Universo...
Forças mágicas de todas as nações
Purifique a minha energia...
Faça-me instrumento de cura...
Para que eu possa curar meus irmãos!
Universo...
Forças reunidas de todos os planetas
Dê-me a sabedoria para reuni-la...
Transformando-a na energia que preciso...
Para oferecê-la aos meus irmãos!
Universo...
Que a sua grande teia energética
Possa ser transferida
Aos seres que hoje estão enfraquecidos
Fortalecendo-os para que com eles eu possa crescer!
Universo...
Ser uno de grande força e sabedoria...
Honre-me com a sua energia...
Faça-me antena a espalhar a cura
A todos aqueles que dela precisam!
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sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
MÃES!
Mãe... Criança!
Perdeu sua inocência
E tem agora em seus braços uma criança!
Mãe... Adolescente!
Vivendo numa relapsa sociedade
Acabou confundindo liberdade com libertinagem!
Mãe... Estuprada!
Nas leis do crime que impera
Mais uma infância jogada na calçada!
Mãe... Solteira!
Que acreditou naquele amor...
E hoje somente o fruto lhe sobrou!
Mãe... Recém casada!
Que vive o sonho do grande amor
E em sua realidade está acomodada!
Mães... Dondocas!
Abandonam os filhos nas mãos erradas
E depois os perde para o mundo das drogas!
Mães... Guerreiras!
Que trancam os filhos em seus casebres
Para somente lhes dar alimentos!
Mães... Avós!
Que mesmo cansadas, arqueadas pela vida
Mais uma vez vão educar outra cria!
Mães... Apenas mães!
Certas ou erradas...
Devem ser sempre comemoradas!
Somos seres imperfeitos...
Na grande escola do mundo
Com elas não poderia ser diferente!
Abracemos a nossa mãe...
Comemoremos o seu dia!
Ter mãe é a maior dádiva da vida!
Perdeu sua inocência
E tem agora em seus braços uma criança!
Mãe... Adolescente!
Vivendo numa relapsa sociedade
Acabou confundindo liberdade com libertinagem!
Mãe... Estuprada!
Nas leis do crime que impera
Mais uma infância jogada na calçada!
Mãe... Solteira!
Que acreditou naquele amor...
E hoje somente o fruto lhe sobrou!
Mãe... Recém casada!
Que vive o sonho do grande amor
E em sua realidade está acomodada!
Mães... Dondocas!
Abandonam os filhos nas mãos erradas
E depois os perde para o mundo das drogas!
Mães... Guerreiras!
Que trancam os filhos em seus casebres
Para somente lhes dar alimentos!
Mães... Avós!
Que mesmo cansadas, arqueadas pela vida
Mais uma vez vão educar outra cria!
Mães... Apenas mães!
Certas ou erradas...
Devem ser sempre comemoradas!
Somos seres imperfeitos...
Na grande escola do mundo
Com elas não poderia ser diferente!
Abracemos a nossa mãe...
Comemoremos o seu dia!
Ter mãe é a maior dádiva da vida!
quarta-feira, 17 de março de 2010
MULHER, COM DIREITO A DEFEITOS!
De todas as coisas que já li
Das muitas que já foram ditas
Comemoram a mulher objeto
As chamadas mulheres malditas?
As visões são tão diferentes
Entre homens e mulheres...
Nem nisso existe o consenso...
Fala-se somente de conceitos...
Ser mulher não é ser rebolativa
Ter um corpo esculpido pela medicina
Ser mulher é saber-se guerreira
Quando a vida se torna pura rotina...
É administrar casa, finanças, amor
Gritar, gesticular quando for preciso
Lutar pelo espaço sonhado ou adquirido
É nas marcas no corpo, ter seu caminho esculpido!
E pra isso vamos usar todas as armas
Que encontrarmos no caminho...
A violência em forma de palavras
Ou a indiferença do que nos chega aos ouvidos!
Portanto não venha com discurso barato
Tentando modelar a mulher que somos
Somos mulheres... Com todos os defeitos
Mas somos aquelas que seguram seus mundos!
Das muitas que já foram ditas
Comemoram a mulher objeto
As chamadas mulheres malditas?
As visões são tão diferentes
Entre homens e mulheres...
Nem nisso existe o consenso...
Fala-se somente de conceitos...
Ser mulher não é ser rebolativa
Ter um corpo esculpido pela medicina
Ser mulher é saber-se guerreira
Quando a vida se torna pura rotina...
É administrar casa, finanças, amor
Gritar, gesticular quando for preciso
Lutar pelo espaço sonhado ou adquirido
É nas marcas no corpo, ter seu caminho esculpido!
E pra isso vamos usar todas as armas
Que encontrarmos no caminho...
A violência em forma de palavras
Ou a indiferença do que nos chega aos ouvidos!
Portanto não venha com discurso barato
Tentando modelar a mulher que somos
Somos mulheres... Com todos os defeitos
Mas somos aquelas que seguram seus mundos!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
DE NOVO
Às vezes...
Minha rebeldia
Faz-me abandonar
No canto, a poesia!
Muitas vezes...
Até mesmo por preguiça
Para não lembrar a cama vazia
Enrolo-me nas cobertas...
E troco as letras pelo sonho
De estar de novo te encontrando!
Mas o sentimento é persistente
O poema se faz presente...
E eu pego do papel, da caneta
Enchendo-o de todas as letras...
E falo de amor, vontade...
De pele, tesão, saudade...
De tudo que sonho repartir
De tudo que quero te dar!
E então não consigo
Parar de falar em amor.
Nem mesmo de sentir
A vontade de te viver!
Minha rebeldia
Faz-me abandonar
No canto, a poesia!
Muitas vezes...
Até mesmo por preguiça
Para não lembrar a cama vazia
Enrolo-me nas cobertas...
E troco as letras pelo sonho
De estar de novo te encontrando!
Mas o sentimento é persistente
O poema se faz presente...
E eu pego do papel, da caneta
Enchendo-o de todas as letras...
E falo de amor, vontade...
De pele, tesão, saudade...
De tudo que sonho repartir
De tudo que quero te dar!
E então não consigo
Parar de falar em amor.
Nem mesmo de sentir
A vontade de te viver!
domingo, 13 de dezembro de 2009
MEU HOMEM CRIANÇA
Porque eu sei, meu homem criança
Onde é que me encantas e me faz feliz!
Nem tentes mais ser todo arrogância
Eu sei quebrar tua dor, tuas retrancas
E mesmo resistindo, invado tuas entranhas!
Porque te amo, meu homem criança
No abismo do sonho pré-posto
No martírio de um gozo suposto...
E no teu coração sou toda repouso!
Porque cicatrizo, meu homem criança
As dores que escondes em teu peito
Não faço cobrança, não fujo, não temo...
As noites insones que confuso, te vejo!
Porque calo as tristezas, meu homem criança
E faço de tua alma uma criança risonha...
Venhas... Te entregues, na estrada confusa
Pois sou o amor que escondido, sonhas!
Onde é que me encantas e me faz feliz!
Nem tentes mais ser todo arrogância
Eu sei quebrar tua dor, tuas retrancas
E mesmo resistindo, invado tuas entranhas!
Porque te amo, meu homem criança
No abismo do sonho pré-posto
No martírio de um gozo suposto...
E no teu coração sou toda repouso!
Porque cicatrizo, meu homem criança
As dores que escondes em teu peito
Não faço cobrança, não fujo, não temo...
As noites insones que confuso, te vejo!
Porque calo as tristezas, meu homem criança
E faço de tua alma uma criança risonha...
Venhas... Te entregues, na estrada confusa
Pois sou o amor que escondido, sonhas!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
PERGUNTAS QUE ME FAÇO
Perguntas... Perguntas...
Povoam minha mente
Fervilha meu pensamento
Não consigo controlar!
E chegam por todos os lados
Abrangendo vários temas
E eu, sem resposta, me vejo tão pequena!
Só não aceito a máxima de ser peça
No tabuleiro de xadrez que a vida desenha!
Mas, em mesmo aceitando a hipótese
Não poderia ser um peão, torre ou cavalo
Pois sou dificilmente conduzida
E sempre escolho os meus passos!
O que me move de verdade
São as indagações que me faço...
Somos só sentimentos?
Ou somos somente carne?
Na questão dos sentimentos
Qual deles é o mais forte?
A pele juntando a pele
Ou as almas irmanadas?
E a química, onde entra?
O frisson de se saber ou não amado
Será mais forte o amor?
Ou mais forte é a dor de não ser notado?
Sonhamos mesmo em ser “metade”
Que só se completa com alguém?
Ou será que só fazemos isso
Porque ensinaram que é isso que convém?
Desde quando precisamos
De outro ser pra nos fazer feliz?
Ser par é sinal de felicidade?
Ou são os meus atos que traçam essa diretriz?
O que mais motiva a gente?
O se deixar escravizar por outro
Ou o jogo da sedução e poder?
O que nos leva a lutar por um amor?
O medo de ser só ou não aceitar perder?
É o novo que nos fascina?
Ou o antigo, que por domínio, queremos reviver?
As perguntas chegam aos trancos
Embaralham o meu pensar...
Será que alguém pode respondê-las...
Serei obrigada a esperar!
Só preciso ter cuidado ao ler as respostas
Pois se vierem de um homem, posso me apaixonar!
Então terei mais e mais perguntas
Pois sou assim... Vivo de perguntas...
Das minhas verdades que quero encontrar!
Povoam minha mente
Fervilha meu pensamento
Não consigo controlar!
E chegam por todos os lados
Abrangendo vários temas
E eu, sem resposta, me vejo tão pequena!
Só não aceito a máxima de ser peça
No tabuleiro de xadrez que a vida desenha!
Mas, em mesmo aceitando a hipótese
Não poderia ser um peão, torre ou cavalo
Pois sou dificilmente conduzida
E sempre escolho os meus passos!
O que me move de verdade
São as indagações que me faço...
Somos só sentimentos?
Ou somos somente carne?
Na questão dos sentimentos
Qual deles é o mais forte?
A pele juntando a pele
Ou as almas irmanadas?
E a química, onde entra?
O frisson de se saber ou não amado
Será mais forte o amor?
Ou mais forte é a dor de não ser notado?
Sonhamos mesmo em ser “metade”
Que só se completa com alguém?
Ou será que só fazemos isso
Porque ensinaram que é isso que convém?
Desde quando precisamos
De outro ser pra nos fazer feliz?
Ser par é sinal de felicidade?
Ou são os meus atos que traçam essa diretriz?
O que mais motiva a gente?
O se deixar escravizar por outro
Ou o jogo da sedução e poder?
O que nos leva a lutar por um amor?
O medo de ser só ou não aceitar perder?
É o novo que nos fascina?
Ou o antigo, que por domínio, queremos reviver?
As perguntas chegam aos trancos
Embaralham o meu pensar...
Será que alguém pode respondê-las...
Serei obrigada a esperar!
Só preciso ter cuidado ao ler as respostas
Pois se vierem de um homem, posso me apaixonar!
Então terei mais e mais perguntas
Pois sou assim... Vivo de perguntas...
Das minhas verdades que quero encontrar!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
SABE MOÇO...
Sabe moço...
Sempre que o encontro
Começo a sonhar...
Meu coração dispara
Meu corpo estremece
Que vontade de te amar!
Sabe moço...
Por mais que eu tente
Que desvie meu pensar...
Meu corpo todo transpira
Meu olhar só vê encantos
E a alma quer se entregar!
Sabe moço...
Minha alma é de poeta
O meu querer é uma criança...
Não há maldade do mundo
Que me afaste da esperança!
Sabe moço...
Sonhar não é proibido
Mesmo que lhe dedicar amor
Não me seja permitido...
Mas na poesia posso tudo!
E assim te amando... Muito
Vou seguindo meu destino!
E nas asas da liberdade... Voar!
Sempre que o encontro
Começo a sonhar...
Meu coração dispara
Meu corpo estremece
Que vontade de te amar!
Sabe moço...
Por mais que eu tente
Que desvie meu pensar...
Meu corpo todo transpira
Meu olhar só vê encantos
E a alma quer se entregar!
Sabe moço...
Minha alma é de poeta
O meu querer é uma criança...
Não há maldade do mundo
Que me afaste da esperança!
Sabe moço...
Sonhar não é proibido
Mesmo que lhe dedicar amor
Não me seja permitido...
Mas na poesia posso tudo!
E assim te amando... Muito
Vou seguindo meu destino!
E nas asas da liberdade... Voar!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
VOLTAR A AMAR!
Existem pessoas, lugares, fatos
Que nos remetem ao passado
Faz-nos novamente sonhar
Com algo que não mais voltará
E que está gravado na alma
Qual célula nervosa de um lembrar!
E sonhamos a nossa esperança
Aquela esperança de voltar
Sonhamos o não realizado
Que ainda teima em se realizar!
Tempo de um tempo inexistente?
Ou somente um tempo de sonhar?
Na certa é somente saudade
Saudade de voltar a amar!
Que nos remetem ao passado
Faz-nos novamente sonhar
Com algo que não mais voltará
E que está gravado na alma
Qual célula nervosa de um lembrar!
E sonhamos a nossa esperança
Aquela esperança de voltar
Sonhamos o não realizado
Que ainda teima em se realizar!
Tempo de um tempo inexistente?
Ou somente um tempo de sonhar?
Na certa é somente saudade
Saudade de voltar a amar!
domingo, 23 de agosto de 2009
AMOR DIFERENTE?
Realizar meus desejos
Sentir o gosto dos seus beijos
Poder lhe fazer afagos
Entregar-me em seus braços!
O amor demarcado na pele
O peso do seu corpo no meu
Realizando o sonho sonhado
O sentimento em apogeu!
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Um amor diferente
Talvez sentido só por mim
Mas ao seu lado fico contente
Mesmo que depois me sinta infeliz!
Amor e raiva se confundem
Permeiam os meus caminhos
Mas não quero vê-lo longe
Pois sem ele sou pássaro sem ninho...
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Sentir o gosto dos seus beijos
Poder lhe fazer afagos
Entregar-me em seus braços!
O amor demarcado na pele
O peso do seu corpo no meu
Realizando o sonho sonhado
O sentimento em apogeu!
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Um amor diferente
Talvez sentido só por mim
Mas ao seu lado fico contente
Mesmo que depois me sinta infeliz!
Amor e raiva se confundem
Permeiam os meus caminhos
Mas não quero vê-lo longe
Pois sem ele sou pássaro sem ninho...
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
terça-feira, 2 de junho de 2009
QUERENDO VOCÊ!
De todos os sonhos que tenho sonhado
De todas as vontades que tenho sentido
Você é o que as têm norteado
Responsável absoluto pelo querido!
São quereres poucos
Nada tão extraordinário!
Apenas um sonhar acordado
Querendo estar ao seu lado!
O sentir dos olhos me refletindo
O calor da pele se transfundindo
O coração junto, em descompasso
Sentimentos sendo traduzidos!
Homem e mulher em comunhão
Harmônica sintonia em fusão
Sermos um do outro a atenção
Vivendo do querer do coração.
Vem... Realiza o meu sonhar!
Talvez ele seja o seu também!
Vem... O universo pode esperar
Mas minha vontade diz: Vem!
De todas as vontades que tenho sentido
Você é o que as têm norteado
Responsável absoluto pelo querido!
São quereres poucos
Nada tão extraordinário!
Apenas um sonhar acordado
Querendo estar ao seu lado!
O sentir dos olhos me refletindo
O calor da pele se transfundindo
O coração junto, em descompasso
Sentimentos sendo traduzidos!
Homem e mulher em comunhão
Harmônica sintonia em fusão
Sermos um do outro a atenção
Vivendo do querer do coração.
Vem... Realiza o meu sonhar!
Talvez ele seja o seu também!
Vem... O universo pode esperar
Mas minha vontade diz: Vem!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
ME ENTREGAR!
De todos os presentes caros
Que o mundo pode oferecer
Nenhum deles me encanta
Pois meu maior presente é você!
De todas as viagens
Que eu poderia fazer
Quero estar em seus braços
E viajar em você!
De todos os quitutes
Que instigam o paladar
Queria provar seus lábios
E de seus beijos me alimentar!
De todas as felicidades
De todas as formas de amar
O importante é viver você
E sem medo, me entregar!
Que o mundo pode oferecer
Nenhum deles me encanta
Pois meu maior presente é você!
De todas as viagens
Que eu poderia fazer
Quero estar em seus braços
E viajar em você!
De todos os quitutes
Que instigam o paladar
Queria provar seus lábios
E de seus beijos me alimentar!
De todas as felicidades
De todas as formas de amar
O importante é viver você
E sem medo, me entregar!
domingo, 31 de maio de 2009
SABE O QUE MAIS ANSEIO?
Você sabe hoje o que mais anseio?
É bem mais do que suas doses homeopáticas de carinho.
Quero o tonel repleto, a me deixar de porre pelo caminho.
Você sabe hoje o que mais anseio?
É muito mais do que aquele gracejo morno quando me encontra.
Quero o riso frouxo, escancarado pela alma e que traduza o quanto me ama.
Você sabe hoje o que mais anseio?
Não um frio buquê de flores, entregue em minha porta.
Antes, quero a mais singela flor, sendo entregue pelas suas mãos, até mesmo sendo roubada em minha intenção.
Você sabe o que mais anseio?
Nada de vivermos um ao outro, grudados, como se não tivéssemos vida própria.
Quero o elo conjunto, não só pelo corpo clamado. Quero aquele elo pelo amor nos dado e que faz corpo e alma viajar juntos.
Quero a magia do encontro
O despir do olhar guloso
A vontade de estar em mim.
Quero que tudo seja leve e gostoso
Que você realize comigo seus gostos
E que eu possa ter um amar sem fim.
É bem mais do que suas doses homeopáticas de carinho.
Quero o tonel repleto, a me deixar de porre pelo caminho.
Você sabe hoje o que mais anseio?
É muito mais do que aquele gracejo morno quando me encontra.
Quero o riso frouxo, escancarado pela alma e que traduza o quanto me ama.
Você sabe hoje o que mais anseio?
Não um frio buquê de flores, entregue em minha porta.
Antes, quero a mais singela flor, sendo entregue pelas suas mãos, até mesmo sendo roubada em minha intenção.
Você sabe o que mais anseio?
Nada de vivermos um ao outro, grudados, como se não tivéssemos vida própria.
Quero o elo conjunto, não só pelo corpo clamado. Quero aquele elo pelo amor nos dado e que faz corpo e alma viajar juntos.
Quero a magia do encontro
O despir do olhar guloso
A vontade de estar em mim.
Quero que tudo seja leve e gostoso
Que você realize comigo seus gostos
E que eu possa ter um amar sem fim.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
O QUANTO LHE QUERO
Quando você não entender
O que eu sinto por você
Deixe-me olhar com seus olhos
E eu então lhe mostrarei!
Verá que quando juntos
O mundo se torna melhor
A vida tem mais colorido
O mal se transforma em pó!
Mostrarei o que sinto
O brilho que os olhos vêem
Sentirás então o que eu digo
E o quanto lhe quero bem!
O que eu sinto por você
Deixe-me olhar com seus olhos
E eu então lhe mostrarei!
Verá que quando juntos
O mundo se torna melhor
A vida tem mais colorido
O mal se transforma em pó!
Mostrarei o que sinto
O brilho que os olhos vêem
Sentirás então o que eu digo
E o quanto lhe quero bem!
sábado, 9 de maio de 2009
MÃE
Queria ter a sensibilidade de uma camélia....
A inocência de alma de uma criança...
A verdade traduzida como a de um profeta
E quem sabe até a inspiração de um grande poeta
Para poder poetar aquela que me deu vida
Que por noites e noites me guardou!...
Queria saber te poetar mãe...
Você que sempre foi o meu tudo...
A guardiã, a educadora, a modeladora
Dura ao me conduzir ao caminho correto,
Mas carinhosa nos meus momentos de luta!
Fria ao me administrar remédio,
Mas terna e atenta junto ao meu leito ...
Firme nos horários, me dando disciplina...
Chorando, rezando, esperando meu retorno...
E eu tão pequena, tão mesquinha
Nunca conseguia entender tanto carinho....
Hoje, sou mãe e entendo você...
E suas lições são hoje por mim praticadas...
Talvez não com tanto zelo ou cuidado,
Mas com o mesmo amor que me dedicou...
Agradeço a Deus, todas as noites...
Pela oportunidade de ainda estarmos juntas!
De poder, até hoje, quando me sinto acuada pela vida,
Ter seus braços estendidos, me dando guarida!
Mas me sinto pequena e impotente...
Sinto faltar palavras em meu dicionário
Para traduzir o amor e carinho que lhe tenho...
Mas saiba, minha querida mãe...
Que ninguém nesse mundo te amará
Quanto esta filha que tenta agora traduzir
A sua importância em minha vida!
A inocência de alma de uma criança...
A verdade traduzida como a de um profeta
E quem sabe até a inspiração de um grande poeta
Para poder poetar aquela que me deu vida
Que por noites e noites me guardou!...
Queria saber te poetar mãe...
Você que sempre foi o meu tudo...
A guardiã, a educadora, a modeladora
Dura ao me conduzir ao caminho correto,
Mas carinhosa nos meus momentos de luta!
Fria ao me administrar remédio,
Mas terna e atenta junto ao meu leito ...
Firme nos horários, me dando disciplina...
Chorando, rezando, esperando meu retorno...
E eu tão pequena, tão mesquinha
Nunca conseguia entender tanto carinho....
Hoje, sou mãe e entendo você...
E suas lições são hoje por mim praticadas...
Talvez não com tanto zelo ou cuidado,
Mas com o mesmo amor que me dedicou...
Agradeço a Deus, todas as noites...
Pela oportunidade de ainda estarmos juntas!
De poder, até hoje, quando me sinto acuada pela vida,
Ter seus braços estendidos, me dando guarida!
Mas me sinto pequena e impotente...
Sinto faltar palavras em meu dicionário
Para traduzir o amor e carinho que lhe tenho...
Mas saiba, minha querida mãe...
Que ninguém nesse mundo te amará
Quanto esta filha que tenta agora traduzir
A sua importância em minha vida!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
AMOR DIFERENTE?
Realizar meus desejos
Sentir o gosto dos seus beijos
Poder lhe fazer afagos
Entregar-me em seus braços!
O amor demarcado na pele
O peso do seu corpo no meu
Realizando o sonho sonhado
O sentimento em apogeu!
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Um amor diferente
Talvez sentido só por mim
Mas ao seu lado fico contente
Mesmo que depois me sinta infeliz!
Amor e raiva se confundem
Permeiam os meus caminhos
Mas não quero vê-lo longe
Pois sem ele sou pássaro sem ninho...
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Sentir o gosto dos seus beijos
Poder lhe fazer afagos
Entregar-me em seus braços!
O amor demarcado na pele
O peso do seu corpo no meu
Realizando o sonho sonhado
O sentimento em apogeu!
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
Um amor diferente
Talvez sentido só por mim
Mas ao seu lado fico contente
Mesmo que depois me sinta infeliz!
Amor e raiva se confundem
Permeiam os meus caminhos
Mas não quero vê-lo longe
Pois sem ele sou pássaro sem ninho...
Porque fui amar assim?
E a esse amor me entregar?
É que com ele me sinto feliz...
Mesmo que ele não me saiba amar!
segunda-feira, 24 de março de 2008
DESAMOR-PRÓPRIO!
Tem noites que a saudade bate fundo
E eu num total ato de desamor próprio
Sonho com a sua invasão, num rompante
E como ser pré-histórico, pegue-me pelos cabelos
Sem uma só palavra, leve-me aos seus encantos!
E então eu me pergunto: Como pode?
Que querer é esse, tão insano?
Culpa das famosas águas de março,
Que são menores que meu pranto?
Que dor de saudade em meu peito!
Eu a quero sanada, de qualquer jeito.
E só você meu amado pode fazer
Só você pode transmutar dor em prazer!
Tentando tocar seu coração
Lembro da páscoa, da ressurreição
E falo de amor a todo o momento
Querendo atingir o seu coração!
Volte a me trazer alegria!
A me fazer chuva, mas de prazer!
Estou cansada de ser
Chuva em lágrimas do meu sofrer!
E eu num total ato de desamor próprio
Sonho com a sua invasão, num rompante
E como ser pré-histórico, pegue-me pelos cabelos
Sem uma só palavra, leve-me aos seus encantos!
E então eu me pergunto: Como pode?
Que querer é esse, tão insano?
Culpa das famosas águas de março,
Que são menores que meu pranto?
Que dor de saudade em meu peito!
Eu a quero sanada, de qualquer jeito.
E só você meu amado pode fazer
Só você pode transmutar dor em prazer!
Tentando tocar seu coração
Lembro da páscoa, da ressurreição
E falo de amor a todo o momento
Querendo atingir o seu coração!
Volte a me trazer alegria!
A me fazer chuva, mas de prazer!
Estou cansada de ser
Chuva em lágrimas do meu sofrer!
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