Como expectadores da vida alheia, julgamos diariamente os gestos e atitudes do nosso próximo. Quem diz que nunca julga, não é honesto consigo mesmo. Quando fazemos um comentário, qualquer que seja, estamos julgando. Cada vez que exprimimos uma opinião pessoal sobre alguma coisa, fato ou alguém, estabelecemos um julgamento, justo ou injusto. E quando somos nós o centro da platéia, pedimos clemência, tolerância, imploramos interiormente para que se coloquem no nosso lugar e tentem entender nossas ações ou reações. Colocar-se no lugar do outro para entendê-lo, seria entrar no seu coração e alma, sentir suas emoções, vestir sua pele. Impossível. Cada um de nós é único e mesmo aquelas pessoas que mais amamos não nos transferem suas dores tais e quais. Sentimos sim, quando sofrem, mas por nós, porque nossa própria alma se entristece. Deveríamos, todos, possuir um espelho da alma, para que pudéssemos nos olhar interiormente antes de julgarmos outras pessoas. Sentiríamos, provavelmente, vergonha dos nossos pensamentos. Por que nosso próximo é tão exposto às imperfeições, falhas, pecados, más ou boas decisões, quanto nós. Se houvesse uma câmera capaz de revelar aos outros nossos pensamentos diários, iríamos estar sempre fugindo dela. Por quê? Porque ante a possibilidade de que seja revelado nosso eu, seríamos muito mais honestos conosco. Isso nos tornaria, talvez, mais tolerantes e mais humildes. Quando alguém sofre porque está atravessando por um caminho pedregoso, dói nessa pessoa não somente a passagem por esse caminho, mas também o olhar dos outros, que condenam sem piedade, as línguas que ferem mais profundamente que facas e punhais.
As pessoas que esquecem facilmente que tiveram um passado que, mesmo se correto, nunca foi um lago de água transparente, porque puras, só as criancinhas. E ninguém pode dizer o que virá amanhã, se houver amanhã. Ninguém está ao abrigo das chuvas repentinas da vida, das torrentes que podem levar tudo, dos males que podem atingir o corpo, às vezes a mente. Apenas um minuto e tudo pode se transformar. Então... melhor exercer a tolerância, a bondade, a compaixão, antes de julgarmos se outros estão certos ou errados, se têm ou não razão. E quando a tentação for grande de olhar o que se passa com outros, bom mesmo é se lembrar do espelho que deveria retratar nossa imagem interior que pediria, certamente, compreensão. E como não sabemos o que o amanhã nos reserva, vivamos o dia de hoje com sabedoria, coração amoroso para com o próximo e olhar voltado para o Alto.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Há coisas bonitas na vida...
Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e viver do sonho.
Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
Pense nisso...
Muita paz e luz!
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e viver do sonho.
Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
Pense nisso...
Muita paz e luz!
sábado, 20 de novembro de 2010
É triste dizer adeus
É triste dizer adeus,
mas às vezes é necessário.
Não podemos prender a
nós definitivamente as pessoas
que amamos para suprir nossa
necessidade de afeto.
O amor que ama,
aprende a libertar.
Procuramos ganhar tempo
para tudo na vida.
Mas a vida,
quando chega no próprio limite,
despede-se e é esse último
adeus que é difícil de compreender e,
mais ainda, aceitar.
Possuímos um conceito
errado do amor.
Amar seria,
no seu total significado,
colocar a felicidade do outro
acima de tudo,
mas na realidade é a nossa
felicidade que levamos
em consideração.
Queremos os que amamos
perto de nós porque isso
nos completa,
nos deixa bem e seguros.
E aceitar que nos deixem é a
mais difícil de todas as coisas.
Não dizemos sempre que
queremos partir antes de
todos os que amamos?
Isso é para evitar nosso
próprio sofrimento,
nossa própria desolação.
É o amor na sua forma egoísta.
Aceitar um adeus definitivo
é uma luta.
Se as perdas acontecem
cedo demais ou de forma inesperada,
o sentimento de desamparo
é muito maior e a dor
mais prolongada.
É o incompreensível casando-se
com o inaceitável e o tudo
rasgando a alma.
Essas dores poderão se acalmar,
mas nunca se apagarão.
Mas quando a vida chega ao
final depois de primaveras e
primaveras e outonos
e mais outonos,
nada mais justo que o repouso
e aceitar a partida é uma forma
de dizer ao outro que o amamos,
apesar da falta que vai fazer.
Não podemos prender
as pessoas a nós para ter
a oportunidade de dizer tudo
o que queremos ou fazer
tudo o que podemos por elas.
De qualquer forma,
depois que se forem,
sempre nos perguntaremos se
não poderíamos ter dito ou
feito algo mais.
Mas essas questões
são inúteis.
O amor que ama integralmente
não quer ver o outro
sofrer e ele abre mão dos
próprios sentimentos para que
o destino se cumpra,
para que a vida siga seu curso.
As dores do adeus são as
mais profundas de todas.
Mas elas também amenizam-se
com o tempo e um dia,
sem culpa, voltamos a sorrir,
voltamos a abrir a janela
e descobrimos novamente
o arco-íris da vida.
Depois da tempestade
descobrimos um dia novo
e o sol brilha de
maneira diferente.
E talvez seja assim
que aprendemos a dar
valor à vida,
aos que nos cercam;
aprendemos a viver de forma
a não ter arrependimentos
depois e aproveitar ainda
mais cada segundo vivido em
companhia daqueles que
nosso coração ama.
mas às vezes é necessário.
Não podemos prender a
nós definitivamente as pessoas
que amamos para suprir nossa
necessidade de afeto.
O amor que ama,
aprende a libertar.
Procuramos ganhar tempo
para tudo na vida.
Mas a vida,
quando chega no próprio limite,
despede-se e é esse último
adeus que é difícil de compreender e,
mais ainda, aceitar.
Possuímos um conceito
errado do amor.
Amar seria,
no seu total significado,
colocar a felicidade do outro
acima de tudo,
mas na realidade é a nossa
felicidade que levamos
em consideração.
Queremos os que amamos
perto de nós porque isso
nos completa,
nos deixa bem e seguros.
E aceitar que nos deixem é a
mais difícil de todas as coisas.
Não dizemos sempre que
queremos partir antes de
todos os que amamos?
Isso é para evitar nosso
próprio sofrimento,
nossa própria desolação.
É o amor na sua forma egoísta.
Aceitar um adeus definitivo
é uma luta.
Se as perdas acontecem
cedo demais ou de forma inesperada,
o sentimento de desamparo
é muito maior e a dor
mais prolongada.
É o incompreensível casando-se
com o inaceitável e o tudo
rasgando a alma.
Essas dores poderão se acalmar,
mas nunca se apagarão.
Mas quando a vida chega ao
final depois de primaveras e
primaveras e outonos
e mais outonos,
nada mais justo que o repouso
e aceitar a partida é uma forma
de dizer ao outro que o amamos,
apesar da falta que vai fazer.
Não podemos prender
as pessoas a nós para ter
a oportunidade de dizer tudo
o que queremos ou fazer
tudo o que podemos por elas.
De qualquer forma,
depois que se forem,
sempre nos perguntaremos se
não poderíamos ter dito ou
feito algo mais.
Mas essas questões
são inúteis.
O amor que ama integralmente
não quer ver o outro
sofrer e ele abre mão dos
próprios sentimentos para que
o destino se cumpra,
para que a vida siga seu curso.
As dores do adeus são as
mais profundas de todas.
Mas elas também amenizam-se
com o tempo e um dia,
sem culpa, voltamos a sorrir,
voltamos a abrir a janela
e descobrimos novamente
o arco-íris da vida.
Depois da tempestade
descobrimos um dia novo
e o sol brilha de
maneira diferente.
E talvez seja assim
que aprendemos a dar
valor à vida,
aos que nos cercam;
aprendemos a viver de forma
a não ter arrependimentos
depois e aproveitar ainda
mais cada segundo vivido em
companhia daqueles que
nosso coração ama.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Das dores
Dores... quem nunca sentiu? Que ela seja física ou moral, que seja própria ou dos outros, que seja grande ou pequena, todos tivemos um dia nosso encontro marcado com ela.
Faz parte da vida, da busca do crescimento e do aprendizado. E ninguém morre de dor, morre até daquilo que a causa, mas não dela mesma, pois é um processo necessário ao nosso aprimoramento.
E ela muitas vezes nos faz lembrar que estamos vivos. A dor não é uma escolha, uma opção (salvo para os masoquistas!), mas a conseqüência de algo nas nossas vidas.
Em francês costuma-se dizer: "Não se faz uma omelete sem quebrar ovos" e essa é a essência e base da compreensão desse caminho necessário à nossa existência.
Poderíamos ficar sem ele? Claro!!! Mas a vida não teria o mesmo sabor. Quem já experimentou grandes dores físicas ou existenciais e se curou depois sabe perfeitamente do que estou dizendo.
Na nossa busca da felicidade a dor é apenas uma etapa. Se conseguirmos vê-la de uma maneira positiva, tudo fica mais fácil, mais coerente.
Se até o ouro precisa ser provado pelo fogo antes de mostrar-se brilhante e valioso ao mundo, que diremos nós?
Que saibamos enfrentar as provações de cabeça erguida e olhos abertos. Que possamos guardar sempre no peito a fé e esperança de que amanhã um mundo melhor nos espera.
Faz parte da vida, da busca do crescimento e do aprendizado. E ninguém morre de dor, morre até daquilo que a causa, mas não dela mesma, pois é um processo necessário ao nosso aprimoramento.
E ela muitas vezes nos faz lembrar que estamos vivos. A dor não é uma escolha, uma opção (salvo para os masoquistas!), mas a conseqüência de algo nas nossas vidas.
Em francês costuma-se dizer: "Não se faz uma omelete sem quebrar ovos" e essa é a essência e base da compreensão desse caminho necessário à nossa existência.
Poderíamos ficar sem ele? Claro!!! Mas a vida não teria o mesmo sabor. Quem já experimentou grandes dores físicas ou existenciais e se curou depois sabe perfeitamente do que estou dizendo.
Na nossa busca da felicidade a dor é apenas uma etapa. Se conseguirmos vê-la de uma maneira positiva, tudo fica mais fácil, mais coerente.
Se até o ouro precisa ser provado pelo fogo antes de mostrar-se brilhante e valioso ao mundo, que diremos nós?
Que saibamos enfrentar as provações de cabeça erguida e olhos abertos. Que possamos guardar sempre no peito a fé e esperança de que amanhã um mundo melhor nos espera.
sábado, 2 de outubro de 2010
Do coração de uma mulher
Se tivesse que abrir meu coração, eu contaria todos os segredos nele contidos, os que me confesso e os que até a mim mesma tento negar...
Eu falaria da minha esperança, das lutas, da briga por uma felicidade que eu nem sei se existe, mas que insisto em querer buscar, da minha recusa em aceitar estar presa a não ser que essa prisão seja minha própria escolha...
Eu diria, provavelmente, que essa fragilidade é apenas aparente ou que até nas horas mais fortes meu coração pede abrigo e compreensão...
Eu contaria, talvez, do orgulho que me impediu de viver horas bonitas, mas que quando olhei para trás já era tarde demais, dos meus arrependimentos, dos perdões que tive que conceder a mim mesma para continuar a levar uma vida tão normal quanto possível.
E também do meu desejo de ter filhos, criar e procurar neles meus próprios traços e da minha alegria em encontrá-los.
Eu mencionaria minha mãe, que entendi depois, quando me tornei mãe também e confessaria com orgulho o quanto a admiro e o quanto a amo.
Eu até lembraria minha infância, minhas dúvidas da adolescência, meu desejo de crescer e de continuar menina, das vezes que me senti tola e briguei comigo mesma, me fiz inúmeras promessas e que esqueci quando o coração bateu forte novamente.
Eu não conteria minhas lágrimas se tivesse que abrir meu coração, eu assumiria, beberia todas elas como bebi na taça das dores que sofri, dos amores que vi partir e dos que eu mesma abri mão.
Eu sei que há coisas que nunca aprendi e que provavelmente nunca aprenderei, sei que da vida bebi e ainda beberei, mas que sairei um dia inteira, cheia de marcas e cicatrizes, mas mais que nunca me sentirei mais mulher.
Uma mulher nunca diz tudo, há segredos que ela guarda só pra ela, que não confessa nem para a melhor amiga e é isso que a torna um ser assim tão cheio de mistérios, tão precioso, tão humano e tão excepcional.
Eu falaria da minha esperança, das lutas, da briga por uma felicidade que eu nem sei se existe, mas que insisto em querer buscar, da minha recusa em aceitar estar presa a não ser que essa prisão seja minha própria escolha...
Eu diria, provavelmente, que essa fragilidade é apenas aparente ou que até nas horas mais fortes meu coração pede abrigo e compreensão...
Eu contaria, talvez, do orgulho que me impediu de viver horas bonitas, mas que quando olhei para trás já era tarde demais, dos meus arrependimentos, dos perdões que tive que conceder a mim mesma para continuar a levar uma vida tão normal quanto possível.
E também do meu desejo de ter filhos, criar e procurar neles meus próprios traços e da minha alegria em encontrá-los.
Eu mencionaria minha mãe, que entendi depois, quando me tornei mãe também e confessaria com orgulho o quanto a admiro e o quanto a amo.
Eu até lembraria minha infância, minhas dúvidas da adolescência, meu desejo de crescer e de continuar menina, das vezes que me senti tola e briguei comigo mesma, me fiz inúmeras promessas e que esqueci quando o coração bateu forte novamente.
Eu não conteria minhas lágrimas se tivesse que abrir meu coração, eu assumiria, beberia todas elas como bebi na taça das dores que sofri, dos amores que vi partir e dos que eu mesma abri mão.
Eu sei que há coisas que nunca aprendi e que provavelmente nunca aprenderei, sei que da vida bebi e ainda beberei, mas que sairei um dia inteira, cheia de marcas e cicatrizes, mas mais que nunca me sentirei mais mulher.
Uma mulher nunca diz tudo, há segredos que ela guarda só pra ela, que não confessa nem para a melhor amiga e é isso que a torna um ser assim tão cheio de mistérios, tão precioso, tão humano e tão excepcional.
domingo, 1 de agosto de 2010
Caminhos
Na vida é impossível parar.
Mesmo quando decidimos não avançar, a vida avança.
E às vezes temos mesmo a impressão que ela corre.
E nesse nosso viver, encontramos diariamente
caminhos na nossa frente.
Em cada situação há sempre uma opção de estrada.
Escolhemos então a mais longa, mais curta,
mais fácil, mais difícil...
somos guiados por vontades, necessidades,
coração, emoções...
e na verdade nem sempre sabemos
onde nos conduzirá nossa escolha.
E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir.
Ninguém, ninguém mesmo pode ou deve ser responsável
pelas nossas escolhas.
E mesmo se damos ouvidos a um amigo, aos pais,
a escolha final e responsabilidade final
sempre será nossa.
Muitas vezes sofremos porque
escolhemos caminhos errados.
E sabemos que não há volta para as caminhadas da vida,
mas sempre teremos a opção
de dirigir nossos passos para direções diferentes.
E então uma nova escolha se dá.
Com todos os riscos possíveis.
Amar alguém, sentir amizade por alguém,
não é uma escolha.
Pelo menos não voluntária, da nossa mente.
Do coração, eu diria, pois não temos controle,
não podemos negar sentir esse amor ou essa amizade.
Mas podemos decidir seguir esse amor e essa amizade.
Isso também é uma escolha, caminho.
O importante é não parar.
Li uma vez que "água estagnada apodrece"
e penso que ninguém gostaria de viver
como água estagnada.
Devemos ser como as águas dos rios,
correndo sempre em alguma direção,
regando flores que nascem do lado,
matando sede de pássaros e homens,
desembocando em grandes mares.
E assim segue nossa vida...
Cabe a cada um a responsabilidade
da escolha diária.
E tudo o que posso dizer com certeza
de que não há erro possível na escolha,
é aquela de seguir o grande, o verdadeiro Caminho.
Para os outros, que a sabedoria esteja
no coração de cada um para que as escolhas
estejam o mais perto possível daquilo
que chamamos felicidade.
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida."
Jesus Cristo
Mesmo quando decidimos não avançar, a vida avança.
E às vezes temos mesmo a impressão que ela corre.
E nesse nosso viver, encontramos diariamente
caminhos na nossa frente.
Em cada situação há sempre uma opção de estrada.
Escolhemos então a mais longa, mais curta,
mais fácil, mais difícil...
somos guiados por vontades, necessidades,
coração, emoções...
e na verdade nem sempre sabemos
onde nos conduzirá nossa escolha.
E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir.
Ninguém, ninguém mesmo pode ou deve ser responsável
pelas nossas escolhas.
E mesmo se damos ouvidos a um amigo, aos pais,
a escolha final e responsabilidade final
sempre será nossa.
Muitas vezes sofremos porque
escolhemos caminhos errados.
E sabemos que não há volta para as caminhadas da vida,
mas sempre teremos a opção
de dirigir nossos passos para direções diferentes.
E então uma nova escolha se dá.
Com todos os riscos possíveis.
Amar alguém, sentir amizade por alguém,
não é uma escolha.
Pelo menos não voluntária, da nossa mente.
Do coração, eu diria, pois não temos controle,
não podemos negar sentir esse amor ou essa amizade.
Mas podemos decidir seguir esse amor e essa amizade.
Isso também é uma escolha, caminho.
O importante é não parar.
Li uma vez que "água estagnada apodrece"
e penso que ninguém gostaria de viver
como água estagnada.
Devemos ser como as águas dos rios,
correndo sempre em alguma direção,
regando flores que nascem do lado,
matando sede de pássaros e homens,
desembocando em grandes mares.
E assim segue nossa vida...
Cabe a cada um a responsabilidade
da escolha diária.
E tudo o que posso dizer com certeza
de que não há erro possível na escolha,
é aquela de seguir o grande, o verdadeiro Caminho.
Para os outros, que a sabedoria esteja
no coração de cada um para que as escolhas
estejam o mais perto possível daquilo
que chamamos felicidade.
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida."
Jesus Cristo
A grande escola da vida!!
Quão maravilhosa é essa grande escola da vida!
Sem as quatro paredes,
somos alunos e mestres.
Aprendemos na infância que viver é descobrir
e aprendemos na velhice que ainda temos
muito para aprender.
Aprendemos na adolescência dolorosamente
com os muros do não que toda liberdade
tem o seu preço.
Aprendemos com a morte que a vida é valiosa
e com as flores que a vida aqui não é eterna.
Aprendemos quando negamos e quando nos negam.
Quando estamos felizes ou quando o mundo
desaba sobre nossa cabeça.
Aprendemos que somos fortes e que ser humilde
não é aceitar a dor de cabeça baixa como
uma fatalidade do destino,
mas tirar dela todas as lições para
um recomeço ainda melhor.
As alegrias nos ensinam que a vida vale a pena
e as tristezas que os momentos felizes são
tão preciosos quanto a água em momentos de sede.
As guerras nos ensinam o valor da paz,
a fome o valor do pouco,
as catástrofes o da solidariedade,
as diferenças o da compreensão e da tolerância.
A solidão nos ensina a inestimável
graça de se ter alguém do lado e as multidões
que de vez em quando faz bem se estar consigo mesmo.
É quando perdemos que valorizamos o que temos.
Foi através do Calvário que Deus
nos ensinou o amor e o valor do perdão.
Foi com suor e sangue que nos mostrou que
não há um fim se o homem ainda crê que existe
uma saída e que a vida,
por mais dolorosa que seja,
é apenas uma ponte entre o agora e a eternidade.
Quem crê nisso vive e viverá.
Sem as quatro paredes,
somos alunos e mestres.
Aprendemos na infância que viver é descobrir
e aprendemos na velhice que ainda temos
muito para aprender.
Aprendemos na adolescência dolorosamente
com os muros do não que toda liberdade
tem o seu preço.
Aprendemos com a morte que a vida é valiosa
e com as flores que a vida aqui não é eterna.
Aprendemos quando negamos e quando nos negam.
Quando estamos felizes ou quando o mundo
desaba sobre nossa cabeça.
Aprendemos que somos fortes e que ser humilde
não é aceitar a dor de cabeça baixa como
uma fatalidade do destino,
mas tirar dela todas as lições para
um recomeço ainda melhor.
As alegrias nos ensinam que a vida vale a pena
e as tristezas que os momentos felizes são
tão preciosos quanto a água em momentos de sede.
As guerras nos ensinam o valor da paz,
a fome o valor do pouco,
as catástrofes o da solidariedade,
as diferenças o da compreensão e da tolerância.
A solidão nos ensina a inestimável
graça de se ter alguém do lado e as multidões
que de vez em quando faz bem se estar consigo mesmo.
É quando perdemos que valorizamos o que temos.
Foi através do Calvário que Deus
nos ensinou o amor e o valor do perdão.
Foi com suor e sangue que nos mostrou que
não há um fim se o homem ainda crê que existe
uma saída e que a vida,
por mais dolorosa que seja,
é apenas uma ponte entre o agora e a eternidade.
Quem crê nisso vive e viverá.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Se o amor pudesse gritar
Não sei dizer se é a falta do tempo, ou não querer perdê-lo, que nos leva a buscar coisas
prontas ou pelo menos que nos dêem o menos trabalho possível.
É como se quiséssemos cortar caminho para chegar ao mesmo ponto que o coração visa.
No nosso relacionamento com outras pessoas temos também uma certa tendência a, ao
invés de construir relações, querer encontrar coisas feitas, situações prontas e que nos
dêem segurança.
Construir significa ter trabalho, empenhar-se, dar de si e, por que não, ceder e
perder-se um pouco na busca de um encontro profundo.
Nos lamentamos pelo que não foi construído para nós e nos esquecemos do nosso poder
de reparar, recuperar e reconstruir.
Se temos um sonho, por que esperar que outros ponham as escadas no caminho para que
subamos às nuvens?
Colocando, nós, cada degrau, saberemos onde estaremos pisando.
Aquilo que exige de nós tempo e esforço merecerá uma alegria muito maior no dia da conquista.
Uma das histórias reais e mais bonitas que conheço é essa dessa filha que foi abandonada
pela mãe quando criança.
Ela cresceu com o sonho de ter uma mãe e já na idade adulta procurou pela mesma,
colocando de lado todos os porquês de tanto abandono, de tantos anos de dor e solidão.
Ela "decidiu" ter a mãe e tem.
Cuida dela como se fosse a flor mais linda e preciosa do mundo, por que ela conhece o
que é desejar e não ter e escolheu não viver a vida lamentando-se pelo tempo perdido.
Constrói álbuns à partir do tempo que recuperou, vai acumulando lembranças para o dia do
amanhã e saudade sincera para o possível dia da partida.
Penso que abençoada é essa mãe e preciosa é essa filha. Precioso é esse ser humano.
Nossas razões nos colocam limitações.
Os erros alheios nos parecem imperdoáveis e punidos somos nós pela rejeição da
construção de uma vida diferente e nova, os quais seríamos o arquiteto, pedreiro e
feliz proprietário.
Quando deixamos de falar com uma pessoa porque nosso coração ficou ferido, vamos colocando
a felicidade num passo a frente e aquele momento de zanga fica perdido.
Se tínhamos dez oportunidades de sermos felizes, teremos apenas nove porque nosso
coração foi orgulhoso demais e isso falou mais alto.
Toda felicidade não é utopia.
Utopia é pensar que permanecendo na nossa dureza e guardando nossas razões estaremos
ganhando alguma coisa.
Sonhos não são quimeras, são desejos que nosso coração pode realizar.
Se o amor pudesse sempre gritar, se ele pudesse segurar nosso rosto para a direção
do sol e das flores, seríamos mais felizes, menos sérios, menos graves, mais leves,
mais próximos do céu.
prontas ou pelo menos que nos dêem o menos trabalho possível.
É como se quiséssemos cortar caminho para chegar ao mesmo ponto que o coração visa.
No nosso relacionamento com outras pessoas temos também uma certa tendência a, ao
invés de construir relações, querer encontrar coisas feitas, situações prontas e que nos
dêem segurança.
Construir significa ter trabalho, empenhar-se, dar de si e, por que não, ceder e
perder-se um pouco na busca de um encontro profundo.
Nos lamentamos pelo que não foi construído para nós e nos esquecemos do nosso poder
de reparar, recuperar e reconstruir.
Se temos um sonho, por que esperar que outros ponham as escadas no caminho para que
subamos às nuvens?
Colocando, nós, cada degrau, saberemos onde estaremos pisando.
Aquilo que exige de nós tempo e esforço merecerá uma alegria muito maior no dia da conquista.
Uma das histórias reais e mais bonitas que conheço é essa dessa filha que foi abandonada
pela mãe quando criança.
Ela cresceu com o sonho de ter uma mãe e já na idade adulta procurou pela mesma,
colocando de lado todos os porquês de tanto abandono, de tantos anos de dor e solidão.
Ela "decidiu" ter a mãe e tem.
Cuida dela como se fosse a flor mais linda e preciosa do mundo, por que ela conhece o
que é desejar e não ter e escolheu não viver a vida lamentando-se pelo tempo perdido.
Constrói álbuns à partir do tempo que recuperou, vai acumulando lembranças para o dia do
amanhã e saudade sincera para o possível dia da partida.
Penso que abençoada é essa mãe e preciosa é essa filha. Precioso é esse ser humano.
Nossas razões nos colocam limitações.
Os erros alheios nos parecem imperdoáveis e punidos somos nós pela rejeição da
construção de uma vida diferente e nova, os quais seríamos o arquiteto, pedreiro e
feliz proprietário.
Quando deixamos de falar com uma pessoa porque nosso coração ficou ferido, vamos colocando
a felicidade num passo a frente e aquele momento de zanga fica perdido.
Se tínhamos dez oportunidades de sermos felizes, teremos apenas nove porque nosso
coração foi orgulhoso demais e isso falou mais alto.
Toda felicidade não é utopia.
Utopia é pensar que permanecendo na nossa dureza e guardando nossas razões estaremos
ganhando alguma coisa.
Sonhos não são quimeras, são desejos que nosso coração pode realizar.
Se o amor pudesse sempre gritar, se ele pudesse segurar nosso rosto para a direção
do sol e das flores, seríamos mais felizes, menos sérios, menos graves, mais leves,
mais próximos do céu.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Há coisas bonitas na vida...
Há coisas bonitas na vida.
Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e viver do sonho.
Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
Bonitas são as coisas vindas do interior, as palavras simples, sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro, o brilho dos olhos...
Bonito é o dia de sol depois da noite chuvosa ou as noites enluaradas de verão em que todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu e dar de presente ao amigo, amiga, namorado...
Bonito é achar a poesia do vento, das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade e deixar que as lágrimas rolem sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é gostar da vida e viver do sonho.
Bonito é ser realista sem ser cruel, é acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar sendo gente em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Caminhos
Na vida é impossível parar.
Mesmo quando decidimos não avançar, a vida avança.
E às vezes temos mesmo a impressão que ela corre.
E nesse nosso viver, encontramos diariamente
caminhos na nossa frente.
Em cada situação há sempre uma opção de estrada.
Escolhemos então a mais longa, mais curta,
mais fácil, mais difícil...
somos guiados por vontades, necessidades,
coração, emoções...
e na verdade nem sempre sabemos
onde nos conduzirá nossa escolha.
E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir.
Ninguém, ninguém mesmo pode ou deve ser responsável
pelas nossas escolhas.
E mesmo se damos ouvidos a um amigo, aos pais,
a escolha final e responsabilidade final
sempre será nossa.
Muitas vezes sofremos porque
escolhemos caminhos errados.
E sabemos que não há volta para as caminhadas da vida,
mas sempre teremos a opção
de dirigir nossos passos para direções diferentes.
E então uma nova escolha se dá.
Com todos os riscos possíveis.
Amar alguém, sentir amizade por alguém,
não é uma escolha.
Pelo menos não voluntária, da nossa mente.
Do coração, eu diria, pois não temos controle,
não podemos negar sentir esse amor ou essa amizade.
Mas podemos decidir seguir esse amor e essa amizade.
Isso também é uma escolha, caminho.
O importante é não parar.
Li uma vez que "água estagnada apodrece"
e penso que ninguém gostaria de viver
como água estagnada.
Devemos ser como as águas dos rios,
correndo sempre em alguma direção,
regando flores que nascem do lado,
matando sede de pássaros e homens,
desembocando em grandes mares.
E assim segue nossa vida...
Cabe a cada um a responsabilidade
da escolha diária.
E tudo o que posso dizer com certeza
de que não há erro possível na escolha,
é aquela de seguir o grande, o verdadeiro Caminho.
Para os outros, que a sabedoria esteja
no coração de cada um para que as escolhas
estejam o mais perto possível daquilo
que chamamos felicidade.
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida."
Jesus Cristo
Mesmo quando decidimos não avançar, a vida avança.
E às vezes temos mesmo a impressão que ela corre.
E nesse nosso viver, encontramos diariamente
caminhos na nossa frente.
Em cada situação há sempre uma opção de estrada.
Escolhemos então a mais longa, mais curta,
mais fácil, mais difícil...
somos guiados por vontades, necessidades,
coração, emoções...
e na verdade nem sempre sabemos
onde nos conduzirá nossa escolha.
E é preciso a cada dia, cada passo, seguir e assumir.
Ninguém, ninguém mesmo pode ou deve ser responsável
pelas nossas escolhas.
E mesmo se damos ouvidos a um amigo, aos pais,
a escolha final e responsabilidade final
sempre será nossa.
Muitas vezes sofremos porque
escolhemos caminhos errados.
E sabemos que não há volta para as caminhadas da vida,
mas sempre teremos a opção
de dirigir nossos passos para direções diferentes.
E então uma nova escolha se dá.
Com todos os riscos possíveis.
Amar alguém, sentir amizade por alguém,
não é uma escolha.
Pelo menos não voluntária, da nossa mente.
Do coração, eu diria, pois não temos controle,
não podemos negar sentir esse amor ou essa amizade.
Mas podemos decidir seguir esse amor e essa amizade.
Isso também é uma escolha, caminho.
O importante é não parar.
Li uma vez que "água estagnada apodrece"
e penso que ninguém gostaria de viver
como água estagnada.
Devemos ser como as águas dos rios,
correndo sempre em alguma direção,
regando flores que nascem do lado,
matando sede de pássaros e homens,
desembocando em grandes mares.
E assim segue nossa vida...
Cabe a cada um a responsabilidade
da escolha diária.
E tudo o que posso dizer com certeza
de que não há erro possível na escolha,
é aquela de seguir o grande, o verdadeiro Caminho.
Para os outros, que a sabedoria esteja
no coração de cada um para que as escolhas
estejam o mais perto possível daquilo
que chamamos felicidade.
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida."
Jesus Cristo
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Há coisas bonitas na vida
Bonitas são as coisas vindas do interior,
as palavras simples,
sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro,
o brilho dos olhos ...
Bonito é o dia de sol
depois de noite chuvosa
ou as noites enluaradas, de verão
quando todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu
e dar de presente
ao amigo, amiga, ao namorado...
Bonito é olhar a poesia do vento,
das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade,
e deixar as lágrimas rolarem
sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é ser realista, sem ser cruel,
e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar a ser gente,
em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
as palavras simples,
sinceras e significativas.
Bonito é o sorriso que vem de dentro,
o brilho dos olhos ...
Bonito é o dia de sol
depois de noite chuvosa
ou as noites enluaradas, de verão
quando todos saem de casa.
Bonito é procurar estrelas no céu
e dar de presente
ao amigo, amiga, ao namorado...
Bonito é olhar a poesia do vento,
das flores e das crianças.
Bonito é chorar quando se sentir vontade,
e deixar as lágrimas rolarem
sem vergonha ou medo de crítica.
Bonito é ser realista, sem ser cruel,
e acreditar na beleza de todas as coisas.
Bonito é a gente continuar a ser gente,
em quaisquer situações.
Bonito é você ser você.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Adeus ano velho!!!
É tempo de preparar as bagagens, pois daqui a algumas horas o próximo trem chega à última estação.
Com cuidado vamos selecionando o que queremos carregar. Outras coisas nos seguirão, independentes de nós. Estão impregnadas na nossa pele e qualquer que seja o próximo caminho, nos acompanharão. E é bom que assim seja!
Essas coisas, freqüentemente doloridas, serão nossos sinais de atenção para os próximos passos, nossa febre nos alertando que devemos ter cuidado. São as benditas dores que nos tornam pessoas reais e humanas, sensíveis e verdadeiras.
Vamos colocar nessa mala, voluntariamente, nossos mais doces momentos, mesmo se passados.
Do nosso lado, nossos amigos mais queridos: os antigos, os novos, os que estão chegando e a lembrança dos que partiram.
Traremos ainda nessa mala nossas roupas mais bonitas e aquelas que contam histórias. Ninguém duvida que certas roupas contam histórias, da mesma forma que os perfumes e as músicas.
Traremos no coração os lugares que pisamos e, se não deixamos nossas marcas, carregamos em nós as marcas deles.
Traremos, sobretudo, nosso coração, vivido, quebrado e recolado, mas ainda inteiro, palpitante!
Nada de lágrimas! Elas ficarão escondidas para as grandes ocasiões e chegarão nos momentos oportunos, desejadas ou não. E nos trarão a calma dos grandes rios quando precisarmos recuperar forças para continuar o caminho.
Fecharemos então essa mala com alegria e a selaremos com ação de graças, pois tudo o que foi e tudo o que vem é para nosso crescimento.
Que possamos encontrar em tudo e em cada coisa o ponto positivo que vai nos mostrar que vale a pena ainda seguir.
E que, acima de todas as coisas, seja o Senhor nosso maior companheiro de viagem. É a mais linda forma de nunca nos sentirmos sós!
Com cuidado vamos selecionando o que queremos carregar. Outras coisas nos seguirão, independentes de nós. Estão impregnadas na nossa pele e qualquer que seja o próximo caminho, nos acompanharão. E é bom que assim seja!
Essas coisas, freqüentemente doloridas, serão nossos sinais de atenção para os próximos passos, nossa febre nos alertando que devemos ter cuidado. São as benditas dores que nos tornam pessoas reais e humanas, sensíveis e verdadeiras.
Vamos colocar nessa mala, voluntariamente, nossos mais doces momentos, mesmo se passados.
Do nosso lado, nossos amigos mais queridos: os antigos, os novos, os que estão chegando e a lembrança dos que partiram.
Traremos ainda nessa mala nossas roupas mais bonitas e aquelas que contam histórias. Ninguém duvida que certas roupas contam histórias, da mesma forma que os perfumes e as músicas.
Traremos no coração os lugares que pisamos e, se não deixamos nossas marcas, carregamos em nós as marcas deles.
Traremos, sobretudo, nosso coração, vivido, quebrado e recolado, mas ainda inteiro, palpitante!
Nada de lágrimas! Elas ficarão escondidas para as grandes ocasiões e chegarão nos momentos oportunos, desejadas ou não. E nos trarão a calma dos grandes rios quando precisarmos recuperar forças para continuar o caminho.
Fecharemos então essa mala com alegria e a selaremos com ação de graças, pois tudo o que foi e tudo o que vem é para nosso crescimento.
Que possamos encontrar em tudo e em cada coisa o ponto positivo que vai nos mostrar que vale a pena ainda seguir.
E que, acima de todas as coisas, seja o Senhor nosso maior companheiro de viagem. É a mais linda forma de nunca nos sentirmos sós!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
A ponte da indiferença
As pessoas hesitam atravessar a ponte da indiferença porque temem o encontro com a própria dor ou condição.
Nos imaginamos sempre jovens, bonitos, saudáveis e completos. Não imaginamos as perdas, a solidão, a velhice, a invisibilidade diante de uma sociedade que prefere fazer-se cega.
O "isso só acontece com os outros" toca mais nosso coração que o "e se fosse comigo? E se fosse eu a ter perdido uma perna, o emprego, o amor ou minha dignidade?"
Se os corações conseguissem criar asas de vez em quando e colocar-se no lugar do outro, eles seriam mais abertos, menos cerrados e mais receptivos. Eles teriam olhos, ouvidos atentos, braços imensamente longos.
Evitamos os caminhos pedregosos, evitamos as situações impossíveis e as lágrimas alheias. Pensamos que não somos responsáveis pelos males da sociedade e por isso mesmo não devemos nos envolver. Nunca nos vemos desse lado da ponte onde carências existem e nem nos passa pela cabeça que o fio que separa um lado do outro seja tão ínfimo, tão frágil, tão delicado.
Colocar-se no lugar do outro dói menos que estar no lugar dele. Mas nem essa linha queremos atravessar!...
Se o fizéssemos haveria menos solidão, mais compreensão, menos suicídios, mais esperança, menos marginalização e uma possibilidade muito maior de um dia, se por acaso estivermos, pelos contrários da vida, do outro lado, uma mão estendida na nossa direção.
Nos imaginamos sempre jovens, bonitos, saudáveis e completos. Não imaginamos as perdas, a solidão, a velhice, a invisibilidade diante de uma sociedade que prefere fazer-se cega.
O "isso só acontece com os outros" toca mais nosso coração que o "e se fosse comigo? E se fosse eu a ter perdido uma perna, o emprego, o amor ou minha dignidade?"
Se os corações conseguissem criar asas de vez em quando e colocar-se no lugar do outro, eles seriam mais abertos, menos cerrados e mais receptivos. Eles teriam olhos, ouvidos atentos, braços imensamente longos.
Evitamos os caminhos pedregosos, evitamos as situações impossíveis e as lágrimas alheias. Pensamos que não somos responsáveis pelos males da sociedade e por isso mesmo não devemos nos envolver. Nunca nos vemos desse lado da ponte onde carências existem e nem nos passa pela cabeça que o fio que separa um lado do outro seja tão ínfimo, tão frágil, tão delicado.
Colocar-se no lugar do outro dói menos que estar no lugar dele. Mas nem essa linha queremos atravessar!...
Se o fizéssemos haveria menos solidão, mais compreensão, menos suicídios, mais esperança, menos marginalização e uma possibilidade muito maior de um dia, se por acaso estivermos, pelos contrários da vida, do outro lado, uma mão estendida na nossa direção.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Tire as suas sandálias
Conta a Bíblia que virando-se Moisés para Deus, Este lhe disse: - tire as suas sandálias, pois o lugar em que você está é terra santa.
E eu me pergunto de que maneira estamos entrando no período em que o Salvador do mundo fez-se homem entre os homens.
Natal deve ser um período santo, pois relembramos que o Filho do Homem veio ao mundo para dar ao mundo a chave da reconciliação com tudo o que é santo e sagrado.
Neste natal tire as sandálias da indiferença, o pó das velhas mágoas, as nódoas das tristezas, a perturbação das incertezas.
Acolha o perdão no seu coração e distribua com quem precisa dele. Perfume-se de ternura e alimente sua alma dos mais gostosos frutos do espírito:
amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. São esses os presentes que Jesus nos deixou.
Deus não solicita presentes, mas deseja nossa presença e que estejamos inteiros e felizes, em paz com o mundo e com Ele.
Pois então, nesse Natal, tire as suas sandálias, pois o período que você entra é período santo e é somente santificando-nos que podemos ter um real encontro com o Filho de Deus.
E eu me pergunto de que maneira estamos entrando no período em que o Salvador do mundo fez-se homem entre os homens.
Natal deve ser um período santo, pois relembramos que o Filho do Homem veio ao mundo para dar ao mundo a chave da reconciliação com tudo o que é santo e sagrado.
Neste natal tire as sandálias da indiferença, o pó das velhas mágoas, as nódoas das tristezas, a perturbação das incertezas.
Acolha o perdão no seu coração e distribua com quem precisa dele. Perfume-se de ternura e alimente sua alma dos mais gostosos frutos do espírito:
amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. São esses os presentes que Jesus nos deixou.
Deus não solicita presentes, mas deseja nossa presença e que estejamos inteiros e felizes, em paz com o mundo e com Ele.
Pois então, nesse Natal, tire as suas sandálias, pois o período que você entra é período santo e é somente santificando-nos que podemos ter um real encontro com o Filho de Deus.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Um mais um
O que dói em muita gente no Natal é a sensação de solidão que ele pode provocar em muitos corações. Não o Natal em si, mas o fato de que é um período em que muitos se reúnem, se encontram e se reencontram, se presenteiam e outros continuam sozinhos.
As pessoas mais sensíveis começam a olhar o mundo e não podem impedir que o próprio coração doa. A solidão sempre existiu e provavelmente sempre existirá para muitos, o que quer que façamos. Porém, se não podemos mudar o mundo, podemos mudar o mundo de alguém.
É sabido que uma mais um é igual a dois. E duas pessoas sozinhas que se unem, acabam com a solidão. Várias pessoas sozinhas que se juntam, fazem uma verdadeira festa.
Nesse Natal, acabe com a solidão de pelo menos uma pessoa: convide-a para estar com você.
Natal é festa de família sim. Mas que somos nós nesse mundo senão uma grande família com um mesmo Deus-Pai?
Todo o ouro do mundo não vale o valor de quando oferecemos nosso coração.
As pessoas mais sensíveis começam a olhar o mundo e não podem impedir que o próprio coração doa. A solidão sempre existiu e provavelmente sempre existirá para muitos, o que quer que façamos. Porém, se não podemos mudar o mundo, podemos mudar o mundo de alguém.
É sabido que uma mais um é igual a dois. E duas pessoas sozinhas que se unem, acabam com a solidão. Várias pessoas sozinhas que se juntam, fazem uma verdadeira festa.
Nesse Natal, acabe com a solidão de pelo menos uma pessoa: convide-a para estar com você.
Natal é festa de família sim. Mas que somos nós nesse mundo senão uma grande família com um mesmo Deus-Pai?
Todo o ouro do mundo não vale o valor de quando oferecemos nosso coração.
UM MAIS UM.
De tantas e tantas dores espalhadas por aí, uma das que mais doem é a da solidão.
Dói assim tanto, que quanto mais a gente chora, mais ela dói.
E quanto mais dói, mais nos isola.
O mundo sofre de solidão. Ah, sim, sofre!
Todo mundo anda tão preocupado com as doenças ditas modernas e que se espalham a uma velocidade assustadora, mas poucos pensam nessa doença que nem matar, mata, mas isola.
E ela é tão devastadora quanto qualquer outra, mas de maneira diferente.
As pessoas até disfarçam trancadas em suas casas ou seus apartamentos, diante de um computador, onde as amizades virtuais tomam um lugar de suma importância.
É que há muitos solitários se amparando, até mesmo sem saber.
Mas é no momento de ir dormir que sentem essa dor que vai corroendo o peito e ficam torcendo para o sono chegar logo.
Não inventaram um remédio para acabar com a solidão.
É que não precisa, pois ele sempre existiu.
É suficiente pensar um pouquinho em quem está do lado, quem não tem ninguém, quem viveu, se deu e fica esperando ainda da vida o retorno... quem quer contar histórias, mas não encontra ninguém com tempo o paciência para ouvir... quem a vida podou de pais, filhos, irmãos... há em torno de cada um de nós alguém assim, quando não somos, nós mesmos, aquela pessoa que está precisando tanto de uma mão que aperte a nossa.
Não é preciso conhecer matemática para sabermos que um mais um fazem dois e, mais ainda: um triste mais um triste podem fazer dois felizes.
Oferecer a alguém a oportunidade de sentir-se menos só, nem que seja um pouco, um dia, já é acender uma velinha no coração dessa pessoa.
Não sei por que hesitamos tanto!
Talvez por que pedimos tantas coisas a Deus e nos esquecemos de pedir que faça chover amor. E isso é muito, muito importante.
Meu texto de hoje, especialmente para o Natal, tem esse título: Um mais um.
E se cada um de nós fizer um pouquinho, haverá pelo menos nesse Natal, um pouco menos de solitários sobre a terra.
Dói assim tanto, que quanto mais a gente chora, mais ela dói.
E quanto mais dói, mais nos isola.
O mundo sofre de solidão. Ah, sim, sofre!
Todo mundo anda tão preocupado com as doenças ditas modernas e que se espalham a uma velocidade assustadora, mas poucos pensam nessa doença que nem matar, mata, mas isola.
E ela é tão devastadora quanto qualquer outra, mas de maneira diferente.
As pessoas até disfarçam trancadas em suas casas ou seus apartamentos, diante de um computador, onde as amizades virtuais tomam um lugar de suma importância.
É que há muitos solitários se amparando, até mesmo sem saber.
Mas é no momento de ir dormir que sentem essa dor que vai corroendo o peito e ficam torcendo para o sono chegar logo.
Não inventaram um remédio para acabar com a solidão.
É que não precisa, pois ele sempre existiu.
É suficiente pensar um pouquinho em quem está do lado, quem não tem ninguém, quem viveu, se deu e fica esperando ainda da vida o retorno... quem quer contar histórias, mas não encontra ninguém com tempo o paciência para ouvir... quem a vida podou de pais, filhos, irmãos... há em torno de cada um de nós alguém assim, quando não somos, nós mesmos, aquela pessoa que está precisando tanto de uma mão que aperte a nossa.
Não é preciso conhecer matemática para sabermos que um mais um fazem dois e, mais ainda: um triste mais um triste podem fazer dois felizes.
Oferecer a alguém a oportunidade de sentir-se menos só, nem que seja um pouco, um dia, já é acender uma velinha no coração dessa pessoa.
Não sei por que hesitamos tanto!
Talvez por que pedimos tantas coisas a Deus e nos esquecemos de pedir que faça chover amor. E isso é muito, muito importante.
Meu texto de hoje, especialmente para o Natal, tem esse título: Um mais um.
E se cada um de nós fizer um pouquinho, haverá pelo menos nesse Natal, um pouco menos de solitários sobre a terra.
UM MAIS UM.
De tantas e tantas dores espalhadas por aí, uma das que mais doem é a da solidão.
Dói assim tanto, que quanto mais a gente chora, mais ela dói.
E quanto mais dói, mais nos isola.
O mundo sofre de solidão. Ah, sim, sofre!
Todo mundo anda tão preocupado com as doenças ditas modernas e que se espalham a uma velocidade assustadora, mas poucos pensam nessa doença que nem matar, mata, mas isola.
E ela é tão devastadora quanto qualquer outra, mas de maneira diferente.
As pessoas até disfarçam trancadas em suas casas ou seus apartamentos, diante de um computador, onde as amizades virtuais tomam um lugar de suma importância.
É que há muitos solitários se amparando, até mesmo sem saber.
Mas é no momento de ir dormir que sentem essa dor que vai corroendo o peito e ficam torcendo para o sono chegar logo.
Não inventaram um remédio para acabar com a solidão.
É que não precisa, pois ele sempre existiu.
É suficiente pensar um pouquinho em quem está do lado, quem não tem ninguém, quem viveu, se deu e fica esperando ainda da vida o retorno... quem quer contar histórias, mas não encontra ninguém com tempo o paciência para ouvir... quem a vida podou de pais, filhos, irmãos... há em torno de cada um de nós alguém assim, quando não somos, nós mesmos, aquela pessoa que está precisando tanto de uma mão que aperte a nossa.
Não é preciso conhecer matemática para sabermos que um mais um fazem dois e, mais ainda: um triste mais um triste podem fazer dois felizes.
Oferecer a alguém a oportunidade de sentir-se menos só, nem que seja um pouco, um dia, já é acender uma velinha no coração dessa pessoa.
Não sei por que hesitamos tanto!
Talvez por que pedimos tantas coisas a Deus e nos esquecemos de pedir que faça chover amor. E isso é muito, muito importante.
Meu texto de hoje, especialmente para o Natal, tem esse título: Um mais um.
E se cada um de nós fizer um pouquinho, haverá pelo menos nesse Natal, um pouco menos de solitários sobre a terra.
Dói assim tanto, que quanto mais a gente chora, mais ela dói.
E quanto mais dói, mais nos isola.
O mundo sofre de solidão. Ah, sim, sofre!
Todo mundo anda tão preocupado com as doenças ditas modernas e que se espalham a uma velocidade assustadora, mas poucos pensam nessa doença que nem matar, mata, mas isola.
E ela é tão devastadora quanto qualquer outra, mas de maneira diferente.
As pessoas até disfarçam trancadas em suas casas ou seus apartamentos, diante de um computador, onde as amizades virtuais tomam um lugar de suma importância.
É que há muitos solitários se amparando, até mesmo sem saber.
Mas é no momento de ir dormir que sentem essa dor que vai corroendo o peito e ficam torcendo para o sono chegar logo.
Não inventaram um remédio para acabar com a solidão.
É que não precisa, pois ele sempre existiu.
É suficiente pensar um pouquinho em quem está do lado, quem não tem ninguém, quem viveu, se deu e fica esperando ainda da vida o retorno... quem quer contar histórias, mas não encontra ninguém com tempo o paciência para ouvir... quem a vida podou de pais, filhos, irmãos... há em torno de cada um de nós alguém assim, quando não somos, nós mesmos, aquela pessoa que está precisando tanto de uma mão que aperte a nossa.
Não é preciso conhecer matemática para sabermos que um mais um fazem dois e, mais ainda: um triste mais um triste podem fazer dois felizes.
Oferecer a alguém a oportunidade de sentir-se menos só, nem que seja um pouco, um dia, já é acender uma velinha no coração dessa pessoa.
Não sei por que hesitamos tanto!
Talvez por que pedimos tantas coisas a Deus e nos esquecemos de pedir que faça chover amor. E isso é muito, muito importante.
Meu texto de hoje, especialmente para o Natal, tem esse título: Um mais um.
E se cada um de nós fizer um pouquinho, haverá pelo menos nesse Natal, um pouco menos de solitários sobre a terra.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Adormecida
Quero que seja seu
O beijo que vai me acordar
Depois de cem anos de solidão,
Quero que seja o seu corpo
Que revele ao meu
Todo o amor e toda a paixão,
Perdidos no tempo...
Como um príncipe encantado
Revelando à amada
Os ardores do coração.
Quero acreditar
Que o amor ainda tem vez,
Que um coração se refaz,
Que o amanhã não está tão distante,
Se alguém nos espera.
Quero acreditar sim,
No amor,
Que duas pessoas
Podem ainda sonhar juntas,
Apesar das desesperanças...
Quero que seu beijo me acorde!
Ah!... sim, que ele me acorde,
Que a gente se afine
E caminhe
Como num sonho
Que nunca encontra seu fim!..
O beijo que vai me acordar
Depois de cem anos de solidão,
Quero que seja o seu corpo
Que revele ao meu
Todo o amor e toda a paixão,
Perdidos no tempo...
Como um príncipe encantado
Revelando à amada
Os ardores do coração.
Quero acreditar
Que o amor ainda tem vez,
Que um coração se refaz,
Que o amanhã não está tão distante,
Se alguém nos espera.
Quero acreditar sim,
No amor,
Que duas pessoas
Podem ainda sonhar juntas,
Apesar das desesperanças...
Quero que seu beijo me acorde!
Ah!... sim, que ele me acorde,
Que a gente se afine
E caminhe
Como num sonho
Que nunca encontra seu fim!..
terça-feira, 28 de abril de 2009
A felicidade do outro
Vocês sabem quando sabemos que amamos alguém de verdade? Não é quando está tudo bem, quando nunca houve maré baixa. Assim é muito fácil. Que sejam amigos ou amores, é muito fácil dizer que se ama e desejar a felicidade do outro quando tudo corre como um rio tranqüilo.
Mas o amor mesmo, só pode ser provado quando o coração estiver quebrado em pedacinhos. Não que não exista se nunca ocorrem problemas, claro que existe. Mas quando a adversidade bater na porta da relação, aí então é que podemos estar seguros dos nossos sentimentos.
Amor não se desmancha com mágoa não. Nem com ressentimentos, nem com decepções, nem com problemas. Que amor frágil é esse, se assim for?
Sabemos que amamos alguém quando somos capazes de desejar sua felicidade passando por cima da nossa dor.
E é sobre isso que falo um pouquinho hoje.
E quem nunca sentiu um amor assim de tanta grandeza, ore ao Pai. É um sentimento sublime e só mesmo nosso Divino Pai é capaz de colocar em nosso coração. E Ele não nos dá, Ele nos oferece.Acho que sabemos que amamos verdadeiramente uma pessoa quando a vemos partir, isso nos parte em mil, e ainda assim desejamos que ela seja feliz, mesmo se nossos mil pedaços vagam chorando em cada canto. Só o amor nos torna seres assim tão superiores, capazes de tanta grandeza.
Desejar a felicidade de quem magoou nosso coração não é assim coisa tão fácil. Exige de nós uma força extraordinária. Uma luta se trava em nós: parte nos empurra, nos cega para o bom e abre nosso coração à mágoa e outra parte se enche de ternura com as lembranças do que de bom vivemos. É nosso eu doente e nosso eu são dentro de um mesmo espaço e cada qual tentando falar mais alto. Como desejar a felicidade de quem nos feriu? Como passar por cima? Não somos santos, é o que nos dizemos. Somos feitos de carne, osso, alma e coração. Temos sentimentos... e os bons ficam assim tão miúdos quando os maus aparecem...
Só mesmo um coração maior que nós e nosso eu para vencer uma luta como essa. Só mesmo um amor sem tamanho e uma bondade sem limites.
O amor é uma água bendita! Ele lava as mágoas, ele purifica, deixa branco, sem mácula. Se você for capaz de perdoar a alguém que feriu seu coração e ainda desejar a felicidade dele, saiba que o amor é o dom maior que vive no seu ser e que você é uma pessoa bem-aventurada!
E pessoas bem-aventuradas não só caminham com a felicidade do lado, elas caminham de mãos dadas com ela e vai chegar fatalmente o dia em que essa felicidade vai abraçá-las.
Mas o amor mesmo, só pode ser provado quando o coração estiver quebrado em pedacinhos. Não que não exista se nunca ocorrem problemas, claro que existe. Mas quando a adversidade bater na porta da relação, aí então é que podemos estar seguros dos nossos sentimentos.
Amor não se desmancha com mágoa não. Nem com ressentimentos, nem com decepções, nem com problemas. Que amor frágil é esse, se assim for?
Sabemos que amamos alguém quando somos capazes de desejar sua felicidade passando por cima da nossa dor.
E é sobre isso que falo um pouquinho hoje.
E quem nunca sentiu um amor assim de tanta grandeza, ore ao Pai. É um sentimento sublime e só mesmo nosso Divino Pai é capaz de colocar em nosso coração. E Ele não nos dá, Ele nos oferece.Acho que sabemos que amamos verdadeiramente uma pessoa quando a vemos partir, isso nos parte em mil, e ainda assim desejamos que ela seja feliz, mesmo se nossos mil pedaços vagam chorando em cada canto. Só o amor nos torna seres assim tão superiores, capazes de tanta grandeza.
Desejar a felicidade de quem magoou nosso coração não é assim coisa tão fácil. Exige de nós uma força extraordinária. Uma luta se trava em nós: parte nos empurra, nos cega para o bom e abre nosso coração à mágoa e outra parte se enche de ternura com as lembranças do que de bom vivemos. É nosso eu doente e nosso eu são dentro de um mesmo espaço e cada qual tentando falar mais alto. Como desejar a felicidade de quem nos feriu? Como passar por cima? Não somos santos, é o que nos dizemos. Somos feitos de carne, osso, alma e coração. Temos sentimentos... e os bons ficam assim tão miúdos quando os maus aparecem...
Só mesmo um coração maior que nós e nosso eu para vencer uma luta como essa. Só mesmo um amor sem tamanho e uma bondade sem limites.
O amor é uma água bendita! Ele lava as mágoas, ele purifica, deixa branco, sem mácula. Se você for capaz de perdoar a alguém que feriu seu coração e ainda desejar a felicidade dele, saiba que o amor é o dom maior que vive no seu ser e que você é uma pessoa bem-aventurada!
E pessoas bem-aventuradas não só caminham com a felicidade do lado, elas caminham de mãos dadas com ela e vai chegar fatalmente o dia em que essa felicidade vai abraçá-las.
terça-feira, 10 de março de 2009
Viajamos no mesmo barco
Coisas más não acontecem só a pessoas más.
As catástrofes naturais quando chegam não contam, não escolhem, elas saem arrasando tudo o que está pela frente.
Compreender o mal, a injustiça, a miséria, as dores, asquase insuportáveis perdas, o desabrigo, a gente não compreende.
Não nos ensinaram tal ciência de ter o coração assim tão perfeito e a alma tão aberta.
Por isso choramos tanto.
E clamamos misericórdia ao Pai.
Tomamos consciência da nossa pequenez e dependência de uma força superior e ilimitada, e nos curvamos.
Os sofrimentos e as dores nos aproximam de Deus e tocam os corações de outras pessoas, que não podem e nem devem
ficar indiferentes, porque a verdade é que estamos todos navegando nesse mesmo barco,que ora balança, ora se aquieta,
sempre independente da nossa vontade.
Mas obstáculos não são pontos finais, nem ruas sem saída.
Quando se perde tudo, mas sem a vida se perder, é que alguma coisa ainda há pela frente.
As coisas que não podemos evitar, vamos recebê-las e aprenderemos a reconstruir com o que nos sobra.
Colamos um pedaço aqui e outro ali, refazemos a vida e refazemos o mundo, afinal, se ele existe é por que existimos
e nossa cruz não será assim tão pesada,
se sabemos que temos alguém que nos ajuda a carregá-la.
~ ~ ~
O meu Sincero Abraço e Carinho
As catástrofes naturais quando chegam não contam, não escolhem, elas saem arrasando tudo o que está pela frente.
Compreender o mal, a injustiça, a miséria, as dores, asquase insuportáveis perdas, o desabrigo, a gente não compreende.
Não nos ensinaram tal ciência de ter o coração assim tão perfeito e a alma tão aberta.
Por isso choramos tanto.
E clamamos misericórdia ao Pai.
Tomamos consciência da nossa pequenez e dependência de uma força superior e ilimitada, e nos curvamos.
Os sofrimentos e as dores nos aproximam de Deus e tocam os corações de outras pessoas, que não podem e nem devem
ficar indiferentes, porque a verdade é que estamos todos navegando nesse mesmo barco,que ora balança, ora se aquieta,
sempre independente da nossa vontade.
Mas obstáculos não são pontos finais, nem ruas sem saída.
Quando se perde tudo, mas sem a vida se perder, é que alguma coisa ainda há pela frente.
As coisas que não podemos evitar, vamos recebê-las e aprenderemos a reconstruir com o que nos sobra.
Colamos um pedaço aqui e outro ali, refazemos a vida e refazemos o mundo, afinal, se ele existe é por que existimos
e nossa cruz não será assim tão pesada,
se sabemos que temos alguém que nos ajuda a carregá-la.
~ ~ ~
O meu Sincero Abraço e Carinho
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