Perambulando pelo mundo e correndo
através dos tempos, a procura do infinito,
avisto o sinistro de um vulcão em chamas.
Me chamando com suas labaredas magníficas,
torneando meu corpo, já cansado de caminhar.
O dourado resplandece em minha alma, laureando
de cor e deslumbramento, este ser tão sofrido.
Alcanço sua boca sedenta e me sinto brilhante,
algo me chama e me quer. E num silêncio profundo
mergulho para o grande final, calorosamente acolhedor.
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