem, a devassa, a casta, a beata e a comum.
Eu Sou a rica e a pobre, a intelectual e a rude.
Eu Sou a mãe negra que sofre abandonada nas favelas e guetos.
Eu Sou a mulher índia explorada por todas as sociedades e eras.
Eu Sou a madame rica e fútil que vive nas compras e fofocas.
Eu Sou a mulher valorosa e voluntária que serve abnegada e anônima no
mundo.
Eu Sou a mulher ofendida, humilhada e estuprada, muitas vezes por seu
próprio marido.
Eu Sou também a mulher feliz e equilibrada no seio do lar.
Eu Sou a mulher sadia e a mulher doente e renegada.
Eu Sou a menina e a velha.
Eu Sou a feia e a bela.
Eu Sou a mandona e a servil.
Eu Sou a Mãe do mundo e Mãe da humanidade.
Eu Sou sutil, yin, suave e maternal.
Eu Sou Mãe e te amo!
Eu amo toda humanidade!
Eu Sou Deus na manifestação do feminino.
Vá, volte para o mundo e diga que me viu e que te abracei.
Diga ao mundo para quando olharem para qualquer mulher sintam
primeiramente o respeito e depois a compaixão.
É a mulher que gera vida, que organiza e estrutura o lar e a família.
A mulher é o esteio e o ponto de equilíbrio.
Não importa quão "machos" e provedores sejam os homens.
Sem equilíbrio e sem respeito não há vida e nem felicidade.
Não se sintam sós, não se sintam abandonadas, vocês mulheres do mundo.
As que me procuram dentro de seus corações irão me encontrar.
Eu as consolarei.
Eu darei a força que precisarem.
Orem e meditem com fervor e concentração e Eu me manifestarei de forma
sutil, invisível, mas contundente.
Seja você, seja digna, seja mulher!
E vá com Deus cumprir os seus desígnios.
Obrigada Mãe! É amor demais para mim!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Eu Sou, uma expansão de Consciência
Ao refletir, sinto miríades de cores beatíficas.
As interseções dos oceanos cósmicos convergem para as minhas percepções.
Corais espaciais de bilhões de Devas entoam meus pensamentos.
Arcos-íris astronômicos espiralam ao infinito sideral.
O real e o imaginário se interpermeiam em meu chacra coronário.
Círculos concêntricos de Consciência Eterna se manifestam do Todo para o Absoluto em mim.
O côncavo e o convexo, o abstrato e o concreto, a sombra e a luz, o vácuo e o buraco negro se interfundem nEle, onde eu também sou.
A serenidade perfeita me inebria num perfume de expansão da
consciência.
Faltam-me palavras e expressões e eu me sinto o próprio vácuo
inefável.
O céu de meu coração está repleto de estrelas.
As vontades dos perdões e dos amores escondidos de outrora vazam por entre lágrimas e sorrisos, mas a serenidade permanece.
O medo do Amor sumiu por um instante.
Os Cristos Cósmicos ou Engenheiros Siderais estão aqui iluminando Jesus, Krishna, Buda e muitos outros luminares repletos de compaixão.
Todos Eles estão em meu coração.
Mesmo indigno desses "anjos" amparadores da Luz Eterna, eles não vacilam a adentrar em meu / nossos pequenos corações-mentes-consciências.
Eu busco a Luz na imensidão da vida e do viver.
Mas só a encontro dentro de mim mesmo no céu de meu coração.
Ouço deusas entoando canções melodiosas como pano de fundo da eterna criação
É o coral do Amor que ama sem nome.
É a expansão da Luz que ilumina sem nome.
É o poder da vida que vive sem nome...
Só por viver, criar, iluminar e amar.
É o OM inefável e indefinível da expansão do Universo, enquanto a criação prossegue.
O Criador e a criatura somem no Eu Sou de uma só Consciência.
A interfusão consciencial se unifica em meu frontal de forma
indefinível.
Eu Sou!
Estrelas, planetas e sóis se desmaterializam em informações
conscienciais que absorvo.
Ondas pululantes de alegria serena se expandem na singela e efêmera sensação de sabedoria.
Pareço flutuar num infinito de luz e cores em suaves odores inefáveis.
Meu intelecto desmontou... !?!?!?
Apenas sinto... !?!?!?
OM.
Eu Sou!
O silêncio é minha última expressão...
As interseções dos oceanos cósmicos convergem para as minhas percepções.
Corais espaciais de bilhões de Devas entoam meus pensamentos.
Arcos-íris astronômicos espiralam ao infinito sideral.
O real e o imaginário se interpermeiam em meu chacra coronário.
Círculos concêntricos de Consciência Eterna se manifestam do Todo para o Absoluto em mim.
O côncavo e o convexo, o abstrato e o concreto, a sombra e a luz, o vácuo e o buraco negro se interfundem nEle, onde eu também sou.
A serenidade perfeita me inebria num perfume de expansão da
consciência.
Faltam-me palavras e expressões e eu me sinto o próprio vácuo
inefável.
O céu de meu coração está repleto de estrelas.
As vontades dos perdões e dos amores escondidos de outrora vazam por entre lágrimas e sorrisos, mas a serenidade permanece.
O medo do Amor sumiu por um instante.
Os Cristos Cósmicos ou Engenheiros Siderais estão aqui iluminando Jesus, Krishna, Buda e muitos outros luminares repletos de compaixão.
Todos Eles estão em meu coração.
Mesmo indigno desses "anjos" amparadores da Luz Eterna, eles não vacilam a adentrar em meu / nossos pequenos corações-mentes-consciências.
Eu busco a Luz na imensidão da vida e do viver.
Mas só a encontro dentro de mim mesmo no céu de meu coração.
Ouço deusas entoando canções melodiosas como pano de fundo da eterna criação
É o coral do Amor que ama sem nome.
É a expansão da Luz que ilumina sem nome.
É o poder da vida que vive sem nome...
Só por viver, criar, iluminar e amar.
É o OM inefável e indefinível da expansão do Universo, enquanto a criação prossegue.
O Criador e a criatura somem no Eu Sou de uma só Consciência.
A interfusão consciencial se unifica em meu frontal de forma
indefinível.
Eu Sou!
Estrelas, planetas e sóis se desmaterializam em informações
conscienciais que absorvo.
Ondas pululantes de alegria serena se expandem na singela e efêmera sensação de sabedoria.
Pareço flutuar num infinito de luz e cores em suaves odores inefáveis.
Meu intelecto desmontou... !?!?!?
Apenas sinto... !?!?!?
OM.
Eu Sou!
O silêncio é minha última expressão...
Evolução Incomensurável
Percorri milhares de galáxias...
Vivi milhares de vidas em corpos densos.
Viajei do Todo ao Todo e do Nada ao Nada.
Fui do "sem princípio" ao "sem fim".
Caí no vácuo do infinito vazio, mas cheio de consciência imperecível.
Eu não sabia de nada, mas o Eterno me observava sereno,
E em muitas formas e manifestações eu vivi.
Já fui terra, rocha e lama.
Soergui-me em bactérias e vegetais.
Expandi-me em flores e em muitos planetas alegrei os campos.
Já fui devastado em mil batalhas em orbes atrasados, mas sempre prossegui.
Rastejei invertebrado e nadei vertebrado por mares incomensuráveis e profundidades abissais.
Viajei como rocha e esporos em cometas que sumiam no infinito ou colidiam em planetas desertos e errantes.
Chorei na solidão da escuridão silenciosa e sorri debaixo do sol e das estrelas.
Eu não sabia, mas era sempre "eu", mesmo sem ego.
Eu não entendia, mas sentia...
Eu não entendia, como não entendo agora, mas vivi em berço cósmico esplêndido.
Os braços de Deus me embalavam numa coisa chamada VIDA.
Eu não sabia e ainda não sei, mas estou aqui.
Prossigo desde "sempre" até o "nunca" numa esquina do universo que não sei onde vai dar.
A rigor nada importa...
O que vale são os abraços e os sorrisos dos amigos.
Olhos brilhando e sentimentos sinceros.
Tudo passa, só o Eterno permanece...
O Infinito sereno,
O Eterno imperecível,
O Absoluto incognoscível. ..
Tudo é Ele.
Você é Ele.
Eu sou Ele.
Nós somos todos nós, num só, nEle!
Hoje estou aqui, hoje escrevo, choro e rio.
Hoje sou um vertebrado, mamífero, bípede e até tenho alguns chacras, mas não melhorei muito, mas não importa.
Quando o "telescópio" de minha consciência e o "binóculo" de minhas percepções insípidas se ampliam, eu viajo de novo pelo universo.
Deixo o corpo denso e suas emoções mesquinhas no sofá e vou passear no céu de minha consciência sideral.
Vivi milhares de vidas em corpos densos.
Viajei do Todo ao Todo e do Nada ao Nada.
Fui do "sem princípio" ao "sem fim".
Caí no vácuo do infinito vazio, mas cheio de consciência imperecível.
Eu não sabia de nada, mas o Eterno me observava sereno,
E em muitas formas e manifestações eu vivi.
Já fui terra, rocha e lama.
Soergui-me em bactérias e vegetais.
Expandi-me em flores e em muitos planetas alegrei os campos.
Já fui devastado em mil batalhas em orbes atrasados, mas sempre prossegui.
Rastejei invertebrado e nadei vertebrado por mares incomensuráveis e profundidades abissais.
Viajei como rocha e esporos em cometas que sumiam no infinito ou colidiam em planetas desertos e errantes.
Chorei na solidão da escuridão silenciosa e sorri debaixo do sol e das estrelas.
Eu não sabia, mas era sempre "eu", mesmo sem ego.
Eu não entendia, mas sentia...
Eu não entendia, como não entendo agora, mas vivi em berço cósmico esplêndido.
Os braços de Deus me embalavam numa coisa chamada VIDA.
Eu não sabia e ainda não sei, mas estou aqui.
Prossigo desde "sempre" até o "nunca" numa esquina do universo que não sei onde vai dar.
A rigor nada importa...
O que vale são os abraços e os sorrisos dos amigos.
Olhos brilhando e sentimentos sinceros.
Tudo passa, só o Eterno permanece...
O Infinito sereno,
O Eterno imperecível,
O Absoluto incognoscível. ..
Tudo é Ele.
Você é Ele.
Eu sou Ele.
Nós somos todos nós, num só, nEle!
Hoje estou aqui, hoje escrevo, choro e rio.
Hoje sou um vertebrado, mamífero, bípede e até tenho alguns chacras, mas não melhorei muito, mas não importa.
Quando o "telescópio" de minha consciência e o "binóculo" de minhas percepções insípidas se ampliam, eu viajo de novo pelo universo.
Deixo o corpo denso e suas emoções mesquinhas no sofá e vou passear no céu de minha consciência sideral.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Oração na vida
O pensamento que permeia sua vida gera o sentimento que norteia suas
ações e energias e estas podem ser orações para você e todos os seus.
Que seus passos sejam pegadas luminosas na estrada da vida e assim
sua vida seja luminosa de persi. A luz que vem de "dentro" e a que
vem do "alto" são uma só e se encontram no infinito dos corações dos
seres bons.
A vida deve ser repleta de todo tipo de oração. Cada gesto deve ser
um gesto de servir. Isto dilui o egoísmo e transforma a escuridão e a
dor de si em luz. Servir e doar o que possui de melhor não é difícil
e qualquer um pode fazer.
Às vezes o caminho "certo" não está claro porque não existe caminho
certo. Muitos temos objetivos certos e trilhamos os caminhos errados
nas interpretações pessoais das estradas existenciais. Não importa o
tempo que leve e nem os erros que cometa, se os objetivos são
elevados estaremos sempre nos aproximando do tal caminho "certo" de
ideal.
Muitas almas clamam e choram pelo caminho "certo", muitos "gurus" de
todos os rótulos ensinam os "caminhos certos". Ninguém está certo e
ninguém está errado, o caminho certo é o caminho do coração. Não o do
coração dos outros, mas o do coração de si mesmo.
Reflita em silêncio solitário por muitas horas se for necessário e
perscrute seu coração. Ouça-o. Converse com ele e não confunda ego
com coração. O ego é mais ruidoso, extrovertido e fácil de se
manifestar. O coração é mais discreto e humilde e não impõe
a "verdade" dos caminhos de forma arrogante ou enfeitada.
Às vezes ele responde por metáforas e dá pistas obscuras. Ele não
exige fé, nem raciocínio e nem tem ou fornece fórmulas ou mapas.
Funciona apenas com a intuição que vem de dentro e só se manifesta no
silêncio do céu da consciência lúcida.
A tal lucidez, também tão falada é a filha dos bons objetivos e
sentimentos elevados. Há muitos "lúcidos" cheios de
racionalismo, "espiritualidade" e arrogância. Mas também há a lucidez
intelectual, a projetiva, a social e a principal que é a lucidez do
coração.
A intuição profunda e elevada que visita qualquer um, os homens
simples, os humildes e muitas vezes não visita os gurus "lúcidos"
e "maduros" noutros campos.
As palavras são filhas das interpretações humanas e das falácias de
seus egos "evoluídos". Coração não é apenas um órgão dentro do peito
ou chacra. É muito mais que isto.
O caminho existencial-espiritual pode ser simples de se vivenciar,
mas não é simples de se entender. Só quando se conhece o idioma e a
linguagem do coração, é que se comunica de coração a coração ou
coração a cosmos, a mesma coisa.
A vida é muito mais que energia, muito mais que informação, muito
mais que lucidez...
Os caminhos do coração estão repletos de orações. Oração dos olhos,
dos sorrisos, das lágrimas, dos abraços dos tarefeiros existenciais e
dos amigos.
Os egos divergem nos descaminhos, enquanto os corações convergem na
evolução consciencial para "cima" e para sempre. Trilhar o caminho do
coração de si exige muita força, muita coragem, persistência,
abnegação e renúncia. Exige o enfrentamento de si mesmo no espelho
consciencial dilacerante.
Este é o caminho que une os corações dos tarefeiros encarnados aos
corações espirituais dos mentores elevados. A luz atrai a luz e o
amor atrai o amor nos caminhos espirituais dos corações até o coração
da Consciência Cósmica.
Nossos corações estão juntos, você não está sozinho.
Força e avante, vamos trabalhar.
Paz e Luz,
ações e energias e estas podem ser orações para você e todos os seus.
Que seus passos sejam pegadas luminosas na estrada da vida e assim
sua vida seja luminosa de persi. A luz que vem de "dentro" e a que
vem do "alto" são uma só e se encontram no infinito dos corações dos
seres bons.
A vida deve ser repleta de todo tipo de oração. Cada gesto deve ser
um gesto de servir. Isto dilui o egoísmo e transforma a escuridão e a
dor de si em luz. Servir e doar o que possui de melhor não é difícil
e qualquer um pode fazer.
Às vezes o caminho "certo" não está claro porque não existe caminho
certo. Muitos temos objetivos certos e trilhamos os caminhos errados
nas interpretações pessoais das estradas existenciais. Não importa o
tempo que leve e nem os erros que cometa, se os objetivos são
elevados estaremos sempre nos aproximando do tal caminho "certo" de
ideal.
Muitas almas clamam e choram pelo caminho "certo", muitos "gurus" de
todos os rótulos ensinam os "caminhos certos". Ninguém está certo e
ninguém está errado, o caminho certo é o caminho do coração. Não o do
coração dos outros, mas o do coração de si mesmo.
Reflita em silêncio solitário por muitas horas se for necessário e
perscrute seu coração. Ouça-o. Converse com ele e não confunda ego
com coração. O ego é mais ruidoso, extrovertido e fácil de se
manifestar. O coração é mais discreto e humilde e não impõe
a "verdade" dos caminhos de forma arrogante ou enfeitada.
Às vezes ele responde por metáforas e dá pistas obscuras. Ele não
exige fé, nem raciocínio e nem tem ou fornece fórmulas ou mapas.
Funciona apenas com a intuição que vem de dentro e só se manifesta no
silêncio do céu da consciência lúcida.
A tal lucidez, também tão falada é a filha dos bons objetivos e
sentimentos elevados. Há muitos "lúcidos" cheios de
racionalismo, "espiritualidade" e arrogância. Mas também há a lucidez
intelectual, a projetiva, a social e a principal que é a lucidez do
coração.
A intuição profunda e elevada que visita qualquer um, os homens
simples, os humildes e muitas vezes não visita os gurus "lúcidos"
e "maduros" noutros campos.
As palavras são filhas das interpretações humanas e das falácias de
seus egos "evoluídos". Coração não é apenas um órgão dentro do peito
ou chacra. É muito mais que isto.
O caminho existencial-espiritual pode ser simples de se vivenciar,
mas não é simples de se entender. Só quando se conhece o idioma e a
linguagem do coração, é que se comunica de coração a coração ou
coração a cosmos, a mesma coisa.
A vida é muito mais que energia, muito mais que informação, muito
mais que lucidez...
Os caminhos do coração estão repletos de orações. Oração dos olhos,
dos sorrisos, das lágrimas, dos abraços dos tarefeiros existenciais e
dos amigos.
Os egos divergem nos descaminhos, enquanto os corações convergem na
evolução consciencial para "cima" e para sempre. Trilhar o caminho do
coração de si exige muita força, muita coragem, persistência,
abnegação e renúncia. Exige o enfrentamento de si mesmo no espelho
consciencial dilacerante.
Este é o caminho que une os corações dos tarefeiros encarnados aos
corações espirituais dos mentores elevados. A luz atrai a luz e o
amor atrai o amor nos caminhos espirituais dos corações até o coração
da Consciência Cósmica.
Nossos corações estão juntos, você não está sozinho.
Força e avante, vamos trabalhar.
Paz e Luz,
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Eu Sou, uma expansão de Consciência
Ao refletir, sinto miríades de cores beatíficas.
As interseções dos oceanos cósmicos convergem para as minhas percepções.
Corais espaciais de bilhões de Devas entoam meus pensamentos.
Arcos-íris astronômicos espiralam ao infinito sideral.
O real e o imaginário se interpermeiam em meu chacra coronário.
Círculos concêntricos de Consciência Eterna se manifestam do Todo para o Absoluto em mim.
O côncavo e o convexo, o abstrato e o concreto, a sombra e a luz, o vácuo e o buraco negro se interfundem nEle, onde eu também sou.
A serenidade perfeita me inebria num perfume de expansão da consciência.
Faltam-me palavras e expressões e eu me sinto o próprio vácuo inefável.
O céu de meu coração está repleto de estrelas.
As vontades dos perdões e dos amores escondidos de outrora vazam por entre lágrimas e sorrisos, mas a serenidade permanece.
O medo do Amor sumiu por um instante.
Os Cristos Cósmicos ou Engenheiros Siderais estão aqui iluminando Jesus, Krishna, Buda e muitos outros luminares repletos de compaixão.
Todos Eles estão em meu coração.
Mesmo indigno desses "anjos" amparadores da Luz Eterna, eles não vacilam a adentrar em meu / nossos pequenos corações, mentes, consciências.
Eu busco a Luz na imensidão da vida e do viver.
Mas só a encontro dentro de mim mesmo no céu de meu coração.
Ouço deusas entoando canções melodiosas como pano de fundo da eterna criação.
É o coral do Amor que ama sem nome.
É a expansão da Luz que ilumina sem nome.
É o poder da vida que vive sem nome...
Só por viver, criar, iluminar e amar.
É o OM inefável e indefinível da expansão do Universo, enquanto a criação prossegue.
O Criador e a criatura somem no Eu Sou de uma só Consciência.
A interfusão consciencial se unifica em meu frontal de forma indefinível.
Eu Sou!
Estrelas, planetas e sóis se desmaterializam em informações conscienciais que absorvo.
Ondas pululantes de alegria serena se expandem na singela e efêmera sensação de sabedoria.
Pareço flutuar num infinito de luz e cores em suaves odores inefáveis.
Meu intelecto desmontou... !?!?!?
Apenas sinto... !?!?!?
OM.
Eu Sou!
O silêncio é minha última expressão...
As interseções dos oceanos cósmicos convergem para as minhas percepções.
Corais espaciais de bilhões de Devas entoam meus pensamentos.
Arcos-íris astronômicos espiralam ao infinito sideral.
O real e o imaginário se interpermeiam em meu chacra coronário.
Círculos concêntricos de Consciência Eterna se manifestam do Todo para o Absoluto em mim.
O côncavo e o convexo, o abstrato e o concreto, a sombra e a luz, o vácuo e o buraco negro se interfundem nEle, onde eu também sou.
A serenidade perfeita me inebria num perfume de expansão da consciência.
Faltam-me palavras e expressões e eu me sinto o próprio vácuo inefável.
O céu de meu coração está repleto de estrelas.
As vontades dos perdões e dos amores escondidos de outrora vazam por entre lágrimas e sorrisos, mas a serenidade permanece.
O medo do Amor sumiu por um instante.
Os Cristos Cósmicos ou Engenheiros Siderais estão aqui iluminando Jesus, Krishna, Buda e muitos outros luminares repletos de compaixão.
Todos Eles estão em meu coração.
Mesmo indigno desses "anjos" amparadores da Luz Eterna, eles não vacilam a adentrar em meu / nossos pequenos corações, mentes, consciências.
Eu busco a Luz na imensidão da vida e do viver.
Mas só a encontro dentro de mim mesmo no céu de meu coração.
Ouço deusas entoando canções melodiosas como pano de fundo da eterna criação.
É o coral do Amor que ama sem nome.
É a expansão da Luz que ilumina sem nome.
É o poder da vida que vive sem nome...
Só por viver, criar, iluminar e amar.
É o OM inefável e indefinível da expansão do Universo, enquanto a criação prossegue.
O Criador e a criatura somem no Eu Sou de uma só Consciência.
A interfusão consciencial se unifica em meu frontal de forma indefinível.
Eu Sou!
Estrelas, planetas e sóis se desmaterializam em informações conscienciais que absorvo.
Ondas pululantes de alegria serena se expandem na singela e efêmera sensação de sabedoria.
Pareço flutuar num infinito de luz e cores em suaves odores inefáveis.
Meu intelecto desmontou... !?!?!?
Apenas sinto... !?!?!?
OM.
Eu Sou!
O silêncio é minha última expressão...
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Cosmos Consciência
Voando pelas vastidões siderais.
Ouço cânticos e poesia.
É o coral do Papai do Céu Om.
Permeio planetas, estrelas, buracos negros e poeira cósmica...
A aparente negritude infinita está repleta de luz.
Luz do coração de Deus sob os olhos das estrelas.
Sinto o universo sorrir numa ebulição de vida.
Vejo galáxias pululando de criaturas.
Sinto a vida no vácuo e nas rochas.
Tudo está conectado pela teia da criação.
Percebo que não existe matéria, mas tão somente energia, campo,
informação ou pura consciência.
A ilusão da separatividade é apenas seletividade dimensional.
Entre sólidos e líquidos, dor e amor, energia e matéria, somos todos
um só.
As auras das coisas se interpermeiam numa intimidade complexa,
profunda e infinita.
Não existe acaso, destino, fatalismo, sorte, azar ou coincidência.
São expressões da ignorância humana.
É como o homem das cavernas adorando o fogo em sua limitação
primitiva.
A Inteligência, a Verdade e a Luz são unas.
Regem o universo sem imposição e com suavidade perfeitas.
Não existe o mal em si, mas apenas como instrumento do bem.
A dor é tanto maior, quanto maior for nosso egoísmo.
Se não podemos "ver" o "alto" profundamente, pelo menos podemos olhar
para o alto e buscá-lo em nossa perspectiva de momento.
É preciso parar e refletir.
É preciso parar e meditar.
É preciso um pouco mais de poesia no coração da humanidade.
Os prazeres internos são reais e os externos ilusórios.
Os valores internos são perenes e os externos efêmeros.
As coisas do coração são baratas e as do corpo e ambiente caras.
O infinito abstrato é mais tangível que o efêmero concreto.
A intelectualidade é mais incauta que a intuição do coração.
O silêncio pode falar mais que um milhão de palavras.
É o relativo inatingível a caminho do Eterno-Absoluto.
Os homens lutam para defender o NÃO.
Debatem-se nas filosofias da DÚVIDA e da NEGAÇÃO.
Enquanto vivem suas vidinhas medíocres de seus status importantes em
cima da casca do planetinha Terra se achando os tais.
Enquanto isso a vastidão sideral sorri serena e paciente, sem
desacelerar seu eterno processo criador.
O que é grande para o homem é ínfimo para o cosmos.
Mas não adianta lutar ou se debater no desespero do egoísmo e da
arrogância.
Possuímos um DNA espiritual-sideral que elevará e expandirá nossas
consciências junto com o universo.
É hora de relaxar e sorrir.
De abrir o peito ao Pai-Mãe Cósmico.
É hora de reverência e respeito.
Tudo é sagrado.
Quando entendermos isso um pouco mais, perderemos a necessidade de
entrarmos e sairmos de corpos perecíveis e poderemos trabalhar como
micro-engrenagens cósmicas, sem misticismo incauto ou materialismo
néscio, neste macromecanismo sideral incomensurável e incognoscível.
Om para todos!
Ouço cânticos e poesia.
É o coral do Papai do Céu Om.
Permeio planetas, estrelas, buracos negros e poeira cósmica...
A aparente negritude infinita está repleta de luz.
Luz do coração de Deus sob os olhos das estrelas.
Sinto o universo sorrir numa ebulição de vida.
Vejo galáxias pululando de criaturas.
Sinto a vida no vácuo e nas rochas.
Tudo está conectado pela teia da criação.
Percebo que não existe matéria, mas tão somente energia, campo,
informação ou pura consciência.
A ilusão da separatividade é apenas seletividade dimensional.
Entre sólidos e líquidos, dor e amor, energia e matéria, somos todos
um só.
As auras das coisas se interpermeiam numa intimidade complexa,
profunda e infinita.
Não existe acaso, destino, fatalismo, sorte, azar ou coincidência.
São expressões da ignorância humana.
É como o homem das cavernas adorando o fogo em sua limitação
primitiva.
A Inteligência, a Verdade e a Luz são unas.
Regem o universo sem imposição e com suavidade perfeitas.
Não existe o mal em si, mas apenas como instrumento do bem.
A dor é tanto maior, quanto maior for nosso egoísmo.
Se não podemos "ver" o "alto" profundamente, pelo menos podemos olhar
para o alto e buscá-lo em nossa perspectiva de momento.
É preciso parar e refletir.
É preciso parar e meditar.
É preciso um pouco mais de poesia no coração da humanidade.
Os prazeres internos são reais e os externos ilusórios.
Os valores internos são perenes e os externos efêmeros.
As coisas do coração são baratas e as do corpo e ambiente caras.
O infinito abstrato é mais tangível que o efêmero concreto.
A intelectualidade é mais incauta que a intuição do coração.
O silêncio pode falar mais que um milhão de palavras.
É o relativo inatingível a caminho do Eterno-Absoluto.
Os homens lutam para defender o NÃO.
Debatem-se nas filosofias da DÚVIDA e da NEGAÇÃO.
Enquanto vivem suas vidinhas medíocres de seus status importantes em
cima da casca do planetinha Terra se achando os tais.
Enquanto isso a vastidão sideral sorri serena e paciente, sem
desacelerar seu eterno processo criador.
O que é grande para o homem é ínfimo para o cosmos.
Mas não adianta lutar ou se debater no desespero do egoísmo e da
arrogância.
Possuímos um DNA espiritual-sideral que elevará e expandirá nossas
consciências junto com o universo.
É hora de relaxar e sorrir.
De abrir o peito ao Pai-Mãe Cósmico.
É hora de reverência e respeito.
Tudo é sagrado.
Quando entendermos isso um pouco mais, perderemos a necessidade de
entrarmos e sairmos de corpos perecíveis e poderemos trabalhar como
micro-engrenagens cósmicas, sem misticismo incauto ou materialismo
néscio, neste macromecanismo sideral incomensurável e incognoscível.
Om para todos!
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