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sexta-feira, 30 de julho de 2010

EXULTA EM MIM...

Exulta em mim o teu amor!

Na essência das carícias, desnuda o verbo,

conjugando o ardor .

Tuas mãos, serão as servas benditas...

do ato que desvenda a vida.

Junta às palavras sussurradas,

a verve da sinceridade e nelas habita!




Espalha por mim toda a tua poesia...

Declina-me em teus versos as insondáveis delícias

que existem em cada pensamento teu...

O que é a vida senão...

um verbo que nos venceu?




Torna-me o objeto de tua inspiração...

O segredo predicativo dominado pela sensatez...

A ilusão que a tudo resistiria latente...

A haste que ao sol entregou sua flor...

uma só vez...!




Meu coração é pira a se consumir...

O sentir, superando a ação...

É vaso de essências para teu corpo

É poço de redenção...

Faço da mente o artífice da sublimação

No instante de ceder e consentir...!




Diz...

Fala o que te sopra o amor, ao meu coração.

Conjuguemos, o futuro sonhado,

ainda mais idílico e perfeito que o passado...

Basta-nos os tempos perdidos,

Não há sentido no vagar ...

Diz!

Trás para o agora, o presente e repete sem fim..

A palavra...Amar!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Teus Lábios

Esses teus lábios que sonho
tem veneno e são pecado...
Neles existe o sabor e o aroma
do mel, do vinho e saudade!

Esses lábios que me atormentam
Quando se aproximam tão cálidos
Em desejos os meus aquecem...
Tornando-me uma presa facil...

Esses teus lábios que eu sonho,
Macios,amantes e indomáveis...
envolvem-me em doce torpor
Colam-se aos meus tão capazes!

Esses teus lábios onde bebo
teus mais profundos segredos!
Se abrem e tomam minha alma.
Portas do paraíso e meu credo!

Quero estes teus lábios vadios
sobre os meus em beijos vorazes
Tantas vezes até que eu te peça...
toma-me em tua ébria vontade...!

Esses teus lábios que marcam...
E não me permitem esquecer-te.
são um poema a escrever-se
Quando me beijam suaves!

Dou-te com a mesma paixão
todos os beijos que ainda não dei...
Porque meus lábios e o meu corpo,
em espirais incandescentes já ofertei!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Noites de Primavera

Uma noite de primavera,e eu me lembro,
eram tantas as flores abertas e singelas
que sobre elas debruçava-se o vento
não sabendo de todas qual a mais bela...

Naquela primavera em que o sol dourava
a pele e meus cabelos tocava docemente,
eu entendi assustada que te amava
e a ti me entreguei tola e inocente...

Em meus braços abertos te acolhendo
ansiosa me fiz das flores, a mais cheirosa
sobre meu corpo me chamaste de formosa
e no céu eu senti estar vivendo...

Estrelas esconderam-se pelo céu da noite
e a lua toldou seus raios generosa
enquanto inebriada por tua corte
me acreditei ainda mais bela que a rosa...

Foram momentos ,não sei se foram horas
que ansiosos nos quedamos nos amando
e nas carícias que feliz me entregavas
mais eu imaginava que me amavas...

Tão linda se descortinava a paisagem
que nos parecia não existir outra paragem
onde o céu se mostrasse assim tão lindo
competindo com teu sorriso de menino...

E a noite transcorreu tão pequenina
encobrindo meus alvos sonhos de menina
Em teu peito vi chegando a alvorada e
amante me disseste,ouve minha amada...

Eram formosas as vozes que ecoando
ao nosso amor brindavam sussurrando
cantigas que eram cheias de encantos
e à natureza respondiam em acalanto...

Por tuas carícias que eram o meu enlevo
troquei a inocência de meus jovens anos
e tua boca sobre a minha hoje me atrevo
dizer que era tortura repleta de enganos...

Rápidos se foram os insensatos momentos
até que um dia te vi,as lágrimas retendo...
Partir despreocupado,sem um aceno
e num lamento escondi, convulso pranto...

Amanhece e vislumbro tantas flores
vibrantes sob luzes que as vão beijando...

sábado, 13 de dezembro de 2008

Teus Lábios

Esses teus lábios que sonho
tem veneno e são pecado...
Neles existe o sabor e o aroma
do mel, do vinho e saudade!

Esses lábios que me atormentam
Quando se aproximam tão cálidos
Em desejos os meus aquecem...
Tornando-me uma presa facil...

Esses teus lábios que eu sonho,
Macios,amantes eindomáveis...
envolvem-me em doce torpor
Colam-se aos meus tão capazes!

Esses teus lábios onde bebo
teus mais profundos segredos!
Se abrem e tomam minha alma.
Portas do paraíso e meu credo!

Quero estes teus lábios vadios
sobre os meus em beijos vorazes
Tantas vezes até que eu te peça...
toma-me em tua ébria vontade...!

Esses teus lábios que marcam...
E não me permitem esquecer-te.
são um poema a escrever-se
Quando me beijam suaves!

Dou-te com a mesma paixão
todos os beijos que ainda não dei...
Porque meus lábios e o meu corpo,
em espirais incandescentes já ofertei!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

NATAL!

Natal!

Sonhos lindos que viviam em mim.

Povoando a minha mente, assim

como se desenhassem esperanças.

Tempo meu, tão querido de criança!





A espera impaciente terminava

aos primeiros raios da alvorada

quando o soar do sino nos chamava

à prece do Santo dia que começava!





Cresci, e em mim mudaram os sonhos

Pedaços de meu mundo que se foram.

Mas aqueles, não consigo esquecer!





Hoje em meu peito brilhando, eu quero

novas luzes faiscando na madrugada.

E, meu velho Papai Noel... ainda espero!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

PARA AMAR!

Uma tarde, um amor, um sonho, ilusões...

Histórias da vida que o tempo propõe...

Corações entrelaçados, delírios, percalços

Encontros, reencontros, partidas, regressos!





Era assim somente uma tarde para amar

Entre beijos abraços, ternuras, cansaços...

à dois seres o amor fez presença constante

nas entregas, promessas, carícias ardentes...



Nas voltas do tempo, das almas a sentença...

Firma-se consciente a certeza da crença

Sem mais ceder licença á tristeza e à dor!



Nas margens da vida sentimento esquecido

Uma tarde, um tempo, lembranças, verdades,

Na correnteza do tempo só restou a saudade!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

PARA QUÊ?

Para quê te oferecer somente meus beijos
se todas as minhas vontades sacias tão facil...
Quero muito mais, quero o teu desejo
e as ardentes labaredas deste amor afoito...

Para quê te oferecer minhas mãos
se as tuas, hoje às minhas, atadas estão
e eu as desejo insaciáveis em meu corpo
satisfazendo-me em meus sonhos loucos...

Para quê te ofertar minha boca
Se louco de paixão me tomas toda
Se meu corpo em teus braços flutuam
na imensa sensualidade de fogosos abraços...

Para quê te olhar, se sobre mim passeias
quando sobre meu coração teces tua teia,
e me envolvendo faz-me prisioneira
desta sensualidade que toma minha alma inteira???

Para quê dizer que tanto eu te amo
Se bem conhecemos todos os nossos segredos
e no degredo delicioso a que nos condenamos
Nos fazemos prisioneiros de nossos sonhos...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

TU...

Tu me fazes feliz...
Quando do teu amor me tornas
uma dócil aprendiz...
Quando abres de tua alma, as cortinas
e tomando-me pela mão,
mostra-me o mundo que eu havia esquecido
e que novamente...ante meu olhar atônito,
se descortina!

Me fazes feliz...
Quando me transformas em parte de tua alma
e sem esconderes nada,
repartes comigo tuas penas...
Me fazes ainda mais feliz...
Se em palavras poéticas, expões em versos
o teu coração envolto em poesias...

Tu me fazes feliz...
Quando nos silêncios das noites
pensas em mim e te esvais em suspiros...
Quando posso ouvir, atenta...
os teus sussurros trazidos pelo vento...
Quando em seus versos, leio expressos tantos anseios...
E que cativa de incontido enleio,
transformo em meus sonhos...

Me fazes feliz...
Quando cantas as tuas músicas, que
em meus ouvidos ecoam
como ternas serenatas...
e...quando nas noites
em que em mim se instala saudade
recordando-as alimento nossos sonhos...

Me fazes feliz...
quando sinto que continuo a ser
o teu convexo...
Quando me olhas
e antevejo em teu olhar ternuras...
que precedem loucuras...
Quando me beijas, e sinto que teu peito
habita o amor, fonte de natural desejos...

Sou feliz...muito feliz...
Quando para mim guardas tuas mãos,
teus braços, teu corpo
e de todo o teu perfeito...ser,
me ofertas... a essência!
Quando em mim escondes,
como em precioso relicário...o teu querer...
Quando nossas mãos se cruzam
os corpos se tocam e...
a sensualidade nos exalta...

Me fazes feliz...em fim...
Quando em sublime instante,
não pensas em mais nada
senão em transformar-me...
em tua única e eterna... amada...!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Pela Primeira Vez....

Pela primeira vez, feche teus olhos...
Que fluam de minhas portas abertas,
os meus sonhos e entrega-me os teus...
Pela primeira vez quero desvenda-los
sob o prisma dourado que me ofertas!

Pela primeira vez, quero que saibas
das horas em que solitária, foram sonhados...
Dos desejos encobertos... do amanhecer
me encontrando exausta e desperta...
Das lágrimas por te amar...derramadas!

Pela primeira vez deixo que penetres
bem ao fundo em minha alma e a afagues...
Toca com teus dedos alvos meu coração
que jazia em pedaços e que refeito,
passo a passo...coloquei em tua mão...

Pela primeira vez quero que me sintas
como sou...mulher, vibrante e apaixonada...
Da vida nada quero senão o que me é dado...
Nada necessito... senão o amor que bendigo
Nada exijo senão a felicidade que persigo!

Pela primeira vez te dôo minha esperança
Aquela que um dia viste mansamente,
esconder-se para não me fazer sofrer...
Toma-a e sinta o quanto para mim é
importante, saber que em ti ainda posso crer...

Pela primeira vez permito que adentres
esta casa que iluminei com luzes cálidas...
Vem...entra e diz-me a que, finalmente vieste.
Nada tema pois já não mais me ferem
as dores que no passado enterrei...

Pela Primeira Vez....

Pela primeira vez, feche teus olhos...
Que fluam de minhas portas abertas,
os meus sonhos e entrega-me os teus...
Pela primeira vez quero desvenda-los
sob o prisma dourado que me ofertas!

Pela primeira vez, quero que saibas
das horas em que solitária, foram sonhados...
Dos desejos encobertos... do amanhecer
me encontrando exausta e desperta...
Das lágrimas por te amar...derramadas!

Pela primeira vez deixo que penetres
bem ao fundo em minha alma e a afagues...
Toca com teus dedos alvos meu coração
que jazia em pedaços e que refeito,
passo a passo...coloquei em tua mão...

Pela primeira vez quero que me sintas
como sou...mulher, vibrante e apaixonada...
Da vida nada quero senão o que me é dado...
Nada necessito... senão o amor que bendigo
Nada exijo senão a felicidade que persigo!

Pela primeira vez te dôo minha esperança
Aquela que um dia viste mansamente,
esconder-se para não me fazer sofrer...
Toma-a e sinta o quanto para mim é
importante, saber que em ti ainda posso crer...

Pela primeira vez permito que adentres
esta casa que iluminei com luzes cálidas...
Vem...entra e diz-me a que, finalmente vieste.
Nada tema pois já não mais me ferem
as dores que no passado enterrei...

domingo, 21 de setembro de 2008

NÂO TE VEJO... NÂO ME VÊS...

Não te vejo, é verdade, não me vês
mas eu leio o que escreves e tu me crês
porque essa união se dá no espaço entre dois seres...
O que escreve e pela inspiração é levado
ao que lendo-o, e pelos sonhos do poeta, é acariciado!

Cada qual em seu pequeno mundo,
rompe as fronteiras do que lhe é conhecido
voam ágeis e quais dois foragidos das mazelas
pairam soltos no infinito a se estenderem as mãos.
Superando as invisíveis barreiras da ilusão!

Atravessam a tênue linha que os separa
buscando cada um, entender o que existe de seu
naquilo que alí está. De um lado o leitor
dá aos olhos uma dádiva
do outro lado o poeta resta quieto, em espera!

Atento a tudo o que se lhe possa ofertar...
em palavras que incendeiem suas rimas,
a poesia e quem a escreve tomam seu lugar.
O leitor, esse permanece atento como em muda prece
agradecendo a beleza que diante de si, vê se apresentar!

Um está aqui, outro está lá
Certamente o que escreveu vem até aqui
porque quem lê também se aproximar de quem escreve.
Através das poesias, a lírica métrica esvanece
ao aquecerem-se as almas, enredando-se em sonhos
e benesses!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A CHEGADA

A expectativa aumenta.
A chegada ainda um pouco distante,
já acena...
O coração dispara ao pensar
que irá rever o brilho daquele olhar!

Ao partir deixou que suas pupilas
se impregnassem naquela chama,
para que consigo, a transportasse,
impressa na alma...

Viveu e aferrou-se à esperança
da volta desejada.
Agora, estava prestes a tornar
os seus desejos, realidade!

Na viagem, o trem resfolegando
a carregava por suas linhas de aço....
Pouco a pouco se aproximando
do destino almejado!

Cada movimento,
o som das rodas sobre os trilhos
vencendo o espaço...
lembrava a voz amada!

Seu eco sempre ecoou como um canto
por entre seus dias solitários,
e à medida que cada quilometro era vencido
a sentia cada vez mais perto!

Já podia divisar no horizonte
seu objetivo aparecendo,
se fazendo mais visível a cada instante
em meio a névoa matutina!

O pensamento foge só um minuto,
volta ao passado,
que em um retrato de cores descoradas,
finalmente, jazia esquecido!

O trem corre ligeiro,
parecendo também ter pressa.
Quer chegar rápido...
Em mais alguns segundos freia, chiando, difundindo na manhã
o som sibilante do aço contra o aço!

Finalmente a chegada,o grande momento...
A alegria transbordando do coração
no sorriso que entreabre os lábios.
A emoção os envolvendo!

Olhares que se encontram...
Pulsos acelerados,
o calor invadindo os rostos
na expectativa do abraço!

Dois seres , uma querência...
Um beijo... Olhos brilhantes...
A realidade de um amor que se fez mais forte...
vencendo a distância!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A QUEM ATINGI!

À você que não conheço digo... a minha prece
hoje se esvazia na lentidão dos passos que ouso dar.
Não exijo de mim o pedido de perdão...
Não quero sequer, um de meus sonhos renegar!

Nas noites que se sucedem inertes e tristes
refaço na mente, a esteira de tudo o que se foi.
Aberta a estrada que me convida a ir em frente,
não há sequer um vislumbre de para onde vou!

Sou da vida, mera transeunte e se indigente dos sonhos
me tornei, por contingências de ansiados desvarios
Não refaço os passos, fiz o que quis...

Recuso-me a mendigar o afeto que não danificou a sua raiz,
De tudo o que escolhí foi à mim que mais eu atingi...
Com o gume do punhal que eu mesma fiz !

sábado, 9 de agosto de 2008

Ouvindo a Noite...

Olhe para cima ...
O firmamento te chama!
Há luzes piscando e te dizendo
que a vida pode ser um encanto...
O mundo te conclama à vida.
Não se feche ao mundo
Entre nessa dança e vibre
Assobie baixinho uma melodia
Convide para que te façam companhia
a lua, os sonhos, o compasso de teu coração.
Vamos...cante bem alto a tua canção!
Tanta beleza chegará aos teus olhos...
Se escorrerem lágrimas,
não se incomode...elas serão de emoção!
Converse com a noite, conte teus segredos
não faça de tua vida um perene degredo
viva as mais puras fantasias
Há na natureza infinitos sons
Acolha-a...ouça-a...
Deixe que ela penetre em tua alma
e te acalme... Hoje a noite é especial.
Você está vivo...Renasceu das cinzas...
Se encante!
Não olhe para trás... agora é para amar...,
A vida te concede o que sempre foi teu...
o teu lugar!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

A VIAGEM...

Nesta peregrinação, parto

levando na bagagem sonhos

Minha passagem... tantos erros

a absolvição? o frio desterro!



Sigo um caminho sem retorno

Passou-se o tempo, e os enganos

tornaram-se poeira na estrada...

Sigo lúcida esta volta esperada!



Viagem a reconduzir-me à vida

à braços que abertos me esperam

desde que parti, sem despedida...

Volto ofertando um coração sofrido!



Filha pródiga de minhas falhas

Busco a cura à alma estraçalhada

No porta-malas há esperança lacrada,

férteis sementes de flores esperadas!



Trago como dádiva, o amor

que quero espalhar ao meu redor

fazendo o mundo enfim compreender,

que de muito amar... sofri...mudei!



Que me acolha o carinho que deixei.

Que...as palavras ternas que calei

falem mais alto neste peito meu.

Receba-me o amor que lá deixei!

domingo, 29 de junho de 2008

A VIAGEM...

Nesta peregrinação, parto

levando na bagagem sonhos

Minha passagem... tantos erros

minha absolvição, o frio desterro!



Sigo um caminho sem retorno

Passou-se o tempo, e os enganos

tornaram-se poeira na estrada...

Sigo lúcida esta volta esperada!



Viagem a reconduzir-me à vida

à braços que abertos me esperam

desde que parti, sem despedida...

Volto ofertando um coração amante!



Filha pródiga de minhas falhas

Busco a cura à alma estraçalhada

No porta-malas há esperança lacrada,

férteis sementes de flores esperadas!



Trago como dádiva, o amor

que quero espalhar ao meu redor

fazendo o mundo enfim compreender,

que de muito amar... sofri...mudei!



Que me acolha o carinho que deixei.

Que...as palavras ternas que calei

falem mais alto neste peito meu.

Acolha-me o amor que lá deixei!