Eterno suave anoitecer ,brisa fresca,
ventos, que sopram ,ondas ,que balançam em
movimentos naturais.
Assim é nosso amor , movimento oscilatório,
deixando-me ser dominada
possuída, atraída ,
através de estímulos lentamente
magnetizada.
Entre corpos entrelaçados,
molhado de suor ,
na mais exata vibração.
Sem pausa, impossível controlar
tão violento desejo,
incapaz de resistir a sedução
onde você chega macio de paixão
como fragmentos luminosos,
onde o brilho é você.
Que provoca , intensifica ,impulsiona ,
aguça-me em noites enluaradas até o amanhecer,
fazendo-me bela amada onde acalma meu prazer,
entorpecendo meu ser.
fez-me dom da poesia
pois tu és minha inspiração,
a você , quero dizer,
sou tua eterna paixão
Quero estar ao teu lado,
seguindo teus passos lentamente,
afastando ou eliminando obstáculos,
vivendo ,querendo ,amando...
você é presente, futuro do presente.
Entrego-me no verbo amar
em proporções elevadas de
sublimidade ,enaltecendo
esse amor verdadeiro.
EU TE AMO
domingo, 5 de dezembro de 2010
A Caminho do Céu
Homem rude, alma calejada de fome,
mãos vazias... sua bagagem é só um nome,
solidão no viver, solidão no sofrimento,
pele envelhecida... voz de quase lamento.
Tiras de couro nos pés doídos
arrastam trapos empoeirados, andar contido,
olhos embaçados pela falta do verde,
garganta dormente ferida pela sede.
O sul é seu destino,
já era seu desejo desde menino,
mas foi ficando: "Até quando Deus quiser!..."
viu morrerem os filhos e a mulher.
O que espera encontrar, não sabe...
Só sabe que vai em frente, adiante...
No coração, a esperança que a dor acabe,
nos braços, a força de todo retirante.
Provavelmente achará mais um deserto,
fará seu teto a céu aberto,
na cidade grande ele será mais só
do que se ficasse comendo pó.
mãos vazias... sua bagagem é só um nome,
solidão no viver, solidão no sofrimento,
pele envelhecida... voz de quase lamento.
Tiras de couro nos pés doídos
arrastam trapos empoeirados, andar contido,
olhos embaçados pela falta do verde,
garganta dormente ferida pela sede.
O sul é seu destino,
já era seu desejo desde menino,
mas foi ficando: "Até quando Deus quiser!..."
viu morrerem os filhos e a mulher.
O que espera encontrar, não sabe...
Só sabe que vai em frente, adiante...
No coração, a esperança que a dor acabe,
nos braços, a força de todo retirante.
Provavelmente achará mais um deserto,
fará seu teto a céu aberto,
na cidade grande ele será mais só
do que se ficasse comendo pó.
Anatomia da Dor
Carrego a solidão do mundo,
na alma suja e empoeirada...
Choro lágrimas carbonizadas
pela fria anatomia da dor.
Trago, no rosto, a flor do desgosto
das verdes primaveras perdidas...
Nas suntuosas curvas do tempo,
escondo as chagas do sofrimento.
Guardo, na boca cor de carmim,
o hipócrito sorriso de marfim,
que morre aqui dentro de mim,
sem sentir o sabor da alegria.
Sinto a tristeza do pobre menino,
que segue pelas ruas sorrindo,
anestesiado de fome, cheira cola
brincando e fingindo que é feliz...
Sofro com a ausência de sonhos
desses pobres seres vagabundos
que, pelas esquinas do mundo,
buscam o agasalho do manto do amor.
na alma suja e empoeirada...
Choro lágrimas carbonizadas
pela fria anatomia da dor.
Trago, no rosto, a flor do desgosto
das verdes primaveras perdidas...
Nas suntuosas curvas do tempo,
escondo as chagas do sofrimento.
Guardo, na boca cor de carmim,
o hipócrito sorriso de marfim,
que morre aqui dentro de mim,
sem sentir o sabor da alegria.
Sinto a tristeza do pobre menino,
que segue pelas ruas sorrindo,
anestesiado de fome, cheira cola
brincando e fingindo que é feliz...
Sofro com a ausência de sonhos
desses pobres seres vagabundos
que, pelas esquinas do mundo,
buscam o agasalho do manto do amor.
eu...mulher
Eu...
Mulher...
Que ama,
ensina,
que aprende
e
ora se rende
Que cai,
chora...
Depois
levanta,
sorri,
e luta,
e não se entrega,
a derrota,
a tirania,
a covardia,
a injustiça,
a discriminação...
Eu...
Mulher...
Que ama,
encanta,
seduz,
fascina,
peregrina,
ora desatina
Que ora sou
menina
doce,
carente...
Ora
mulher
firme,
determinada,
independente...
Eu...
Mulher...
No mundo.
E um mundo,
em mim!
Mulher...
Que ama,
ensina,
que aprende
e
ora se rende
Que cai,
chora...
Depois
levanta,
sorri,
e luta,
e não se entrega,
a derrota,
a tirania,
a covardia,
a injustiça,
a discriminação...
Eu...
Mulher...
Que ama,
encanta,
seduz,
fascina,
peregrina,
ora desatina
Que ora sou
menina
doce,
carente...
Ora
mulher
firme,
determinada,
independente...
Eu...
Mulher...
No mundo.
E um mundo,
em mim!
SOBRE O NATAL
De bambinelas e de cobertas coloridas,
se enfeitam as janelas;
e as casas enchem-se de luzes, parecidas com elas.
Na cozinha vai um grande rodopio,
de volta das refeições;
escutam as crianças histórias, cheias de emoções.
Todos saem para comprarem os presentes;
as lojas estão cheias;
e as prendas ficam dependuradas, dentro das meias.
O bom velhinho virá de trenó, com seu
gorro vermelho;
trará brinquedos aos molhos e até um espelho.
E de manhã há uma grande alegria e uma enorme
emoção;
que palpitando vai e vem dentro de cada coração.
É que todos querem ver o que lhes calhou em sorte,
no meio de tanto papel;
e a criança segura na mão, ora o brinquedo ora o cordel.
E no chão da casa, ergue-se uma distinta cidade,
com peões e passadeiras;
sirenes de brincar, desenrolando mangueiras.
Todos estão felizes, menos um menino, que espreita
pela vidraça;
vendo lá fora um mendigo enregelando na praça.
Lembremo-nos, que o Natal é para todos, não só para
alguns quantos;
quem dera um sorriso… se os mendigos não fossem tantos.
se enfeitam as janelas;
e as casas enchem-se de luzes, parecidas com elas.
Na cozinha vai um grande rodopio,
de volta das refeições;
escutam as crianças histórias, cheias de emoções.
Todos saem para comprarem os presentes;
as lojas estão cheias;
e as prendas ficam dependuradas, dentro das meias.
O bom velhinho virá de trenó, com seu
gorro vermelho;
trará brinquedos aos molhos e até um espelho.
E de manhã há uma grande alegria e uma enorme
emoção;
que palpitando vai e vem dentro de cada coração.
É que todos querem ver o que lhes calhou em sorte,
no meio de tanto papel;
e a criança segura na mão, ora o brinquedo ora o cordel.
E no chão da casa, ergue-se uma distinta cidade,
com peões e passadeiras;
sirenes de brincar, desenrolando mangueiras.
Todos estão felizes, menos um menino, que espreita
pela vidraça;
vendo lá fora um mendigo enregelando na praça.
Lembremo-nos, que o Natal é para todos, não só para
alguns quantos;
quem dera um sorriso… se os mendigos não fossem tantos.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
FRASE DO DIA
"O sentimento do amor não-correspondido é diferente, íntimo, impiedoso. É como jogar uma bola para o céu e ela, desafiando a gravidade, desaparecer. E é impossível não ficar ali esperando ela voltar."
APENAS VERSOS
Saem do coração
sem a menor presunção...
São versos soltos,
palavras instigantes
que brotam num impulso
como beijos dos amantes.
Pequenos oráculos sagrados
estão gravados em mim
para dizer que te amo
com um carinho sem fim...
sem a menor presunção...
São versos soltos,
palavras instigantes
que brotam num impulso
como beijos dos amantes.
Pequenos oráculos sagrados
estão gravados em mim
para dizer que te amo
com um carinho sem fim...
O Tempo não Volta...
Viver como se fosse o último dia
Trabalhar como se fosse para Deus
Gostar de todos como se fosse Amor
Libertar-se como se estivéssemos
no fim de todas as dores
Olhar tudo como se fosse um obra de arte
Caminhar como se estivéssemos na nuvens
Abraçar a todos como se fossem nossos filhos
Perdoar como se nunca tivéssemos sido ofendidos
Desapegar-se como se não tivéssemos as mãos
Cooperar como se não houvesse luta
Sorrir como se tudo fosse uma brincadeira
Recomeçar como se fosse a última chance.
Em qualquer ação,
o importante é fazê-la com classe,
como se fosse a primeira vez
Consciente que o tempo não volta
E que tudo é para sempre
Trabalhar como se fosse para Deus
Gostar de todos como se fosse Amor
Libertar-se como se estivéssemos
no fim de todas as dores
Olhar tudo como se fosse um obra de arte
Caminhar como se estivéssemos na nuvens
Abraçar a todos como se fossem nossos filhos
Perdoar como se nunca tivéssemos sido ofendidos
Desapegar-se como se não tivéssemos as mãos
Cooperar como se não houvesse luta
Sorrir como se tudo fosse uma brincadeira
Recomeçar como se fosse a última chance.
Em qualquer ação,
o importante é fazê-la com classe,
como se fosse a primeira vez
Consciente que o tempo não volta
E que tudo é para sempre
RENOVAÇÃO
Compreendo a renovação
Está dentro da Lei da ação e reação
Milhões de oportunidades nos foram dadas
Mas por nós não aproveitadas.
Tudo está nas escrituras
Verdades duras e puras
Mas depois da devassa
Ficará a nova raça
Dias melhores virão
E surgirá uma nova nação
Será uma raça altruísta
Em detrimento da egoísta
Há dois mil anos atrás
Seu filho querido e capaz
Veio tudo aqui reafirmar
E com isso tudo sacramentar.
Breve essa geração irá passar
O mesmo sol voltará à brilhar
É a renovação milenar
Está escrito em todo lugar...
Não há como isso mudar
È necessário acreditar
E como sempre no SENHOR confiar
E nesse novo plano habitar
Gostaria de falar de amor
Mas o que vejo é só dor
Nesse mundo de desunião
Irmão...ceifando irmão!!!
Vejam o panorama mundial
E dizem que irracional é o animal
O animal mata para sobreviver
E o homem... para viver ?
Seu filho amado foi enviado
Para cumprir as escrituras
Jesus Cristo deixou o recado
Verdades duras e puras
Como não acreditar no CRIADOR ?
Que só semeou o amor
Creio na FORÇA MAIOR
E digo isso de cor....
Não se combate o mal
Usando de uma arma igual
Nódulos de psíquica energia
Por todo o espaço irradia
Está dentro da Lei da ação e reação
Milhões de oportunidades nos foram dadas
Mas por nós não aproveitadas.
Tudo está nas escrituras
Verdades duras e puras
Mas depois da devassa
Ficará a nova raça
Dias melhores virão
E surgirá uma nova nação
Será uma raça altruísta
Em detrimento da egoísta
Há dois mil anos atrás
Seu filho querido e capaz
Veio tudo aqui reafirmar
E com isso tudo sacramentar.
Breve essa geração irá passar
O mesmo sol voltará à brilhar
É a renovação milenar
Está escrito em todo lugar...
Não há como isso mudar
È necessário acreditar
E como sempre no SENHOR confiar
E nesse novo plano habitar
Gostaria de falar de amor
Mas o que vejo é só dor
Nesse mundo de desunião
Irmão...ceifando irmão!!!
Vejam o panorama mundial
E dizem que irracional é o animal
O animal mata para sobreviver
E o homem... para viver ?
Seu filho amado foi enviado
Para cumprir as escrituras
Jesus Cristo deixou o recado
Verdades duras e puras
Como não acreditar no CRIADOR ?
Que só semeou o amor
Creio na FORÇA MAIOR
E digo isso de cor....
Não se combate o mal
Usando de uma arma igual
Nódulos de psíquica energia
Por todo o espaço irradia
Solitários Passos
Caminhante da vida, sigo meu rumo.
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
Sonhando... entre sorrisos e lágrimas...
Buscando da vida... o exato prumo...
Afinal, é o mister de todas as almas.
Comungo o verbo do silêncio profundo.
Permitindo-me respirar com calma...
Buscando entender o desamor do mundo,
Enfrentando a tortuosa e íngreme estrada.
Fiz da solidão... minha fiel companheira...
Com ela ouço a voz da razão, da sensatez,.
Faço dela minha melhor amiga e conselheira.
Recupero meu equilíbrio e minha lucidez...
Somos todos solitários caminhantes...
Até mesmo acompanhados de tanta gente.
Com idas e vindas, quase sempre errantes,
Levando uma saudade que se fez presente.
Restam muitas avenidas de solitários passos,
Repletos de tristezas e belas recordações...
De amores grandiosos e de muitos fracassos,
Vou caminhando... rememorando emoções...
Passageira da vida... dos descompassos,
Seguirei... em meus solitários passos...
Missão
Sempre soube,
Que trazia dentro de mim,
Uma missão,
-Não sabia qual-
Para ser cumprida nesse tempo,
Que todas as dores,
Vividas até então,
Deveriam ter uma razão,
Nunca me abati,
Sempre fiz delas,
Minha força maior,
Mesmo quando a escuridão,
Fez-se presente insistentemente,
Busquei a luz dentro de mim,
Sempre soube,
Que eu trazia dentro de mim,
Uma missão,
-Uma cura-
E quando meus olhos,
Tão puros e transparentes,
Encontraram enfim os teus,
- Tristes e esperançosos-
Eu soube enfim,
O que me fora [pré]destinado,
Que a força que sempre,
Trouxe comigo,
-Em cada cicatriz-
Era para curar-te,
Devolver-te as asas arrancadas,
Ser teu vento,
-Liberto-
Para que pudesses enfim,
Livrar-te dos teus fantasmas,
E tantos medos,
Que te atormentam,
-E perseguem nas madrugadas-
E te impedem de ser feliz,
De amar como mereces,
De ser amado como desejas,
Estou tão perto,
De resgatar a tua vida,
Mas enfraqueci,
Uma lágrima cega,
Meu caminho,
-A da dúvida-
Suplico-te!
Agora chegou a tua vez,
Ajuda-me a cumprir minha missão,
Não me deixe partir,
-Não me deixe sozinha-
Cuida bem de mim,
-Com lealdade-
Seja meu guia,
Para que eu cumpra enfim,
-Nesse tempo-
A minha missão,
-Devolver-te a vida-
-Não quero errar-
E que ela não seja,
Apenas um engano,
Mais uma decepção,
Para eu carregar,
Pelos infinitos tempos,
Que ainda está porvir...
Que trazia dentro de mim,
Uma missão,
-Não sabia qual-
Para ser cumprida nesse tempo,
Que todas as dores,
Vividas até então,
Deveriam ter uma razão,
Nunca me abati,
Sempre fiz delas,
Minha força maior,
Mesmo quando a escuridão,
Fez-se presente insistentemente,
Busquei a luz dentro de mim,
Sempre soube,
Que eu trazia dentro de mim,
Uma missão,
-Uma cura-
E quando meus olhos,
Tão puros e transparentes,
Encontraram enfim os teus,
- Tristes e esperançosos-
Eu soube enfim,
O que me fora [pré]destinado,
Que a força que sempre,
Trouxe comigo,
-Em cada cicatriz-
Era para curar-te,
Devolver-te as asas arrancadas,
Ser teu vento,
-Liberto-
Para que pudesses enfim,
Livrar-te dos teus fantasmas,
E tantos medos,
Que te atormentam,
-E perseguem nas madrugadas-
E te impedem de ser feliz,
De amar como mereces,
De ser amado como desejas,
Estou tão perto,
De resgatar a tua vida,
Mas enfraqueci,
Uma lágrima cega,
Meu caminho,
-A da dúvida-
Suplico-te!
Agora chegou a tua vez,
Ajuda-me a cumprir minha missão,
Não me deixe partir,
-Não me deixe sozinha-
Cuida bem de mim,
-Com lealdade-
Seja meu guia,
Para que eu cumpra enfim,
-Nesse tempo-
A minha missão,
-Devolver-te a vida-
-Não quero errar-
E que ela não seja,
Apenas um engano,
Mais uma decepção,
Para eu carregar,
Pelos infinitos tempos,
Que ainda está porvir...
SONHO DE PAZ
Essa noite tive um sonho,
estava em uma grande festa
amigos foram chegando
havia dança e música.
Foi acesa um fogueira
e todos de mãos dadas,
dançando ao redor
em uma alegria tão contagiante.
Pessoas de todas as raças
credos, mãos foram se unindo
em um canto de paz e amor.
E maior foi ficando a roda,
até abraçar o mundo, todos unidos.
Armas foram sendo queimadas
para que as mãos ficassem livres,
para segurar a mão do próximo.
E todo o ódio, diferenças, foram esquecidas.
E acordei em um dia de Paz.
estava em uma grande festa
amigos foram chegando
havia dança e música.
Foi acesa um fogueira
e todos de mãos dadas,
dançando ao redor
em uma alegria tão contagiante.
Pessoas de todas as raças
credos, mãos foram se unindo
em um canto de paz e amor.
E maior foi ficando a roda,
até abraçar o mundo, todos unidos.
Armas foram sendo queimadas
para que as mãos ficassem livres,
para segurar a mão do próximo.
E todo o ódio, diferenças, foram esquecidas.
E acordei em um dia de Paz.
Por quem os sonhos choram?
Por mim ou por ti?
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem suas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem suas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
Cantiga de abandono
Ninou-me a cantiga!
Um refrão encantado
Por um anjo entoado
De ternura tomado
Sutil, delicado!
Ninou-me a cantiga!
No colo abrigada,
protegida, amada,
fechei a cortina,
a janela para a vida
Cerrei, embevecida...
Com mágico cantar!
Num cavalo alado,
trotando apressado
Para vôo alcançar
Partiste...
Caminhos escondidos
Por nuvens cinzentas,
quisera sabê-los
Ninou-me a cantiga!
Acordada... reflito
Quando voltará?
Ninou-me a cantiga!
Um refrão encantado
Por um anjo entoado
De ternura tomado
Sutil, delicado!
Ninou-me a cantiga!
No colo abrigada,
protegida, amada,
fechei a cortina,
a janela para a vida
Cerrei, embevecida...
Com mágico cantar!
Num cavalo alado,
trotando apressado
Para vôo alcançar
Partiste...
Caminhos escondidos
Por nuvens cinzentas,
quisera sabê-los
Ninou-me a cantiga!
Acordada... reflito
Quando voltará?
Ninou-me a cantiga!
A dor
Já arquivei muitas.
Uma vez por outra, desarquivo uma.
Algumas permanecem arquivadas
exclusivamente porque já foram dores e, dores são dores,
tenho-lhes o devido respeito.
Tenho algumas que nem toco,
tenho pavor de estragá-las.
Deixo-as como estavam no dia em que as arquivei, intactas.
Tenho muitas dores arruaceiras, escandalosas,
dessas que a gente morre de vergonha quando
aparecem.
Mas é evidente que tenho outras,
completamente diferentes, caladas.
Dessas não gosto.
Algumas são delicadíssimas,
a dor do primeiro amor desfeito, é um bom exemplo.
Tenho uma dor bem interessante,
eu diria até que, inusitada, uma dor desafinada.
Ora, por que a surpresa?
Paixão solitária dá nisso, impossível harmonizar...
Sem qualquer constrangimento, confesso: tenho uma dor...brega.
Isso mesmo. E quem não tem pelo menos uma?
A minha dor de cotovelo está na terceira gaveta,
já esteve mais acessível mas ainda está lá.
É bem grande esse meu arquivo.
Tenho até dor em ordem alfabética.
É um arquivo, organizado.
Quer dizer, mais ou menos.
É que tenho uma dor instável.
Já tentei fazê-la desaparecer, mas é voluntariosa, tem vida própria.
Uma vez rasguei-a em pedacinhos, adiantou? Não!
Mal abri a primeira gaveta, lá estava ela, multiplicada.
Arquiva-se e desarquiva-se,
como e quando quer,e mais, mistura-se com as outras.
Apareceu de tanto eu abrir e fechar a gaveta.
Difícil lidar com ela.
Desisti.
No entanto, e como hoje é quarta-feira e o fim de semana se aproxima...
não esqueçam...
tomem alguns analgésicos para as dores e...
FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES !
Uma vez por outra, desarquivo uma.
Algumas permanecem arquivadas
exclusivamente porque já foram dores e, dores são dores,
tenho-lhes o devido respeito.
Tenho algumas que nem toco,
tenho pavor de estragá-las.
Deixo-as como estavam no dia em que as arquivei, intactas.
Tenho muitas dores arruaceiras, escandalosas,
dessas que a gente morre de vergonha quando
aparecem.
Mas é evidente que tenho outras,
completamente diferentes, caladas.
Dessas não gosto.
Algumas são delicadíssimas,
a dor do primeiro amor desfeito, é um bom exemplo.
Tenho uma dor bem interessante,
eu diria até que, inusitada, uma dor desafinada.
Ora, por que a surpresa?
Paixão solitária dá nisso, impossível harmonizar...
Sem qualquer constrangimento, confesso: tenho uma dor...brega.
Isso mesmo. E quem não tem pelo menos uma?
A minha dor de cotovelo está na terceira gaveta,
já esteve mais acessível mas ainda está lá.
É bem grande esse meu arquivo.
Tenho até dor em ordem alfabética.
É um arquivo, organizado.
Quer dizer, mais ou menos.
É que tenho uma dor instável.
Já tentei fazê-la desaparecer, mas é voluntariosa, tem vida própria.
Uma vez rasguei-a em pedacinhos, adiantou? Não!
Mal abri a primeira gaveta, lá estava ela, multiplicada.
Arquiva-se e desarquiva-se,
como e quando quer,e mais, mistura-se com as outras.
Apareceu de tanto eu abrir e fechar a gaveta.
Difícil lidar com ela.
Desisti.
No entanto, e como hoje é quarta-feira e o fim de semana se aproxima...
não esqueçam...
tomem alguns analgésicos para as dores e...
FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES !
Corações Decididos
Corações decididos para o Amor,
Tal qual o aroma de uma flor
A sonhar com essa infinita alegria
Vivo minhas noites de pura magia.
Adormeço, e vou acordando sorrindo,
Sentindo a vida que vai fluindo,
Abençoando com o amor as delicias
Que recebo de ti, são ternas caricias...
Ter o teu amor é um sonho meu.
Que decidi então acolher e viver
Aconchegada nos braços teus,
Selando toda magia do querer
Assim cruzando o nosso caminho,
Seguindo o que decidiu o coração.
A bordo estaremos do desejado ninho
Para então vivermos terna emoção.
Tal qual o aroma de uma flor
A sonhar com essa infinita alegria
Vivo minhas noites de pura magia.
Adormeço, e vou acordando sorrindo,
Sentindo a vida que vai fluindo,
Abençoando com o amor as delicias
Que recebo de ti, são ternas caricias...
Ter o teu amor é um sonho meu.
Que decidi então acolher e viver
Aconchegada nos braços teus,
Selando toda magia do querer
Assim cruzando o nosso caminho,
Seguindo o que decidiu o coração.
A bordo estaremos do desejado ninho
Para então vivermos terna emoção.
Sua verdade
Qual é sua verdade?
Onde está sua felicidade?
Qual é a sua idade?
Será tão difícil saber?
Será tão difícil dizer?
Qual sua resposta afinal?
Por favor me dê um sinal!
Eu lhe ajudo na solução
Acabe com essa interrogação!
Pesquise seu coração
Dê asas a imaginação
Eu lhe ensino a emoção
Que é viver com paixão!
Onde está sua felicidade?
Qual é a sua idade?
Será tão difícil saber?
Será tão difícil dizer?
Qual sua resposta afinal?
Por favor me dê um sinal!
Eu lhe ajudo na solução
Acabe com essa interrogação!
Pesquise seu coração
Dê asas a imaginação
Eu lhe ensino a emoção
Que é viver com paixão!
"O PESO QUE A GENTE LEVA"
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar
não podem ser levadas.
Excedem aos tamanhos permitidos.
Já imaginou chegar ao aeroporto carregando
o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas...
E se eu tiver vontade de ouvir aquela música?
E o filme que costumo ver de vez em quando,
como se fosse a primeira vez?
Desisto.
Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou.
Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida,
ou então,
inevitavelmente concluo que mais da metade
do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir
é experiência inevitável de sofrer ausências.
E nisso mora o encanto da viagem.
Viajar é descobrir o mundo que não temos.
É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar
o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar:
“Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!”
Ele tinha razão.
A partida nos abre os olhos para o que deixamos.
A distância nos permite mensurar os espaços deixados.
Por isso, partidas e chegadas são instrumentos
que nos indicam quem somos,
o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo que não é meu,
eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.
É conseqüência natural que faz o coração querer
voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras.
Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.
Por isso é tão necessário partir.
Sair na direção das realidades que nos ausentam.
Lugares e pessoas que não pertencem
ao contexto de nossas lamúrias...
Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne,
mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.
Mas não leve muita coisa.
Não tenha medo das ausências que sentirá.
Ao adentrar o território alheio,
quem sabe assim os seus olhos se abram
para enxergar de um jeito novo o território que é seu.
Não leve os seus pesos.
Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
Viaje leve, leve, bem leve.
Mas se leve.
não podem ser levadas.
Excedem aos tamanhos permitidos.
Já imaginou chegar ao aeroporto carregando
o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas...
E se eu tiver vontade de ouvir aquela música?
E o filme que costumo ver de vez em quando,
como se fosse a primeira vez?
Desisto.
Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou.
Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida,
ou então,
inevitavelmente concluo que mais da metade
do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir
é experiência inevitável de sofrer ausências.
E nisso mora o encanto da viagem.
Viajar é descobrir o mundo que não temos.
É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar
o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar:
“Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!”
Ele tinha razão.
A partida nos abre os olhos para o que deixamos.
A distância nos permite mensurar os espaços deixados.
Por isso, partidas e chegadas são instrumentos
que nos indicam quem somos,
o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo.
Ao ver o mundo que não é meu,
eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território.
É conseqüência natural que faz o coração querer
voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras.
Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver.
Por isso é tão necessário partir.
Sair na direção das realidades que nos ausentam.
Lugares e pessoas que não pertencem
ao contexto de nossas lamúrias...
Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne,
mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem.
Mas não leve muita coisa.
Não tenha medo das ausências que sentirá.
Ao adentrar o território alheio,
quem sabe assim os seus olhos se abram
para enxergar de um jeito novo o território que é seu.
Não leve os seus pesos.
Eles não lhe permitirão encontrar o outro.
Viaje leve, leve, bem leve.
Mas se leve.
Amor Fugaz
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento,
sem mimos, sem paixão, sem falsidade...,
uma palpitação arrancada do tormento
e perdida na obscura imensidão.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento
nunca tive sua mão aprisionada;
foi como uma pluma que se vai no vento
através do espaço e do nada.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
nunca pude sua sorte contemplar...;
um sussuro sem luz, sem alento
cuja despedida me deixou a marchar.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
como ave aventurada até o azar,
como o viajante que chegou sedento
e poucou seu olhar sobre o mar.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
sua doçura o silencio evaporou,
"como gota aspergida no firmamento:
diafano gaze do amor que passou".
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
sua fragrancia na brisa se esfumou;
somente em meu peito refletiu um lamento...
de um sonho febril que naufragou.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento,
porque o destino cruzou para nós dois,
como transcorre o seculo de um momento
quando se empana o vão de um adeus.
sem mimos, sem paixão, sem falsidade...,
uma palpitação arrancada do tormento
e perdida na obscura imensidão.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento
nunca tive sua mão aprisionada;
foi como uma pluma que se vai no vento
através do espaço e do nada.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
nunca pude sua sorte contemplar...;
um sussuro sem luz, sem alento
cuja despedida me deixou a marchar.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
como ave aventurada até o azar,
como o viajante que chegou sedento
e poucou seu olhar sobre o mar.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
sua doçura o silencio evaporou,
"como gota aspergida no firmamento:
diafano gaze do amor que passou".
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento;
sua fragrancia na brisa se esfumou;
somente em meu peito refletiu um lamento...
de um sonho febril que naufragou.
Seu amor foi tão fugaz... Somente um momento,
porque o destino cruzou para nós dois,
como transcorre o seculo de um momento
quando se empana o vão de um adeus.
Beijos ardentes
O beijo que o desejo incendeia
Lábios em chamas flamulam
Labaredas ardentes
Ardendo nossas emoções
Fervilhando nossas essências
que escorrem pelas fendas
figuradas, dilatadas de desejo
em brasas avermelhadas
Que exalam o vapor do amor
perfumando nossos corpos
embriagando nossas sensações
erupções em convulsões
O beijo apaixonado
enseja mergulhar no mar
de lavas escaldantes
Profusão de prazer no calor da paixão
Soros, gemidos, gozos
Em ondas estremecidas
Palpitações aceleradas
no coração em fascinação
Lábios em chamas flamulam
Labaredas ardentes
Ardendo nossas emoções
Fervilhando nossas essências
que escorrem pelas fendas
figuradas, dilatadas de desejo
em brasas avermelhadas
Que exalam o vapor do amor
perfumando nossos corpos
embriagando nossas sensações
erupções em convulsões
O beijo apaixonado
enseja mergulhar no mar
de lavas escaldantes
Profusão de prazer no calor da paixão
Soros, gemidos, gozos
Em ondas estremecidas
Palpitações aceleradas
no coração em fascinação
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