Amar e ter amor, é uma grande doação,
E anda a compasso, do gentio coração.
Nada há que possa ser dado como certo,
Que todos sabemos que futuro é incerto.
E quando se ama e o amor é verdadeiro,
Certeza será então tê-lo por companheiro.
A cada dia uma novidade para se partilhar,
Que ambos os amantes quererão escutar.
O futuro constrói-se hoje, como demanda,
Pois é certo e sabido que o dia comanda,
O que fazer no agora e a vida se agiganta.
E tudo é feito de pequeninas coisas então,
É pois aí que entra o famigerado coração,
Bem entendido ele sorri, mais ainda canta.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Buenos dias
Benditos los que poseen amigos,
los que los tienen sin pedir.
Porque amigo no se pide,
no se compra, ni se vende.
Amigo la gente siente!
Benditos los que sufren por amigos,
los que hablan con la mirada.
Porque amigo no se calla,
no cuestiona, ni se rinde.
Amigo la gente entiende!
Benditos los que guardan amigos,
los que entregan el hombro para llorar.
Porque amigo sufre y llora.
Amigo no tiene hora para consolar!
Benditos sean los amigos que creen en tu verdad
o te apuntan la realidad.
Porque amigo es la dirección.
Amigo es la base cuando falta el suelo!
Benditos sean todos los amigos de raíces, verdaderos.
Porque amigos son herederos de la real sagacidad.
Tener amigos es la mejor complicidad!
Hay personas que lloran por saber
que las rosas tienen espinas,
Hay otras que sonríen por saber que las espinas tienen rosas...
los que los tienen sin pedir.
Porque amigo no se pide,
no se compra, ni se vende.
Amigo la gente siente!
Benditos los que sufren por amigos,
los que hablan con la mirada.
Porque amigo no se calla,
no cuestiona, ni se rinde.
Amigo la gente entiende!
Benditos los que guardan amigos,
los que entregan el hombro para llorar.
Porque amigo sufre y llora.
Amigo no tiene hora para consolar!
Benditos sean los amigos que creen en tu verdad
o te apuntan la realidad.
Porque amigo es la dirección.
Amigo es la base cuando falta el suelo!
Benditos sean todos los amigos de raíces, verdaderos.
Porque amigos son herederos de la real sagacidad.
Tener amigos es la mejor complicidad!
Hay personas que lloran por saber
que las rosas tienen espinas,
Hay otras que sonríen por saber que las espinas tienen rosas...
A noite diz
... que é preciso pousar,
eu devo estar com você.
... é hora de namorar,
apenas estar em você.
... a lua está pra chegar,
e eu preciso de você.
... que eu quero
te dar este colo,
teu rosto afagar
nesta noite louca,
na relva ou no solo,
tuas formas decorar.
Ela fala do teu amor,
também diz:
que és maravilhosa,
delicada como uma flor
já é hora de ser feliz...
que você está querendo
o que eu sempre quis.
eu devo estar com você.
... é hora de namorar,
apenas estar em você.
... a lua está pra chegar,
e eu preciso de você.
... que eu quero
te dar este colo,
teu rosto afagar
nesta noite louca,
na relva ou no solo,
tuas formas decorar.
Ela fala do teu amor,
também diz:
que és maravilhosa,
delicada como uma flor
já é hora de ser feliz...
que você está querendo
o que eu sempre quis.
Cúmplices
Deixei meu corpo inteiro
em teu colo
e quando amanheceu
as estrelas ainda brilhavam
nos olhos meus.
Agora este sol ingrato
me acorda e diz:
" A vida segue,
trata de ser feliz!"
Posso ir, sim.
Mas não esqueças do nosso trato:
"Quando anoitecer,
sonhamos juntos outra vez.
Escuta o que a noite diz!"
em teu colo
e quando amanheceu
as estrelas ainda brilhavam
nos olhos meus.
Agora este sol ingrato
me acorda e diz:
" A vida segue,
trata de ser feliz!"
Posso ir, sim.
Mas não esqueças do nosso trato:
"Quando anoitecer,
sonhamos juntos outra vez.
Escuta o que a noite diz!"
Boa semana
No existen fronteras
para el amor y la bondad..
Tenemos que saber transitar
en todos los corazones..
Nunca sabremos todo
mientras que vivamos...
Siempre alumnos, nunca maestros....
Acordando siempre que
el pesimismo es como
una marcha en reversa de un automóvil,
para el amor y la bondad..
Tenemos que saber transitar
en todos los corazones..
Nunca sabremos todo
mientras que vivamos...
Siempre alumnos, nunca maestros....
Acordando siempre que
el pesimismo es como
una marcha en reversa de un automóvil,
AMIGOS"AS" QUERIDOS
Estamos numa época em que nossos corações se voltam um pouco mais a fraternidade, e que nossa sensibilidade aflora melhor.
Vamos fazer com que no Novo Ano sejamos melhores nesse ponto.
Que amar seja todo dia,
ser feliz, esteja no calendário
e que o natal seja o ano inteiro
Que a paz reine absoluta
que a vida seja resoluta
que sabedoria esteja presente
e que na escola da vida
escrevamos todos os dias uma
página diferente
mas em que cada linha escrita
a tinta seja dourada de amor
Um grande e fraterno abraço
Dias Repletos de paz a todos !
Beijos em vossos corações
dos amigos
Vamos fazer com que no Novo Ano sejamos melhores nesse ponto.
Que amar seja todo dia,
ser feliz, esteja no calendário
e que o natal seja o ano inteiro
Que a paz reine absoluta
que a vida seja resoluta
que sabedoria esteja presente
e que na escola da vida
escrevamos todos os dias uma
página diferente
mas em que cada linha escrita
a tinta seja dourada de amor
Um grande e fraterno abraço
Dias Repletos de paz a todos !
Beijos em vossos corações
dos amigos
QUANDO SE FALA DE RAIVA
Ter raiva é um dos piores e mais vis sentimentos,
Cega completamente, muda os comportamentos,
E as pessoas tornam-se indisciplinadas e inúteis,
São ríspidas para co os demais, totalmente fúteis.
A raiva traz consigo o que de pior há num Homem,
Até as coisas mais banais desta vida o consomem,
E o sorriso está fora de questão, tal como perdoar,
De tão imersos que estão, no seu muito mal estar.
Às vezes seria bom gritar, pois que o grito aliviaria,
O desconforto da vilã, que não tem nunca amanhã
E, assim, suavizado, quem sabe se o empertigaria.
Radical mudança tornava-se então aqui necessária,
Porque sabendo da desgraça, tornando-o coisa vã,
Para bem longe ele logo jogaria essa grande falsária.
Cega completamente, muda os comportamentos,
E as pessoas tornam-se indisciplinadas e inúteis,
São ríspidas para co os demais, totalmente fúteis.
A raiva traz consigo o que de pior há num Homem,
Até as coisas mais banais desta vida o consomem,
E o sorriso está fora de questão, tal como perdoar,
De tão imersos que estão, no seu muito mal estar.
Às vezes seria bom gritar, pois que o grito aliviaria,
O desconforto da vilã, que não tem nunca amanhã
E, assim, suavizado, quem sabe se o empertigaria.
Radical mudança tornava-se então aqui necessária,
Porque sabendo da desgraça, tornando-o coisa vã,
Para bem longe ele logo jogaria essa grande falsária.
TEU SER SIMPLES
Quando te encontrei, como do nada, enfim,
Bafejado fui pela sorte e me apaixonei por ti.
E logo reparei que não eras como as demais,
Tu tinhas a sã candura só dada aos especiais.
E toda tu eras simpatia, cordialmente honesta,
E meu amor foi singrando e ainda hoje atesta,
Toda a pureza que reside em ti a veraz alegria,
Que a todos e sem grandes esforços contagia.
Sei bem que digo, pois sou testemunha alegre,
De tua maneira de ser sincera, bem verdadeira,
Que o carinho que é dado aos outros não mede.
Sempre pronta e prestável, a todos um sorriso,
Bem rasgado, sinuoso como se uma cachoeira,
Onde reinasse alegria, nada mais fosse preciso.
Bafejado fui pela sorte e me apaixonei por ti.
E logo reparei que não eras como as demais,
Tu tinhas a sã candura só dada aos especiais.
E toda tu eras simpatia, cordialmente honesta,
E meu amor foi singrando e ainda hoje atesta,
Toda a pureza que reside em ti a veraz alegria,
Que a todos e sem grandes esforços contagia.
Sei bem que digo, pois sou testemunha alegre,
De tua maneira de ser sincera, bem verdadeira,
Que o carinho que é dado aos outros não mede.
Sempre pronta e prestável, a todos um sorriso,
Bem rasgado, sinuoso como se uma cachoeira,
Onde reinasse alegria, nada mais fosse preciso.
Néctar da vida
Amor...és o néctar da vida
que embriaga e sacia
a fome dos desejos
a sede da emoção
sublimada pelo coração.
Amor...és o fruto maduro
recolhido no chão dos meus eus
no afã de minhas sandices
nas loucuras de minha insensatez.
Amor...és o ato puro
na supremacia de nossos corpos
na explosão da paixão.
Amor...és a semente de vida
germinada pelo coração
fecundado pela emoção.
Amor...és simplesmente
a procura silenciosa do meu eu,
em resposta a outra metade do meu ser,
que procura por você.
que embriaga e sacia
a fome dos desejos
a sede da emoção
sublimada pelo coração.
Amor...és o fruto maduro
recolhido no chão dos meus eus
no afã de minhas sandices
nas loucuras de minha insensatez.
Amor...és o ato puro
na supremacia de nossos corpos
na explosão da paixão.
Amor...és a semente de vida
germinada pelo coração
fecundado pela emoção.
Amor...és simplesmente
a procura silenciosa do meu eu,
em resposta a outra metade do meu ser,
que procura por você.
Senhor
Sou obrigado a confessar-Te que não me sinto feliz.
Sei que tu me conheces,
que me segues os passos,
que me vês,
que me entendes...
que me amas. Mas isto não me tem sido suficiente.
Há dentro de mim uma grande necessidade.
No fundo, o que eu quero mesmo é Te conhecer.
Te seguir os passos,
Te ver,
Te entender
e, sobretudo, Te amar.
Pois Senhor eu preciso encontrar a paz.
Sei que tu me conheces,
que me segues os passos,
que me vês,
que me entendes...
que me amas. Mas isto não me tem sido suficiente.
Há dentro de mim uma grande necessidade.
No fundo, o que eu quero mesmo é Te conhecer.
Te seguir os passos,
Te ver,
Te entender
e, sobretudo, Te amar.
Pois Senhor eu preciso encontrar a paz.
Ó D E U S!
Ensina-me a viver em paz. Paz, para mim, significa ausência de conflitos internos, reconhecimento da minha força interior, disposição para agir e servir, esperança de uma vida mais rica e um progredir infinito. Para encontrar essa paz, pretendo posicionar-me bem perante os acontecimentos e ficar imune às investidas do mal e do egoísmo. E, para alcançar firmeza no raciocínio e bondade no coração, preciso de Teu permanente amparo e o entendimento de Tuas sábias leis. Quero ser envolvido, agora, pela Tua presença, no perfume do Teu amor, na claridade da Tua luz e no calor da Tua alegria. E, para tê-los comigo, mentalizo-os penetrando em mim, abundantemente, até no mais profundo e eliminando as impurezas mentais, orgânicas e espirituais que ainda tenho. Confortado pela Tua presença, vou abrindo os portões da paz, onde permanecerei para sempre. Obrigado! Obrigado!
*... MAIS UM DIA... MENOS UM DIA
Mais um dia, menos um dia,
A alegria que pode alegrar,
ou a tristeza que vai fazer chorar,
Mais um dia, menos um dia,
Para mim e para você
Pra sorrir ou pra sofrer
Mais um dia, menos um dia,
na vida de todos mártires,
ou na estupidêz dos insanos,
ou na glória dos bem aventurados.
Que fazer com mais um dia,
que perder com menos um dia?
Tudo!Nada!
Depende! Alguém me diria.
Que fazer com mais um dia?
E se fôsse o derradeiro dia?
Seria então menos um dia,
quando se acabasse esse dia?
Doce ilusão de um dia,
Quando tu me conheceste,
E eu faceira e feliz,
Ansiava por muitos dias.
Mais um dia, menos um dia
Tudo ou nada , dependeria
Dos olhos que veriam o dia,
que mal nasceu e já terminaria.
Triste lembrança de um dia!
O dia que foi mais um dia.
O dia em que tu te fostes,
O dia que me abandonaste!
Mais um dia, menos um dia,
Que fazer com mais um dia?
Que esperar de mais um dia?
Que perder com menos um dia?
Mais um dia e o sol brilharia,
Menos um dia .
Menos um dia...
Onde eu perdi o meu sol?
A alegria que pode alegrar,
ou a tristeza que vai fazer chorar,
Mais um dia, menos um dia,
Para mim e para você
Pra sorrir ou pra sofrer
Mais um dia, menos um dia,
na vida de todos mártires,
ou na estupidêz dos insanos,
ou na glória dos bem aventurados.
Que fazer com mais um dia,
que perder com menos um dia?
Tudo!Nada!
Depende! Alguém me diria.
Que fazer com mais um dia?
E se fôsse o derradeiro dia?
Seria então menos um dia,
quando se acabasse esse dia?
Doce ilusão de um dia,
Quando tu me conheceste,
E eu faceira e feliz,
Ansiava por muitos dias.
Mais um dia, menos um dia
Tudo ou nada , dependeria
Dos olhos que veriam o dia,
que mal nasceu e já terminaria.
Triste lembrança de um dia!
O dia que foi mais um dia.
O dia em que tu te fostes,
O dia que me abandonaste!
Mais um dia, menos um dia,
Que fazer com mais um dia?
Que esperar de mais um dia?
Que perder com menos um dia?
Mais um dia e o sol brilharia,
Menos um dia .
Menos um dia...
Onde eu perdi o meu sol?
O Casal
Difícil a tarefa de mantermos um relacionamento a dois.
Nem sempre esses seres inacabados, serão capazes de aceitar, compreender e sinalizar o quanto são importante na construção Divina.
Por mais que sejam alertados pelos desvios da vida material, a luz do espírito, deixam que os prazeres da carne obscureçam todos os valores da vida espiritual.
Uns caminham sós...
Outros buscam a alma gêmea...
Outros fogem do compromisso sério...
No entanto, em cada um do ser material, existe a chama divina adormecida, na espera do farol divino, que só acende com o sentimento mais nobre da humanidade: O AMOR.
Esse amor que só atende na grande escalada aqui na Terra e que por mais que venham ou não sofrer na carne, relutam esse chamado divino.
Se a vida a dois não atende ao seu chamado interior,
reveja em que podes mudar, sem deixar para trás os deveres assinados com você mesmo, nem mesmo com pessoa que compartilha esse momento de união.
Muita luz com Jesus no coração.
Nem sempre esses seres inacabados, serão capazes de aceitar, compreender e sinalizar o quanto são importante na construção Divina.
Por mais que sejam alertados pelos desvios da vida material, a luz do espírito, deixam que os prazeres da carne obscureçam todos os valores da vida espiritual.
Uns caminham sós...
Outros buscam a alma gêmea...
Outros fogem do compromisso sério...
No entanto, em cada um do ser material, existe a chama divina adormecida, na espera do farol divino, que só acende com o sentimento mais nobre da humanidade: O AMOR.
Esse amor que só atende na grande escalada aqui na Terra e que por mais que venham ou não sofrer na carne, relutam esse chamado divino.
Se a vida a dois não atende ao seu chamado interior,
reveja em que podes mudar, sem deixar para trás os deveres assinados com você mesmo, nem mesmo com pessoa que compartilha esse momento de união.
Muita luz com Jesus no coração.
Alegria
Só por hoje vou controlar a raiva
e resolver meus problemas sem violência.
Só por hoje vou exercer a paciência.
E estender a mão à um irmão quantas
vezes necessário for.
Só por hoje serei perseverante.
Não vou permitir que o desalento e a
desesperança tome conta de meu dia.
Só por hoje serei abnegada.
Irei atender as necessidades de um irmão
antes mesmo do que as minhas.
Só por hoje...pois o amanhã, quando
e "se" chegar
também será "hoje!!"
e resolver meus problemas sem violência.
Só por hoje vou exercer a paciência.
E estender a mão à um irmão quantas
vezes necessário for.
Só por hoje serei perseverante.
Não vou permitir que o desalento e a
desesperança tome conta de meu dia.
Só por hoje serei abnegada.
Irei atender as necessidades de um irmão
antes mesmo do que as minhas.
Só por hoje...pois o amanhã, quando
e "se" chegar
também será "hoje!!"
Conhecimento
Diz a lenda que os Deuses, prevendo a degeneração da humanidade e a perda do Conhecimento, reuniram-se para deliberar sobre qual seria a melhor solução para que este Conhecimento fosse preservado. Então o Deus Thoth propôs que o conhecimento fosse preservado por aquilo que mais se proliferava entre a humanidade: o vício. Assim Thoth tomou todo o Conhecimento de tudo o que já havia sido descoberto e de tudo o que ainda haveria de ser e o guardou em um pegueno conjunto de símbolos enigmáticos. Estes símbolos foram entregues aos homens na forma de um jogo de cartas. E assim eles continuaram perpetuando seu vício século após século através de seu jogo de cartas sem sequer desconfiar que por traz dos símbolos que elas continham estava encerrado todo o Conhecimento do universo."
Críticas
Existem aqueles que criticam.
Criticam sem fazer melhor.
Citam casos, vivem do passado, justificam seus defeitos no presente.
Tudo é motivo para vaidade.
Quando não há argumentos para auto-exaltação ao ego, procuram depreciar o amigo, na intenção de se sentirem maiores diante de si mesmos e de sua vaidade desmedida.
Dizem que seu grupo é o melhor e quem sair dele perderá um certo tipo de salvação ou a “melhor oportunidade que existe”.
Por que somos tão burros e cegos?
Por que temos de passar por experiências tão constrangedoras para ver dobrado nosso orgulho e vaidade?
Por que não conseguimos enxergar com os olhos do coração, para perdoar de fato e confiarmos em nós mesmos?
Ainda bem que existe o karma, o melhor professor de todos, que garante que sempre estaremos no caminho por ou sem querer.
Não reclamemos de nada, somos culpados por tudo o que se passou conosco.
O que não veio pelo amor, veio pela dor. E, assim, de qualquer forma aprendemos.
Procuremos abrir os olhos do coração para poder receber as dádivas de Deus!
Precisamos, primeiro, nos perdoar para, em seguida, perdoar aos que nos ofenderam.
A leveza de uma alma de consciência tranqüila é a maior bênção que se pode obter.
Não critique, apenas se corrija.
Busque isenção nos sentidos, retidão na alma e justiça no coração.
Erra menos quem erra contra si próprio.
Criticam sem fazer melhor.
Citam casos, vivem do passado, justificam seus defeitos no presente.
Tudo é motivo para vaidade.
Quando não há argumentos para auto-exaltação ao ego, procuram depreciar o amigo, na intenção de se sentirem maiores diante de si mesmos e de sua vaidade desmedida.
Dizem que seu grupo é o melhor e quem sair dele perderá um certo tipo de salvação ou a “melhor oportunidade que existe”.
Por que somos tão burros e cegos?
Por que temos de passar por experiências tão constrangedoras para ver dobrado nosso orgulho e vaidade?
Por que não conseguimos enxergar com os olhos do coração, para perdoar de fato e confiarmos em nós mesmos?
Ainda bem que existe o karma, o melhor professor de todos, que garante que sempre estaremos no caminho por ou sem querer.
Não reclamemos de nada, somos culpados por tudo o que se passou conosco.
O que não veio pelo amor, veio pela dor. E, assim, de qualquer forma aprendemos.
Procuremos abrir os olhos do coração para poder receber as dádivas de Deus!
Precisamos, primeiro, nos perdoar para, em seguida, perdoar aos que nos ofenderam.
A leveza de uma alma de consciência tranqüila é a maior bênção que se pode obter.
Não critique, apenas se corrija.
Busque isenção nos sentidos, retidão na alma e justiça no coração.
Erra menos quem erra contra si próprio.
MÁXIMAS
Não lances fora a confiança que te alimenta o coração.
Muitas vezes, o progresso aparente dos ímpios desencoraja o fervor da almas tíbias.
A virtude vacilante recua ante o vício que parece vitorioso.
Confrange-se o crente frágil perante o malfeitor que se destaca, aureolado de louros.
Todavia, se aceitamos Jesus por nosso Divino Mestre, é preciso receber o mundo por nosso educandário.
E a escola nos revela que a romagem terrestre é simples estágio do Espírito no campo imenso da vida.
Todos os séculos tiveram soberanos e dominadores.
Muitos se erigiram em pedestais de ouro e poder, ao preço do sangue e das lágrimas dos seus contemporâneos.
Muitos ganharam batalhas de ódio.
Outros monopolizaram o pão.
Alguns comandaram a vida política.
Outros adquiriram o temor popular.
Entretanto, passaram todos...
Por troféu no mundo após as laboriosas empresas a que se consagraram, receberam apenas o sepulcro faustoso em que se sobressaem na casa fria da morte.
Não rejeites a fé na passagem educativa da Terra, que te impõe à visão aflitivos quadros no jogo das convenções humanas.
Recorda que o Senhor permite a existência do martelo para que a pedra se aperfeiçoe!
Lembra-te da Imortalidade – nossa divina herança.
Por onde fores, conduze tua alma por fonte preciosa de compreensão e serviço!
Onde estiveres sê generoso, otimista e diligente no bem.
O corpo físico é apenas tua veste.
Luta e aprimora-te, trabalha e realiza com o Cristo e aguarda, confiante, o futuro, na certeza de que a vida de hoje te espera, sempre justiceira, no amanhã que não faltará.
Muitas vezes, o progresso aparente dos ímpios desencoraja o fervor da almas tíbias.
A virtude vacilante recua ante o vício que parece vitorioso.
Confrange-se o crente frágil perante o malfeitor que se destaca, aureolado de louros.
Todavia, se aceitamos Jesus por nosso Divino Mestre, é preciso receber o mundo por nosso educandário.
E a escola nos revela que a romagem terrestre é simples estágio do Espírito no campo imenso da vida.
Todos os séculos tiveram soberanos e dominadores.
Muitos se erigiram em pedestais de ouro e poder, ao preço do sangue e das lágrimas dos seus contemporâneos.
Muitos ganharam batalhas de ódio.
Outros monopolizaram o pão.
Alguns comandaram a vida política.
Outros adquiriram o temor popular.
Entretanto, passaram todos...
Por troféu no mundo após as laboriosas empresas a que se consagraram, receberam apenas o sepulcro faustoso em que se sobressaem na casa fria da morte.
Não rejeites a fé na passagem educativa da Terra, que te impõe à visão aflitivos quadros no jogo das convenções humanas.
Recorda que o Senhor permite a existência do martelo para que a pedra se aperfeiçoe!
Lembra-te da Imortalidade – nossa divina herança.
Por onde fores, conduze tua alma por fonte preciosa de compreensão e serviço!
Onde estiveres sê generoso, otimista e diligente no bem.
O corpo físico é apenas tua veste.
Luta e aprimora-te, trabalha e realiza com o Cristo e aguarda, confiante, o futuro, na certeza de que a vida de hoje te espera, sempre justiceira, no amanhã que não faltará.
NATAL DO CORAÇÃO
Abençoadas sejam as mãos que, em memória de Jesus, espalham no Natal a prata e o ouro, diminuindo a miséria e a necessidade, a fome e a nudez!... Entretanto, se não forem iluminadas pelo amor que ajuda sempre, esses flagelos voltarão amanhã, como a erva daninha que espreita a ausência do lavrador. Não retenhas, assim, a riqueza do coração que podes dar, tanto quanto o maior potentado da Terra! Deixa que a manjedoura de tua alma se abra, feliz, ao Soberano Celeste, para que a luz de banhe a vida.
Com Ele, estenderás o coração onde estiveres, seja para trocar um pensamento compassivo com a palavra escura e áspera ou para adubar uma semente de esperança, onde a aflição mantém o deserto!.
Com Ele, inflamarás de júbilo os olhos de algum menino triste e desamparado e uma simples criança, arrebatada hoje ao vendaval, pode amanhã ser o consolo da multidão...
Com Ele, podes oferecer a bênção da tolerância aos que trabalham contigo, transformando o altar de teu coração em altar de Deus!...
Que tesouro terrestre pagará o gesto de compreensão no caminho empedrado, o sorriso luminoso da bondade no espinheiro da sombra e a oração do carinho e do entendimento no instante da morte?
Natal no mundo é a epopéia do reconhecimento ao Senhor. Natal no espírito é a comunhão com Ele próprio. Ainda que te encontres em plena solidão na manjedoura do infortúnio, sai de ti mesmo e reparte com alguém o dom inefável de tua fé.
Lembra-te de que Ele, em brilhando na manjedoura, tinha consigo apenas o amor a desfazer-se em humildade, e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia... Mas, usando tão-somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo, e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre.
Com Ele, estenderás o coração onde estiveres, seja para trocar um pensamento compassivo com a palavra escura e áspera ou para adubar uma semente de esperança, onde a aflição mantém o deserto!.
Com Ele, inflamarás de júbilo os olhos de algum menino triste e desamparado e uma simples criança, arrebatada hoje ao vendaval, pode amanhã ser o consolo da multidão...
Com Ele, podes oferecer a bênção da tolerância aos que trabalham contigo, transformando o altar de teu coração em altar de Deus!...
Que tesouro terrestre pagará o gesto de compreensão no caminho empedrado, o sorriso luminoso da bondade no espinheiro da sombra e a oração do carinho e do entendimento no instante da morte?
Natal no mundo é a epopéia do reconhecimento ao Senhor. Natal no espírito é a comunhão com Ele próprio. Ainda que te encontres em plena solidão na manjedoura do infortúnio, sai de ti mesmo e reparte com alguém o dom inefável de tua fé.
Lembra-te de que Ele, em brilhando na manjedoura, tinha consigo apenas o amor a desfazer-se em humildade, e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia... Mas, usando tão-somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo, e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre.
PAZ PERFEITA
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse
capaz de captar numa pinturaa paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O REI OBSERVOU E ADMIROU TODAS AS PINTURAS, MAS HOUVE APENAS DUAS DE
QUE ELE REALMENTE GOSTOU E TEVE DE ESCOLHER ENTRE AMBAS.
A primeira era um lago muito tranqüilo.
Este lago era um espelho perfeito
onde se refletiam umas plácidas montanhas
que o rodeavam.
Sobre elas encontrava-se um céu muito azul
com tênues nuvens brancas.
Todos os que olharam para esta pintura
pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas.
Mas estas eram escabrosas
e estavam despidas de vegetação.
Sobre elas havia um céu tempestuoso
do qual se precipitava um forte aguaceiro
com faíscas e trovões.
Montanha abaixo parecia retumbar
uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente,
reparou que atrás da cascata havia um arbusto
crescendo de uma fenda na rocha.
Neste arbusto encontrava-se um ninho.
Ali, no meio do ruído da violenta camada de água,
estava um passarinho placidamente sentado no seu
ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos,
sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso,
permanecemos calmos no nosso coração."
Este é o verdadeiro significado da paz.
capaz de captar numa pinturaa paz perfeita.
Foram muitos os artistas que tentaram.
O REI OBSERVOU E ADMIROU TODAS AS PINTURAS, MAS HOUVE APENAS DUAS DE
QUE ELE REALMENTE GOSTOU E TEVE DE ESCOLHER ENTRE AMBAS.
A primeira era um lago muito tranqüilo.
Este lago era um espelho perfeito
onde se refletiam umas plácidas montanhas
que o rodeavam.
Sobre elas encontrava-se um céu muito azul
com tênues nuvens brancas.
Todos os que olharam para esta pintura
pensaram que ela refletia a paz perfeita.
A segunda pintura também tinha montanhas.
Mas estas eram escabrosas
e estavam despidas de vegetação.
Sobre elas havia um céu tempestuoso
do qual se precipitava um forte aguaceiro
com faíscas e trovões.
Montanha abaixo parecia retumbar
uma espumosa torrente de água.
Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente,
reparou que atrás da cascata havia um arbusto
crescendo de uma fenda na rocha.
Neste arbusto encontrava-se um ninho.
Ali, no meio do ruído da violenta camada de água,
estava um passarinho placidamente sentado no seu
ninho...
Paz perfeita!
O rei escolheu a segunda e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos,
sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor."
"Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso,
permanecemos calmos no nosso coração."
Este é o verdadeiro significado da paz.
Passagem do Virtual para o Real
Para muitos, a passagem do virtual para o real é bastante dura.
Para outros, impossível.
Lembro-me dela, que não era ela, era ele.
Lembro-me dele que não tinha charme algum,
embora fosse um verdadeiro Don Juan no virtual.
Sabia lidar muito bem com as palavras escritas.
Lembro-me de toda aquela falsa alegria que vários deixaram transparecer
durante anos através das letras e que, no real, rolou ladeira abaixo.
Lembro-me de opções sexuais que não eram verdadeiras
e de amizades que não foram sinceras.
Lembro-me daquela loura fatal, sexy, sensual que enviava sempre suas fotos
causando frisson em muitos.
Trinta, trinta e cinco anos, talvez?
Não. Já era avó e beirava seus setenta anos.
As tais fotos eram de cerca de trinta anos atrás retocadas por um super photoshop.
Lembro-me de críticos literários.
Viviam de um sonho que possivelmente jamais concretizaram.
Lembro-me dos exaltados, ferozes, provocadores.
Verdadeiras ovelhinhas no real.
Lembro-me de profissões virtuais.
Médicos, Advogados, Engenheiros.
Seres reais que sequer tiveram a oportunidade de passar na porta de uma faculdade.
Lembro-me dos donos da verdade virtuais, apenas virtuais.
No real, não tinham opinião a respeito de nada.
Perdiam-se dentro das suas próprias dúvidas.
Lembro-me dos intelectuais, vários, a maioria de porta de buteco.
Lembro-me de amores que jamais passaram para o real pois no virtual já eram impossíveis.
Se bem que necessários.
Lembro-me do caráter dos seres virtuais.
Como distinguir os bons e os maus?
Ainda não existe em nenhum computador uma peça que se encaixe
e faça uma luz vermelha ou verde piscar a cada e-mail que entra
na nossa caixa de correio nos dando a informação que precisamos.
Lembro-me dela que tomou ele da outra e dessa mesma outra que nunca foi dele.
Mas havia quem dissesse - Ele é meu! Ela é minha!
No virtual, ninguém nunca foi de ninguém e quando chegaram ao real, poucos foram de alguém.
Lembro-me dos formadores de opinião e das vaquinhas de presépio.
Lembro-me da unanimidade virtual, talvez a única coisa real.
Lembro-me de enigmas. É assim ou assado? É falso ou verdadeiro?
E lembro-me dos especialistas em enganar, trapacear, provocar.
Lembro-me dos ofendidos, feridos que sangravam virtualmente até não poder mais.
Lembro-me das doenças virtuais(?), das mortes(?), das fugas e dos sumiços.
Seres que nem mesmo no virtual conseguiram sustentar seus personagens.
Lembro-me dos ódios e intrigas. Quem seria o vilão e a vítima? Jamais saberei.
Lembro-me de mim, em meio a um tiroteio invisível e a um carinho duvidoso.
Lembro-me tão bem das carências excessivas que desabrochavam em palavras dolorosas.
Lembro-me da criança que era um adulto e do adulto que era uma criança.
Lembro-me da ofensa, da necessidade de denegrir a imagem de pessoas
que incomodavam a outras pelo simples fato de se destacarem virtualmente.
Lembro-me, finalmente, que o virtual jamais conseguiu ser real
e que o real vivia a anos luz do virtual.
Depois de lembrar-me de tudo isso chego a conclusão que apenas sei
que nada sei sobre o mundo virtual, assim como ninguém sabe.
Para outros, impossível.
Lembro-me dela, que não era ela, era ele.
Lembro-me dele que não tinha charme algum,
embora fosse um verdadeiro Don Juan no virtual.
Sabia lidar muito bem com as palavras escritas.
Lembro-me de toda aquela falsa alegria que vários deixaram transparecer
durante anos através das letras e que, no real, rolou ladeira abaixo.
Lembro-me de opções sexuais que não eram verdadeiras
e de amizades que não foram sinceras.
Lembro-me daquela loura fatal, sexy, sensual que enviava sempre suas fotos
causando frisson em muitos.
Trinta, trinta e cinco anos, talvez?
Não. Já era avó e beirava seus setenta anos.
As tais fotos eram de cerca de trinta anos atrás retocadas por um super photoshop.
Lembro-me de críticos literários.
Viviam de um sonho que possivelmente jamais concretizaram.
Lembro-me dos exaltados, ferozes, provocadores.
Verdadeiras ovelhinhas no real.
Lembro-me de profissões virtuais.
Médicos, Advogados, Engenheiros.
Seres reais que sequer tiveram a oportunidade de passar na porta de uma faculdade.
Lembro-me dos donos da verdade virtuais, apenas virtuais.
No real, não tinham opinião a respeito de nada.
Perdiam-se dentro das suas próprias dúvidas.
Lembro-me dos intelectuais, vários, a maioria de porta de buteco.
Lembro-me de amores que jamais passaram para o real pois no virtual já eram impossíveis.
Se bem que necessários.
Lembro-me do caráter dos seres virtuais.
Como distinguir os bons e os maus?
Ainda não existe em nenhum computador uma peça que se encaixe
e faça uma luz vermelha ou verde piscar a cada e-mail que entra
na nossa caixa de correio nos dando a informação que precisamos.
Lembro-me dela que tomou ele da outra e dessa mesma outra que nunca foi dele.
Mas havia quem dissesse - Ele é meu! Ela é minha!
No virtual, ninguém nunca foi de ninguém e quando chegaram ao real, poucos foram de alguém.
Lembro-me dos formadores de opinião e das vaquinhas de presépio.
Lembro-me da unanimidade virtual, talvez a única coisa real.
Lembro-me de enigmas. É assim ou assado? É falso ou verdadeiro?
E lembro-me dos especialistas em enganar, trapacear, provocar.
Lembro-me dos ofendidos, feridos que sangravam virtualmente até não poder mais.
Lembro-me das doenças virtuais(?), das mortes(?), das fugas e dos sumiços.
Seres que nem mesmo no virtual conseguiram sustentar seus personagens.
Lembro-me dos ódios e intrigas. Quem seria o vilão e a vítima? Jamais saberei.
Lembro-me de mim, em meio a um tiroteio invisível e a um carinho duvidoso.
Lembro-me tão bem das carências excessivas que desabrochavam em palavras dolorosas.
Lembro-me da criança que era um adulto e do adulto que era uma criança.
Lembro-me da ofensa, da necessidade de denegrir a imagem de pessoas
que incomodavam a outras pelo simples fato de se destacarem virtualmente.
Lembro-me, finalmente, que o virtual jamais conseguiu ser real
e que o real vivia a anos luz do virtual.
Depois de lembrar-me de tudo isso chego a conclusão que apenas sei
que nada sei sobre o mundo virtual, assim como ninguém sabe.
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