Doentes carnes esfoladas pela boca em febre terçã
no fanatismo passivo e morto antes mesmo do aborto
do invertebrado, parasita tão senil que padece amorfo
na encruzilhada que dissimula a voz e a luz da lua-irmã.
Amedrontado dos erros, vai! reza agora a oração cristã.
Perdão... e sinta o pecado esquecido, como se todo o mal
causado agora, não fosse o mesmo diário do ditado igual.
Confesse, a boca é desgraçada, peco hoje e peco amanhã.
Bretão ou não lance dardos da tua própria alucinação
arreganhe os maracás na demência do pavio sem cor
retorcidos na vira_palha, despojos secos do amargor
sugue o frangalho exaura o sangue do teu próprio irmão.
Ir mão, ir dando tapas em todo ser em sua contramão,
tamanha a violência cometida contra a vírgula indolor,
julgo, condeno, decepo o irmão, inda canto paz e amor
descumprindo a promessa de confessionário a in-razão.
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