Mostrar mensagens com a etiqueta Emmanuel/Chico Xavier*. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Emmanuel/Chico Xavier*. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Disseram:

- que não vencerás em teus empreendimentos;

- que o teu doente querido está no clima da morte;

- que atravessarás longa noite de provações;

- que não mais encontrarás o trabalho que mais desejas;

- que não te recuperarás de certas perdas sofridas;

- que não realizarás os sonhos que acalentas;

- que os entes amados distantes de ti nunca mais te voltarão ao convívio;

- que o desgaste do corpo físico não mais te permitirá as realizações que tanto almejas;

- que, por essa ou aquela falta, andarás sobre a Terra constantemente sobre pedras e espinhos.

Tudo isso disseram...

Entretanto, continua agindo e servindo, orando e esperando, porque as opiniões de Deus são diferentes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

AMANHÃ

"Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã." - (TIAGO, 4:14.)

Diz o preguiçoso: "amanhã farei".

Exclama o fraco: "amanhã, terei forças".

Assevera o delinqüente: "amanhã, regenero-me".

É imperioso reconhecer, porém, que a criatura, adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda, em verdade, a noção real do tempo.

Quem não aproveita a bênção do dia, vive distante da glória do século.

Alma sem coragem de avançar cem passos, não caminhará vinte mil.

O lavrador que perde a hora de semear, não consegue prever as conseqüências da procrastinação do serviço a que se devota, porque, entre uma hora e outra, podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida, contudo, a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.

Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas se ajustam à mesma tarefa, nem planam no mesmo nível.

A andorinha voa na direção do clima primaveril, mas o corvo, de modo geral, se consagra, em qualquer tempo, aos detritos do chão.

Aquilo que o homem procura agora, surpreenderá amanhã, à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga, quanto deve ser feito a benefício de tua própria felicidade, porque o Amanhã será muito agradável e benéfico somente para aquele que trabalha no bem, que cresce no ideal superior e que aperfeiçoa, valorosamente, nas abençoadas horas de Hoje.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

NAS ESTRADAS

Jesus é o nosso caminho permanente para o Divino Amor.

Junto dele seguem, esperançosos, todos os espíritos de boa-vontade, aderentes sinceros ao roteiro santificador.

Dessa via bendita e eterna procedem as sementes da Luz Celestial para os homens comuns.

Faz-se imprescindível muita observação das criaturas, para que o tesouro não lhes passe despercebido.

A semente santificante virá sempre, entre as mais variadas circunstâncias.

Qual ocorre ao vento generoso que espalha, entre as plantas, os princípios de vida, espontaneamente, a bondade invisível distribui com todos os corações a oportunidade de acesso à senda do amor.

Quase sempre a centelha divina aparece nos acontecimentos vulgares de cada dia, num livro, numa particularidade insignificante do trabalho, na prestimosa observação de um amigo.

Se o terreno de teu coração vive ocupado por ervas daninhas e se já recebeste o princípio celeste, cultiva-o, com devotamente, abrigando-o nas leiras de tua alma.

O verbo humano pode falhar, mas a Palavra do Senhor é imperecível. Aceita-a e cumpre-a, porque, se te furtas ao imperativo da vida eterna, cedo ou tarde o anjo da angústia te visitará o espírito, indicando-te novos rumos.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Age e Verás

Procuras a paz.

Queres felicidade.

Recorda, porém, que ninguém consegue algo por nada.

Tranqüiliza quantos te desfrutam a convivência e faze-os felizes, tanto quanto puderes.

Para isso, não admitas dificuldades insuperáveis.

Esquece sofrimentos e queixas.

Prossegue fazendo o melhor que possas.

Não desanimes.

A perseverança no bem aos outros paga dividendos preciosos de segurança e alegria.

Age e verás.

sábado, 15 de dezembro de 2007

PAZ

Ninguém nega que em torno de nós, agitam-se multidões rogando paz, ignorando como saírem do tumulto.

Impossível, igualmente, desconhecer que não está em nossas mãos arrebatá-las de vez ao torvelinho de inquietações que criaram para si mesmas. Entretanto, ser-nos-á possível estabelecer o reino da paz em nós mesmos, irradiando tranqüilidade e otimismo onde estivermos.

Comecemos pelas bases da compreensão.

Se nos ajustarmos às leis de equilíbrio que nos governam, reconheceremos que os desacertos do mundo são justificáveis.

Aqueles mesmos que se nos fazem companheiros no cotidiano, são portadores dos pequenos desajustes que apresentam a soma das grandes crises que afetam a comunidade nos dias atuais.

Esse, possui recursos materiais para a garantia do trabalho, mas sofre a sede de lucros excessivos e imediatos.

Outro, dispõe de competência para servir, no entanto, embora seja razoavelmente remunerado, reclama sempre novas e mais elevadas compensações.

Aquele, evidencia notável saúde física, mas entende que o tempo dever ser dissipado em distrações vazias.

Aquele outro, carrega indisposições que nada faz por superar e, sobretudo, exagera sintomas, em prejuízo de si próprio.

Outros ainda se ressentem, ante a incompreensão alheia, e trazem o coração conservado no vinagre do melindre ou da rebeldia.

Todos, porém, são detentores de altas virtudes potenciais.

Abstém-te de fixar as deficiências do companheiro e procura destacar as qualidades nobres, nas quais se caracterizam de alguma forma.

Examina o bem, louva o bem e estende o bem, tanto quanto puderes.

A paz pode passar a residir hoje mesmo em nosso campo íntimo. Basta lhe ofereçamos o refúgio da compreensão e isso depende unicamente de nós.

Tanto quanto puderes, burila-te no relacionamento com os outros e aperfeiçoa tudo aquilo que já conheces.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

PAZ E ALEGRIA

Planta, por onde fores,
Uma flor de bondade.

Irradia a esperança
Nas palavras de fé.

Veste de paz e amor
O ambiente em que estejas.

Se algum mal aparece,
Olvida e faze o bem.

Suprime quanto possas
Os problemas que encontres.

Pelo Sol, Deus nos guarda
No esplendor da alegria.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

DIANTE DA LUTA HUMANA

Diante da luta humana, o espírito que amadureceu e despertou o coração, sente-se cada vez mais só, mais desajustado e menos compreendido.


Por vagas crescentes de renovação, gerações diferentes surgem no caminho, impondo-lhe conflitos sentimentais e lutas acerbas.


Estranha sede de harmonia invade-lhe a alma.
Habitualmente, identifica-se por estrangeiro na esfera da própria família.


Ilhado pela corrente escura das desilusões, a se sucederem, ininterruptas, confia-se ao tédio infinito, guardando enrijecido o coração.
Essa, porém, não é a hora da desistência ou do desânimo.


O fruto amadurecido é a riqueza do futuro.


Quem se equilibra no conhecimento é o apoio daquele que oscila na ignorância.


Que será da escola quando o aluno, guindado à condição de mestre, fugir do educandário, a pretexto de não suportar a insipiência, e a rudeza dos novos aprendizes?



E quem estará assim tão habilitado, perante o infinito, ao ponto de menoscabar a oportunidade de prosseguir na aquisição da Sabedoria?


A Terra é a venerável instituição onde encontramos os recursos indispensáveis para atender ao nosso próprio burilamento.


Milhões de vidas formam o pedestal em que nos erigimos e, alcançando o grande entendimento. Cabe-nos auxiliar as vidas iniciantes, por nossa vez.


Por isso, na plenitude do discernimento, reclamamos uma fé que nos reaqueça e alma e nos soerga a visão, a fim de que a madureza de espírito seja reconhecida por nós como o mais belo e o mais valioso período de nossa romagem no mundo, ensinando-nos a agir sem apego e a servir sem recompensa.


Situados no cimo da grande compreensão, não prescindimos da grande serenidade.


Se, com o decurso do tempo, registramos o nosso isolamento íntimo, quando alimentados pelo ideal superior, depressa observamos a nossa profunda ligação com a Humanidade inteira.


Informamo-nos, pouco a pouco, de que ninguém é tão indigente que não possa concorrer para o progresso comum e tomamos, com firmeza, o lugar que nos compete no edifício da harmonia geral, distribuindo fragmentos de nós mesmos, no culto da fraternidade bem vivida.
Valendo-nos da ressurreição de hoje para combater a morte de ontem, encontramos na luta o esmeril que polirá o espelho de nossa consciência, a fim de nos convertermos em fiéis refletores da beleza divina.
O mundo, por mais áspero, representará para o nosso espírito a escola de perfeição, cujos instrumentos corretivos bendiremos, um dia. Os companheiros de jornada que o habitam, conosco, por mais ingratos e impassíveis, sãos as nossas oportunidades de materialização do bem, recursos de nossa melhoria e de nossa redenção, e que, bem aproveitados por nosso esforço, podem transformar-nos em heróis.
Não há medida para o homem, fora da sociedade em que ele vive. Se é indubitável que somente o nosso trabalho coletivo pode engrandecer ou destruir o organismo social, só o organismo social pode tornar-nos individualmente grandes ou miseráveis.

A comunidade julgar-nos-á sempre pela nossa atitude dentro dela, conduzindo-nos ao altar do reconhecimento, ao tribunal da justiça ou à sombra do esquecimento.
O Espiritismo, sob a luz do Cristianismo, vem ao mundo para acordar-nos.
A Terra é o nosso temporário domicílio.
A Humanidade é a nossa família real.
Todos estamos destinados por Deus à gloriosa destinação.


Em razão disso, Jesus, o Divino Emissário do Amor para todos os séculos, proclamou com a realidade irretorquível: - "Das ovelhas que o Pai me confiou nenhuma se perderá."

domingo, 9 de dezembro de 2007

A GRANDE INSTRUTORA

Benemérita instrutora existe, cuja visitação sempre recebemos com alarme e às vezes com reclamações infindáveis.
Orienta sem gritaria e ampara sem violência.
Semelhante mentora palmilha todas as estradas humanas e chama-se “enfermidade”.
Nesta afirmativa não há lirismo simbólico.
Desejamos apenas considerar que a doença é a correção provocada por nossos próprios desequilíbrios, agora ou no passado, atuando, a fim de que não
venhamos a cair em maiores padecimentos na esteira do tempo.
Por isso mesmo, vale receber-lhe a presença com respeito, moderação e bom ânimo.
Se a dor te não impede a movimentação orgânica, persevera com o trabalho, sem desprezá-lo, embora não possas atender a todos deveres na feição
integral, e não olvides que enquanto o corpo é suscetível de ação própria, o serviço é o melhor reconstituinte para as deficiências da vida física e o
melhor sedativo para os aborrecimentos morais.
Se a enfermidade age nas células que permanecem a teu serviço, confia-te pensamento reto.
Nunca te entregues à revolta, ao desalento ou à indisciplina.
Esse trio de sombras te encarceraria em maiores conflitos mentais.
A mente insubmissa ou desesperada não poderá governar o cosmo vital a que se ajusta, agravando os seus próprios problemas.
Ergue-te, em espírito, na intimidade do coração, trabalha sempre e não percas o sorriso de confiança.
Cada dia é nova folha do livro infinito da vida e a proteção do Senhor não nos abandona.
Se tens o corpo atado ao leito, incapaz de mobilizar as próprias energias a benefício de ti mesmo recorda que, por vezes, a lição da enfermidade deve ser mais longa, a favor de nossa grande libertação no futuro.
Toda perturbação guarda origens profundas na alma e se o veículo físico
passará sempre, à feição de veste corruptível, o espírito é o herdeiro da vida imortal.
Indispensável pensar nisso para que a serenidade nos dignifique nas horas de crise, porquanto representam grande apoio para nós mesmo a calma e a coragem
que espalhamos naqueles que nos cercam.
O doente inconformado é um centro de sombrios pensamentos, ligados à discórdia, à rebelião e ao desânimo.
A enfermidade exerce a função de mestre precioso.
Faze silêncio em ti e ouve-lhe os avisos ligeiros ou as advertências profundas.
E ainda que te encontres à frente da morte, lembra-te do Amigo Divino que demandou a ressurreição através do leito erguido na cruz, usando o infinito amor e a extrema renúncia, no próprio sacrifício, para sanar as dores da Humanidade.

PAZ E ALEGRIA

Planta, por onde fores,
Uma flor de bondade.

Irradia a esperança
Nas palavras de fé.

Veste de paz e amor
O ambiente em que estejas.

Se algum mal aparece,
Olvida e faze o bem.

Suprime quanto possas
Os problemas que encontres.

Pelo Sol, Deus nos guarda
No esplendor da alegria.

ESPERANÇA

Deus determinou que a Natureza na Terra, se vista de verde, ao nosso olhar, para que ninguém no mundo esteja sem esperança.
Conserva-te em paz, fazendo o melhor que puderes.
Deus não nos abandona.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Mais e Menos

Dá sempre do que tenhas, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior do
que dar pouco é deteriorar o que se
tem nas garras da sovinice.



Serve sempre, ainda que seja pouco,
porquanto, muito pior que servir pouco
é não ter utilidade para ninguém.



Trabalha sempre, ainda que seja pouco,
de vez que muito pior que trabalhar
pouco é afundar-se no poço da inércia



Auxilia sempre para o bem de todos,
ainda que seja pouco, porquanto muito
pior auxiliar pouco é não auxiliar em
favor de alguém, de modo algum.



Espera o melhor sempre, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior
que esperar pouco é naufragar nas
sobras do pessimismo



Estuda sempre, ainda que seja pouco,
porquanto muito pior que estudar
pouco é acomodar-se a criatura nas
trevas da ignorância.



Pratica a humildade sempre, ainda
que seja pouco, de vez que muito pior
que pouca humildade é petrificar-se
alguém na frieza do orgulho.



Exercita a paciência sempre, ainda
que seja pouco, porquanto muito
pior que pouca paciência é residir
a pessoa no espinheiro de irritação.



De tudo o que seja bom e útil, belo
e nobre, é conveniente realizar
sempre mais, porque, quanto mais
fizermos nas áreas do bem, mais
amplamente receberemos os bens
da vida. Entretanto, se não pudermos
realizar o máximo, atendamos pelo
menos ao mínimo do que possamos
fazer, de vez que todo muito depende
do pouco a fim de começar

Mais e Menos

Dá sempre do que tenhas, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior do
que dar pouco é deteriorar o que se
tem nas garras da sovinice.



Serve sempre, ainda que seja pouco,
porquanto, muito pior que servir pouco
é não ter utilidade para ninguém.



Trabalha sempre, ainda que seja pouco,
de vez que muito pior que trabalhar
pouco é afundar-se no poço da inércia



Auxilia sempre para o bem de todos,
ainda que seja pouco, porquanto muito
pior auxiliar pouco é não auxiliar em
favor de alguém, de modo algum.



Espera o melhor sempre, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior
que esperar pouco é naufragar nas
sobras do pessimismo



Estuda sempre, ainda que seja pouco,
porquanto muito pior que estudar
pouco é acomodar-se a criatura nas
trevas da ignorância.



Pratica a humildade sempre, ainda
que seja pouco, de vez que muito pior
que pouca humildade é petrificar-se
alguém na frieza do orgulho.



Exercita a paciência sempre, ainda
que seja pouco, porquanto muito
pior que pouca paciência é residir
a pessoa no espinheiro de irritação.



De tudo o que seja bom e útil, belo
e nobre, é conveniente realizar
sempre mais, porque, quanto mais
fizermos nas áreas do bem, mais
amplamente receberemos os bens
da vida. Entretanto, se não pudermos
realizar o máximo, atendamos pelo
menos ao mínimo do que possamos
fazer, de vez que todo muito depende
do pouco a fim de começar

domingo, 2 de dezembro de 2007

MENSAGEM DE PAZ

Na aplicação de qualquer receita destinada à composição da felicidade, não se esqueças do aviso de que a felicidade nasce de ti mesmo.
Não aguardes do mundo a segurança que tão somente poderá ser construída por ti mesmo, dentro de ti.
Nunca menospreze o trabalho que a vida te confiou.
A tarefa que desempenhas hoje é a base de seu apoio futuro.
Aceita-te como és e com aquilo de que disponhas para realizar o melhor que possas.
Observa sempre que não existe criatura alguma destituída de valor e da qual não venhas a necessitar algum dia.
Quanto possível, conserva a luz da virtude que te norteia a elevação, mas não permitas que a tua virtude viva sem escadas para descer ao encontro daqueles que se debatem sob a ventania da adversidade a te pedirem socorro e compreensão.
Se fiel ao campo da verdade que abraças, sem desconsiderar a parte da verdade em que os outros se encontram.
Usa a paciência nas pequenas dificuldades para que não te falte serenidade nas grandes crises que todos somos levados a facear nas trilhas do tempo.
Não te apegues aos anseios da juventude, nem te acomodes com o cansaço de muitos que ainda não aprenderam a viver com a criatividade da madureza.
Recorda que até hoje ninguém descobriu o ponto de interação onde termina a fadiga e começa a ociosidade.
Em qualquer tempo exercita a fortaleza espiritual para que as tuas energias não se dissolvam, de inesperado, quando as calamidades da experiência humana se façam inevitáveis.
Resigna-te a transitar no mundo, entre os que se te revelem na condição de opositores naturais aos teus pontos de vista, mas não formes inimigos nem cultives ressentimentos.
Não abuses e nem brinques com os sentimentos alheios.
Guarda a tua paz, ainda mesmo nas grandes lutas.
Não creias em pessimismo e derrota, solidão e abandono, porque se amas conforme determinam as Leis do Universo, descobrirás a beleza e a alegria em qualquer circunstância e em qualquer parte da Terra.
E jamais desesperes, porquanto sejas quem sejas e estejas onde estiveres, ninguém te pode furtar o privilégio da imortalidade e nem te arredar do Esquema de Deus

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Algo a fazer? Faze agora.

Nem cedo, nem tarde... O presente é hoje. O passado está no arquivo. O futuro é uma indagação.

Faze hoje mesmo o bem a que te determinaste. Se tens alguma dádiva a fazer, entrega isso agora. Se desejas apagar um erro que cometeste, consciente ou inconscientemente, procura sanar essa falha sem delongas.


Caso te sintas na obrigação de escrever uma carta, não relegues semelhante dever ao esquecimento.


Na hipótese de idealizares algum trabalho de utilidade geral, não retardes o teu esforço para trazê-lo à realização.


Se alguém te ofendeu, desculpa e esquece, para que não sigas adiante carregando sombras no coração.


Auxilia aos outros, enquanto os dias te favorecem. Faze o bem agora, pois, na maioria dos casos, “depois” significa “fora de tempo”, ou tarde demais.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

O ESSENCIAL

O essencial não será tanto o que reténs:
é o que dás de ti mesmo e a maneira como dás.

Não é tanto o que recebes:
é o que distribuis e como distribuis.

Não é tanto o que colhes:
é o que semeias e para que semeias.

Não é tanto o que esperas:
é o que realizas.

Não é tanto o que rogas:
é o que aceitas.

Não é tanto o que reclamas:
é o que suportas e como suportas.

Não é tanto que falas:
é o que sentes e como sentes.

Não é tanto o que perguntas:
é o que aprendes e para que aprendes.

Não é tanto o que aconselhas:
é o que exemplificas.

Não é tanto o que ensinas:
é o que fazes e como fazes.

Em suma:
na vida do espírito, - a única vida verdadeira,-
o essencial não é o que parece.
O essencial será sempre aquil que é.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

MÁXIMAS

Não lances fora a confiança que te alimenta o coração.

Muitas vezes, o progresso aparente dos ímpios desencoraja o fervor da almas tíbias.



A virtude vacilante recua ante o vício que parece vitorioso.

Confrange-se o crente frágil perante o malfeitor que se destaca, aureolado de louros.



Todavia, se aceitamos Jesus por nosso Divino Mestre, é preciso receber o mundo por nosso educandário.



E a escola nos revela que a romagem terrestre é simples estágio do Espírito no campo imenso da vida.



Todos os séculos tiveram soberanos e dominadores.



Muitos se erigiram em pedestais de ouro e poder, ao preço do sangue e das lágrimas dos seus contemporâneos.

Muitos ganharam batalhas de ódio.

Outros monopolizaram o pão.

Alguns comandaram a vida política.

Outros adquiriram o temor popular.



Entretanto, passaram todos...

Por troféu no mundo após as laboriosas empresas a que se consagraram, receberam apenas o sepulcro faustoso em que se sobressaem na casa fria da morte.



Não rejeites a fé na passagem educativa da Terra, que te impõe à visão aflitivos quadros no jogo das convenções humanas.



Recorda que o Senhor permite a existência do martelo para que a pedra se aperfeiçoe!



Lembra-te da Imortalidade – nossa divina herança.



Por onde fores, conduze tua alma por fonte preciosa de compreensão e serviço!

Onde estiveres sê generoso, otimista e diligente no bem.



O corpo físico é apenas tua veste.

Luta e aprimora-te, trabalha e realiza com o Cristo e aguarda, confiante, o futuro, na certeza de que a vida de hoje te espera, sempre justiceira, no amanhã que não faltará.

A ÁRVORE DA VIDA

“Eu sou a videira, vós as varas”. Jesus (João, 15:5)



Jesus é o bem e o amor do princípio.
Todas as noções generosas da Humanidade nasceram de sua divina influenciação. Com justiça, asseverou aos discípulos, nesta passagem do Evangelho de João, que seu espírito sublime representa a árvore da vida e seus seguidores sinceros as frondes promissoras, acrescentando que, fora do tronco, os galhos se secariam, caminhando para o fogo da purificação.
Sem o Cristo, sem a essência de sua grandeza, todas as obras humanas estão destinadas a perecer. A ciência será frágil e pobre sem os valores da consciência, as escolas religiosas estarão condenadas, tão logo se afastem da verdade e do bem. Infinita é a misericórdia de Jesus nos movimentos da vida planetária. No centro de toda expressão nobre da existência pulsa seu coração amoroso, repleto da seiva do perdão e da bondade.
Os homens são varas verdes da árvore gloriosa. Quando traem seus deveres, secam-se porque se afastam da seiva, rolam ao chão dos desenganos, para que se purifiquem no fogo dos sofrimentos reparadores, a fim de serem novamente tomados por Jesus, à conta de sua misericórdia, para a renovação. É razoável, portanto, positivemos nossa fidelidade ao Divino Mestre, refletindo no elevado número de vezes em que nos ressecamos, no passado, apesar do imenso amor que nos sustenta em toda a vida.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

CONTA PESSOAL

CONTA PESSOAL
Emmanuel



"Assim pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus." - Paulo. (Romanos, 14.12.)



Se te propões à renovação com o Cristo, é imperioso suportes, pacientemente, as opiniões contraditórias em torno da diretriz diferente a que te afeiçoes.

Se algum erro te assinala o passado, muitos te acreditarão de pés chumbados à sombra que, há muito, lá desterraste do espírito; se expressas algum voto de melhoria íntima, não obstante as deficiências naturais que ainda te marquem o início no aprendizado evangélico, há quem te exija espetáculos de grandeza, de um instante para outro; se te dispões a trabalhar no auxílio aos semelhantes. de modo mais intenso, há quem veja desperdício em teus gestos de generosidade e beneficência; se nada mais podes dar ao necessitado além da migalha de tuas escassas reservas materiais, aparece quem te acuse de sovinice; se te corriges decididamente perante a verdade com o propósito de servi-la, há quem te interprete a espontaneidade por fanatismo; se te recolhes à gentileza e à serenidade, na execução da tarefa que o serviço do Senhor te atribui, surge quem te aponte por exemplar de pieguice ou indolência...

Apesar de todos os palpites antagônicos, acerca de teu esforço e conduta, entra no imo da própria alma, observa se a sinceridade te preside as resoluções e os atos, no foro da consciência e, se te reconheces, diante, do Senhor, fazendo o melhor que podes, guarda o coração tranqüilo e prossegue, de esforço limpo e atitude reta, caminho adiante, na convicção de que "cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus".

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

SE TIVERES PACIÊNCIA

Se tiveres paciência, serás o sustentáculo do instituto doméstico, evitando conflitos e contendas entre aqueles que mais amas.



*

Se tiveres paciência, auxiliarás ao colega de trabalho na inexperiência que demonstre, amparando-lhe o espírito contra a inquietação do desemprego e angariando um amigo para o dia de tuas necessidades.



*

Se tiveres paciência com os amigos de teu grupo social, conseguirás vaciná-los contra o delírio da discórdia e contra o frio do desânimo.



*

Se tiveres paciência com o teu próprio corpo, abstendo-te dos desmandos da cólera e das extravagâncias da alimentação, resguardarás a própria saúde.



*

Se tiveres paciência, saberás cultivar a tolerância e a cortesia, nas vias públicas, sobrepondo-te, quase sempre, aos assaltos da delinquência.



*

Se tiveres paciência, a paz em ti se te fará clima da esperança e do otimismo, que te sustentarão nos caminhos do Bem.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

MERECIMENTO

MERECIMENTO

Emmanuel

Por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com

a vossa fé a virtude... - Pedro.

(II Pedro, 1 :5.)



Não há tanto mérito em que domines essa ou . aquela ciência e sim em que lhe utilizes os recursos a fim de ajudar os companheiros da Humanidade a se desvencilharem da insipiência e da ignorância.

Não há tanto mérito em tua pureza de coração, mas sim no esforço que desenvolvas em beneficio dos irmãos chafurdados no erro, de modo a soerguê-los para a restauração necessária.

Não há tanto mento em tua fé ardente e sim no trabalho a que te apliques com ela no apoio àqueles que ainda não lhe entesouraram a luz, para que não lhes falte à mesa o pão da esperança.

Não há tanto mérito na posse que detenhas, mas sim no emprego que lhe dês em socorro aos que te cercam ou no auxílio aos sofredores e menos felizes, dos quais te vês defrontado na experiência comum.

Não há tanto mérito em teu nome, por mais nobre seja ele, e sim no uso do prestígio que desfrutes amparando a jornada de quantos te compartilhem o esforço do dia-a-dia.

Virtude sem proveito é brilhante no deserto.

Inteligência sem boas obras é tesouro enterrado.

Fita o sol acalentando a lama da Terra e compreenderás o ensino claro da natureza que nos determina, sabiamente, entender e servir, abençoar e auxiliar.

Em qualquer parte a vida te conhece pelo que és, mas apenas te valoriza pelo que fazes de ti.