sábado, 25 de outubro de 2008

INFINITO E ETERNO

O astro rei deslizava calmamente no horizonte, e as estrelas do céu começavam num luzir mesclado de ternura a despontar. Meus pensamentos criavam asas nas plumagens da imaginação e aquela alma tão humilde foi convidada para um vôo na amplidão do infinito.

Vem comigo, voemos ao céu, alcancemos as estrelas, deixemos a terra em seu lugar, no seu calmo flutuar.

Vês ali aquela esfera tão linda! É a lua dos eternos namorados, dos amantes do amor. É o luar que extasia externando o convite para amar.

Continuemos nosso vôo, voemos mais adiante. Ali estão outras esferas flutuantes, a cadeia de planetas do nosso sistema solar. Alguns já tiveram vidas, algumas com superioridade de inteligência, cuja inteligencia usaram para sua própria destruição.

Mas não nos detenhamos aqui, vamos além. Saiamos do nosso sistema solar, ganhemos a amplidão, vamos além da nossa galáxia, conheceremos outras milhares de galáxias, algumas ainda em formação.

Estás preocupado com nossa terra? Não se entristeça, já não a vemos mais, ficou tão longe! Voemos, vamos mais além, estamos apenas no início da eternidade. Tens medo de prosseguir nesse vôo? Queres voltar?... Então voltemos, regressemos ao nosso minúsculo mundo flutuante, onde seus habitantes vivem sob uma atmosfera enganosa de poder, em desenfreada ambição, que pelo desamor, conduzirá essa querida terra a dor da sua própria destruição.

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