Carrego a solidão do mundo,
na alma suja e empoeirada...
Choro lágrimas carbonizadas
pela fria anatomia da dor.
Trago, no rosto, a flor do desgosto
das verdes primaveras perdidas...
Nas suntuosas curvas do tempo,
escondo as chagas do sofrimento.
Guardo, na boca cor de carmim,
o hipócrito sorriso de marfim,
que morre aqui dentro de mim,
sem sentir o sabor da alegria.
Sinto a tristeza do pobre menino,
que segue pelas ruas sorrindo,
anestesiado de fome, cheira cola
brincando e fingindo que é feliz...
Sofro com a ausência de sonhos
desses pobres seres vagabundos
que, pelas esquinas do mundo,
buscam o agasalho do manto do amor.
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domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Por quem os sonhos choram?
Por mim ou por ti?
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem suas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem suas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
terça-feira, 15 de junho de 2010
Perdoa-me...
Perdoa-me ....
pelos olhos cegos de esperança
e pelas mãos vazias de sonhos...
Perdoa-me...
por não saber cerzir de fantasias,
os pequenos retalhos da poesia...
Perdoa-me...
por fechar nas pálpebras dos segredos
todos os medos contidos na alma...
Perdoa-me...
por ser amante contumaz do amor
e viver perdida pelos bordéis da dor...
Perdoa-me....
pelos escusos delitos da paixão,
cometidos com as delinquências
do insensato e estúpido coração.
Perdoa-me....
por esconder-me nos labirintos do vento
e esquecer que já não existe tempo:
tempo de engravidar o viver...
Perdoa-me.....
por tanto...tanto te querer,
mas não saber entender
este teu estranho jeito de amar.
pelos olhos cegos de esperança
e pelas mãos vazias de sonhos...
Perdoa-me...
por não saber cerzir de fantasias,
os pequenos retalhos da poesia...
Perdoa-me...
por fechar nas pálpebras dos segredos
todos os medos contidos na alma...
Perdoa-me...
por ser amante contumaz do amor
e viver perdida pelos bordéis da dor...
Perdoa-me....
pelos escusos delitos da paixão,
cometidos com as delinquências
do insensato e estúpido coração.
Perdoa-me....
por esconder-me nos labirintos do vento
e esquecer que já não existe tempo:
tempo de engravidar o viver...
Perdoa-me.....
por tanto...tanto te querer,
mas não saber entender
este teu estranho jeito de amar.
domingo, 13 de junho de 2010
Não... não... não...
Não... não me fales em adeus.
Meus sonhos são todos teus.
Meu coração já não é meu.
Não... não me fales em separação.
Alimento na alma a ilusão
de um dia saciar esta saudade.
Não... não me fales de solidão.
No côncavo das minhas mãos,
aprisionei os grãos da dor.
Não... não me fales de dor.
Ainda espero sentar-me à mesa
do suntuoso banquete do teu amor.
Meus sonhos são todos teus.
Meu coração já não é meu.
Não... não me fales em separação.
Alimento na alma a ilusão
de um dia saciar esta saudade.
Não... não me fales de solidão.
No côncavo das minhas mãos,
aprisionei os grãos da dor.
Não... não me fales de dor.
Ainda espero sentar-me à mesa
do suntuoso banquete do teu amor.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Como dói...
Como dói...
a ausência do carinho das flores,
perfumando os jardins dos dias.
Como dói...
ver a indiferença da amante poesia,
trocando sua musa por outro amor.
Como dói...
escutar o choro das lágrimas da saudade,
congelando o inerte corpo da dor.
Como dói...
ouvir os acordes de uma linda canção,
quebrando o claustro do coração.
Como dói...
sentir o aperto dos braços da solidão,
amordaçando a flácida vida.
a ausência do carinho das flores,
perfumando os jardins dos dias.
Como dói...
ver a indiferença da amante poesia,
trocando sua musa por outro amor.
Como dói...
escutar o choro das lágrimas da saudade,
congelando o inerte corpo da dor.
Como dói...
ouvir os acordes de uma linda canção,
quebrando o claustro do coração.
Como dói...
sentir o aperto dos braços da solidão,
amordaçando a flácida vida.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Fuga
Eu queria dormir e não pensar em nada,
Apagar os pensamentos,
Descansar nas asas do vento,
Fechar as portas do coração,
Não saber quando acordar.
Estou cansada de mim!
Quero entender as dores,
Aceitar suas imposições,
Sorrir da falta do meu sorriso,
Driblar a infelicidade...
Viajar à toa pelo infinito,
Descansar nos travesseiros
macios dos querubins,
Brincar com meus fantasmas,
Conviver com o silêncio dos mortos...
Não pensar no ontem, nem no hoje
e tampouco no amanhã...
Navegar pelo paraíso perdido,
onde o desejo estivesse
ao meu alcance, sem precisar
ficar à procura de nada...
Vagar por entre as nuvens,
Sem nada querer e sem nada perder...
Diluir-me nas asas do tempo,
Encontrar-me com fadas e duendes...
Não me preocupar em saber o que sou,
o que fui ou o que poderei vir a ser...
Queria voar, voar, voar,
até fugir de mim...
Perder -me no infinito de um
sonho e ficar lá para sempre!
Apagar os pensamentos,
Descansar nas asas do vento,
Fechar as portas do coração,
Não saber quando acordar.
Estou cansada de mim!
Quero entender as dores,
Aceitar suas imposições,
Sorrir da falta do meu sorriso,
Driblar a infelicidade...
Viajar à toa pelo infinito,
Descansar nos travesseiros
macios dos querubins,
Brincar com meus fantasmas,
Conviver com o silêncio dos mortos...
Não pensar no ontem, nem no hoje
e tampouco no amanhã...
Navegar pelo paraíso perdido,
onde o desejo estivesse
ao meu alcance, sem precisar
ficar à procura de nada...
Vagar por entre as nuvens,
Sem nada querer e sem nada perder...
Diluir-me nas asas do tempo,
Encontrar-me com fadas e duendes...
Não me preocupar em saber o que sou,
o que fui ou o que poderei vir a ser...
Queria voar, voar, voar,
até fugir de mim...
Perder -me no infinito de um
sonho e ficar lá para sempre!
segunda-feira, 22 de março de 2010
Por quem os sonhos choram?...
Por mim ou por ti?
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem tuas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
Pelo amor ou pela dor?
Pela paixão ou pela lassidão?
Pela fantasia ou pela poesia?
Pela tristeza ou pela alegria?
Pela ilusão ou pela solidão?
Pelo medo ou pela
revelação dos segredos?
Pela espera ou pela esperança?
Pelo sim ou pelo não?
Pela alforria ou pela escravidão?
Pela luz ou pela escuridão?
Pelo pecado ou pela santidade?
Até quando irá este questionamento?
Ah! Não sei...
Oxalá, os sonhos sequem tuas lágrimas
nos lençóis do tempo e
voltem novamente a sorrir...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
O Natal que eu quero
Eu quero um Natal de cores,
para apagar as chamas das dores
e esquecer as tristezas da vida.
Eu quero um Natal de luz,
onde o ouro do amor reluza
diante da escura realidade.
Eu quero um Natal de solidariedade,
vestido com o véu da fraternidade,
para cobrir as chagas do mundo.
Eu quero um Natal sem fome,
onde a fria miséria desapareça
e surja uma rica mesa de fartura.
Eu quero um Natal de sorrisos,
onde as crianças percam o juízo
de tanto brincar com a felicidade.
Eu quero um Natal de sonhos,
onde o alegre Papai Noel risonho
abrace toda a humanidade!
para apagar as chamas das dores
e esquecer as tristezas da vida.
Eu quero um Natal de luz,
onde o ouro do amor reluza
diante da escura realidade.
Eu quero um Natal de solidariedade,
vestido com o véu da fraternidade,
para cobrir as chagas do mundo.
Eu quero um Natal sem fome,
onde a fria miséria desapareça
e surja uma rica mesa de fartura.
Eu quero um Natal de sorrisos,
onde as crianças percam o juízo
de tanto brincar com a felicidade.
Eu quero um Natal de sonhos,
onde o alegre Papai Noel risonho
abrace toda a humanidade!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Poeta?
Eu não sou poeta
Não nasci poeta
As dores do mundo e seus obtusos caminhos,
fizeram-me bater na porta da poesia
Escrevo para desobstruir as artérias e limpar a alma,
para deixar o coração livre para voar....voar....voar,
quem sabe em um sonho ficar.
Escrevo quando o espinho fere a pele
Quando o grito machuca o silêncio
Quando o choro agride a lágrima
Quando o tédio esmaga o ser
Quando o sol perde o brilho
Quando o vento leva as fantasias
Quando o dia é pura agonia
Quando a noite beija a solidão
Quando a faca corta as asas da ilusão
Quando o mar agita a dor
Quando a esperança perde a cor
Quando a vida fica sem rumo
Quando o rumo sai das trilhas
Quando as trilhas não encontram o caminho
Quando os caminhos se perdem nas curvas
Resta-me, derramar a dor no papel
Contar estrelas no céu e esperar um
novo alvorecer,talvez mais feliz.
Não nasci poeta
As dores do mundo e seus obtusos caminhos,
fizeram-me bater na porta da poesia
Escrevo para desobstruir as artérias e limpar a alma,
para deixar o coração livre para voar....voar....voar,
quem sabe em um sonho ficar.
Escrevo quando o espinho fere a pele
Quando o grito machuca o silêncio
Quando o choro agride a lágrima
Quando o tédio esmaga o ser
Quando o sol perde o brilho
Quando o vento leva as fantasias
Quando o dia é pura agonia
Quando a noite beija a solidão
Quando a faca corta as asas da ilusão
Quando o mar agita a dor
Quando a esperança perde a cor
Quando a vida fica sem rumo
Quando o rumo sai das trilhas
Quando as trilhas não encontram o caminho
Quando os caminhos se perdem nas curvas
Resta-me, derramar a dor no papel
Contar estrelas no céu e esperar um
novo alvorecer,talvez mais feliz.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Estranha Loucura
Rasguei o véu da mordaça
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Estranha Loucura
Rasguei o véu da mordaça
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
Estranha Loucura
Rasguei o véu da mordaça
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
Pisei nas chagas da dor
Abortei um amor
Plantei uma flor
Renasci no feto da vida
Extirpei todas as feridas
Hoje sou luz!
O hoje me seduz
O futuro reluz
Dane-se a maldita tristeza
Curvo-me diante da nobre
realeza da águia dourada
do novo dia
Não vou mais chorar
Eu quero é gargalhar
O mundo ironizar
Antigas primaveras exilar
Sou uma insana criatura
Visto-me com os trapos da loucura
Uso palavras impuras
despidas de ternuras,
sem as cores hipócritas da candura
Quero com os versos amargar
Meu ódio destilar
A alma poder lavar
e o coração perfumar
Deixar o mundo se questionar:
o que leva um poeta a vida
inventar?
Quer com os sonhos brincar
ou a dor ocultar?
quarta-feira, 20 de maio de 2009
SEDUZINDO SONHOS
Eu quero abraçar o mar
Algo impossível,
mas eu quero
Eu quero deixar-me acariciar pela lua
mesmo sabendo que não sou
uma exclusividade sua,
mas eu quero!
Eu quero voar pelo universo dos anjos
Não importa se não tenho asas,
mas eu quero!
Eu quero afanar o brilho das estrelas,
mesmo que não iluminem o céu das
minhas opacas tristezas,
mas eu quero!
Eu quero ser amante da ilusão,
mesmo que tenha que dividir
a cama do amor,
mas eu quero !
Eu quero vigiar o relógio do tempo
Não importa, se as horas não param,
mas eu quero !
Eu quero pensar que a vida, é uma fantasia
mesmo que tenha que enganar a poesia,
mas eu quero !
Eu quero tudo que é inatingível,
pela audácia e o despudor de querer
Pela sede que tenho de viver
Viver seduzindo sonhos,
por acreditar, que entre o céu e a terra
tudo é possível
Basta crer !
Algo impossível,
mas eu quero
Eu quero deixar-me acariciar pela lua
mesmo sabendo que não sou
uma exclusividade sua,
mas eu quero!
Eu quero voar pelo universo dos anjos
Não importa se não tenho asas,
mas eu quero!
Eu quero afanar o brilho das estrelas,
mesmo que não iluminem o céu das
minhas opacas tristezas,
mas eu quero!
Eu quero ser amante da ilusão,
mesmo que tenha que dividir
a cama do amor,
mas eu quero !
Eu quero vigiar o relógio do tempo
Não importa, se as horas não param,
mas eu quero !
Eu quero pensar que a vida, é uma fantasia
mesmo que tenha que enganar a poesia,
mas eu quero !
Eu quero tudo que é inatingível,
pela audácia e o despudor de querer
Pela sede que tenho de viver
Viver seduzindo sonhos,
por acreditar, que entre o céu e a terra
tudo é possível
Basta crer !
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Perdoa-me
Perdoa-me ....
pelos os olhos cegos de esperança
e as mãos vazias de sonhos.
Perdoa-me...
por não saber cerzir de fantasias ,
os pequenos retalhos da poesia.
Perdoa-me...
por fechar nas pálpebras dos segredos
todos os medos contidos na alma.
Perdoa-me...
por ser amante contumaz do amor
e viver perdida pelos bordéis da dor.
Perdoa-me....
pelos escusos delitos da paixão,
cometidos com as delinquências
do insensato e estúpido coração.
Perdoa-me....
por esconder-me nos labirintos do vento
e esquecer que já não existe tempo.
Tempo de engravidar o viver.
Perdoa-me.....
por tanto te querer,
mas não saber entender
este teu estranho jeito de amar.
pelos os olhos cegos de esperança
e as mãos vazias de sonhos.
Perdoa-me...
por não saber cerzir de fantasias ,
os pequenos retalhos da poesia.
Perdoa-me...
por fechar nas pálpebras dos segredos
todos os medos contidos na alma.
Perdoa-me...
por ser amante contumaz do amor
e viver perdida pelos bordéis da dor.
Perdoa-me....
pelos escusos delitos da paixão,
cometidos com as delinquências
do insensato e estúpido coração.
Perdoa-me....
por esconder-me nos labirintos do vento
e esquecer que já não existe tempo.
Tempo de engravidar o viver.
Perdoa-me.....
por tanto te querer,
mas não saber entender
este teu estranho jeito de amar.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Te amar é bom demais
Deixa-me dormir
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Refém de Mim
Visto-me de sombras.
Faço-me refém de mim
Aceito o convite do silêncio
Sigo em passos lentos
para não incomodar a vida.
Assusto-me com os sentimentos
Não entendo a euforia das fantasias,
nem a hipocrisia da poesia.
Espanto-me com a palidez da tristeza.
Ruborizo-me com os escândalos da alegria
Despeço-me dos sonhos
Olho de soslaio a ilusão.
Pelas ruas da solidão,
encontro a saudade embriagada.
Já não vejo nada.
Olhos cegos de esperança
Choro diante do funeral do amor.
Com as mãos da dor,
rezo um terço de lágrimas.
Prendo os pensamentos nos conveses
do tempo.
Tempo que ficou em mim sem nunca
ter sido e nem amanhecido.
Fecho a cortina do dia.
Adormeço no colo da noite,
sem vontade de acordar.
Faço-me refém de mim
Aceito o convite do silêncio
Sigo em passos lentos
para não incomodar a vida.
Assusto-me com os sentimentos
Não entendo a euforia das fantasias,
nem a hipocrisia da poesia.
Espanto-me com a palidez da tristeza.
Ruborizo-me com os escândalos da alegria
Despeço-me dos sonhos
Olho de soslaio a ilusão.
Pelas ruas da solidão,
encontro a saudade embriagada.
Já não vejo nada.
Olhos cegos de esperança
Choro diante do funeral do amor.
Com as mãos da dor,
rezo um terço de lágrimas.
Prendo os pensamentos nos conveses
do tempo.
Tempo que ficou em mim sem nunca
ter sido e nem amanhecido.
Fecho a cortina do dia.
Adormeço no colo da noite,
sem vontade de acordar.
terça-feira, 3 de março de 2009
Trevas
Tulipas negras adornam
o alvorecer
A angústia cósmica coberta
pelas teias do medo
assustam o dia
O ser fragilizado grita
diante dos momentos agnósticos
e chora!
O enrugado coração hiberna
nas estações glaciais da alma
Os sonhos anestesiados
são cobertos pelo manto da desilusão
A esperança é amordaçada
com nós de aço
O sol apodrecido atrás das
nuvens negras transforma
a vida em eternas trevas!
o alvorecer
A angústia cósmica coberta
pelas teias do medo
assustam o dia
O ser fragilizado grita
diante dos momentos agnósticos
e chora!
O enrugado coração hiberna
nas estações glaciais da alma
Os sonhos anestesiados
são cobertos pelo manto da desilusão
A esperança é amordaçada
com nós de aço
O sol apodrecido atrás das
nuvens negras transforma
a vida em eternas trevas!
sábado, 20 de dezembro de 2008
Te amar é bom demais
Deixa-me dormir
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
Te amar é bom demais
Deixa-me dormir
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
nos braços do teu amor.
Cobrir-me com teus sonhos
para fazer a alma sorrir.
Deixa-me beber
o sêmen das tuas fantasias
Com a loucura da poesia
viver uma grande paixão.
Deixa-me te amar
do meu singelo jeito
Com o coração cheio de defeitos
mas doido para te querer.
Deixa-me te enlouquecer
com meus lascivos beijos.
Acender o fogo dos teus desejos
porque te amar é bom demais.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Flor do Desejo
Mar aberto
Vida fechada
Coração ao léu
Flor do desejo
por onde andas?
Em que estrela cadente partistes,
que sequer encontrei tua sombra?
Em qual coração adormecestes
e não mais quisestes acordar?
Onde fizestes teu ninho?
Por que não levastes a minha dor
como tua companhia?
Rejeito adoçar meu dias com o néctar
amargo da solidão
Perdida dentro de mim,não sei para
onde ir
Sigo à estrada do nada; como uma
louca peregrina errante
Busco-te em cada alvorecer
Desencanto-me em cada anoitecer
Mesmo assim ,ainda te espero e
te quero!
Vens cantar ao meu ouvido
Não importa a melodia
Engana-me com tolos desejos
Vens beijar minha saudade nua
Visita-me em sonhos
Desfolha a árvore da tristeza
cobre de carinho as folhas secas
deste coração
Dê-me pelo menos um minuto fugaz
de falsa felicidade e vás embora!
Vida fechada
Coração ao léu
Flor do desejo
por onde andas?
Em que estrela cadente partistes,
que sequer encontrei tua sombra?
Em qual coração adormecestes
e não mais quisestes acordar?
Onde fizestes teu ninho?
Por que não levastes a minha dor
como tua companhia?
Rejeito adoçar meu dias com o néctar
amargo da solidão
Perdida dentro de mim,não sei para
onde ir
Sigo à estrada do nada; como uma
louca peregrina errante
Busco-te em cada alvorecer
Desencanto-me em cada anoitecer
Mesmo assim ,ainda te espero e
te quero!
Vens cantar ao meu ouvido
Não importa a melodia
Engana-me com tolos desejos
Vens beijar minha saudade nua
Visita-me em sonhos
Desfolha a árvore da tristeza
cobre de carinho as folhas secas
deste coração
Dê-me pelo menos um minuto fugaz
de falsa felicidade e vás embora!
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