Essa estranha engrenagem que comanda,
Os nossos passos dados pela vida,
Que ora é linha reta ora ciranda,
Dão nome de destino à referida...
Nem sempre competente, que desanda,
Por intempéries, danos e guarida,
Que falta ao sonho e torna-se nefanda,
Fazendo da esperança uma perdida.
Então deixa de ser tão impoluta,
A sina, irmã gêmea do destino,
E passa a ser a reles prostituta...
Muito dorida em pleno desatino...
Minha sina viveu... porém, com luta,
Hoje brinca feliz como um menino.
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