perdidos nos caminhos trilhados outrora em dia de glória,
errantes e vazios expressando agonia e tristeza,
e hoje só resta um olhar insustentável e sem memória.
De quem são esses olhos querendo morrer?
Olhar que um dia acreditou no ideal da liberdade,
e hoje apenas uma lágrima escorre num rosto disforme,
ainda ontem desfilava a sentença e a soberba da vaidade,
e hoje, olhando em seus olhos, perco-me na visão da sua fome.
De quem são esses olhos querendo crer?
Conquanto reste uma réstia finita de brilho,
doe seu olhar mesmo que doa qual cárcere e escravidão,
se nas brumas procura os olhos do Pai, do Espírito e do Filho,
ressuscita da morte esse olhar, mesmo que por compaixão.
De quem são esses olhos querendo viver?
errantes e vazios expressando agonia e tristeza,
e hoje só resta um olhar insustentável e sem memória.
De quem são esses olhos querendo morrer?
Olhar que um dia acreditou no ideal da liberdade,
e hoje apenas uma lágrima escorre num rosto disforme,
ainda ontem desfilava a sentença e a soberba da vaidade,
e hoje, olhando em seus olhos, perco-me na visão da sua fome.
De quem são esses olhos querendo crer?
Conquanto reste uma réstia finita de brilho,
doe seu olhar mesmo que doa qual cárcere e escravidão,
se nas brumas procura os olhos do Pai, do Espírito e do Filho,
ressuscita da morte esse olhar, mesmo que por compaixão.
De quem são esses olhos querendo viver?
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