Beijar-te é como andar de braço dado
Co'a alegria, numa estrada bela;
Abraçar-te é deixar ir, do outro lado,
O amor que, então, me guia dentro dela.
Amar-te é não levar, é ser levado,
Pela alegria, pelo amor, por ela,
A estrada que eu seguia, carregado
Na magia que tal paixão revela.
Parada, junto a mim, num só momento,
Tentarei disfarçar meu embaraço
Provocado por tanto sentimento.
No afã de controlar as leis do espaço,
Ser um só corpo, só um elemento,
Na mistura de um beijo e de um abraço.
Mostrar mensagens com a etiqueta Bernardo Trancoso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bernardo Trancoso. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 3 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Eu te amo
Eu te amo, acredite, amo-te tanto
Que amor maior não cabe no meu canto
Do que esse amor; nos versos da poesia,
Maior amor também não caberia.
E por te amar demais, e pelo encanto
Do amor que amar me faz, trago esse pranto,
Porque eu te amo tanto, todo dia:
O meu pranto de amor e de alegria.
Amo-te como um simples trovador,
Que dedica o amor num canto rouco,
Esperando da amada o fim da dor.
E te amo doente, como um louco
Perdido na grandeza desse amor,
Na impressão de que todo amor é pouco.
Que amor maior não cabe no meu canto
Do que esse amor; nos versos da poesia,
Maior amor também não caberia.
E por te amar demais, e pelo encanto
Do amor que amar me faz, trago esse pranto,
Porque eu te amo tanto, todo dia:
O meu pranto de amor e de alegria.
Amo-te como um simples trovador,
Que dedica o amor num canto rouco,
Esperando da amada o fim da dor.
E te amo doente, como um louco
Perdido na grandeza desse amor,
Na impressão de que todo amor é pouco.
Subscrever:
Mensagens (Atom)