De fio em fio entrelaço,
desfazendo os nós de laço em laço.
Enlaço no abraço e desembaraço
as teias em passos de compasso,
insistente e permanentemente,
na espaçonave
sem dobradiças.
Sigo em retas e ondas
sendo real - irreal, material - imaterial,
enigma - solução
em consciência e imaginação
sem ponto marcado,
sem esquinas na mente
sem livros na estante do instante.
Nas passadas da Vida, sinto, transporto,
alço, busco, pouso e repouso
no espaço: eu - Todo - nós!
Num Só Uni(verso)
Versifico em comunhão interior
a consciência do eu
por mim mesma.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Ela...Escultural Êxtase!
Estátua igual bronze, enquadrada,
Num reflexo e em êxtase paralisada,
E, na posição de alongamento, recostada
Na aldrava de um largo e intuitivo portal.
Amparada, admiravelmente, ela - escultural!
Visões circundantes conectam-se àquele olhar
Onde não desliza nem se vê o horizonte linear-lar.
Não responde, ela, ao mensageiro alheio singular.
Vendavais nem altas marés conseguiriam desnudar
O estacionamento dissoluto naquela mente impar.
Por detrás,um misterioso mar de emoção, ânsia,
Bruma e brisa de passado que, na transparência,
Não afagam nem torturam o aspecto em evidência.
É um só ser transportado.Ela! Além, muito além...
Mistério de momento extático, estético e estático!
Num reflexo e em êxtase paralisada,
E, na posição de alongamento, recostada
Na aldrava de um largo e intuitivo portal.
Amparada, admiravelmente, ela - escultural!
Visões circundantes conectam-se àquele olhar
Onde não desliza nem se vê o horizonte linear-lar.
Não responde, ela, ao mensageiro alheio singular.
Vendavais nem altas marés conseguiriam desnudar
O estacionamento dissoluto naquela mente impar.
Por detrás,um misterioso mar de emoção, ânsia,
Bruma e brisa de passado que, na transparência,
Não afagam nem torturam o aspecto em evidência.
É um só ser transportado.Ela! Além, muito além...
Mistério de momento extático, estético e estático!
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Lágrimas, Tão Frias Pérolas
Ah! Minha solidão era tanta
Que no íntimo virava pranto.
Daquele pranto sem encanto
Desencadeavam-se as horas.
Assim da solidão ao pranto
E, do pranto à solidão, os sentidos,
Pérolas de amor e de dor em eleitos
Degraus de uma sala de nados e_feitos.
Recordam-se todos os meus pesares
Alertas aos tais instantes des_ditos;
- Lógicos ponteiros nada inusitados?
Ah! À lápis preto no papel passado.
Não eram meras ilusões de ótica
O desencanto e as tais horas.
Dos olhos, sem desejo, vertiam
Lágrimas frias. Ora, vivo auroras!
Que no íntimo virava pranto.
Daquele pranto sem encanto
Desencadeavam-se as horas.
Assim da solidão ao pranto
E, do pranto à solidão, os sentidos,
Pérolas de amor e de dor em eleitos
Degraus de uma sala de nados e_feitos.
Recordam-se todos os meus pesares
Alertas aos tais instantes des_ditos;
- Lógicos ponteiros nada inusitados?
Ah! À lápis preto no papel passado.
Não eram meras ilusões de ótica
O desencanto e as tais horas.
Dos olhos, sem desejo, vertiam
Lágrimas frias. Ora, vivo auroras!
terça-feira, 29 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
A Mão da Energia
A trêmula e ávida mão que nos versos se alucina,
Em decisão, abraça o verbo, a paz, a dor, o amor
E, assim os descortina.
É a declarada energia que, de pele revestida, exala
O alvo e doce olor das pétalas do lírio no álacre jardim
Imerso em mim.
Em decisão, abraça o verbo, a paz, a dor, o amor
E, assim os descortina.
É a declarada energia que, de pele revestida, exala
O alvo e doce olor das pétalas do lírio no álacre jardim
Imerso em mim.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Sopro Vento de Borboletas
Eu sopro ao vento borboletas
Que, voando de mil maneiras,
Pairam sobre as belas floreiras
En_levadas ao fascínio por letras.
Solto as borboletas ao vento, sopro
Palavras soltas, ao sabor doce, solto.
Soprando uns versos soltos, eu solto
Versos vivos no vivo Verso em sopro.
Palavras tom borboletas em vento sopro,
No soprar das letras, um vivo verso, eu solto.
E, ao soltar é o sopro vivo que livre se solta
Da palavra viva que nas borboletas voa solta.
Eu sopro vento de borboletas, versos ao ar solto.
E, ao soprar em versos, eu solta, palavras solto.
Vivendo do sopro, vindo do Sopro primeiro solto,
Que na Vida foi soprado pelo Verbo, eu verso...
Que, voando de mil maneiras,
Pairam sobre as belas floreiras
En_levadas ao fascínio por letras.
Solto as borboletas ao vento, sopro
Palavras soltas, ao sabor doce, solto.
Soprando uns versos soltos, eu solto
Versos vivos no vivo Verso em sopro.
Palavras tom borboletas em vento sopro,
No soprar das letras, um vivo verso, eu solto.
E, ao soltar é o sopro vivo que livre se solta
Da palavra viva que nas borboletas voa solta.
Eu sopro vento de borboletas, versos ao ar solto.
E, ao soprar em versos, eu solta, palavras solto.
Vivendo do sopro, vindo do Sopro primeiro solto,
Que na Vida foi soprado pelo Verbo, eu verso...
domingo, 30 de março de 2008
Misteriosa Mulher Poesia
Repleta de pormenores: - Odes exclusivas!
Autêntica cantora lírica do ir_real em ecrã.
Pianista das letras corr_idas negras ou brancas.
Rugido de leoa fugidia em dor seja sofrida ou re_lida.
Tic-tac de alento, talento, amor, calor ou fantasia;
- Vestida de papel crepom rebordado de crayon azul.
A epígrafe estilizada: - Misteriosa Mulher Poesia!
Perdeu-se entre brumas, olha_ares ou folhagens mortais?
- Alguém a viu?
Quem a localizar, por favor, devolva-lhe as belas tintas,
O pincel, o canto, o piano, o rugido, o templo, a flor...
Assim, a sua própria Vida!
Autêntica cantora lírica do ir_real em ecrã.
Pianista das letras corr_idas negras ou brancas.
Rugido de leoa fugidia em dor seja sofrida ou re_lida.
Tic-tac de alento, talento, amor, calor ou fantasia;
- Vestida de papel crepom rebordado de crayon azul.
A epígrafe estilizada: - Misteriosa Mulher Poesia!
Perdeu-se entre brumas, olha_ares ou folhagens mortais?
- Alguém a viu?
Quem a localizar, por favor, devolva-lhe as belas tintas,
O pincel, o canto, o piano, o rugido, o templo, a flor...
Assim, a sua própria Vida!
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Experiência Íntima e Harmoniosa
A angústia febril vaga em salões embriagados da galeria
mental i(material) em correria.
Um suave "Raio da Grande Luz Branca Violácea" surgido
traz a intuição consigo ao salão enegrecido.
Sentidos humanos expostos naquela momentânea amplidão;
- Nada é mais espetacular do que a consciência inebriante,
legítima em feitio que emerge em Si e num só eco.
A canção rola interiormente
em áuricas danças majestosas,
colorindo chacras coerentes.
O desfilar das luzes incorporadas em latente desejo,
suporta o "Tubo Restaurador" num incandescente ensejo.
Da auréola receptora, experimenta o palco da doação,
abraça em gratidão a energética visão .
A compatibilidade de recepção atraída numa solitude repartida,
alada em carícia ao Infinito que flui...em desfiladeiro,
sem intermitência de Tempos,
num uno Agora Eterno de Paz.
Harmonia Interior sem definições
traduzíveis em grafias ou locuções.
mental i(material) em correria.
Um suave "Raio da Grande Luz Branca Violácea" surgido
traz a intuição consigo ao salão enegrecido.
Sentidos humanos expostos naquela momentânea amplidão;
- Nada é mais espetacular do que a consciência inebriante,
legítima em feitio que emerge em Si e num só eco.
A canção rola interiormente
em áuricas danças majestosas,
colorindo chacras coerentes.
O desfilar das luzes incorporadas em latente desejo,
suporta o "Tubo Restaurador" num incandescente ensejo.
Da auréola receptora, experimenta o palco da doação,
abraça em gratidão a energética visão .
A compatibilidade de recepção atraída numa solitude repartida,
alada em carícia ao Infinito que flui...em desfiladeiro,
sem intermitência de Tempos,
num uno Agora Eterno de Paz.
Harmonia Interior sem definições
traduzíveis em grafias ou locuções.
domingo, 27 de maio de 2007
Sonhos e Emoções
Que seria da Vida sem sonhos e emoções?
São momentos de alento e encantamento,De feliz sentimento aflorado e concebido;- É quando toda a galáxia vibra em mim.
Seja um sonho absorto - solto ao vento suave.
São momentos de alento e encantamento,De feliz sentimento aflorado e concebido;- É quando toda a galáxia vibra em mim.
Seja um sonho absorto - solto ao vento suave.
Meditativo - ativo na mente em brilhantes mil.
Contemplativo - dançante em Mozart ou Bach;-
Em instantes inebriantes de compassos alados.
A emoção cintila e revoa como estrelas flamígeras,
A emoção cintila e revoa como estrelas flamígeras,
No meu íntimo coração, pulsante em frenesi e rubi;-
São minhas lembranças e vivências em êxtase feliz,
Fervilhando no interno Ser que me compõe e refaz.
Sonhos e emoções são luzidios de função especial;
Sonhos e emoções são luzidios de função especial;
- Sobrevivência, Alegria e Esperança!
sexta-feira, 25 de maio de 2007
A Dança
Veja a dança da vivência!
Muitos vivem da experiência.
Outros tantos, só da existência.
Muitos vivem na esperança.
Outros tantos, só na andança.
Porém, belo é fazer da existência,
uma experiência de andança na esperança.
Ou será,
Belo é fazer da esperança da existência
uma andança de experiência?
Belo é fazer da existência uma experiênciade andança na esperança?
Belo é fazer da andança da esperança,uma experiência de existência?
Bela uma experiência de andança na existência da esperança?
É sua a dança!
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Instigante Olhar: - Quem És?
Vejo olhos, apenas, olhos meigos, ora ambíguos,até frios, desconfiados, esgueirados em profundeza num silêncio intermediado, ouço Bach e Chopin.Que buscas a olhar-me assim, nem sei quem és?Eu mesma, não sei quem sou...Então?...Serás reflexo, arrepio, medo, vidro, refresco ou leitor?Instigas meus sentidos que perdem-se enredados em ti.
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