Continuo por ai sem permitir
que o mau tempo apague
dentro de mim
os sonhos coloridos
que teimam em resistir
neste trajeto inacabado
Vou seguindo
tentando conseguir
poder guardar dos dias
não apenas as nódoas
mas principalmente as cores
que resistiram ao meu passado
Sigo tentando absorver da vida
a beleza do seixo, do diamante e do cristal
extraindo de cada um sua mais formosa luz
sem julgar o que se há ido
e sem imaginar que estarei só e no escuro
tendo que usar um circo astral
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quinta-feira, 26 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
UM SONHO A MAIS
na imaginação do sonho
ouço vindo dos céus
tua voz a me chamar
tento, vencendo
a sombra dos temporais
próximo a ti chegar
trazes nas mãos a paz do teu carinho
corro pra abraçar teu corpo cansado
que vem tentando me alcançar
nascem dos meus olhos lágrimas de sorrisos
sinto do nosso amar o cheiro doce
a se espalhar no ar
acordo envolvida nesta luz
do teu forte, doce e inesquecível olhar
saboreando em silêncio e ainda nas nuvens
esta delícia do meu utópico sonhar
ouço vindo dos céus
tua voz a me chamar
tento, vencendo
a sombra dos temporais
próximo a ti chegar
trazes nas mãos a paz do teu carinho
corro pra abraçar teu corpo cansado
que vem tentando me alcançar
nascem dos meus olhos lágrimas de sorrisos
sinto do nosso amar o cheiro doce
a se espalhar no ar
acordo envolvida nesta luz
do teu forte, doce e inesquecível olhar
saboreando em silêncio e ainda nas nuvens
esta delícia do meu utópico sonhar
sexta-feira, 6 de março de 2009
A BEIRA DO REGATO
A esperança torna verde o meu sonhar
Sendo esta mulher, animal eterno do dilúvio
Aprendi sozinha a me salvar
A vida diz-me, eu digo
Vou sozinha a beira do regato
Ao teu lado paro e fico a pensar...
Vendo essas águas límpidas e claras
De mansinho a escorregar
Ponho-me a te contar
OUVES-ME?
Em ti quero me banhar
Sentir o domínio dos meus sentidos
Ouvir meu destino a gritar
Podendo todas as saudades lavar
Sou esta mulher, amputada, asas roubadas
Mas, ainda querendo estar
E como peixe
Neste amor mais leve nadar
Sendo esta mulher, animal eterno do dilúvio
Aprendi sozinha a me salvar
A vida diz-me, eu digo
Vou sozinha a beira do regato
Ao teu lado paro e fico a pensar...
Vendo essas águas límpidas e claras
De mansinho a escorregar
Ponho-me a te contar
OUVES-ME?
Em ti quero me banhar
Sentir o domínio dos meus sentidos
Ouvir meu destino a gritar
Podendo todas as saudades lavar
Sou esta mulher, amputada, asas roubadas
Mas, ainda querendo estar
E como peixe
Neste amor mais leve nadar
quarta-feira, 4 de março de 2009
SER MULHER
Ó D'us meu Senhor,
quero muito te agradecer
pela oportunidade de nesta
vida ter nascido Mulher!
Não creio ser um ente superior ao Homem,
Não!
Mas sei que vim mulher, muito para dele cuidar!
Talvez até através da minha fragilidade
para torná-lo mais forte!
Ofertando-lhe a minha mão.
Vim Mulher,
para poder conceber e a tantos criar!
Isto é Dádiva!
Agradeço-te pela sensibilidade a mim doada,
pelo meu sexto sentido,
por me diferenciares com docilidade,
agradeço-te principalmente por não temer amar!
Posso te dizer Senhor;
não é um caminhar muito fácil!
Mas também te digo,
que mesmo com todas as dores sofridas por ser Mulher
e sei que a maioria delas passa,
considero-as todas sem exceção,
sejam como ou quem forem,
todas,
SUBLIMES!
Obrigada por eu ser uma fêmea humana,
meu coração é forte, minha alma é nua,
Sim...
Nua de agressividade.
Não sou imaculada, ao contrário,
sou bastante manchada pela vida que escolhi,
mas me sinto em comunhão com a imaterialidade.
Por isso ergo meus braços e grito;
Sendo Mulher, me fizestes maga,
me permitistes ser Deusa,
pude acender as chamas da transformação
Como guia, fascinei,
sendo bruxa,enfeiticei,
como MULHER, apenas amei!
quero muito te agradecer
pela oportunidade de nesta
vida ter nascido Mulher!
Não creio ser um ente superior ao Homem,
Não!
Mas sei que vim mulher, muito para dele cuidar!
Talvez até através da minha fragilidade
para torná-lo mais forte!
Ofertando-lhe a minha mão.
Vim Mulher,
para poder conceber e a tantos criar!
Isto é Dádiva!
Agradeço-te pela sensibilidade a mim doada,
pelo meu sexto sentido,
por me diferenciares com docilidade,
agradeço-te principalmente por não temer amar!
Posso te dizer Senhor;
não é um caminhar muito fácil!
Mas também te digo,
que mesmo com todas as dores sofridas por ser Mulher
e sei que a maioria delas passa,
considero-as todas sem exceção,
sejam como ou quem forem,
todas,
SUBLIMES!
Obrigada por eu ser uma fêmea humana,
meu coração é forte, minha alma é nua,
Sim...
Nua de agressividade.
Não sou imaculada, ao contrário,
sou bastante manchada pela vida que escolhi,
mas me sinto em comunhão com a imaterialidade.
Por isso ergo meus braços e grito;
Sendo Mulher, me fizestes maga,
me permitistes ser Deusa,
pude acender as chamas da transformação
Como guia, fascinei,
sendo bruxa,enfeiticei,
como MULHER, apenas amei!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
QUERIDO
querido meu...
ouves a Terra comigo a cantar?
num perene suspiro vivo
entoando numa misteriosa sinfonia
um agradecimento que preenche o espaço sideral
pelo comungar da minha emoção
deste imenso amor que carrego
em meu emocionado coração?
querido meu...
percebes as lágrimas de D'us a me molhar?
numa chuva de luz infinita
me espiando, adubando, cristalizando
para que minha trilha nunca seque
permanecendo sempre com aroma de pomar
incenso de rosas
sem emboscadas?
querido meu...
ouves a Terra comigo a cantar?
num perene suspiro vivo
entoando numa misteriosa sinfonia
um agradecimento que preenche o espaço sideral
pelo comungar da minha emoção
deste imenso amor que carrego
em meu emocionado coração?
querido meu...
percebes as lágrimas de D'us a me molhar?
numa chuva de luz infinita
me espiando, adubando, cristalizando
para que minha trilha nunca seque
permanecendo sempre com aroma de pomar
incenso de rosas
sem emboscadas?
querido meu...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
QUANDO A ALMA CHORA
Quando a minha alma chora
Maus olhos enxergam mal
Não sendo, como são habituados à vida!
O sol que para meu ser brilha tanto
Embaça, escurece, fica cinzento
Os espaços... ficam todos vazios
Meu mundo é invadido por brumas
Profundos abismos são desvendados
No meu peito abrem-se fendas
Que só a poucos ou loucos, fascina
Quando a minha alma chora
Retorno ao céu,converso sobre meu sonho
Ardores e dores empalidecem e fogem de medo
Envolvem-me de luz nos raios da lua
Rodeiam-me de estrelas que me encharcam de brilho
É como num encontro marcado
Num acerto de contas
Desaparecem as nuvens escuras, surgem os anjos
Ouço a trilha sonora dos sorrisos e urdi mento
Apenas escrevo em meu livro
Mais uma simples página de amor
E com a alma lavada, leve e refeita
Novamente volto à Terra
Maus olhos enxergam mal
Não sendo, como são habituados à vida!
O sol que para meu ser brilha tanto
Embaça, escurece, fica cinzento
Os espaços... ficam todos vazios
Meu mundo é invadido por brumas
Profundos abismos são desvendados
No meu peito abrem-se fendas
Que só a poucos ou loucos, fascina
Quando a minha alma chora
Retorno ao céu,converso sobre meu sonho
Ardores e dores empalidecem e fogem de medo
Envolvem-me de luz nos raios da lua
Rodeiam-me de estrelas que me encharcam de brilho
É como num encontro marcado
Num acerto de contas
Desaparecem as nuvens escuras, surgem os anjos
Ouço a trilha sonora dos sorrisos e urdi mento
Apenas escrevo em meu livro
Mais uma simples página de amor
E com a alma lavada, leve e refeita
Novamente volto à Terra
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
MUSICA e ALMA
Sete notas na música
formando apenas um som
com harmonia no todo
de uma variação
Tocam-se e se afastam
formando num estado de tempo
um ritmo e sua modulação
Sustenidos e bemóis
colcheias e semicolcheias
não modificam sua natureza
mas podem mudar teus sonhos
Singular deve ser sua execução
E como único a ouvi-la
só tu a sentirás
e a teu modo a perceberás
Elas dançam além do sensível
mergulhando no abismo da alma
Será um mistério a musica
ou mistério é tua alma?
Nunca duvides
que no múltiplo das coisas
mora o divino
Assim como
na multiplicidade das notas
encontramos a unidade da música
Das nossas origens
apenas um som se ouve
O marulho do infinito
nas praias de nossas almas
formando apenas um som
com harmonia no todo
de uma variação
Tocam-se e se afastam
formando num estado de tempo
um ritmo e sua modulação
Sustenidos e bemóis
colcheias e semicolcheias
não modificam sua natureza
mas podem mudar teus sonhos
Singular deve ser sua execução
E como único a ouvi-la
só tu a sentirás
e a teu modo a perceberás
Elas dançam além do sensível
mergulhando no abismo da alma
Será um mistério a musica
ou mistério é tua alma?
Nunca duvides
que no múltiplo das coisas
mora o divino
Assim como
na multiplicidade das notas
encontramos a unidade da música
Das nossas origens
apenas um som se ouve
O marulho do infinito
nas praias de nossas almas
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
PRONTA
Prenuncio de sorte
Gaivotas no ar
Fluxo abstrato de morte
Gosto na boca de mar
Anjos me esperam
Empunhando luzes lilases
Para quando minha hora chegar
Quero ir abraçada ao vento
Ao som do crepúsculo
Olhos molhados voando aos ares
Entulhada de lembranças
Mas... pronta assim como o sol
Ao se retirar...
Gaivotas no ar
Fluxo abstrato de morte
Gosto na boca de mar
Anjos me esperam
Empunhando luzes lilases
Para quando minha hora chegar
Quero ir abraçada ao vento
Ao som do crepúsculo
Olhos molhados voando aos ares
Entulhada de lembranças
Mas... pronta assim como o sol
Ao se retirar...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
ESTOU SÓ
estou só
nesta amplidão,
deste vazio imenso
sem poder
contigo estar.
te escondeste
além do horizonte
por terras do além mar
de bicas e fontes,
não consigo te alcançar!
neste vazio da busca,
continuo a te amar
a querer em ti encontrar
a plenitude, uma atitude
na concepção do real
que é simplesmente amar!
nesta amplidão,
deste vazio imenso
sem poder
contigo estar.
te escondeste
além do horizonte
por terras do além mar
de bicas e fontes,
não consigo te alcançar!
neste vazio da busca,
continuo a te amar
a querer em ti encontrar
a plenitude, uma atitude
na concepção do real
que é simplesmente amar!
QUEM ME DERA
quem me dera...
eu pudesse,
pincelar este mundo real
com as cores da poesia.
poetar com os dias
e neles acrescentar
cada vez mais alegria.
num universo muito mais
autêntico com certeza
eu viveria.
visitaria céus,
mares, palcos e paraísos
apenas brisa,
sol e mar respiraria
e a vida ...
simplesmente para mim
a cada segundo
se reinventaria.
ai ai, nessa utopia...
meu ser com certeza
por tanto amar,
iluminado já estaria
eu pudesse,
pincelar este mundo real
com as cores da poesia.
poetar com os dias
e neles acrescentar
cada vez mais alegria.
num universo muito mais
autêntico com certeza
eu viveria.
visitaria céus,
mares, palcos e paraísos
apenas brisa,
sol e mar respiraria
e a vida ...
simplesmente para mim
a cada segundo
se reinventaria.
ai ai, nessa utopia...
meu ser com certeza
por tanto amar,
iluminado já estaria
domingo, 4 de janeiro de 2009
TIVE UM SONHO
Tu sabes...
tive um sonho
frágil como eu
avesso ao certo
além do que é real
O que não sabes...
é que era completo
no que me faltava
trazendo a plenitude
para minha alma
tive um sonho
frágil como eu
avesso ao certo
além do que é real
O que não sabes...
é que era completo
no que me faltava
trazendo a plenitude
para minha alma
MEUS DEFEITOS
Meu maior defeito
é minha oração
com meu bom desejo
Depois vem a paciência
minha eterna cobrança
e a raiva, minha maior falta
A certeza
meu enorme temor
na minha escolha de te amar
Este destino
um grande mistério
na luz que é meu segredo
Harmonia é a minha arma
o calor, minha energia
entre músicas, cores e amor
é minha oração
com meu bom desejo
Depois vem a paciência
minha eterna cobrança
e a raiva, minha maior falta
A certeza
meu enorme temor
na minha escolha de te amar
Este destino
um grande mistério
na luz que é meu segredo
Harmonia é a minha arma
o calor, minha energia
entre músicas, cores e amor
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
ADORMECIDA
A muito adormecida nas águas das ilusões
hoje acordei e bailei a procura de mim mesma
vi-me afogada em espelhos imaginários
onde nada mais é como antes
querendo segurar as emoções
de um desencanto encantado
senti medo de ser humana
Há quem procure flores em pedras
há mesmo quem se entrelace
com corações desencantados
em busca das pequenas realizações
de seus pecados
ou de suas simples qualidades
uma realidade que não inspira nem seduz
Assim foi comigo...
uma procura por grãos
em areia movediça
Acordada agora,
debruço-me em mim mesma
e frágil permaneço
mas...
regada pelas águas da verdade
quero continuar a doar minhas mãos
mas, por favor...
não as decepem de novo irmãos
hoje acordei e bailei a procura de mim mesma
vi-me afogada em espelhos imaginários
onde nada mais é como antes
querendo segurar as emoções
de um desencanto encantado
senti medo de ser humana
Há quem procure flores em pedras
há mesmo quem se entrelace
com corações desencantados
em busca das pequenas realizações
de seus pecados
ou de suas simples qualidades
uma realidade que não inspira nem seduz
Assim foi comigo...
uma procura por grãos
em areia movediça
Acordada agora,
debruço-me em mim mesma
e frágil permaneço
mas...
regada pelas águas da verdade
quero continuar a doar minhas mãos
mas, por favor...
não as decepem de novo irmãos
A NECESSIDADE DE AMAR
É necessário amar!
Amar dói, amar é difícil, amar faz chorar.
Muitos na vida devem ter amado como eu amei...
Carrego tantas relíquias e heranças de meus amores,
escritos, falados, sonados, cantados e sentidos.
Sorri, chorei, sofri, plantei, colhi,
mas o mais importante como diz o REI, é o que eu vivi.
Se um não conhece durante sua jornada o que é amar;
de nada adiantou por aqui passar.
Eu sorri, por inimagináveis e maravilhosos momentos,
como uma flor quando quer embelezar para o outro seu jardim.
Eu sofri, pela inexperiência de não saber lidar com os tormentos,
sendo um toldo tentando livrar o outro da tempestade.
Eu chorei por não saber lutar com as inconstâncias alheias,
sendo como o verde da esperança para ao outro,
apenas abrigo dar.
Eu amei e amo...da única maneira que sei amar,
sendo silencio, para a paz do outro preservar.
Eu me doei infinitamente vezes,
como luz para não deixar o outro se apagar.
Eu alimentei enquanto pude,
com o meu leite materno para a outros saúde dar.
Eu voei para além do muito longe,
sendo vento para deixar o outro se libertar.
E vou amar...
Sempre que me for permitido,
vou sempre continuar a amar!
Amar dói, amar é difícil, amar faz chorar.
Muitos na vida devem ter amado como eu amei...
Carrego tantas relíquias e heranças de meus amores,
escritos, falados, sonados, cantados e sentidos.
Sorri, chorei, sofri, plantei, colhi,
mas o mais importante como diz o REI, é o que eu vivi.
Se um não conhece durante sua jornada o que é amar;
de nada adiantou por aqui passar.
Eu sorri, por inimagináveis e maravilhosos momentos,
como uma flor quando quer embelezar para o outro seu jardim.
Eu sofri, pela inexperiência de não saber lidar com os tormentos,
sendo um toldo tentando livrar o outro da tempestade.
Eu chorei por não saber lutar com as inconstâncias alheias,
sendo como o verde da esperança para ao outro,
apenas abrigo dar.
Eu amei e amo...da única maneira que sei amar,
sendo silencio, para a paz do outro preservar.
Eu me doei infinitamente vezes,
como luz para não deixar o outro se apagar.
Eu alimentei enquanto pude,
com o meu leite materno para a outros saúde dar.
Eu voei para além do muito longe,
sendo vento para deixar o outro se libertar.
E vou amar...
Sempre que me for permitido,
vou sempre continuar a amar!
CHOVE...
Chove na cidade,
o vento, intempestivo,
no seu afã apressado,
arranca dos galhos,
as leves folhas,
derrubando-as antes do tempo.
Morrem antes da hora!
Chove em mim,
e neste turbilhão de lágrimas,
pedaços me são arrancados,
pela força avassaladora da saudade.
E assim como mortas andam pelo chão as folhas caídas,
abatida eu vou, a caminhar, sem rumo pela vida.
o vento, intempestivo,
no seu afã apressado,
arranca dos galhos,
as leves folhas,
derrubando-as antes do tempo.
Morrem antes da hora!
Chove em mim,
e neste turbilhão de lágrimas,
pedaços me são arrancados,
pela força avassaladora da saudade.
E assim como mortas andam pelo chão as folhas caídas,
abatida eu vou, a caminhar, sem rumo pela vida.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
NO PALCO DA VIDA
no palco da vida
são tantas estrelas
numa viagem impossível
pelas ruas da Via Láctea
lá, onde galáxias iluminadas
mostram também astros desvairados
numa viagem imposta
por alquimistas do firmamento
querendo, mas sem coragem
de se unir às estrelas
numa viagem derradeira
como se anjos fossem atuam
julgando, crucificando
em nome de uma realidade
tão insensata
são tantas estrelas
numa viagem impossível
pelas ruas da Via Láctea
lá, onde galáxias iluminadas
mostram também astros desvairados
numa viagem imposta
por alquimistas do firmamento
querendo, mas sem coragem
de se unir às estrelas
numa viagem derradeira
como se anjos fossem atuam
julgando, crucificando
em nome de uma realidade
tão insensata
domingo, 23 de novembro de 2008
AH... MAR!
Ah... meu mar amado
olho o tempo e penso...
o tempo rege tudo
até os passos que quero dar
O tempo que me recordo
é ao mesmo tempo
como o tempo de aguardar
tudo aquilo que não se guarda
Quero me agarrar no tempo
e aprender o tempo de esperar
que o próprio tempo me traga
tudo que o tempo tem pra me dar
olho o tempo e penso...
o tempo rege tudo
até os passos que quero dar
O tempo que me recordo
é ao mesmo tempo
como o tempo de aguardar
tudo aquilo que não se guarda
Quero me agarrar no tempo
e aprender o tempo de esperar
que o próprio tempo me traga
tudo que o tempo tem pra me dar
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
AS ORQUÍDEAS da MINHA VARANDA
Exóticas
com sua aura macia
na sua exuberante e única beleza
quando inicia fevereiro
para mim se amostram
como um presente divino
Suas cores
em total singeleza
inebriam-me a visão
seus diversos aromas
embalam-me a lida
reavivando meus sentidos
Ah a VIDA...
esse caminho indefeso
de tantos esconderijos
mas...
com as mil e uma faces
encantadoras
e inimitáveis
da magnífica
natureza
com sua aura macia
na sua exuberante e única beleza
quando inicia fevereiro
para mim se amostram
como um presente divino
Suas cores
em total singeleza
inebriam-me a visão
seus diversos aromas
embalam-me a lida
reavivando meus sentidos
Ah a VIDA...
esse caminho indefeso
de tantos esconderijos
mas...
com as mil e uma faces
encantadoras
e inimitáveis
da magnífica
natureza
terça-feira, 11 de novembro de 2008
NO PALCO DA VIDA
no palco da vida
são tantas estrelas
numa viagem impossível
pelas ruas da Via Láctea
lá, onde galáxias iluminadas
mostram também astros desvairados
numa viagem imposta
por alquimistas do firmamento
querendo, mas sem coragem
de se unir às estrelas
numa viagem derradeira
como se anjos fossem atuam
julgando, crucificando
em nome de uma realidade
tão insensata
são tantas estrelas
numa viagem impossível
pelas ruas da Via Láctea
lá, onde galáxias iluminadas
mostram também astros desvairados
numa viagem imposta
por alquimistas do firmamento
querendo, mas sem coragem
de se unir às estrelas
numa viagem derradeira
como se anjos fossem atuam
julgando, crucificando
em nome de uma realidade
tão insensata
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
PORQUE?
Quando as nuvens escurecem no céu
É sinal de chuva...
Fina, forte ou em forma de tormenta.
E cai...
Por vezes trazendo água e essência
Apenas para umedecer a terra
Perfumando o mergulho das folhas secas
E deixar-nos sentir o aroma fantástico da natureza.
Noutras, ela desce em meio a raios e trovões
Ferindo o solo e esparramando dores
Afogando roseiras, derrubando montes,
Aterrando criaturas, causando viagens inesperadas.
A terra clara, sempre em dobras,
Aguenta tantas transformações!
Porque eu, simples mortal,
Questiono-me tanto quando meu sol se esconde?
Ainda não aprendi na correnteza dos anos
Que a vida, também é natureza?
Meu equilíbrio se alquebra com dissabores,
maltrato e desamores.
Mas, já é mais que tempo de espantar visagens,
Reconhecer o tempo que resta e despreocupadamente
Adquirir maturidade para ver a luz do sol
Mesmo por traz das nuvens, e viajar...
Viajar nos meus sentimentos,
nadar nas minhas brandas ilusões
Escrever meus poemas a cada dia
Sentindo o sabor da vida na minha própria poesia,
Encarando todas as minhas mais ínfimas emoções.
Sem medo de ter dias de chuva,
E amar plenamente os meus dias de sol!
É sinal de chuva...
Fina, forte ou em forma de tormenta.
E cai...
Por vezes trazendo água e essência
Apenas para umedecer a terra
Perfumando o mergulho das folhas secas
E deixar-nos sentir o aroma fantástico da natureza.
Noutras, ela desce em meio a raios e trovões
Ferindo o solo e esparramando dores
Afogando roseiras, derrubando montes,
Aterrando criaturas, causando viagens inesperadas.
A terra clara, sempre em dobras,
Aguenta tantas transformações!
Porque eu, simples mortal,
Questiono-me tanto quando meu sol se esconde?
Ainda não aprendi na correnteza dos anos
Que a vida, também é natureza?
Meu equilíbrio se alquebra com dissabores,
maltrato e desamores.
Mas, já é mais que tempo de espantar visagens,
Reconhecer o tempo que resta e despreocupadamente
Adquirir maturidade para ver a luz do sol
Mesmo por traz das nuvens, e viajar...
Viajar nos meus sentimentos,
nadar nas minhas brandas ilusões
Escrever meus poemas a cada dia
Sentindo o sabor da vida na minha própria poesia,
Encarando todas as minhas mais ínfimas emoções.
Sem medo de ter dias de chuva,
E amar plenamente os meus dias de sol!
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