O que sou?
Eu não existo à luz
do crepúsculo que no fundo deixa
o espirito a vagar na imensidão
e vai interrogando a utopia do não,
despindo vaidades na cratera vulcânica
do mundo espectral.
Oh filosofia!
Que mostra longas sombras
de um deserto tentando decifrar
a miragem das minhas mãos percorrendo
o teu corpo com pinceladas de
de cores variadas formando
uma paisagem sensual.
O sabor do teu beijo atrevido
guarda o veneno do encantamento
como fogo a queimar na palha das fantasias.
Na noite escura o coração inquieto
grita não no cenário da alcova e
a sedução que escuta o som
dos teus passos... sorte traça
o caminho da solidão.
E agora, de repente, te encontrei!
Linda, sentida, e tão fora de mim.
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
SINTONIA
Quando meus olhos
fitavam olhares
que miravam felizes
o universo multiforme
aspirava ao aroma de flores.
Na pele ouriçada sentia
o orvalho que restou
da noite clara que em embalou meus sonhos.
Uma noite como tantas
de êxtase fugaz
no acaso desta vida.
Há uma intensa atividade interior
capaz de transformar o mundo
dentro e fora de mim.
Foi um dia como poucos
na razão de minha vida!
fitavam olhares
que miravam felizes
o universo multiforme
aspirava ao aroma de flores.
Na pele ouriçada sentia
o orvalho que restou
da noite clara que em embalou meus sonhos.
Uma noite como tantas
de êxtase fugaz
no acaso desta vida.
Há uma intensa atividade interior
capaz de transformar o mundo
dentro e fora de mim.
Foi um dia como poucos
na razão de minha vida!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
MAR DOCE MAR
Levanto os olhos,
avisto lindo azul esverdeado,
airoso pelo remanso...
quebrando o silêncio do horizonte
que reverbera uma canção
no fluxo e refluxo das ondas,
assim é o mar de Florianópolis
de águas férteis, de peixes, ostras,
espelho translúcido das estrelas
O mar ao crepúsculo
é um sereno vôo,
o leve assédio em cantos
que rompem na retina uma ilusão ótica,
mais que o azul etéreo,
são espumas flutuantes
que brotam versos ao cair da tarde
que guardam em si segredos de vidas,
sonhos e esperanças
E vem a noite...
a natureza abraça o mar
que é água prata carregada de encantos,
torrente prometida ao som de Mozart
que só os românticos vivem
extasiados
o som nostálgico
Eu eu minha amada
andávamos pela praia de Jurerê
pedindo ao mar e ao ar do mar
que as brumas do amanhecer,
no auge dos beijos ardentes,
fossem sempre a chama aquecida
de todos os êxtases.
avisto lindo azul esverdeado,
airoso pelo remanso...
quebrando o silêncio do horizonte
que reverbera uma canção
no fluxo e refluxo das ondas,
assim é o mar de Florianópolis
de águas férteis, de peixes, ostras,
espelho translúcido das estrelas
O mar ao crepúsculo
é um sereno vôo,
o leve assédio em cantos
que rompem na retina uma ilusão ótica,
mais que o azul etéreo,
são espumas flutuantes
que brotam versos ao cair da tarde
que guardam em si segredos de vidas,
sonhos e esperanças
E vem a noite...
a natureza abraça o mar
que é água prata carregada de encantos,
torrente prometida ao som de Mozart
que só os românticos vivem
extasiados
o som nostálgico
Eu eu minha amada
andávamos pela praia de Jurerê
pedindo ao mar e ao ar do mar
que as brumas do amanhecer,
no auge dos beijos ardentes,
fossem sempre a chama aquecida
de todos os êxtases.
sábado, 30 de agosto de 2008
VEREDAS DE FANTASIAS
Aqui... da minha varanda,onde vejo refletir do cotidiano,pensamentos flutuamprocurando respostasna trajetória sussurrante das estrelasVultos caminhamalmas que voamsem saber por que peregrinamnas veredas das fantasiasReclamei do silêncio, uma voz doce e musicalapareceu dos céus,vestiu-se de nostalgia,vibrou na minha poesiatirou meu verso do nadaHoje, neste dia claro e lindoeu queria estar com você,sem falar, sem saber nadanem perguntar por que,mistério, vontade e magiaSó queria me envolver nos teusbraços aos ternos abraçoscomo agora faz o vento.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
ALEGORIAS DE AMOR
No jardim da nossa casa
as violetas medram ao cair
o fio azul da chuva
Ao som da música de Eros
emerge um beijo ao ritmo
da volúpia que eletriza
o tesão
O fogo alastra-se cada vez
mais íntimo ao aquecer o
ventre de uma deusa tecendo
movimentos sensuais de
atrevida lubricidade
Mãos que se encontram amantes
ao bramir a auréola dos
seios sugados que extasia
Quantas coisas acontecem
na alcova que guarda todas as
pulsações de um amor que
ousa transgredir sem medo
de ser feliz.
as violetas medram ao cair
o fio azul da chuva
Ao som da música de Eros
emerge um beijo ao ritmo
da volúpia que eletriza
o tesão
O fogo alastra-se cada vez
mais íntimo ao aquecer o
ventre de uma deusa tecendo
movimentos sensuais de
atrevida lubricidade
Mãos que se encontram amantes
ao bramir a auréola dos
seios sugados que extasia
Quantas coisas acontecem
na alcova que guarda todas as
pulsações de um amor que
ousa transgredir sem medo
de ser feliz.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
APOTEOSE AO AMOR
Meu infinito amor,
um sonho lúbrico em êxtase...
embriagou-me
Imerso em candura vivi,
intensamente,
um delírio de amor
De repente,
sua mão
namorando minha mão,
seus olhos
fitando meus olhos, brilhantes,
senti o pulsar
de seu coração em chamas
Que importa palavras
se o vento as leva,
importa, sim,
que o sol ilumine nossas vidas,
fundindo nossos sonhos
num só sonho
Teu rastro coberto
de filigranas de luares,
deixou na minha alma
a luminosidade dos astros e
uma carícia
que alucina um querer tão lindo e
faz vibrar
meu coração enternecido
Espero-te sempre a cada anoitecer
como se fosse um novo recomeçar
Ao som musical destes versos,
quero que saibas
que és meu único amor!
um sonho lúbrico em êxtase...
embriagou-me
Imerso em candura vivi,
intensamente,
um delírio de amor
De repente,
sua mão
namorando minha mão,
seus olhos
fitando meus olhos, brilhantes,
senti o pulsar
de seu coração em chamas
Que importa palavras
se o vento as leva,
importa, sim,
que o sol ilumine nossas vidas,
fundindo nossos sonhos
num só sonho
Teu rastro coberto
de filigranas de luares,
deixou na minha alma
a luminosidade dos astros e
uma carícia
que alucina um querer tão lindo e
faz vibrar
meu coração enternecido
Espero-te sempre a cada anoitecer
como se fosse um novo recomeçar
Ao som musical destes versos,
quero que saibas
que és meu único amor!
quarta-feira, 2 de abril de 2008
NÓS DOIS
Tensão molecular de excitação
nossos corpos explodem de tesão,
racionaliza desejos em rotação acelerada
e a alcova é o caminho exalando um cheiro
de cio que nós magnetiza.
nossos corpos explodem de tesão,
racionaliza desejos em rotação acelerada
e a alcova é o caminho exalando um cheiro
de cio que nós magnetiza.
domingo, 9 de março de 2008
MEU JEITO DE AMAR
Não há dissonâncias no meu jeito de amar.Não há o pranto contido, sustido, se não palavras sonoras que ecoam no universo do amor.Não há pagamentos, nem arrependimentosdiante do mundo, da realidade, das fantasias e dos sonhos perante o meu céu.Quando nos completamos os olhos brilhamos lábios sorriem e carrego o teu ser.Sei que quando a amo o rosto inunda éporque houve o doce acalanto da entrega,o sexo arde no teu ventre e o vento sussurraem teus ouvidos... te quero.Meu jeito de amar apaga esta enorme angústiade pensar que um dia poderei... perder-te.Cinzela as marcas do toque deixadas em tua pele grafadas nas páginas do livro do nosso amor.
domingo, 13 de janeiro de 2008
BRUMA OUTONAL
Trago-te nas mãos o charme de uma rosa,
na boca, beijos de chocolate, pimenta e mel,
cobertos pelo êxtase.
No olhar, labaredas estelares, desejos ardentes em
carinhoso frenesi.
A simétrica miragem poética sussurra versos místicos,
interagindo meus desejos com os teus.
Trago-te o gosto de sal, rastros de vida e da luz
verde do mar.
Espero-te todas as manhãs para caminhar nas cálidas
areias banhadas pela altivez das ondas... até nossos
corpos se fundirem num só corpo, tecendo cortinas
de brumas para decorar sóis de futuros outonos.
na boca, beijos de chocolate, pimenta e mel,
cobertos pelo êxtase.
No olhar, labaredas estelares, desejos ardentes em
carinhoso frenesi.
A simétrica miragem poética sussurra versos místicos,
interagindo meus desejos com os teus.
Trago-te o gosto de sal, rastros de vida e da luz
verde do mar.
Espero-te todas as manhãs para caminhar nas cálidas
areias banhadas pela altivez das ondas... até nossos
corpos se fundirem num só corpo, tecendo cortinas
de brumas para decorar sóis de futuros outonos.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
POEMA AO AMOR
Os versos envolventes,
cantam na poesia verdades absolutas
temperados pelos delírios aflitos do poeta
que esvoaçam o sopro rodopiando de prazer
no olhar amoroso.
O amor não pode ficar acorrentado
nas gavetas do tempo
calado, preso,
tem que correr nas veias
e expressar todos os sentimentos
com suprema intensidade.
cantam na poesia verdades absolutas
temperados pelos delírios aflitos do poeta
que esvoaçam o sopro rodopiando de prazer
no olhar amoroso.
O amor não pode ficar acorrentado
nas gavetas do tempo
calado, preso,
tem que correr nas veias
e expressar todos os sentimentos
com suprema intensidade.
sábado, 6 de outubro de 2007
UM DIA
Um dia apenas,
um dia... que valeu,
tanta alegria por uma paixão,
por um amor.
Um dia...
daqueles momentos de ilusão
uma saudade crescia, paraiva no ar
e você não aparecia.
Um dia...
até o vento chorou
e as noites pareciam mais frias,
abrigou-se o sol entre nuvens cinzentas.
Na tarde sonolenta de tédio,
os pássaros calaram,
os botões de rosas avelhentados
cobriram o chão
com marcas pisadas de alguém que se foi,
por um amor, por uma paixão.
Restou apenas uma lágrima,
o silêncio,
a claridade atrás da penumbra do quarto.
E nada mais!
Um dia apenas,
um dia...
um dia... que valeu,
tanta alegria por uma paixão,
por um amor.
Um dia...
daqueles momentos de ilusão
uma saudade crescia, paraiva no ar
e você não aparecia.
Um dia...
até o vento chorou
e as noites pareciam mais frias,
abrigou-se o sol entre nuvens cinzentas.
Na tarde sonolenta de tédio,
os pássaros calaram,
os botões de rosas avelhentados
cobriram o chão
com marcas pisadas de alguém que se foi,
por um amor, por uma paixão.
Restou apenas uma lágrima,
o silêncio,
a claridade atrás da penumbra do quarto.
E nada mais!
Um dia apenas,
um dia...
terça-feira, 4 de setembro de 2007
POEMA AO BEIJO
Os beijos beijados têm cheiro de amor,
gosto de paixão....
Ah! mas os teus beijos, têm néctar de mel
São envolventes, mágicos, sedutores,
de pura emoção!
Dão-me arrepios...
Eu gosto dos beijos ardentes,
inconseqüentes, de loucuras impensadas
Sensuais, gulosos, molhados,
de sacanagens...
Porém, só de teus beijos!
gosto de paixão....
Ah! mas os teus beijos, têm néctar de mel
São envolventes, mágicos, sedutores,
de pura emoção!
Dão-me arrepios...
Eu gosto dos beijos ardentes,
inconseqüentes, de loucuras impensadas
Sensuais, gulosos, molhados,
de sacanagens...
Porém, só de teus beijos!
domingo, 5 de agosto de 2007
NOITE DE AMOR
A porta entreaberta, a cama desarrumada,
teu corpo entre lençóis,
sedas e rendas,
eis o enlevo, o desejo, o cheiro sensual.
Absorto, vago entrelinhas,
o som, o tesão e a lascívia, sou tua presa!
Falo em riste, na penumbra do quarto,
rompe o silêncio ardente e obsceno.
A luz, o carinho,
a sensação de quem perdeu o chão
entre alfombras de nuvens azuis.
Eu aqui, entregue, feliz, saciado,
com vontade de te procurar outra vez.
teu corpo entre lençóis,
sedas e rendas,
eis o enlevo, o desejo, o cheiro sensual.
Absorto, vago entrelinhas,
o som, o tesão e a lascívia, sou tua presa!
Falo em riste, na penumbra do quarto,
rompe o silêncio ardente e obsceno.
A luz, o carinho,
a sensação de quem perdeu o chão
entre alfombras de nuvens azuis.
Eu aqui, entregue, feliz, saciado,
com vontade de te procurar outra vez.
terça-feira, 3 de julho de 2007
A Solidão
A solidão se esconde
nos labirintos da alma,
no chão desenha uma rota
povoada de lamentos
A solidão é a passagem estreita
no porão das sombras
aloja-se nos meandros da aflição
A solidão transparente no rosto,
arde, queima, estremece,
cresce e multiplica o deserto,
mas não se põe à minha poesia
No íntimo por se achar no vazio
fecha a porta diante do mundo
na expressa via-crúcis das vidas
nos labirintos da alma,
no chão desenha uma rota
povoada de lamentos
A solidão é a passagem estreita
no porão das sombras
aloja-se nos meandros da aflição
A solidão transparente no rosto,
arde, queima, estremece,
cresce e multiplica o deserto,
mas não se põe à minha poesia
No íntimo por se achar no vazio
fecha a porta diante do mundo
na expressa via-crúcis das vidas
terça-feira, 8 de maio de 2007
UTOPIA DO NÃO
O que sou?
Eu não existo à luz
do crepúsculo e no fundo
do peito guarda a dor sob a estrela
vermelha da utopia.
Oh filosofia!
Que mostra longas sombras
de um deserto tentando decifrar
a miragem dos meus dedos
no teu corpo, em minha boca
o gosto do beijo ainda molhado.
O prazer maior de um coração
inquieto grita não na vasta noite
do desamor que escuta
o som dos teus passos e
a sorte traça rumo ao jardim
do nada.
Eu não existo à luz
do crepúsculo e no fundo
do peito guarda a dor sob a estrela
vermelha da utopia.
Oh filosofia!
Que mostra longas sombras
de um deserto tentando decifrar
a miragem dos meus dedos
no teu corpo, em minha boca
o gosto do beijo ainda molhado.
O prazer maior de um coração
inquieto grita não na vasta noite
do desamor que escuta
o som dos teus passos e
a sorte traça rumo ao jardim
do nada.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
ESTRELAS PULSANTES
Estrelas contaram o segredo
do teu cheiro entre nuvens
e precipitações para envolver-me
numa dança que só os amantes
alucinados de amor sabem
Meu tesão vibra quando sinto
o aroma de cio que se espalha
no espaço e tempera o sexo ardente,
borbulhando pelo ventre pulsante.
No quarto ao som sax-tenor,
despimos de todas as vestes
celestiais que nos cobriam
Trocamos carícias com olhares
cúmplices e desejos voluptuosos,
na minha boca o gosto do beijo
molhado, suado, lambido, sugado,
insiste em querer mais e mais.
do teu cheiro entre nuvens
e precipitações para envolver-me
numa dança que só os amantes
alucinados de amor sabem
Meu tesão vibra quando sinto
o aroma de cio que se espalha
no espaço e tempera o sexo ardente,
borbulhando pelo ventre pulsante.
No quarto ao som sax-tenor,
despimos de todas as vestes
celestiais que nos cobriam
Trocamos carícias com olhares
cúmplices e desejos voluptuosos,
na minha boca o gosto do beijo
molhado, suado, lambido, sugado,
insiste em querer mais e mais.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
GOSTO
Provo do gosto dos beijos teus
que esconde outros desejos
além da boca beijada.
Sinto na pele o fogo arder,
rasgar o peito,
volatizar a quimera
e ascultar o sopro das bocas
a decifrar fantasias.
Teu corpo moreno,
teu cheiro de amor excita o tesão
na gula do ventre
para saciar o furor do sexo em chamas.
que esconde outros desejos
além da boca beijada.
Sinto na pele o fogo arder,
rasgar o peito,
volatizar a quimera
e ascultar o sopro das bocas
a decifrar fantasias.
Teu corpo moreno,
teu cheiro de amor excita o tesão
na gula do ventre
para saciar o furor do sexo em chamas.
quinta-feira, 15 de março de 2007
VEREDAS DE FANTASIAS
Aqui, da minha varanda,
onde vejo refletir do cotidiano,
os pensamentos flutuam
procurando respostas
na trajetória sussurrante das estrelas
Vultos caminham
almas que voam
sem saber
por que peregrinam
nas veredas das fantasias
Reclamei do silêncio,
uma voz doce e musical
apareceu dos céus,
vestiu-se de nostalgia,
vibrou na minha poesia
tirou meu verso do nada
Hoje, neste dia claro e lindo
eu queria estar com você,
sem falar, sem saber nada,
nem perguntar porquê,
mistério, vontade e magia
Só queria me envolver nos teus
braços aos ternos abraços
como agora faz o vento
onde vejo refletir do cotidiano,
os pensamentos flutuam
procurando respostas
na trajetória sussurrante das estrelas
Vultos caminham
almas que voam
sem saber
por que peregrinam
nas veredas das fantasias
Reclamei do silêncio,
uma voz doce e musical
apareceu dos céus,
vestiu-se de nostalgia,
vibrou na minha poesia
tirou meu verso do nada
Hoje, neste dia claro e lindo
eu queria estar com você,
sem falar, sem saber nada,
nem perguntar porquê,
mistério, vontade e magia
Só queria me envolver nos teus
braços aos ternos abraços
como agora faz o vento
sexta-feira, 9 de março de 2007
INCERTEZA
Nego te esquecer
se teu nome está gravado na melodia
que ecoa nos meus ouvidos
Desejo teu corpo sensual na minha frente
em delirante frenesi
mas você insiste em esconder,
nas teias do amor,
a verdade que ilumina teu coração
Por que este gesto de incerteza
na impressão de estar só?
se teu nome está gravado na melodia
que ecoa nos meus ouvidos
Desejo teu corpo sensual na minha frente
em delirante frenesi
mas você insiste em esconder,
nas teias do amor,
a verdade que ilumina teu coração
Por que este gesto de incerteza
na impressão de estar só?
sábado, 3 de março de 2007
TERNO AMOR
Trago-te mil poemas
nas mãos,Espargindo o perfume das rosas desabrochadas.Uma euforia faz vibrar a sonoridade dos versos,Que fascina a lânguida ternura do olhar.Trago-te uma alameda de sonhos recobertapela luminosidade
dos astros,Que vêm da alma
em êxtase sereno.Há um mundo que transcende a volúpia
e a solidão,Imponderável essência só perceptível pelos deuses.Trago-te uma caravela mágica e oscilante,Para navegar no aconchego dos
abraços teus.Trago-te o sol, labaredas estelares e o colorido arco-íris,Para eternizar o meu amor no teu coração latente.Flama dentro do peito
a candidez de tê-la sempre,Hipnotizado pela luz que emana do teu querer.
nas mãos,Espargindo o perfume das rosas desabrochadas.Uma euforia faz vibrar a sonoridade dos versos,Que fascina a lânguida ternura do olhar.Trago-te uma alameda de sonhos recobertapela luminosidade
dos astros,Que vêm da alma
em êxtase sereno.Há um mundo que transcende a volúpia
e a solidão,Imponderável essência só perceptível pelos deuses.Trago-te uma caravela mágica e oscilante,Para navegar no aconchego dos
abraços teus.Trago-te o sol, labaredas estelares e o colorido arco-íris,Para eternizar o meu amor no teu coração latente.Flama dentro do peito
a candidez de tê-la sempre,Hipnotizado pela luz que emana do teu querer.
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