Eu...
Mulher...
Que ama,
ensina,
que aprende
e
ora se rende
Que cai,
chora...
Depois
levanta,
sorri,
e luta,
e não se entrega,
a derrota,
a tirania,
a covardia,
a injustiça,
a discriminação...
Eu...
Mulher...
Que ama,
encanta,
seduz,
fascina,
peregrina,
ora desatina
Que ora sou
menina
doce,
carente...
Ora
mulher
firme,
determinada,
independente...
Eu...
Mulher...
No mundo.
E um mundo,
em mim!
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domingo, 5 de dezembro de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Tal Qual
Tal qual
flor
sem
pétalas
estou
Ervas
daninhas
germinam
Nos
olhos
dor
No
coração
espinhos
cravou
Tal qual
pétalas
ao
vento
buscando
alento
estou
Tal qual
jardim
árido
urdindo
adubo
Fórmula
química
amor
Tal qual
sementes
ao vento
Tal qual
rosa
sem
sol
Tal qual
noite
sem
lua
sem
estrelas
cadentes
Tal
qual!
flor
sem
pétalas
estou
Ervas
daninhas
germinam
Nos
olhos
dor
No
coração
espinhos
cravou
Tal qual
pétalas
ao
vento
buscando
alento
estou
Tal qual
jardim
árido
urdindo
adubo
Fórmula
química
amor
Tal qual
sementes
ao vento
Tal qual
rosa
sem
sol
Tal qual
noite
sem
lua
sem
estrelas
cadentes
Tal
qual!
domingo, 10 de janeiro de 2010
Tentei te esquecer
Tenho que confessar:
tentei sim,
tentei muito
te esquecer,
te odiar,
te ignorar;
Dizer p'ra mim mesma
que era somente ilusão,
uma simples empolgação passageira;
Que passaria logo
esse desejo de estar contigo,
essa vontade louca
de em teus braços estar,
de teus lábios poder beijar...
Por fim tenho que admitir:
meu maior erro
foi tentar tirar de minha cabeça,
aquilo que está enraizado em meu coração:
VOCÊ.
tentei sim,
tentei muito
te esquecer,
te odiar,
te ignorar;
Dizer p'ra mim mesma
que era somente ilusão,
uma simples empolgação passageira;
Que passaria logo
esse desejo de estar contigo,
essa vontade louca
de em teus braços estar,
de teus lábios poder beijar...
Por fim tenho que admitir:
meu maior erro
foi tentar tirar de minha cabeça,
aquilo que está enraizado em meu coração:
VOCÊ.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Venenosa
Como víbora
enrosco-me
deslizo por seu tronco,
gemendo ao seu ouvindo
como guizo embriagador
delírios venenosos
cega rastejo por seu corpo
bebo-te o veneno
indefeso me tomas
derrama-me sua seiva
escorre pelos caminhos
nas fendas
coxas roliças
chamam-te
hipnoticamente
O ninho
convida-te
ao banquete
em chamas
Urros
ao sabor do veneno
quando degustas-me
enrosco-me
deslizo por seu tronco,
gemendo ao seu ouvindo
como guizo embriagador
delírios venenosos
cega rastejo por seu corpo
bebo-te o veneno
indefeso me tomas
derrama-me sua seiva
escorre pelos caminhos
nas fendas
coxas roliças
chamam-te
hipnoticamente
O ninho
convida-te
ao banquete
em chamas
Urros
ao sabor do veneno
quando degustas-me
domingo, 22 de novembro de 2009
Epitáfio
Quando meu corpo inerte a terra descer
quero aos amigos agradecer
pelo carinho recebido
pelo amor doado
Aos familiares
pelo desvelo
e pelo zelo
A terra santa
que me deu guarida
a natureza
que retorno à vida
Em meu epitáfio quero escrito:
Aqui jaz uma mulher
Apenas uma mulher
Que na terra foi:
mãe
filha
esposa
irmã
amiga
amante
e, principalmente
Mulher
Uma filha de Eva
que levou a vida
chutando pedras
até que um dia
encontrou na poesia
motivos de sobra
para continuar
levando a vida
e sendo apenas
e simplesmente
Mulher
Uma filha de Eva!
quero aos amigos agradecer
pelo carinho recebido
pelo amor doado
Aos familiares
pelo desvelo
e pelo zelo
A terra santa
que me deu guarida
a natureza
que retorno à vida
Em meu epitáfio quero escrito:
Aqui jaz uma mulher
Apenas uma mulher
Que na terra foi:
mãe
filha
esposa
irmã
amiga
amante
e, principalmente
Mulher
Uma filha de Eva
que levou a vida
chutando pedras
até que um dia
encontrou na poesia
motivos de sobra
para continuar
levando a vida
e sendo apenas
e simplesmente
Mulher
Uma filha de Eva!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Mãe Terra
Louvo-te mãe Terra
pelo alimento que sai de teu ninho,
pela água que brota de ti,
cristalina e mansinha,
pelos frutos da mata
que alimenta nossos animais,
pela chuva, pelo sol,
pelo dia que nasce,
pela noite estrelada,
pela lua confidente,
por nos propiciar em ti fazer morada
louvo-te mãe Terra
pelo abrigo que nos dá,
pela oportunidade de aqui nascer,
por muitas vidas mais aqui quero voltar!
pelo alimento que sai de teu ninho,
pela água que brota de ti,
cristalina e mansinha,
pelos frutos da mata
que alimenta nossos animais,
pela chuva, pelo sol,
pelo dia que nasce,
pela noite estrelada,
pela lua confidente,
por nos propiciar em ti fazer morada
louvo-te mãe Terra
pelo abrigo que nos dá,
pela oportunidade de aqui nascer,
por muitas vidas mais aqui quero voltar!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Se eu morresse amanha
se eu morresse amanhã
não estarei preparada
tenho, muito o que fazer
do muito que desejei ter feito
e não pude - ou não consegui -
deixaria p'ra traz projetos inacabados
vidas de mim dependentes por conduzir
amores iniciados, vivenciados,
sonhos e projetos idealizados...
se eu morresse amanhã
sentiria-me frustrada
por ter sido podada
da vida latende ceifada...
se eu morresse amanhã
sentiria muitas saudades,
dos amigos aqui deixados,
dos familiares amados
dos filhos e netos idolatrados
Contudo, se Deus me chamar
só terei a ele o que agradecer,
por tudo que na terra pude viver
e pedir, ao anjo-de-guarda meu
que acolha-me nos braços teus!
não estarei preparada
tenho, muito o que fazer
do muito que desejei ter feito
e não pude - ou não consegui -
deixaria p'ra traz projetos inacabados
vidas de mim dependentes por conduzir
amores iniciados, vivenciados,
sonhos e projetos idealizados...
se eu morresse amanhã
sentiria-me frustrada
por ter sido podada
da vida latende ceifada...
se eu morresse amanhã
sentiria muitas saudades,
dos amigos aqui deixados,
dos familiares amados
dos filhos e netos idolatrados
Contudo, se Deus me chamar
só terei a ele o que agradecer,
por tudo que na terra pude viver
e pedir, ao anjo-de-guarda meu
que acolha-me nos braços teus!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Eu...Mulher
Eu...
Mulher...
Que ama,
ensina,
que aprende
e
ora se rende
Que cai,
chora...
Depois
levanta,
sorri,
e luta,
e não se entrega,
a derrota,
a tirania,
a covardia,
a injustiça,
a discriminação...
Eu...
Mulher...
Que ama,
encanta,
seduz,
fascina,
peregrina,
ora desatina
Que ora sou
menina
doce,
carente...
Ora
mulher
firme,
determinada,
independente...
Eu...
Mulher...
No mundo.
E um mundo,
em mim!
Mulher...
Que ama,
ensina,
que aprende
e
ora se rende
Que cai,
chora...
Depois
levanta,
sorri,
e luta,
e não se entrega,
a derrota,
a tirania,
a covardia,
a injustiça,
a discriminação...
Eu...
Mulher...
Que ama,
encanta,
seduz,
fascina,
peregrina,
ora desatina
Que ora sou
menina
doce,
carente...
Ora
mulher
firme,
determinada,
independente...
Eu...
Mulher...
No mundo.
E um mundo,
em mim!
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Máquina amada
Máquina bendita, ora maldita,
faz a gente sentir-te tão juntinho,
receber e dar-te muito carinho...
Se cai a conexão, dá uma dor no coração,
só então a distancia revela a dimensão
que nos separa neste mundão...
Se um vírus entra então...
Meu Deus que desespero!
Meu peito de tanta saudade de ti, não agüenta,
arde igual pimenta, quase arrebenta;
Uma ansiedade que beira a tormenta.
Se conecto e tu estas of line,
que dor, que saudade...
É como por do sol sem fim de tarde,
é dia sem sol, noite sem luar,
nada parece estar no seu devido lugar.
Bendita e santa Internet,
que me deixa através dessa máquina,
ver-te, conhecer-te, sentir-te
e, até tua voz poder ouvir...
Se um dia me procurar
e não encontrar-me em rede;
Ore por mim, deste mundo já parti.
Só a morte me afastará
desta máquina e de ti!
faz a gente sentir-te tão juntinho,
receber e dar-te muito carinho...
Se cai a conexão, dá uma dor no coração,
só então a distancia revela a dimensão
que nos separa neste mundão...
Se um vírus entra então...
Meu Deus que desespero!
Meu peito de tanta saudade de ti, não agüenta,
arde igual pimenta, quase arrebenta;
Uma ansiedade que beira a tormenta.
Se conecto e tu estas of line,
que dor, que saudade...
É como por do sol sem fim de tarde,
é dia sem sol, noite sem luar,
nada parece estar no seu devido lugar.
Bendita e santa Internet,
que me deixa através dessa máquina,
ver-te, conhecer-te, sentir-te
e, até tua voz poder ouvir...
Se um dia me procurar
e não encontrar-me em rede;
Ore por mim, deste mundo já parti.
Só a morte me afastará
desta máquina e de ti!
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