A marcha é silenciosa,
Brilhante, verdadeira,
Para o olhar uma estrela cadente,
Para o sentimento o renascimento!
Jesus menino
Faz-se presente entre nós!
É natal
Pelos quatro cantos do mundo
É hora de renovar nossas bênçãos,
Renascer nas palavras do coração,
Deixar a alma falar por si!
O filho de Deus
Pede passagem!
Gloria a vida
E aos homens que a constroem
Com sabedoria, fé e emoção
Vinda de dentro para fora,
Assim como ele que chegou
para nos ensinar
A amar o amor!
Feliz Natal!
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sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Velas Instigantes
É difícil não falar
em paixão, em amor,
atos, toadas e sedução,
quando risco meus rabiscos
de forma alva contemplando
o momento instigante da lua,
a introspecção das velas
em chamas chamando o fado,
cultivando caricias!
Que o instante da beleza
seja sempre raro, misterioso,
alforriando elementos,
lançando a tona ditos
de um sentimento verdadeiro,
além do compreensível pelo coração,
um lágrima versando por mim!
Não é apenas um retrato
focando uma história,
um lamento nascido no peito,
é o encontro das nascentes
revelando corpos,
entrelaçando palavras,
pintando na nua parede
o navegar, o divagar,
a onda brotando na areia!
em paixão, em amor,
atos, toadas e sedução,
quando risco meus rabiscos
de forma alva contemplando
o momento instigante da lua,
a introspecção das velas
em chamas chamando o fado,
cultivando caricias!
Que o instante da beleza
seja sempre raro, misterioso,
alforriando elementos,
lançando a tona ditos
de um sentimento verdadeiro,
além do compreensível pelo coração,
um lágrima versando por mim!
Não é apenas um retrato
focando uma história,
um lamento nascido no peito,
é o encontro das nascentes
revelando corpos,
entrelaçando palavras,
pintando na nua parede
o navegar, o divagar,
a onda brotando na areia!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Caminhos
Antes de navegar
Em águas profundas
É preciso aprender a nadar!
Mesmos que as interpérias do tempo
Interfiram em sua busca
Não caia em contradições
É a natureza atuando
Em seu território.
Antes de proferir a palavra
Em terrenos obscuros
É preciso aprender a cantar!
Em águas profundas
É preciso aprender a nadar!
Mesmos que as interpérias do tempo
Interfiram em sua busca
Não caia em contradições
É a natureza atuando
Em seu território.
Antes de proferir a palavra
Em terrenos obscuros
É preciso aprender a cantar!
Anoitecer de um Poema
A tarde se foi!
meu pranto já se faz presente
deixando-me mais uma vez
entre a porta e o silêncio.
Não consigo esconder
meus escombros deixados
a beira do caminho,
afinal não vivemos só flores.
quero que cada pingo traga
a sua veracidade,
e a vontade de plantar mais um sonho
buscando em cada olhar de capitu
um sincero sorriso!
Não consigo esconder
minhas fraquezas
delas tiro a força
para remar a favor da lágrima
que canta meu devaneio,
ligando meus elos
a lavoura de prazeres
que a vida nos brinda
no anoitecer de cada poema!
A noite já brilha!
meu pranto
já escreveu sua mensagem
deixando-me mais uma vez
entre palavra
e um céu de pensamentos!
meu pranto já se faz presente
deixando-me mais uma vez
entre a porta e o silêncio.
Não consigo esconder
meus escombros deixados
a beira do caminho,
afinal não vivemos só flores.
quero que cada pingo traga
a sua veracidade,
e a vontade de plantar mais um sonho
buscando em cada olhar de capitu
um sincero sorriso!
Não consigo esconder
minhas fraquezas
delas tiro a força
para remar a favor da lágrima
que canta meu devaneio,
ligando meus elos
a lavoura de prazeres
que a vida nos brinda
no anoitecer de cada poema!
A noite já brilha!
meu pranto
já escreveu sua mensagem
deixando-me mais uma vez
entre palavra
e um céu de pensamentos!
Navegue
Sem o medo dos obstáculos
que a vida oferece,
busque alternativas
quando as ilhas se tornarem
intransponíveis;
Nas mãos segure
o leme com firmeza,
levando no peito
simplicidade e humildade,
esboçando na face um
sorriso franco de quem
aprendeu a canção e hoje
navega por mares profundos,
tocando seus sinos com
sabedoria, esperança,
perseverança e atitudes
de um vencedor que traz
em sua alma a compaixão
de viver e nunca deixar
de sonhar...
que a vida oferece,
busque alternativas
quando as ilhas se tornarem
intransponíveis;
Nas mãos segure
o leme com firmeza,
levando no peito
simplicidade e humildade,
esboçando na face um
sorriso franco de quem
aprendeu a canção e hoje
navega por mares profundos,
tocando seus sinos com
sabedoria, esperança,
perseverança e atitudes
de um vencedor que traz
em sua alma a compaixão
de viver e nunca deixar
de sonhar...
Dor Sedução
Pele nua,
Alma crua,
Cruzando-se em fontes,
Em sinfônicos ensejos
Que alimentam desejos
E trazem das tabernas
Toda a emoção da dor!
Doido coração,
Corpos, êxtases,
Desabrochando gametas
Adentrando pela comédia paixão
D’onde rios se fazem ebulição,
E a luz, imensidão!
Épicas orações,
Lábios, afagos,
Percorrendo centeios e trigais,
Num só arrepio, num só frenesi,
Ora gótico, ora barroco
És o mapa, da sensualidade!
Torres, umbrais,
Olhares, orgasmos,
Abrindo-se em lúdicas embernadas
Afogando-se no ato de amar
E buscar nos calabouços,
Mais um gemido, mais um sustenido!
Alma crua,
Cruzando-se em fontes,
Em sinfônicos ensejos
Que alimentam desejos
E trazem das tabernas
Toda a emoção da dor!
Doido coração,
Corpos, êxtases,
Desabrochando gametas
Adentrando pela comédia paixão
D’onde rios se fazem ebulição,
E a luz, imensidão!
Épicas orações,
Lábios, afagos,
Percorrendo centeios e trigais,
Num só arrepio, num só frenesi,
Ora gótico, ora barroco
És o mapa, da sensualidade!
Torres, umbrais,
Olhares, orgasmos,
Abrindo-se em lúdicas embernadas
Afogando-se no ato de amar
E buscar nos calabouços,
Mais um gemido, mais um sustenido!
Sensitivas Vibrações
No remar das canções,
me pego as expressões
sem rimas, no verso emanado,
citado na vibração, encarnado
nas cordas do coração!
Sigo a trilha do arpejo,
sangrando em lamentos
que induzem, seduzem,
fazendo de ti, o acorde,
a nota que rodopia
ao som da paixão!
És a lenda viva
entre ritos e confrarias
exalando da macieira
a luz pecaminosa da emoção,
de ter em perfumes e sabores
sublimes afagos aportados,
em teu corpo redenção!
Nas idas e vindas
deste meu amigo poeta,
aprendi a talhar-te,
deixando a palavra falar por si,
deixando o poema ser tu,
em tramas e reflexivos acordeões!
No vagar dos crepúsculos,
entrego-me ao sensitivo,
ao intuitivo, abrindo em cada
estrofe uma janela direcionada
ao amor da alma irmã!
me pego as expressões
sem rimas, no verso emanado,
citado na vibração, encarnado
nas cordas do coração!
Sigo a trilha do arpejo,
sangrando em lamentos
que induzem, seduzem,
fazendo de ti, o acorde,
a nota que rodopia
ao som da paixão!
És a lenda viva
entre ritos e confrarias
exalando da macieira
a luz pecaminosa da emoção,
de ter em perfumes e sabores
sublimes afagos aportados,
em teu corpo redenção!
Nas idas e vindas
deste meu amigo poeta,
aprendi a talhar-te,
deixando a palavra falar por si,
deixando o poema ser tu,
em tramas e reflexivos acordeões!
No vagar dos crepúsculos,
entrego-me ao sensitivo,
ao intuitivo, abrindo em cada
estrofe uma janela direcionada
ao amor da alma irmã!
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Trincheiras da Vida
- Não sei dizer onde estou
ou porque estou aqui...
Claro que uso sua escrita simples
para aplicar meus conceitos.
- Não se culpe de nada
apenas aproveite o momento e seja feliz...
Não consigo mais me esconder
em trincheiras de concreto
minha carta esta sendo escrita
em castelos escoceses livres
prontas para pecarem em
qualquer ala que desfilarem...
Pelas ruas não encontro cascalhos
para decorar meu aquário de ilusões...
Não entendo onde estava
quando perdi o rumo em
sentidos implícitos esquecendo
que entre paredes e flores existia
uma vida a ser vivida e amada...
Não oculto minhas questões,
o que fazia enquanto eu
amava a fruta que seria
de um quase terceiro,
bastava um sim para
as gêmeas se encontrarem...
Nas avenidas não encontro
gás para o meu isqueiro de sonhos...
Minha musa está há dias luz de mim
porque tenho que passar por quinzenas
adormecidas para descobrir a felicidade?
Que sabor de mata verde é este,
que entranha em minha poesia?
Mostre-me onde esta meu pecado,
Quero pedir perdão junto ao pão
dos meus dias...
Mostre-me onde está meu pecado,
quero pedir perdão junto ao vinho
das minhas noites...
Mostre-me o caminho
não hesitarei em buscá-lo
seja ele de pedra,
seja ele de brisa...
Onde quer me levar com este
encontro praticamente diário?
- Não posso dizer
seu momento está apenas começando continue
jogando seus dados, mas com prudência...
ou porque estou aqui...
Claro que uso sua escrita simples
para aplicar meus conceitos.
- Não se culpe de nada
apenas aproveite o momento e seja feliz...
Não consigo mais me esconder
em trincheiras de concreto
minha carta esta sendo escrita
em castelos escoceses livres
prontas para pecarem em
qualquer ala que desfilarem...
Pelas ruas não encontro cascalhos
para decorar meu aquário de ilusões...
Não entendo onde estava
quando perdi o rumo em
sentidos implícitos esquecendo
que entre paredes e flores existia
uma vida a ser vivida e amada...
Não oculto minhas questões,
o que fazia enquanto eu
amava a fruta que seria
de um quase terceiro,
bastava um sim para
as gêmeas se encontrarem...
Nas avenidas não encontro
gás para o meu isqueiro de sonhos...
Minha musa está há dias luz de mim
porque tenho que passar por quinzenas
adormecidas para descobrir a felicidade?
Que sabor de mata verde é este,
que entranha em minha poesia?
Mostre-me onde esta meu pecado,
Quero pedir perdão junto ao pão
dos meus dias...
Mostre-me onde está meu pecado,
quero pedir perdão junto ao vinho
das minhas noites...
Mostre-me o caminho
não hesitarei em buscá-lo
seja ele de pedra,
seja ele de brisa...
Onde quer me levar com este
encontro praticamente diário?
- Não posso dizer
seu momento está apenas começando continue
jogando seus dados, mas com prudência...
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Trincheiras da Vida
- Não sei dizer onde estou
ou porque estou aqui...
Claro que uso sua escrita simples
para aplicar meus conceitos.
- Não se culpe de nada
apenas aproveite o momento e seja feliz...
Não consigo mais me esconder
em trincheiras de concreto
minha carta esta sendo escrita
em castelos escoceses livres
prontas para pecarem em
qualquer ala que desfilarem...
Pelas ruas não encontro cascalhos
para decorar meu aquário de ilusões...
Não entendo onde estava
quando perdi o rumo em
sentidos implícitos esquecendo
que entre paredes e flores existia
uma vida a ser vivida e amada...
Não oculto minhas questões,
o que fazia enquanto eu
amava a fruta que seria
de um quase terceiro,
bastava um sim para
as gêmeas se encontrarem...
Nas avenidas não encontro
gás para o meu isqueiro de sonhos...
Minha musa está há dias luz de mim
porque tenho que passar por quinzenas
adormecidas para descobrir a felicidade?
Que sabor de mata verde é este,
que entranha em minha poesia.?
Mostre-me onde esta meu pecado,
Quero pedir perdão junto ao pão
dos meus dias...
Mostre-me onde está meu pecado,
quero pedir perdão junto ao vinho
das minhas noites...
Mostre-me o caminho
não exitárei em buscá-lo
seja ele de pedra,
seja ele de brisa....
Onde quer me levar com este
encontro praticamente diário?
- Não posso dizer
seu momento está apenas começando continue
jogando seus dados mas com prudência...
ou porque estou aqui...
Claro que uso sua escrita simples
para aplicar meus conceitos.
- Não se culpe de nada
apenas aproveite o momento e seja feliz...
Não consigo mais me esconder
em trincheiras de concreto
minha carta esta sendo escrita
em castelos escoceses livres
prontas para pecarem em
qualquer ala que desfilarem...
Pelas ruas não encontro cascalhos
para decorar meu aquário de ilusões...
Não entendo onde estava
quando perdi o rumo em
sentidos implícitos esquecendo
que entre paredes e flores existia
uma vida a ser vivida e amada...
Não oculto minhas questões,
o que fazia enquanto eu
amava a fruta que seria
de um quase terceiro,
bastava um sim para
as gêmeas se encontrarem...
Nas avenidas não encontro
gás para o meu isqueiro de sonhos...
Minha musa está há dias luz de mim
porque tenho que passar por quinzenas
adormecidas para descobrir a felicidade?
Que sabor de mata verde é este,
que entranha em minha poesia.?
Mostre-me onde esta meu pecado,
Quero pedir perdão junto ao pão
dos meus dias...
Mostre-me onde está meu pecado,
quero pedir perdão junto ao vinho
das minhas noites...
Mostre-me o caminho
não exitárei em buscá-lo
seja ele de pedra,
seja ele de brisa....
Onde quer me levar com este
encontro praticamente diário?
- Não posso dizer
seu momento está apenas começando continue
jogando seus dados mas com prudência...
O Amor em Multi-Sílabas
A grande sinfonia
abre-se em sentimentos,
mostrando-se em talentos,
em auroras boreais,
um mito ao coração
que aflora semeando e
declarando-se em paixão!
Em tons, em semi-tons
ganha forma, cor e perfume,
a canção, o corpo em erupção
remete-se a jura, ao estremo,
do elemento do pranto,
ao belo e tremulo
veio em ebulição!
Acorde e dissonâncias,
Vagam, divagam por entre telas,
Postando-se em multi-sílabas
Harmonizadas em brisas, ventos e lábios
no amor em tua nudez!
abre-se em sentimentos,
mostrando-se em talentos,
em auroras boreais,
um mito ao coração
que aflora semeando e
declarando-se em paixão!
Em tons, em semi-tons
ganha forma, cor e perfume,
a canção, o corpo em erupção
remete-se a jura, ao estremo,
do elemento do pranto,
ao belo e tremulo
veio em ebulição!
Acorde e dissonâncias,
Vagam, divagam por entre telas,
Postando-se em multi-sílabas
Harmonizadas em brisas, ventos e lábios
no amor em tua nudez!
Infinito seja, O Amor
Ao teclar do piano,
a voz se fez frisson,
deixando a noite pequena,
estreita ao tilintar de teus versos
flutuando por entre as vestes,
capturando segredos,
desconcertando mistérios,
imaculada seja, a sedução!
A ferida,
esta viva, latejando,
buscando do âmago,
mais uma palavra insana,
um sussurro pecaminoso,
fazendo-te mulher,
pintando-te bailarina,
escrevendo-te nos veios,
abençoado seja, teu peito luz!
No rosto gentil
a lágrima desfila, acompanha,
traz a essência, o grito,
o mergulho apaixonado
por entre beijos e abraços,
louvado seja, o momento,
o amor!
a voz se fez frisson,
deixando a noite pequena,
estreita ao tilintar de teus versos
flutuando por entre as vestes,
capturando segredos,
desconcertando mistérios,
imaculada seja, a sedução!
A ferida,
esta viva, latejando,
buscando do âmago,
mais uma palavra insana,
um sussurro pecaminoso,
fazendo-te mulher,
pintando-te bailarina,
escrevendo-te nos veios,
abençoado seja, teu peito luz!
No rosto gentil
a lágrima desfila, acompanha,
traz a essência, o grito,
o mergulho apaixonado
por entre beijos e abraços,
louvado seja, o momento,
o amor!
domingo, 9 de agosto de 2009
Meu amor...,
ao dobrar dos sinos,
senti tuas mãos, aveludadas,
meigas pétalas em minha face,
como quem materializando
o sentimento perfumado em ópio,
brotando em paixão!
Leve, a noite caia,
e os lábios,
revelavam-se em segredos,
imortalizando o sentido da poesia
latente em teu olhar,
ardente em meu coração!
A lua já era testemunha
quando rabisquei tua geografia
quase infinita, em ósculos te afaguei,
em ósculos descobri minha vida,
e a sede de te beber
não só em versos, mas
deliciar-me na virtuosidade
da tua alma!
Serena,
a madrugada chegou
e com ela os mais insanos
dos amores, trazendo
todos os sabores,
todos os tremores,
tatuando nos poros,
o dileto aroma do orgasmo
sem fim!
senti tuas mãos, aveludadas,
meigas pétalas em minha face,
como quem materializando
o sentimento perfumado em ópio,
brotando em paixão!
Leve, a noite caia,
e os lábios,
revelavam-se em segredos,
imortalizando o sentido da poesia
latente em teu olhar,
ardente em meu coração!
A lua já era testemunha
quando rabisquei tua geografia
quase infinita, em ósculos te afaguei,
em ósculos descobri minha vida,
e a sede de te beber
não só em versos, mas
deliciar-me na virtuosidade
da tua alma!
Serena,
a madrugada chegou
e com ela os mais insanos
dos amores, trazendo
todos os sabores,
todos os tremores,
tatuando nos poros,
o dileto aroma do orgasmo
sem fim!
sábado, 8 de agosto de 2009
Umbral do Luar
Em meu olhar
o deitar do sol, a brisa,
a química do anoitecer
trazendo-te na flor de jasmim,
no umbral do luar que já navega alto
esculpindo-te em alvas pétalas,
te entalhando em brumas alaranjadas,
vestindo-te em tentação!
O brilho sorridente
toma conta, encanta-me,
vasculha-me em trejeitos,
despe-me em falsetes únicos,
teu suspiro, minha melodia,
essência erudita, minha paixão!
A veste decotada,
o lábio rubro, o colo lilás,
a palavra em tua nudez
entorpecendo-me, venha
adentrem por minha alma,
deixe-me, quero te possuir,
em amor!
o deitar do sol, a brisa,
a química do anoitecer
trazendo-te na flor de jasmim,
no umbral do luar que já navega alto
esculpindo-te em alvas pétalas,
te entalhando em brumas alaranjadas,
vestindo-te em tentação!
O brilho sorridente
toma conta, encanta-me,
vasculha-me em trejeitos,
despe-me em falsetes únicos,
teu suspiro, minha melodia,
essência erudita, minha paixão!
A veste decotada,
o lábio rubro, o colo lilás,
a palavra em tua nudez
entorpecendo-me, venha
adentrem por minha alma,
deixe-me, quero te possuir,
em amor!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Tuas Formas, Teus Sabores
Uma harpa,
um, dois, inesquecíveis arpejos
e um soneto feito de ondas
desenha-te na areia, na rocha,
no azul-violeta dos meus versos!
Em alto mar,
a nave, as vidas,
o bailar da sedução
a bom bordo da paixão,
transcendo em lágrimas
o êxtase, o milagre,
o instante mais do que insano,
sentimento em molhados ósculos!
Pelo ápice lunar,
o olhar, o suspiro,
abraços úmidos
calando a madrugada,
dissertando a emoção
de te amar em todas as tuas
formas e sabores!
um, dois, inesquecíveis arpejos
e um soneto feito de ondas
desenha-te na areia, na rocha,
no azul-violeta dos meus versos!
Em alto mar,
a nave, as vidas,
o bailar da sedução
a bom bordo da paixão,
transcendo em lágrimas
o êxtase, o milagre,
o instante mais do que insano,
sentimento em molhados ósculos!
Pelo ápice lunar,
o olhar, o suspiro,
abraços úmidos
calando a madrugada,
dissertando a emoção
de te amar em todas as tuas
formas e sabores!
Quero teu Desejo
No verde espelho
o corpo tênue, a escultura,
delicada, deliciosa,
a obra do Eremita,
zil razões para amar!
Pelo zelo de Íris,
o abraço, o beijo
o misticismo do sentimento
desabrochando no gemido,
no riso contido, na pele sedosa,
enes emoções para brindar!
Na Veneza dos meus dias,
és embebida em paixão,
o orvalho da flor,
a sedução em alma e coração,
venha acenda a lareira
cubra-me em tuas pétalas,
quero-te em infinitos ensejos, e
muitos e muitos desejos!
o corpo tênue, a escultura,
delicada, deliciosa,
a obra do Eremita,
zil razões para amar!
Pelo zelo de Íris,
o abraço, o beijo
o misticismo do sentimento
desabrochando no gemido,
no riso contido, na pele sedosa,
enes emoções para brindar!
Na Veneza dos meus dias,
és embebida em paixão,
o orvalho da flor,
a sedução em alma e coração,
venha acenda a lareira
cubra-me em tuas pétalas,
quero-te em infinitos ensejos, e
muitos e muitos desejos!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Despida Fantasia
Teu pingente,
Na praia encontrei,
como recebi na brisa
tua voz, o teu elo de ligação
a gotícula que deslizava
sob minha face, fazendo de ti
a princesa do meu verso!
Doze badaladas
no galopar do corcel, te trouxeram
e te fizeram a jóia das amantes,
a nau dos navegantes,
cravando em teu ser, sedução!
Entre o dançar das entrelinhas,
o condão se vez verdade,
a alvorada te fez lua,
e a nuvem te deixou despida
em romance e fantasia!
No céu de uma Paris só tua,
tenho-te em pele e alvas palavras
penetrantes aos olhos,
ao içar das almas,
ao clamar dos lábios até a exaustão!
Na praia encontrei,
como recebi na brisa
tua voz, o teu elo de ligação
a gotícula que deslizava
sob minha face, fazendo de ti
a princesa do meu verso!
Doze badaladas
no galopar do corcel, te trouxeram
e te fizeram a jóia das amantes,
a nau dos navegantes,
cravando em teu ser, sedução!
Entre o dançar das entrelinhas,
o condão se vez verdade,
a alvorada te fez lua,
e a nuvem te deixou despida
em romance e fantasia!
No céu de uma Paris só tua,
tenho-te em pele e alvas palavras
penetrantes aos olhos,
ao içar das almas,
ao clamar dos lábios até a exaustão!
Teu Beijo
Explode em teu beijo,
química sem nexo
contexto sem inicio ou fim,
o sabor do morango mordido,
repartido na pele,
no darma paixão!
Em notas violadas
navego pelo azul veludo,
quebro o silencio, me encontro
em entranhas, como um guardião
garimpo tuas emoções!
Num coro gospel,
acende-se a penumbra,
pintando em cada parede
um sentimento, um veio sonoro,
claves em erupção!
Entre torres e castelos,
planta-se arrepios,
mistérios de um templo
consagrado no amor
da alma, na carne,
na umidade do osculo!
química sem nexo
contexto sem inicio ou fim,
o sabor do morango mordido,
repartido na pele,
no darma paixão!
Em notas violadas
navego pelo azul veludo,
quebro o silencio, me encontro
em entranhas, como um guardião
garimpo tuas emoções!
Num coro gospel,
acende-se a penumbra,
pintando em cada parede
um sentimento, um veio sonoro,
claves em erupção!
Entre torres e castelos,
planta-se arrepios,
mistérios de um templo
consagrado no amor
da alma, na carne,
na umidade do osculo!
domingo, 2 de agosto de 2009
Porção de Amor
A cada letra
que cravo em meus papiros,
semeio uma porção, uma porção,
muito minha, muito tua,
um dialeto ouvido pelo silêncio,
momentos induzidos, pelo vento!
Há vinho nas taças,
enquanto nos lábios
brota um sabor,
o ardor se abre em pecado,
lagrimas renascem em alegorias!
A estrofe
esta aberta pelo tempo,
pelo seio a caricia,
o aroma de mel desabrochando
tatuando na alma,
a carta, o lamento em tentações!
Há melodia,
no olhar, no tocar,
no te ter em meus braços,
como diva, musa, mulher,
destino do meu amor!
que cravo em meus papiros,
semeio uma porção, uma porção,
muito minha, muito tua,
um dialeto ouvido pelo silêncio,
momentos induzidos, pelo vento!
Há vinho nas taças,
enquanto nos lábios
brota um sabor,
o ardor se abre em pecado,
lagrimas renascem em alegorias!
A estrofe
esta aberta pelo tempo,
pelo seio a caricia,
o aroma de mel desabrochando
tatuando na alma,
a carta, o lamento em tentações!
Há melodia,
no olhar, no tocar,
no te ter em meus braços,
como diva, musa, mulher,
destino do meu amor!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Ah! Assim te Amo
Musica para meus ouvidos,
Química para o meu sentimento,
São teus olhares despontando
Na embriaguez do poema vital!
Ah! Assim te amo,
Bebendo-te na sutileza do gemido,
Na sublimidade do corpo,
Esculpido em marfim!
Uvas para meu vinho,
Planície para minha semeadura,
São teus loucos trejeitos alumiados
Nas quimeras da poesia astral!
Ah! Assim te amo,
Deleitando-me na beleza das preces,
Absorvendo teus ósculos
Mergulhados em paixão!
Química para o meu sentimento,
São teus olhares despontando
Na embriaguez do poema vital!
Ah! Assim te amo,
Bebendo-te na sutileza do gemido,
Na sublimidade do corpo,
Esculpido em marfim!
Uvas para meu vinho,
Planície para minha semeadura,
São teus loucos trejeitos alumiados
Nas quimeras da poesia astral!
Ah! Assim te amo,
Deleitando-me na beleza das preces,
Absorvendo teus ósculos
Mergulhados em paixão!
Conspiração
Conspira,
Conspira-me
Em abraços insanos.
Sussurros metanos,
Desconcertando a cena,
Induzindo a sentença!
Cubra,
Cubra-me
Em cheiros e ilusões,
Meras distrações,
Que por um segundo,
Conjugam a emoção!
Vista,
Vista-me,
Em notas obscenas
Ardentes gemidos,
Conectando-me ao luar,
Vem cavalgar, fremir!
Sinta,
Sinta-me
Em beijos infames
Nos cortejos mais sedutores,
Despindo-me de corpo e alma,
Sendo tu, a nossa conspiração!
Conspira-me
Em abraços insanos.
Sussurros metanos,
Desconcertando a cena,
Induzindo a sentença!
Cubra,
Cubra-me
Em cheiros e ilusões,
Meras distrações,
Que por um segundo,
Conjugam a emoção!
Vista,
Vista-me,
Em notas obscenas
Ardentes gemidos,
Conectando-me ao luar,
Vem cavalgar, fremir!
Sinta,
Sinta-me
Em beijos infames
Nos cortejos mais sedutores,
Despindo-me de corpo e alma,
Sendo tu, a nossa conspiração!
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