Mostrar mensagens com a etiqueta Márcia Jac. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Márcia Jac. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Silêncio

Quando o silêncio chega,
quando minha alma enfim sossega,
quando tudo se aquieta,
busco-te nos meus loucos desejos,
acho-te nas minhas doces lembranças,
tenho-te na paixão que me aquece,
quero-te na mais suave melodia...

No meu coração enamorado,
tua lembrança é a paz de uma vida conquistada,
a doçura de uma noite de luar, com teu amor encantada,
alegria da minha alma em luzes prateadas,
encontro de vidas por tanto tempo esperado...

No silêncio que te encontro,
o amor que sinto por ti vence a escuridão,
é um clarão de ternura dentro da noite,
chuva de estrelas em tamanha imensidão,
brisa suave a romper meu coração...

Quando penso em ti no meu silêncio,
revivo nossos momentos de carinho,
trago de volta o suave perfume das flores,
no contar e lapidar de novos amores...

Amar-te é sentir no corpo as lembranças da nossa paixão,
o murmurar do meu indolente coração,
é adormecer nos meus sonhos mais bonitos,
a espera do alegre cantar dos passarinhos,
num novo dia que vem chegando...

Por ti ser amada,
é como o silenciar dos amantes,
que envoltos na magia de sonhos delirantes,
descansam nas tranqüilas águas das nascentes...

No meu silêncio,
amo-te mais a cada momento...
Guardo de ti as doces lembranças dos teus beijos,
a serenidade de saber-te meu nos nossos desejos,
a ventura dos meus sonhos renascendo.

Amo-te tão somente, no meu silêncio...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Devolva-me, sim?

Não é que sinto falta de ti,
não é bem assim...

Sinto falta do que fui
quando um mundo de sonhos conheci,
quando contigo aprendi
que sou dona de mim...

Não é que sinto falta da tua pesença,
mentiria pra mim se te dizesse que te quero de volta...
Ouça-me bem, querido, ouça: não te quero...
Quero de volta minha alegria
aquele mundo de fantasias
que me fizestes acreditar existir... Sabes qual?

Aquele mundo irreal
nenhum igual,
que um dia quis ter e me destes, sem questionar,
se me faria te amar...
Aquele mesmo que me fizestes ver
que de ti nada poderia esperar
simplesmente por não me merecer...

Consegues me entender?
Nada quero de ti, nada...
Só que me devolvas, por não te pertencer,
a mulher que fizestes, sem querer, para a vida renascer...
Entendes a quem?
Devolva-me a mim, meu querido, sim?

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Diferente de Ti

Assim como tu,
amei, me entreguei, fui feliz
pensei ter o mundo aos meus pés,
me senti a melhor, não sentia dor
perdi o pudor,
me entreguei, fui só amor.


Assim como tu,
vi minha cama ocupada
minha vida dividida,
me perdi em desejos
entreguei meu corpo ao prazer
esqueci o que era lucidez
fui inteira e louca, senti o que era viver


Diferente de ti,
larguei mão das lembranças
apostei as saudades na esperança
me vi renascer,
respirei minhas vontades
quando tudo perdi.


E diferente de ti,
minha vida segui
enterrando o passado,
seguindo o meu coração
ao encontro de uma nova paixão
que me fizesse esquecer
de todo o amor que eu vivi

E é pena ter me enganado
e não ter encontrado o amor em ti...

domingo, 29 de junho de 2008

Nada além

Assim fui eu,
pássaro sem cor,
amor sem paixão
pecar sem perdão,
foi assim
que tudo de mim em ti se perdeu?

Assim passei pela tua vida,
sem rumo, sem leste
sem que ao menos em ti deixasse
o calor do meu corpo?
Foi pouco?
Assim que teu sonho acabou,
sem mim?

Emoções descoloridas,
lágrimas doídas
assim foi que te vi partir...
Foi esta, pequena e apagada,
triste e amargurada,
a paixão que levastes de mim?

Nada além...
Num horizonte perdido
solidão, lembranças, sofrimento vivido,
sem que eu traga no peito alguém, e sem ter a quem,
vejo o meu mundo ao chão, caído...

E o que hoje sinto,
este choro em meu leito,
o que é isto, homem,
que me cravastes no peito?

Nada além

Assim fui eu,
pássaro sem cor,
amor sem paixão
pecar sem perdão,
foi assim
que tudo de mim em ti se perdeu?

Assim passei pela tua vida,
sem rumo, sem leste
sem que ao menos em ti deixasse
o calor do meu corpo?
Foi pouco?
Assim que teu sonho acabou,
sem mim?

Emoções descoloridas,
lágrimas doídas
assim foi que te vi partir...
Foi esta, pequena e apagada,
triste e amargurada,
a paixão que levastes de mim?

Nada além...
Num horizonte perdido
solidão, lembranças, sofrimento vivido,
sem que eu traga no peito alguém, e sem ter a quem,
vejo o meu mundo ao chão, caído...

E o que hoje sinto,
este choro em meu leito,
o que é isto, homem,
que me cravastes no peito?

domingo, 15 de junho de 2008

Devolva-me, sim?

Não é que sinto falta de ti,
não é bem assim...

Sinto falta do que fui
quando um mundo de sonhos conheci,
quando contigo aprendi
que sou dona de mim...

Não é que sinto falta da tua pesença,
mentiria pra mim se te dizesse que te quero de volta...
Ouça-me bem, querido, ouça: não te quero...
Quero de volta minha alegria
aquele mundo de fantasias
que me fizestes acreditar existir... Sabes qual?

Aquele mundo irreal
nenhum igual,
que um dia quis ter e me destes, sem questionar,
se me faria te amar...
Aquele mesmo que me fizestes ver
que de ti nada poderia esperar
simplesmente por não me merecer...

Consegues me entender?
Nada quero de ti, nada...
Só que me devolvas, por não te pertencer,
a mulher que fizestes, sem querer, para a vida renascer...
Entendes a quem?
Devolva-me a mim, meu querido, sim?

sábado, 24 de maio de 2008

Silêncio

Quando o silêncio chega,
quando minha alma enfim sossega,
quando tudo se aquieta,
busco-te em meus loucos desejos,
acho-te em minhas doces lembranças,
tenho-te, paixão que me aquece,
quero-te na mais suave melodia...

No meu coração enamorado,
tua lembrança é a paz de uma vida conquistada,
a doçura de uma noite de luar, com teu amor encantada,
alegria da minh'alma, em luzes prateadas,
encontro de vidas por tanto tempo esperado...

No silêncio que te encontro,
o amor que sinto por ti vence a escuridão,
é um clarão de ternura dentro da noite,
chuva de estrelas em tamanha imensidão,
brisa suave a romper meu coração...

Quando penso em ti no meu silêncio,
revivo nossos momentos de carinho,
trago de volta o suave perfume das flores,
no contar e lapidar de novos amores...

Amar-te é sentir no corpo as lembranças da nossa paixão,
o murmurar do meu indolente coração,
adormecer nos meus sonhos mais bonitos,
à espera do alegre cantar dos passarinhos,
num novo dia que vem chegando...

Por ti ser amada,
é como o silenciar dos amantes,
que envoltos na magia de sonhos delirantes,
descansam nas tranqüilas águas das nascentes...

No meu silêncio,
amo-te mais a cada momento...
Guardo de ti doces lembranças dos teus beijos,
a serenidade de saber-te meu em nossos desejos,
a ventura dos meus sonhos renascendo.

Amo-te tão somente, no meu silêncio...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Pura Sedução

Vou e volto, me envolvo em teus delírios
deixo a imaginação se soltar, divago, viajo
te imagino comigo sem versos, em prosas
te sinto e me levo, em pura fantasia me entrego

São tuas manias a minha perdição
desejos guardados, vontades em lençóis perdidas
dança em melodias inventadas e por ti orquestradas
me deixo, aventura gostosa, sou tua , perdida em ilusão

Somos nós assim, em beijos ardentes e imaginados
abraços apertados, corpos quentes, olhares maliciosos
um jogo perigoso, pura sedução, em peles puro tesão
que nos arremessa um ao outro, nesta fome de paixão

Me entrego, és meu
e quando a luz se apaga, tudo acabou...

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Amor Desbotado

Que amor foi esse,
que me enlouqueceu,me entristeceu tanto,
me deixou perdida em sua partida,
sem que eu merecesse?

O que trouxe de verdadeiro
se de si perdera a própria raiz
se nada tinha de seu por inteiro
o que ganhou me fazendo tão infeliz?

O que poderia deixar em minha história
a não ser sua busca num viver emprestado
numa luta vencida e sem vitórias
tendo os pés presos, fincados no lodo?

Um amor desbotado e roto
sem cores ou luzes, triste e maltratado
envolto em vícios do seu próprio passado
parecendo um traje velho e desgastado


Foi um amor perdido, um amor por si desfeito,
que em mim não teve chance de recomeço.

domingo, 22 de abril de 2007

Você ou Eu

Juras, doces palavras, tanta ilusão
quem de nós dois machucou mais o coração?
Promessas, vontade de amar
um querer se apaixonar
quem mais se escondeu da paixão,
quem mais se machucou,
você ou eu?


Sei que me bastou, mas não sei se o sonho matei,
se quis me afastar ou se tudo mudou...
Só sei que valeu enquanto a emoção me ocupou,
serviu para me aproximar
para lhe querer
para me apaixonar
mas sinto que tudo acabou.


Foram sonhos, e foram tão bons,
gostosos anseios guardados em meu coração...
Mas me valeram, eu sei que sim
fui sua sem saber o que ser,
mas fui feliz.

sábado, 17 de março de 2007

Minha Força

Esta força está em mim,
abafada e medrosa,
tão pouco buscada e desacreditada,
em minha covardia sem fim...

Espero, busco onde não existe,
invento maneiras de me convencer
que na insegurança não existem matizes,
finjo não saber, por não querer ver

Deixo a mágoa entrar
nos meus dias me enfraquecendo,
covarde, sigo na busca me amargurando,
me perdendo no caminho, me fazendo entristecer

Dentro de mim, das minhas lembranças felizes,
dos dias vividos e sentidos,
do amor que conquistei dos meus filhos queridos,
está a força que preciso,
nada mais do que isto...

sexta-feira, 16 de março de 2007

medo

Sempre entrando a noite,
me pega distraída, fora da minha doída realidade,
enfraquece, amordaça, estremece,
me aniquila as vontades num imenso pesadelo,
não vem só, traz consigo minhas feridas num novelo...

Vem sem avisar, me tira o sono,
me desiquilibra, amarga o meu viver,
deixa negro o meu amanhecer,
me arrasta no próprio medo de perder

É a insegurança,
somada ao fracasso da falha,
aos erros do passado,
à imensa falta de amor,
é um tormento de dor,
fazendo que nada mais valha...

Vem preenchendo o buraco do peito,
aumentando a mágoa, corroendo por dentro,
estremecendo em choro abafado,
num mergulhar no perdido passado...

É doído, amargo como fel,
Insistente e impertinente,
apaga as estrelas, escurece o céu,
abrangente e duradouro,
que só deixa o coração da gente,
quando nos entregamos a Deus.