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sábado, 26 de dezembro de 2009

Estrela do Amor

A marcha é silenciosa,

Brilhante, verdadeira,

Para o olhar uma estrela cadente,

Para o sentimento o renascimento!



Jesus menino

Faz-se presente entre nós!



É natal

Pelos quatro cantos do mundo

É hora de renovar nossas bênçãos,

Renascer nas palavras do coração,

Deixar a alma falar por si!



O filho de Deus

Pede passagem!



Gloria a vida

E aos homens que a constroem

Com sabedoria, fé e emoção

Vinda de dentro para fora,

Assim como ele que chegou

para nos ensinar

A amar o amor!



Feliz Natal!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Velas Instigantes

É difícil não falar

em paixão, em amor,

atos, toadas e sedução,

quando risco meus rabiscos

de forma alva contemplando

o momento instigante da lua,

a introspecção das velas

em chamas chamando o fado,

cultivando caricias!



Que o instante da beleza

seja sempre raro, misterioso,

alforriando elementos,

lançando a tona ditos

de um sentimento verdadeiro,

além do compreensível pelo coração,

um lágrima versando por mim!



Não é apenas um retrato

focando uma história,

um lamento nascido no peito,

é o encontro das nascentes

revelando corpos,

entrelaçando palavras,

pintando na nua parede

o navegar, o divagar,

a onda brotando na areia!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Caminhos

Antes de navegar
Em águas profundas
É preciso aprender a nadar!

Mesmos que as interpérias do tempo
Interfiram em sua busca
Não caia em contradições
É a natureza atuando
Em seu território.

Antes de proferir a palavra
Em terrenos obscuros
É preciso aprender a cantar!

Anoitecer de um Poema

A tarde se foi!
meu pranto já se faz presente
deixando-me mais uma vez
entre a porta e o silêncio.

Não consigo esconder
meus escombros deixados
a beira do caminho,
afinal não vivemos só flores.
quero que cada pingo traga
a sua veracidade,
e a vontade de plantar mais um sonho
buscando em cada olhar de capitu
um sincero sorriso!

Não consigo esconder
minhas fraquezas
delas tiro a força
para remar a favor da lágrima
que canta meu devaneio,
ligando meus elos
a lavoura de prazeres
que a vida nos brinda
no anoitecer de cada poema!

A noite já brilha!
meu pranto
já escreveu sua mensagem
deixando-me mais uma vez
entre palavra
e um céu de pensamentos!

Navegue

Sem o medo dos obstáculos

que a vida oferece,

busque alternativas

quando as ilhas se tornarem

intransponíveis;

Nas mãos segure

o leme com firmeza,

levando no peito

simplicidade e humildade,

esboçando na face um

sorriso franco de quem

aprendeu a canção e hoje

navega por mares profundos,

tocando seus sinos com

sabedoria, esperança,

perseverança e atitudes

de um vencedor que traz

em sua alma a compaixão

de viver e nunca deixar

de sonhar...

Dor Sedução

Pele nua,
Alma crua,
Cruzando-se em fontes,
Em sinfônicos ensejos
Que alimentam desejos
E trazem das tabernas
Toda a emoção da dor!

Doido coração,
Corpos, êxtases,
Desabrochando gametas
Adentrando pela comédia paixão
D’onde rios se fazem ebulição,
E a luz, imensidão!

Épicas orações,
Lábios, afagos,
Percorrendo centeios e trigais,
Num só arrepio, num só frenesi,
Ora gótico, ora barroco
És o mapa, da sensualidade!

Torres, umbrais,
Olhares, orgasmos,
Abrindo-se em lúdicas embernadas
Afogando-se no ato de amar
E buscar nos calabouços,
Mais um gemido, mais um sustenido!

Sensitivas Vibrações

No remar das canções,
me pego as expressões
sem rimas, no verso emanado,
citado na vibração, encarnado
nas cordas do coração!


Sigo a trilha do arpejo,
sangrando em lamentos
que induzem, seduzem,
fazendo de ti, o acorde,
a nota que rodopia
ao som da paixão!


És a lenda viva
entre ritos e confrarias
exalando da macieira
a luz pecaminosa da emoção,
de ter em perfumes e sabores
sublimes afagos aportados,
em teu corpo redenção!


Nas idas e vindas
deste meu amigo poeta,
aprendi a talhar-te,
deixando a palavra falar por si,
deixando o poema ser tu,
em tramas e reflexivos acordeões!


No vagar dos crepúsculos,
entrego-me ao sensitivo,
ao intuitivo, abrindo em cada
estrofe uma janela direcionada
ao amor da alma irmã!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Trincheiras da Vida

- Não sei dizer onde estou

ou porque estou aqui...

Claro que uso sua escrita simples

para aplicar meus conceitos.



- Não se culpe de nada

apenas aproveite o momento e seja feliz...



Não consigo mais me esconder

em trincheiras de concreto

minha carta esta sendo escrita

em castelos escoceses livres

prontas para pecarem em

qualquer ala que desfilarem...



Pelas ruas não encontro cascalhos

para decorar meu aquário de ilusões...



Não entendo onde estava

quando perdi o rumo em

sentidos implícitos esquecendo

que entre paredes e flores existia

uma vida a ser vivida e amada...



Não oculto minhas questões,

o que fazia enquanto eu

amava a fruta que seria

de um quase terceiro,

bastava um sim para

as gêmeas se encontrarem...



Nas avenidas não encontro

gás para o meu isqueiro de sonhos...



Minha musa está há dias luz de mim

porque tenho que passar por quinzenas

adormecidas para descobrir a felicidade?



Que sabor de mata verde é este,

que entranha em minha poesia?



Mostre-me onde esta meu pecado,

Quero pedir perdão junto ao pão

dos meus dias...



Mostre-me onde está meu pecado,

quero pedir perdão junto ao vinho

das minhas noites...



Mostre-me o caminho

não hesitarei em buscá-lo

seja ele de pedra,

seja ele de brisa...



Onde quer me levar com este

encontro praticamente diário?



- Não posso dizer

seu momento está apenas começando continue

jogando seus dados, mas com prudência...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Trincheiras da Vida

- Não sei dizer onde estou

ou porque estou aqui...

Claro que uso sua escrita simples

para aplicar meus conceitos.



- Não se culpe de nada

apenas aproveite o momento e seja feliz...



Não consigo mais me esconder

em trincheiras de concreto

minha carta esta sendo escrita

em castelos escoceses livres

prontas para pecarem em

qualquer ala que desfilarem...



Pelas ruas não encontro cascalhos

para decorar meu aquário de ilusões...



Não entendo onde estava

quando perdi o rumo em

sentidos implícitos esquecendo

que entre paredes e flores existia

uma vida a ser vivida e amada...



Não oculto minhas questões,

o que fazia enquanto eu

amava a fruta que seria

de um quase terceiro,

bastava um sim para

as gêmeas se encontrarem...



Nas avenidas não encontro

gás para o meu isqueiro de sonhos...



Minha musa está há dias luz de mim

porque tenho que passar por quinzenas

adormecidas para descobrir a felicidade?



Que sabor de mata verde é este,

que entranha em minha poesia.?



Mostre-me onde esta meu pecado,

Quero pedir perdão junto ao pão

dos meus dias...



Mostre-me onde está meu pecado,

quero pedir perdão junto ao vinho

das minhas noites...



Mostre-me o caminho

não exitárei em buscá-lo

seja ele de pedra,

seja ele de brisa....



Onde quer me levar com este

encontro praticamente diário?



- Não posso dizer

seu momento está apenas começando continue

jogando seus dados mas com prudência...

O Amor em Multi-Sílabas

A grande sinfonia

abre-se em sentimentos,

mostrando-se em talentos,

em auroras boreais,

um mito ao coração

que aflora semeando e

declarando-se em paixão!



Em tons, em semi-tons

ganha forma, cor e perfume,

a canção, o corpo em erupção

remete-se a jura, ao estremo,

do elemento do pranto,

ao belo e tremulo

veio em ebulição!



Acorde e dissonâncias,

Vagam, divagam por entre telas,

Postando-se em multi-sílabas

Harmonizadas em brisas, ventos e lábios

no amor em tua nudez!

Infinito seja, O Amor

Ao teclar do piano,

a voz se fez frisson,

deixando a noite pequena,

estreita ao tilintar de teus versos

flutuando por entre as vestes,

capturando segredos,

desconcertando mistérios,

imaculada seja, a sedução!



A ferida,

esta viva, latejando,

buscando do âmago,

mais uma palavra insana,

um sussurro pecaminoso,

fazendo-te mulher,

pintando-te bailarina,

escrevendo-te nos veios,

abençoado seja, teu peito luz!



No rosto gentil

a lágrima desfila, acompanha,

traz a essência, o grito,

o mergulho apaixonado

por entre beijos e abraços,

louvado seja, o momento,

o amor!

domingo, 9 de agosto de 2009

Meu amor...,

ao dobrar dos sinos,

senti tuas mãos, aveludadas,

meigas pétalas em minha face,

como quem materializando

o sentimento perfumado em ópio,

brotando em paixão!



Leve, a noite caia,

e os lábios,

revelavam-se em segredos,

imortalizando o sentido da poesia

latente em teu olhar,

ardente em meu coração!



A lua já era testemunha

quando rabisquei tua geografia

quase infinita, em ósculos te afaguei,

em ósculos descobri minha vida,

e a sede de te beber

não só em versos, mas

deliciar-me na virtuosidade

da tua alma!



Serena,

a madrugada chegou

e com ela os mais insanos

dos amores, trazendo

todos os sabores,

todos os tremores,

tatuando nos poros,

o dileto aroma do orgasmo

sem fim!

sábado, 8 de agosto de 2009

Umbral do Luar

Em meu olhar

o deitar do sol, a brisa,

a química do anoitecer

trazendo-te na flor de jasmim,

no umbral do luar que já navega alto

esculpindo-te em alvas pétalas,

te entalhando em brumas alaranjadas,

vestindo-te em tentação!



O brilho sorridente

toma conta, encanta-me,

vasculha-me em trejeitos,

despe-me em falsetes únicos,

teu suspiro, minha melodia,

essência erudita, minha paixão!



A veste decotada,

o lábio rubro, o colo lilás,

a palavra em tua nudez

entorpecendo-me, venha

adentrem por minha alma,

deixe-me, quero te possuir,

em amor!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Tuas Formas, Teus Sabores

Uma harpa,

um, dois, inesquecíveis arpejos

e um soneto feito de ondas

desenha-te na areia, na rocha,

no azul-violeta dos meus versos!



Em alto mar,

a nave, as vidas,

o bailar da sedução

a bom bordo da paixão,

transcendo em lágrimas

o êxtase, o milagre,

o instante mais do que insano,

sentimento em molhados ósculos!



Pelo ápice lunar,

o olhar, o suspiro,

abraços úmidos

calando a madrugada,

dissertando a emoção

de te amar em todas as tuas

formas e sabores!

Quero teu Desejo

No verde espelho

o corpo tênue, a escultura,

delicada, deliciosa,

a obra do Eremita,

zil razões para amar!



Pelo zelo de Íris,

o abraço, o beijo

o misticismo do sentimento

desabrochando no gemido,

no riso contido, na pele sedosa,

enes emoções para brindar!



Na Veneza dos meus dias,

és embebida em paixão,

o orvalho da flor,

a sedução em alma e coração,

venha acenda a lareira

cubra-me em tuas pétalas,

quero-te em infinitos ensejos, e

muitos e muitos desejos!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Despida Fantasia

Teu pingente,

Na praia encontrei,

como recebi na brisa

tua voz, o teu elo de ligação

a gotícula que deslizava

sob minha face, fazendo de ti

a princesa do meu verso!



Doze badaladas

no galopar do corcel, te trouxeram

e te fizeram a jóia das amantes,

a nau dos navegantes,

cravando em teu ser, sedução!



Entre o dançar das entrelinhas,

o condão se vez verdade,

a alvorada te fez lua,

e a nuvem te deixou despida

em romance e fantasia!



No céu de uma Paris só tua,

tenho-te em pele e alvas palavras

penetrantes aos olhos,

ao içar das almas,

ao clamar dos lábios até a exaustão!

Teu Beijo

Explode em teu beijo,

química sem nexo

contexto sem inicio ou fim,

o sabor do morango mordido,

repartido na pele,

no darma paixão!



Em notas violadas

navego pelo azul veludo,

quebro o silencio, me encontro

em entranhas, como um guardião

garimpo tuas emoções!



Num coro gospel,

acende-se a penumbra,

pintando em cada parede

um sentimento, um veio sonoro,

claves em erupção!



Entre torres e castelos,

planta-se arrepios,

mistérios de um templo

consagrado no amor

da alma, na carne,

na umidade do osculo!

domingo, 2 de agosto de 2009

Porção de Amor

A cada letra

que cravo em meus papiros,

semeio uma porção, uma porção,

muito minha, muito tua,

um dialeto ouvido pelo silêncio,

momentos induzidos, pelo vento!



Há vinho nas taças,

enquanto nos lábios

brota um sabor,

o ardor se abre em pecado,

lagrimas renascem em alegorias!



A estrofe

esta aberta pelo tempo,

pelo seio a caricia,

o aroma de mel desabrochando

tatuando na alma,

a carta, o lamento em tentações!



Há melodia,

no olhar, no tocar,

no te ter em meus braços,

como diva, musa, mulher,

destino do meu amor!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Ah! Assim te Amo

Musica para meus ouvidos,

Química para o meu sentimento,

São teus olhares despontando

Na embriaguez do poema vital!




Ah! Assim te amo,

Bebendo-te na sutileza do gemido,

Na sublimidade do corpo,

Esculpido em marfim!




Uvas para meu vinho,

Planície para minha semeadura,

São teus loucos trejeitos alumiados

Nas quimeras da poesia astral!




Ah! Assim te amo,

Deleitando-me na beleza das preces,

Absorvendo teus ósculos

Mergulhados em paixão!

Conspiração

Conspira,

Conspira-me

Em abraços insanos.

Sussurros metanos,

Desconcertando a cena,

Induzindo a sentença!



Cubra,

Cubra-me

Em cheiros e ilusões,

Meras distrações,

Que por um segundo,

Conjugam a emoção!



Vista,

Vista-me,

Em notas obscenas

Ardentes gemidos,

Conectando-me ao luar,

Vem cavalgar, fremir!



Sinta,

Sinta-me

Em beijos infames

Nos cortejos mais sedutores,

Despindo-me de corpo e alma,

Sendo tu, a nossa conspiração!