Ontem, foi apenas mais um dia que passou,
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Ontem
Ontem, foi apenas mais um dia que passou,
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
terça-feira, 6 de julho de 2010
Ontem
Ontem, foi apenas mais um dia que passou,
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sempre Natal
O Natal não é somente
Celebrar solenemente
A data mais conhecida
Natal é qualquer momento
De amor e sentimento
Que ilumina a nossa vida.
É o dar sem receber
É no coração conter
Dimensão de caridade
É dar esmola ao mendigo
Ajudar os sem abrigo
Com franca fraternidade.
Natal é p’ro ser humano
Qualquer altura do ano
Em que visita um doente
Quando aos fracos dá a mão
E aos tristes em solidão
Ou conforta alguém ausente.
Natal é a força maior
A grande lição de amor
Que Cristo nos veio trazer
Sem grandes filosofias
Natal é todos os dias
Que o queiramos fazer !...
Celebrar solenemente
A data mais conhecida
Natal é qualquer momento
De amor e sentimento
Que ilumina a nossa vida.
É o dar sem receber
É no coração conter
Dimensão de caridade
É dar esmola ao mendigo
Ajudar os sem abrigo
Com franca fraternidade.
Natal é p’ro ser humano
Qualquer altura do ano
Em que visita um doente
Quando aos fracos dá a mão
E aos tristes em solidão
Ou conforta alguém ausente.
Natal é a força maior
A grande lição de amor
Que Cristo nos veio trazer
Sem grandes filosofias
Natal é todos os dias
Que o queiramos fazer !...
sábado, 12 de dezembro de 2009
A AMIZADE
Rasguei da terra o ventre e, semeei,
Em fértil solo, pequenina uma semente,
Que após nascer com cortesia cuidei
E vi crescer pouco a pouco lentamente !...
Reguei com mil cuidados a raiz
E o tempo a fez viçosa com a idade,
Vê-la aumentar fez de mim um ser feliz,
Por ser a minha árvore d’amizade...
A vida inteira dediquei prà conservar,
Sem a deixar nem um momento ao abandono,
Não fora tão sòmente “o plantar”!...
Aquela árvore é pra mim todo um tesouro,
Porque as folhas que colhi em cada Outono,
São os amigos, que valem mais do que o ouro!...
Em fértil solo, pequenina uma semente,
Que após nascer com cortesia cuidei
E vi crescer pouco a pouco lentamente !...
Reguei com mil cuidados a raiz
E o tempo a fez viçosa com a idade,
Vê-la aumentar fez de mim um ser feliz,
Por ser a minha árvore d’amizade...
A vida inteira dediquei prà conservar,
Sem a deixar nem um momento ao abandono,
Não fora tão sòmente “o plantar”!...
Aquela árvore é pra mim todo um tesouro,
Porque as folhas que colhi em cada Outono,
São os amigos, que valem mais do que o ouro!...
terça-feira, 17 de junho de 2008
AMOR... FEITO POESIA
AMOR...
É um conceito divino,
É dimensão sem medida,
É viagem sem destino,
É melodia da vida.
AMOR...
É um caminho sem fim,
É não ter que perdoar,
É não querer e dizer sim,
É dar tudo o que há p'ra dar !…
AMOR...
É voz da razão que cala,
É ter dor e não sentir,
É o silêncio que fala,
É ver o mundo sorrir.
AMOR...
É sopro de nostalgia,
É canção leve e suave,
É das trevas fazer dia,
É saber de quem não sabe.
AMOR...
É bem mais que sentimento,
É sussurro de magia,
É da alma o alimento,
AMOR...
É hoje aqui…feito poesia!…
É um conceito divino,
É dimensão sem medida,
É viagem sem destino,
É melodia da vida.
AMOR...
É um caminho sem fim,
É não ter que perdoar,
É não querer e dizer sim,
É dar tudo o que há p'ra dar !…
AMOR...
É voz da razão que cala,
É ter dor e não sentir,
É o silêncio que fala,
É ver o mundo sorrir.
AMOR...
É sopro de nostalgia,
É canção leve e suave,
É das trevas fazer dia,
É saber de quem não sabe.
AMOR...
É bem mais que sentimento,
É sussurro de magia,
É da alma o alimento,
AMOR...
É hoje aqui…feito poesia!…
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Amor Feito Poesia
AMOR..
É um conceito divino,
É dimensão sem medida,
É viagem sem destino,
É melodia da vida.
AMOR...
É um caminho sem fim,
É não ter que perdoar,
É não querer e dizer sim,
É dar tudo o que há p'ra dar !…
AMOR...
É voz da razão que cala,
É ter dor e não sentir,
É o silêncio que fala,
É ver o mundo sorrir.
AMOR...
É sopro de nostalgia,
É canção leve e suave,
É das trevas fazer dia,
É saber de quem não sabe.
AMOR...
É bem mais que sentimento,
É sussurro de magia,
É da alma o alimento,
AMOR...
É hoje aqui…feito poesia!…
É um conceito divino,
É dimensão sem medida,
É viagem sem destino,
É melodia da vida.
AMOR...
É um caminho sem fim,
É não ter que perdoar,
É não querer e dizer sim,
É dar tudo o que há p'ra dar !…
AMOR...
É voz da razão que cala,
É ter dor e não sentir,
É o silêncio que fala,
É ver o mundo sorrir.
AMOR...
É sopro de nostalgia,
É canção leve e suave,
É das trevas fazer dia,
É saber de quem não sabe.
AMOR...
É bem mais que sentimento,
É sussurro de magia,
É da alma o alimento,
AMOR...
É hoje aqui…feito poesia!…
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Ontem
Ontem, foi apenas mais um dia que passou,
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
Sem dar por isso, se dele não há lembrança,
Mas se dele, alguma coisa nos ficou,
Que ela seja, o alimentar duma esperança.
Ontem foi apenas, mais uma pétala caída …
Que mal caiu, foi levada pelo vento,
Dessa flor, que retrata a nossa vida,
No seu mais permanente movimento.
Para onde foi cada pétala desfolhada?
Da frágil flor, que ainda tem perfume …
Porquê? O vento as levou sem dizer nada! …
Bem sei que nada vale o meu queixume,
Porque cada ontem, é memória mitigada …
Do breve tempo … A que a vida se resume! …
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